Um dos policiais civis que teve a prisão decretada pela Justiça na “Operação Guilhotina” é o inspetor Leonardo da Silva Torres, de 47 anos. Ele pode ser descrito como uma figura lendária na corporação por seu vestuário e atitude nada comuns. Trovão, como é conhecido, fazia parte de um grupo de 15 policiais de ações táticas da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae). Em 2007, ele participou de uma megaoperação no Complexo do Alemão e, enquanto andava pelas vielas do conjunto de favelas, foi fotografado fumando um charuto e vestindo um uniforme camuflado, que não é usado pela polícia do Rio. Por conta desse visual em comum, ganhou também o apelido de “Comandos em Ação”.
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GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer
Desde o início de suas atividades, em 1996, o GACC - então Grupo de Apoio à Criança com Câncer - existe para aumentar a expectativa de vida e garantir a oferta e a qualidade global do tratamento oferecido integral e indistintamente a crianças e jovens com câncer, diagnosticados com idades entre 0 e 19 anos incompletos, independente de sexo, cor, religião ou posição socioeconômica.
segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011
Policial civil que teve a prisão decretada era conhecido por andar com uniforme camuflado e fumar charutos em operações
Um dos policiais civis que teve a prisão decretada pela Justiça na “Operação Guilhotina” é o inspetor Leonardo da Silva Torres, de 47 anos. Ele pode ser descrito como uma figura lendária na corporação por seu vestuário e atitude nada comuns. Trovão, como é conhecido, fazia parte de um grupo de 15 policiais de ações táticas da Delegacia de Repressão a Armas e Explosivos (Drae). Em 2007, ele participou de uma megaoperação no Complexo do Alemão e, enquanto andava pelas vielas do conjunto de favelas, foi fotografado fumando um charuto e vestindo um uniforme camuflado, que não é usado pela polícia do Rio. Por conta desse visual em comum, ganhou também o apelido de “Comandos em Ação”.
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