domingo, 11 de setembro de 2016

Manaus e Rio são as capitais com mais mães solteiras do país Estudo considera as mães solteiras no momento do nascimento dos bebês


Manaus (AM) é a capital do Brasil que possui a maior proporção de mães solteiras no momento do parto: são 70,1%. Os dados são oriundos de um estudo da FGV/DAPP.
De acordo com a coluna do jornalista Ancelmo Gois, do jornal O Globo, o Rio de Janeiro (RJ) aparece na segunda posição, com 61,6%. Já São Paulo, a maior capital do país, ficou na 12ª colocação, com 41,2%.

A pesquisa foi realizada com base em dados do DataSUS.

Andréa Beltrão volta às novelas da Globo em 'Jogo da Memória' A atriz aceitou o convite da emissora e fará parte da próxima novela das onze, “Jogo da Memória”



Afastada da TV desde “Tapas e Beijos”, Andréa Beltrão em breve voltará a fazer novela na Globo.

De acordo com Flávio Ricco, a atriz aceitou o convite da emissora e fará parte da próxima novela das onze, “Jogo da Memória”.
Esse é o novo título da trama que antes era chamada de “O Que Nos Une”, de Lícia Manzo com direção de José Luiz Villamarim e estreia no primeiro semestre de 2017, com cerca de 90 capítulos.
Ainda no elenco, estão: Sophie Charlotte, Gabriel Leone, o Miguel de “Velho Chico”, Irandhir Santos, o Bento de “Velho Chico”, e Jesuíta Barbosa.

Ex-sogra de Xuxa decide apoiar Russomanno nas eleições de SP A mãe da Luciano Szafir resolveu entrar para a política



A avó paterna de Sasha, a socialite Beth Szafir, ex-sogra da apresentadora Xuxa, se filiou ao Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e vai apoiar a candidatura de Celso Russomanno (PRB) para prefeito de São Paulo.

De acordo com a colunista Mônica Bergamo, da Folha de São Paulo, a mãe de Luciano Szafir foi atraída pela vice na chapa, Marlene Campos Machado (PTB).

Cleo Pires fala sobre possível participação em reality de confinamento Cleo vai interpretar na nova série da Globo a personagem Sabrina, uma psicóloga durona, filha de um empresário

A atriz Cleo Pires, que vai estrelar “Supermax”, participou da coletiva de imprensa da a nova série da Globo e falou sobre vários assuntos, principalmente sobre seus novos trabalhos.

O seriado estreia no dia 20 de setembro, e será exibido nas noites de terça-feira e a história gira em torno de sete homens e cinco mulheres que são selecionados para viver a experiência de um reality show por três meses de confinamento em um presídio.
Ele é localizado no coração da Floresta Amazônica. Cleo interpreta a personagem Sabrina, uma psicóloga durona, filha de um empresário. Ela tenta superar a claustrofobia no programa e diz que vai ganhar o prêmio por amor, mas conta que não passaria por isso.
Ela disse que jamais participaria de um reality. “Não participaria de um reality show… Acho que não. Tenho segredos demais para participar de um (risos). E o fato de ficar confinada me incomodaria”, explica ela, que apesar disso, gosta desse tipo de programa.
“Já assisti a uns BBBs no início e, hoje em dia, gosto das Kardashians. Elas são ótimas, gosto da família e a dinâmica delas! Me identifico um pouco por causa da minha família, que também é muito grande e tem muita mulher, cada uma faz uma coisa”, explica.
Além dela, estão ainda no elenco nomes como Erom Cordeiro, Mariana Ximenes, Fabiana Gugli, Bruno Belarmino, Nicolas Trevijano, Ademir Emboava, Maria Clara Spinelli, Rui Ricardo Diaz, Mário César Camargo, Vania de Brito e Ravel Andrade.

Cauã Reymond diz que não vai expor filha na mídia, diz colunista Cauã admira famosos como Fátima Bernardes e William Bonner e Lázaro Ramos e Taís Araújo

Cauã Reymond revelou que não quer expor sua filha Sofia na mídia. Ele garante que não vai 'ser capa de revista', não vai fazer propagandas, não a leva em eventos públicos e não posta fotos dela em seu Instagram.
De acordo com a colunista Fabíola Reipert, no programa 'Hora da Venenosa', da Record, Cauã admira famosos como Fátima Bernardes e William Bonner e Lázaro Ramos e Taís Araújo, que não expõem seus filhos para promoção própria.

Rogéria dispara: 'Na minha época travesti batia nos homofóbicos' 'O Brasil está muito mais careta do que na minha juventude', disse a atriz

A atriz Rogéria recebeu uma homenageme se apresentou no Teatro Rival, no Rio de Janeiro, onde fez uma declaração sobre a homofobia no Brasil.

Aos 73 anos, ela subiu ao palco do tradicional espaço cultural da Cinelândia, usando um vestido que deixou suas pernas de fora, mostrando que continua sendo uma das eternas vedetes do Brasil.
Em entrevista a atriz falou sobre algo que enfrentou e continua muito atual no Brasil: o preconceito!
"É muito difícil lidar com o preconceito, enfrentei a minha vida toda e enfrento até hoje. Assisto pela televisão o que minhas colegas transexuais, meus amigos gays, que me representam, passam por aí. É uma violência muito triste. Costumo dizer que na minha época travesti batia nos homofóbicos", disparou.
Rogéria também contou como lhe dava com a situação: "Sempre que vinha um mais abusado a gente chamava todos os travestis e partia pra cima. Eu gritava: 'Deixa o último pra mim', e quebrei muita unha na cara de preconceituosos. Acontece que hoje os tais 'skinheads' andam com facas, com madeiras, e até com lâmpadas né? Ficou mais difícil a luta", falou Rogéria, que faz questão de reforçar: "Eu luto junto com as minhas amigas transexuais. Meu p... está aqui pendurado, mas eu defendo que cada um faça o que quiser com seu corpo", disse a atriz. 
Rogéria festeja, apesar do preconceito, que conseguiu alcançar um novo status no Brasil e que é respeitada por onde passa."Eu não tenho o que reclamar. As pessoas me chamam até de 'senhora', sendo que eu continuo sendo o Astolfo, e eu acho divertido e ao mesmo tempo respeitoso. Depois dos meus anos de carreira eu sou muito respeitada e principalmente amada, especialmente pelas mulheres", diza atriz, que chegou até a arrancar lágrimas de seus fãs durante a apresentação no Teatro Rival.

Silvio Santos cancela viagem e pega funcionários de surpresa

Todo mundo sabe que Silvio Santos é uma ‘caixinha de surpresas’, e desta vez o 'Homem do Baú' surpreendeu novamente.
Segundo o colunista Flávio Ricco, o dono do SBT mudou de ideia e cancelou a viagem para Orlando, nos Estados Unidos. O apresentador havia avisado os diretores da emissora de que iria para o exterior na semana passada e voltaria no dia 12 de setembro.
Ao contrário do planejado, Silvio preferiu ficar no Brasil e seguir normalmente com o seu trabalho na TV.
O apresentador já marcou uma gravação do “Programa Silvio Santos” para esta quinta-feira (08).
Nos últimos anos, Silvio viaja com mais frequência com a esposa, a escritora Iris Abravanel, e as filhas. Recentemente, o empresário descansou por alguns dias na Europa.

Mulher de Cunha vai às compras e gasta R$ 10 mil na Prada


A esposa de Eduardo Cunha aproveitou a terça-feira (6) para ostentar no Village Mall, um shopping de luxo que fica na Zona Oeste do Rio de Janeiro. Cláudia Cruz comprou dois pares de sapatos da grife Prada.

Segundo a coluna do jornalista Ancelmo Gois, na edição desta quarta-feira (7) do jornal O Globo, cada par custou R$ 5 mil.
Depois de vestir os pés de Prada a mulher do ex-presidente da Câmara foi com a filha na loja Miu Miu, onde fizeram mais comprinhas.

Rosa Weber nega 4 liminares para suspender Dilma de exercício de funções públicas

Em mais um capítulo da novela do impeachment, a ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber negou nesta sexta-feira (9) quatro pedidos de medida liminar que queriam suspender a habilitação da ex-presidente Dilma Rousseff para o exercício de funções públicas. Os pedidos haviam sido feitos em mandados de segurança ingressados pelo PMDB, PSDB, DEM, PPS e Solidariedade, pelos senadores José Medeiros (PSD-MT) e Álvaro Dias (PV-PR) e pelo PSL.
Os partidos alegam que a votação fatiada ocorrida no plenário do Senado, que livrou Dilma Rousseff da inabilitação para assumir cargos públicos por oito anos, contraria o texto expresso na Constituição. A realização de duas votações criou um racha na base aliada do presidente Michel Temer, apesar da participação do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), na costura da estratégia que suavizou a pena de Dilma. PMDB, PSDB, DEM, PPS e Solidariedade alegam que foi inconstitucional a segunda votação do impeachment realizada como destaque, tendo em vista que, a partir do momento em que o resultado da primeira votação – pela cassação de Dilma – reconhece a existência de crime de responsabilidade, a pena de inabilitação para o exercício de funções públicas “é vinculada e não pode ser afastada”. As siglas ressaltam que não pretendem “rever, anular ou suspender o julgamento concluído pelo Senado, mas de garantir que a aplicação da pena incida de forma vinculada a partir do julgamento que concluiu que a então presidente cometeu crimes de responsabilidade”. A votação fatiada provocou a reação de ministros da Suprema Corte, sendo considerada algo “no mínimo, bizarro” pelo ministro Gilmar Mendes, que preside o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Antes de indeferir os pedidos de medida liminar, a ministra Rosa Weber já havia decidido negar a continuidade de mandados de segurança propostos por cidadãos comuns e associações.
Manifestação. A votação fatiada do processo de impeachment que resultou na cassação de Dilma Rousseff foi defendida pela Advocacia do Senado Federal, em manifestação enviada ao STF. “O plenário foi exaustivamente instruído quanto às normas regimentais e constitucionais pertinentes e, ao final, tomou uma decisão soberana", sustenta o parecer da Advocacia do Senado Federal. De acordo com a Advocacia do Senado Federal, não se pode agora questionar a votação fatiada "por mera insatisfação com o resultado do julgamento". “Diversamente do que defendem as impetrações, o destaque para votação em separado não foi um expediente astucioso, engendrado para fraudar a aplicação da pena de inabilitação. Os senadores que entendiam impossível cindir as duas penas não tiveram seu direito de se manifestar em sentido contrário violado, pois puderam votar livremente pela aplicação de ambas as penas”, conclui o parecer.

Temer exonera parte de funcionários que trabalharam com Dilma


O governo de Michel Temer exonerou nesta sexta (9) 14 funcionários que ainda trabalhavam com a ex-presidente Dilma Rousseff. Eles haviam permanecido na equipe da petista para auxiliá-la durante o processo de seu impeachment, que foi confirmado pelo Senado na semana passada.
Dentre eles, está um dos assessores mais próximos a Dilma, Jorge Rodrigo Araújo Messias, que ficou nacionalmente conhecido como "Bessias" após ter seu nome falado dessa maneira em um grampo vazado pela Polícia Federal.
As exonerações foram publicadas no "Diário Oficial da União" desta sexta e foram assinadas pelo ministro Eliseu Padilha (Casa Civil).
Além de "Bessias", foram exonerados também o fotógrafo oficial de Dilma, Roberto Stuckert, o seu assessor de imprensa, Olímpio Cruz, o seu assessor pessoal, Bruno Gomes Monteiro, e a assessora Sandra Chagas Brandão, conhecida como a "Google do Planalto", por municiar Dilma com informações de governo durante a última campanha eleitoral.
Os demais exonerados são: Daisy Barretta, Deise Veridiana Ramos, Éden Santos, Elisa Smaneoto, Maria Oliveira Costa, Mario Renato Marona, Marly Ponce Branco, Rosemeri Duarte Ferreira e Wagner Caetano de Oliveira.
Na mesma edição, a Casa Civil nomeou Olímpio Cruz como assessor especial da ex-presidente. A assessora Paula Zagotta de Oliveira também foi nomeada para exercer a mesma função.
Enquanto estava afastada do cargo, Dilma pode contar com o auxílio de 20 assessores que a acompanharam no Palácio da Alvorada. De acordo com a Casa Civil, 35 funcionários da época da petista serão exonerados no total.
O governo ainda avalia qual será o destino dos que são militares e dois ou três, responsáveis pela manutenção do Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência, continuam no cargo para fazer o inventário dos bens que estão no local. Eles devem ser demitidos depois deste período.
Como é assegurado a todo ex-mandatário, contudo, Dilma tem à disposição um total de seis servidores públicos -quatro seguranças e dois assessores pessoais-, além dos dois motoristas. 

Cármen Lúcia convida Lula para sua posse na presidência do STF


Lula foi convidado pela ministra Cármen Lúcia para a posse dela na presidência do Supremo Tribunal Federal. A solenidade acontece na próxima segunda-feira (12).

De acordo com a coluna do jornalista Ancelmo Gois, publicada neste sábado (10) no jornal O Globo, foi o ex-presidente quem indicou Cármen Lúcia ao STF, em 2006.
O líder do Partido dos Trabalhadores ainda não confirmou se vai ou não ao evento em Brasília.

Governo vai tocar processos contra políticos da Lava Jato, diz nova chefe da AGU

Governo vai tocar processos contra políticos da Lava Jato, diz nova chefe da AGU
A nova chefe advogada-geral da União, Grace Maria Fernandes Mendonça, assegura que o governo vai tomar as providências necessárias para processar políticos e servidores públicos investigados na Operação Lava Jato. Em entrevista por telefone ao Estado nesta sexta-feira, 9, horas depois de ser nomeada para o cargo, ela negou que o Palácio do Planalto tenha atuado para que a Advocacia-Geral da União (AGU) não buscasse no Supremo Tribunal Federal (STF) dados sobre o envolvimento de parlamentares em desvios na Petrobrás e outros órgãos. "As informações serão buscadas. Tão logo sejam analisadas pelo Departamento de Probidade Administrativa, as ações serão promovidas pela AGU."

Em 22 de agosto, o ministro Teori Zavascki, relator da Lava Jato na Corte, autorizou o compartilhamento de 12 inquéritos com a AGU para que o órgão avalie ajuizar ações de improbidade administrativa contra os investigados no STF. Até esta sexta-feira, as cópias não haviam sido feitas. O ex-ministro Fábio Medina Osório, atribuiu sua exoneração a uma decisão política tomada pelo governo depois de ele pedir acesso às investigações sobre integrantes da base aliada do presidente Michel Temer.
Grace Mendonça é funcionária de carreira da AGU desde 2001 e chefiava a Secretária-Geral de Contencioso, responsável pelo acompanhamento das ações no STF. Na véspera da nomeação, ela e sua equipe se desentenderam com o ministro exonerado.
Por que a demora em buscar no Supremo inquéritos sobre políticos alvos da Lava Jato? O ministro Teori (Zavascki) despachou, autorizando o acesso, mas nós recebemos a informação do próprio Supremo de que esse processo é físico e que essas informações demandariam algum tipo de transferência ou por sistema ou por algum tipo de mídia. O que estava se acertando, até esta semana, era a melhor forma de que esses dados fossem migrados sem nenhum prejuízo em relação à questão do sigilo. As informações serão buscadas. Não vai ter nenhum tipo de restrição. Tão logo sejam analisadas pelo Departamento de Probidade Administrativa, as ações serão promovidas pela AGU.
Contra políticos, servidores públicos envolvidos em desvios... Pode ter absoluta certeza. O que se tem é a parte operacional, que está sendo trabalhada. É preciso que se tenha um trato institucional seguro até para que, se houver algum tipo de equívoco no trato, que se tenha a responsabilização.
O Planalto manifestou algum incômodo com o compartilhamento? Nunca foi objeto de incômodo. Essa informação, posso te assegurar, não é verídica. Tanto que o nosso trabalho vai ser tocado o mais rápido possível.
Quais são suas prioridades e como a senhora tratará a Lava Jato? Já temos uma força-tarefa que cuida da Lava Jato. É um trabalho ordinário. Agora, pelo fato de ser a Lava Jato, se despertou interesse. Mas a AGU já faz isso há muito tempo, e várias ações foram ajuizadas no combate à corrupção. A ideia é seguirmos nessa linha. Temos aí também toda a preocupação com a redução de litígios perante o Judiciário, vamos dar atenção à questão social.
A senhora conversou com o presidente Temer? Foi um diálogo basicamente para um convite, que foi aceito com muita honra e muito ânimo. Nenhum pedido especial.
Houve ingerência da Casa Civil no caso dos inquéritos do Supremo? Desconheço totalmente. Não houve nenhuma solicitação da Casa Civil. Se o próprio advogado-geral quisesse ter acesso (aos inquéritos), ele teria competência para isso, como chefe da instituição. Ele não tem nenhuma restrição legal, ao contrário. Não se trata de uma competência exclusiva da Secretaria-Geral de Contencioso.
Qual foi o assunto da reunião entre o ministro, a senhora e sua equipe horas antes da demissão? Não teve um propósito específico. Ele só perguntou (sobre a demora no compartilhamento). A diretora responsável pela área retratou (sic) a ele as tratativas que estavam sendo feitas para que os dados fossem migrados de forma segura. Isso é rotina institucional. Talvez ele não conhecesse a rotina da instituição. Não teve nenhum trato diferenciado. O Supremo entrou em contato conosco coisa de uma semana depois (de autorizar o compartilhamento). Esse processo era físico e o Supremo teve de transformá-lo em eletrônico.
A senhora disse que entregaria o cargo? Em nenhum momento coloquei meu cargo à disposição. Até porque, se fosse fazê-lo, colocaria a quem me nomeou, que foi o presidente da República. Foi uma reunião desrespeitosa com os integrantes da instituição. Ele acabou exonerando um dos integrantes da casa, sob alegações que não tinham qualquer fundamento, e aí toda a equipe falou: "se esse colega que está há 20 anos na instituição não puder ser respeitado, todos os demais com ele se alinham".
A senhora aceitaria pisar no freio em relação a essas medidas relacionadas à Lava Jato? Não se trata de pisar no freio ou não aceitar pisar no freio. São medidas institucionais. É o fluxo ordinário de trabalho. Não tem nenhum obstáculo para que ele seja feito naturalmente, nenhum obstáculo da Casa Civil em relação a isso.

Cunha pode ser preso em uma semana


Cassação do peemedebista será votada nesta segunda-feira (12) na Câmara
A prisão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) pode sair em uma semana, segundo publicou a coluna do jornalista Lauro Jardim, neste domingo (11), no jornal O Globo.
A publicação diz que essa é a expectativa no entorno do ex-presidente da Câmara. Mas para isso acontecer, o peemedebista precisa ser cassado primeiro.
A votação da cassação de Cunha acontece nesta segunda-feira (12), em Brasília. Uma enquete realizada na capital federal, também do jornal carioca, aponta que haverá votos suficientes para a cassação.

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