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quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Eduardo Lopes: Rio de Janeiro e Espírito Santo recorrerão ao STF sobre 'royalties'‏


Se a presidente da República não vetar o projeto que muda os critérios para partilha dos royalties de petróleo, aprovado pelo Congresso, os estados do Rio de Janeiro e do Espírito Santo recorrerão ao ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir seus direitos, afirmou nesta terça-feira (13) o senador Eduardo Lopes (PRB-RJ). O projeto  - PLS 448/2011 no Senado e PL 2565/2011 na Câmara - que define novos percentuais para a distribuição do montante proveniente da exploração do recurso mineral está nas mãos de Dilma Rousseff para sanção.
- Apenas os novos campos que serão licitados pela nova lei da partilha é que poderão ser objeto de mudança do rateio dos royalties. Fora disso, é desrespeito aos contratos, é provocação e hostilidade, é promover o descrédito de nossas instituições, envergonhando e prejudicando nosso país – declarou, em Plenário, sublinhando que os estados produtores perderão royalties vinculados a contratos já em vigor.
Eduardo Lopes disse acreditar que Dilma não vetará a lei, pois não deve querer se indispor com a maioria de governadores de estados não produtores. Mas citou declaração da presidente durante a Marcha dos Prefeitos, quando disse que os estados produtores deveriam lutar “daqui pra frente” - para assegurar recursos na nova forma de divisão - e que o país respeita os contratos já firmados.
Segundo explicou Lopes, o projeto de lei muda a forma do rateio dosroyalties, inclusive para os campos já licitados pelo antigo modelo de concessão. Os novos campos devem ser licitados pelo modelo de partilha. Na opinião do parlamentar, tal medida é comparável a “rasgar a Constituição”, pois está se interferindo em um ato jurídico perfeito, o que pode passar a impressão de que os congressistas podem mudar as regras do jogo a qualquer instante.
- Ao mudar as regras relativas aos contratos atuais, o Congresso Nacional cria uma situação nada favorável ao setor de exploração de petróleo no país. O Brasil será visto com descrédito pelo investidor estrangeiro – declarou.
O senador alertou para os riscos que o projeto representa para o equilíbrio da federação, já que estados que nada produzem vão, ao final de sete anos, receber 27% dos recursos da exploração do petróleo, em detrimento dos estados que sofrem os danos e efeitos negativos da indústria petrolífera, que ficarão com apenas 4%.
Ele questionou ainda a pressa com que a matéria foi aprovada no Senado: em dois meses e meio e sem o necessário entendimento com os estados que mais contribuem com a produção de petróleo.
- Passaram uma rasteira no povo fluminense e também no povo capixaba – lamentou, classificando o texto de espoliação.
Lopes disse ainda que não será massacrando os interesses do povo do Rio de Janeiro e do Espírito Santo, nem desta forma dura e agressiva, que se resolverá algo sobre a questão dos royalties. Ressaltou que os estados não são contrários a uma nova foram de distribuição, desde que ela seja feita de forma justa e equilibrada.

Toffoli compara penas do mensalão a Inquisição


O ministro do Supremo Tribunal Federal José Antonio Dias Toffoli comparou nesta quarta-feira as penas impostas aos réus do mensalão às punições aplicadas no período da Inquisição. Ele afirmou que os crimes cometidos no esquema do mensalão não atentaram contra a democracia ou contra o estado democrático de direito. O intuito dos crimes, afirmou o ministro, era somente o "vil metal". Toffoli defendeu a imposição de penas financeiras, pois a pena de prisão, enfatizou, é "medieval".
Antes de assumir o cargo de ministro do STF, Toffoli comandou a Advocacia-Geral da União no governo Luiz Inácio Lula da Silva e foi assessor do ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, condenado pela Corte a 10 anos e 10 meses de prisão mais multa superior a R$ 600 mil por comandar o esquema de pagamento de parlamentares durante o primeiro mandato de Lula.
"As penas restritivas de liberdade que estão sendo impostas neste processo não têm parâmetros contemporâneos no Judiciário brasileiro", disse o ministro na sessão desta quarta-feira do Supremo. Para ele, o julgamento da ação penal do mensalão teria como parâmetro a "época de Torquemada" - referindo-se a Tomás de Torquemada, o "Grande Inquisidor" espanhol do século 15, em cujo período foram executados cerca de 2.200 autos de fé, principalmente contra judeus e muçulmanos na Espanha. As de agora são penas "da época da condenação fácil à fogueira", afirmou Toffoli.
Ele manteve posição discreta em todas as sessões do mensalão. Porém, na sessão desta quarta-feira, quando eram julgados os ex-dirigentes do Banco Rural, Toffoli partiu da declaração do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo - que na terça-feira disse preferir morrer a ficar preso no sistema carcerário brasileiro -, para criticar as penas privativas de liberdade. "Já ouvi que o pedagógico é colocar as pessoas na cadeia. O pedagógico é recuperar os valores desviados", afirmou. "Estou aqui a justificar em relação às penas uma visão mais liberal e, vamos dizer, mais contemporânea porque prisão, medida restritiva de liberdade, combina com o período medieval", disse. "Temos que repensar o que estamos fazendo para sinalizar para a sociedade." 

Nove dicas para ganhar o chefe

Nove dicas para ganhar o chefe - 1 (© ThinkStock)

Faça bem o seu trabalho
Isso pode parecer óbvio, mas muitos funcionários falham em realizar as tarefas básicas. “Se você não fizer um bom trabalho, pode ser difícil, talvez impossível, se dar bem com o chefe”, afirma Al Coleman Jr., autor do livro “Secrets, to Sucess: the Definitive Career Development Guide for New and First Generation Professionals” (“Segredos para o Sucesso: o Guia de Desenvolvimento de Carreira Definitivo para Professionais Novos e da Primeira Geração”, em tradução livre). “O funcionário que faz um trabalho bom, consistente, eficiente e profissional permite que seu chefe se foque nas próprias tarefas.”

Conheça o seu chefe
“Quando começar a trabalhar para uma nova pessoa, sente-se e converse sobre como ela gosta de se comunicar”, indica Anita Attridge, consultora executiva. Uma comunicação eficiente é vital para a construção de uma relação sólida com o seu superior.

Ajude seu chefe em seus objetivos profissionais
A primeira tarefa de qualquer empregado é tornar a vida do seu chefe mais fácil. “Descubra quais são os objetivos profissionais dele e o ajude a chegar lá”, aconselha Coleman.

Seja leal
Seja sempre dedicado e honesto. “Nunca fale sobre o seu chefe com outros colegas e nunca passe por cima dele caso tenha um problema”, afirma Anita. “Seja leal, fale com ele sobre o problema e mantenha a conversa entre vocês dois.”

Torne suas as prioridades do chefe
“Conheça as prioridades do seu chefe, isso é fundamental para o time”, diz Anita. “Se você não tem nada no topo da lista, e o chefe cita uma prioridade, ela deve virar a sua também.” Comunique-se ele regularmente para que os objetivos dos dois estejam sincronizados.

Tome iniciativa
Voluntarie-se para novos projetos, mas sem se sobrecarregar. Você deve ter tempo e energia suficientes para fazer um bom trabalho em todas as tarefas. Para impressionar o chefe, “tente fazer os projetos sem ser guiado por ele”, afirma Coleman.

Procure soluções para os problemas
Não se apoie no seu chefe para tudo. “Quando um problema surgir, faça mais do que apontá-lo, ofereça sugestões e, se puder, tente resolvê-lo”, indica Coleman. Você também não deve reclamar. “Ninguém gosta de pessoas negativas”, acrescenta. “Isso diminui a moral e atrapalha a produtividade.”

Mostre interesse nas atividades das quais ele gosta
Não tenha medo de descobrir sobre a vida pessoal do seu chefe. Saiba do que ele gosta e mostre interesse no assunto. “Tente ler o mesmo livro ou o convide para jogar golfe, ele provavelmente aprovará o seu esforço para compartilhar interesses”, afirma Coleman.

Demonstre interesse de longo prazo pela empresa
“Mesmo que quase ninguém passe a vida na mesma empresa, nada impede jovens funcionários de demonstrarem interesse de longo prazo pelo local”, diz Coleman. “Aprenda sobre o perfil dos clientes e descubra como pode ajudar para o crescimento da empresa”, aconselha. “Com o tempo, você irá se tornar um funcionário valioso e isso o ajudará a subir internamente – o que também mostrará para os outros que o seu chefe é um bom desenvolvedor de talentos.”

9 perigos ensinados na escola

9 perigos ensinados na escola - 1 (© ThinkStock)

1) As pessoas no comando têm todas as respostas
É por isso que eles são tão ricos, felizes, saudáveis e poderosos – pergunte para qualquer professor.

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2) A aprendizagem acaba quando você sai da sala de aula
Construir uma casa na árvore, fazer uma trilha, caçar sapo, jogar e desenhar não rendem notas mais altas. Melhor assistir à televisão.

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3) É melhor e mais inteligente seguir as regras

Você será recompensado pela sua subordinação, só não tanto quanto os seus superiores que, claro, têm suas próprias regras.

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4) Tudo que os livros falam é verdade

Agora vá ler o seu capítulo sobre criacionismo. Cairá na prova

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5) Existe um caminho claro e simples para o sucesso

É chamado de universidade. Qualquer um pode chegar ao 1% do topo se for bem o bastante na escola e ignorar o problema de matemática básica inerente a essa fórmula.

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6) Comportar-se é importante para conseguir boas notas
Questionar e pensar por si só não é bom. Fique quieto e volte para a fila.

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7) Testes padrões medem o seu valor
“Valor” significa os seus salários futuros, não outras coisas que podem ter outros valores.

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8) Dias de folga são sempre mais divertidos que ficar sentado na sala de aula
Você é treinado desde pequeno para pensar em feriados e em férias. Seja grato por eles.

9 perigos ensinados na escola - 1 (© ThinkStock)

9) O propósito da educação é a sua futura carreira

Você será ensinado a ser um bom trabalhador. A questão é se vão ensiná-lo a ser algo mais.








Chandon Collection para o verão

Chandon Collection (Divulgação)
Este verão promete ser ainda mais alegre e colorido e com muito champanhe. Para aqueles que já conheciam e namoravam as taças coloridas da Chandon, finalmente elas estarão à venda, em um pack em edição limitada, que acompanha uma garrafa do espumante Reserve Brut e duas unidades. Há três combinações, em seis diferentes cores: azul e rosa, verde e vermelho, e roxo e amarelo. As taças prometem virar item de coleção e reinar nas churrasqueiras, piscinas e aperitivos na praia.

Os investimentos da marca foram 20% maior, em relação a 2011, segundo o diretor geral da Chandon, Sérgio Degese. Foram produzidas 15 mil unidades da Chandon Collection. Preço? R$ 65,00.

Schincariol deixa de existir como empresa e dá lugar à Brasil Kirin Um ano após comprar cervejaria brasileira, japoneses começam a anunciar mudanças implementadas

Gino Di Domenico (© Divulgação)

Após adquirirem o controle acionário integral da Schincariol no ano passado, os japoneses começam a revelar, pouco a pouco, as mudanças conduzidas em uma das três maiores cervejarias do país. A partir de agora, o nome Schincariol deixa de existir como empresa e dá lugar à Brasil Kirin.
As marcas do portfólio de bebidas alcoólicas e não alcoólicas não mudarão de nome. Nova Schin, Schin No Grau e Mini Schin continuarão chegando às prateleiras.
Pelo que mostram os números, a companhia cresceu nas mãos dos japoneses. De janeiro a outubro deste ano, a Kirin Brasil registrou um aumento de 12% nas vendas, segundo apurado pelo Sicobe (Sistema de Controle de Produção de Bebidas). “A Brasil Kirin fecha o período com crescimento superior ao registrado pelo mercado”, afirma Gino Di Domenico, presidente da Brasil Kirin.
A Brasil Kirin faz parte de uma companhia global com faturamento superior a R$ 52 bilhões, 41 mil funcionários e presença em mais de 15 países. Subsidiária da Kirin Holdings Company, maior fabricante do setor no Japão, a empresa tem suas marcas distribuídas por 11 centros próprios e 194 revendas para cerca de 600 mil pontos de venda em todo o Brasil. São 13 unidades fabris responsáveis por produzir cervejas, sucos, refrigerantes e águas.

Toyota domina lista de usados mais confiáveis Pesquisa aponta os melhores carros para evitar surpresas na hora de comprar um seminovo

Divulgação

Comprar um carro usado é uma decisão que pende mais para o lado prático do que para o emocional. Embora haja prestígio em voltar para casa dirigindo um carro 0 km, escolher um modelo seminovo é geralmente o melhor negócio.
Para ajudar os compradores, FORBES ranqueou os carros usados mais confiáveis de 2008 e 2009. Oito dos top 10 são de marcas japonesas. Entre os americanos, estão presentes os sedans Ford Fusion e Lincoln MKZ. Importados europeus de luxo, que tendem a estar entre os modelos mais caros para manutenção, não aparecem.
Metade dos modelos na lista vem da Toyota e de sua divisão de luxo, Lexus. Estes incluem o SUV Highlander, o subcompacto Yaris e o hatch híbrido Prius, ao lado do sedã de luxo Lexus ES 350 e do crossover RX 350. A Honda é representada pelo sedan de luxo Acura TL e a Mazda aparece com o MX-5 Miata.
Infelizmente, a compra de um carro usado é uma decisão muito mais perigosa, especialmente com relação à condição mecânica de um veículo. Um carro pode ter registrado um número maior de quilometragem que o outro ou pode ter sido mal cuidado pelo dono anterior. E alguns veículos simplesmente envelhecem melhor do que os outros em termos de estilo, funcionalidade, performance e confiabilidade a longo prazo.
Escolher um modelo que vai passar muito tempo na oficina pode jogar fora a economia de ter comprado um usado. Mesmo que os reparos sejam cobertos por uma garantia do revendedor ou do fabricante, ter um carro problemático não é apenas irritante, mas também perigoso, dependendo de como, quando e onde ocorre a falha mecânica.
Sempre leve um mecânico de confiança para garantir que o carro está em condições de funcionamento. E se certifique de verificar os valores de mercado dos carros usados para ter certeza de que você está fazendo um bom negócio.

O homem que fez do seu hobby uma carreira rentável após perder o emprego Thomas MacEntee se tornou genealogista após largar o trabalho para começar a fazer o que gosta

Thinkstock

Você gostaria de transformar o seu hobby em uma profissão? Foi exatamente o que Thomas MacEntee, profissional formado em tecnologia e hoje genealogista, fez ao perder seu trabalho inesperadamente, em 2008. A mudança não foi fácil nem rápida, mas MacEntee, aos 50 anos, não poderia estar mais feliz.

“Eu segui em frente porque tive a chance de construir uma carreira que ajuda as pessoas a olharem para trás”, conta. Ele passou décadas trabalhando como treinador de tecnologia, escritor técnico, analista de sistemas e gerente de projetos para diversas firmas de advocacia. Mas depois que a última faliu na crise de 2008, McEntee decidiu mudar as coisas.
Com mais tempo livre para desenvolver seu interesse em genealogia, McEntee estudou formas de financiar seu hobby. A época vinha a calhar. Os canais NBC e PBS haviam acabado de lançar séries de programas focados no resgate dos ancestrais, e novos softwares e sites para genealogistas proliferarem suas descobertas estavam em alta.
Ao misturar as novas tecnologias on-line com a exploração ancestral, ele percebeu que poderia se tornar um genealogista especializado em tecnologia e redes sociais. Para isso, inscreveu-se no curso a distância de certificação de pesquisador genealogista da Universidade de Boston, que durava 16 semanas, com 30 horas semanais. “Era muito trabalho, mas valeu a pena porque o certificado me trouxe credibilidade”, conta.
Fora do curso, ele se infiltrou na comunidade dos genealogistas comentando em blogs e pedindo conselhos para os mais experientes. Hoje, quatro anos depois, McEntee mudou de aprendiz para mentor.
Ele começou dando palestras gratuitas e depois começou a cobrar. A maioria dos seus clientes veio de dois websites: o Geneabloggers, no qual dá notícias e conselhos para blogs de genealogia e interessados, e o High-Definition Genealogy, onde ele vende seus serviços, que incluem pesquisa de mercado, consultoria e educação.
MacEntee também mantém se faz presente no Twitter e no Facebook, onde é extremamente popular. Hoje, sua renda vem 50% de empresas que querem consultoria sobre genealogia do mercado; 30% de palestras, que vão de uma hora via internet até uma semana de cruzeiro; e 20% para textos freelances para revistas e sites.
Ele admite que ainda não ganha o que ganhava no mundo corporativo, mas pretende chegar lá em dois anos. “Eu tive de fazer alguns ajustes no meu modo de vida, mas ser capaz de fazer o que gosto e ter meu próprio negócio não tem preço”, conta.

Startup de tecnologia View lança janela inteligente Produto em exposição em São Francisco controla a temperatura do ambiente

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Você já viu janelas que mudam de cor para se ajustar à quantidade de luz e calor que entra na sala? Essa tecnologia existe e está em exposição em no W Hotel, em São Francisco, na Califórnia. As janelas eletrocrômicas ou “janelas inteligentes” são produzidas pela startup de tecnologia View e prometem economia de energia.
O mecanismo de funcionamento da janela é simples. O produto tem um painel duplo que contém dois filmes óxidos condutores “recheados” por uma camada de armazenamento de íons, um eletrólito e uma camada eletrocrômica. A aplicação de baixa tensão ao óxido condutor empurra os íons para fora da camada de armazenamento e através do eletrólito para se reunir à camada eletrocrômica. O material eletrocrômico, que contém óxido de tungstênio, absorve ou reflete a luz, deixando o ambiente mais escuro ou mais claro, dependendo da direção da voltagem.
A tecnologia também torna possível resfriar ou aquecer a sala, o que diminui os custos com ar-condicionado ou aquecedor. O problema é o preço do produto. "Como as janelas eletrocrômicas não são amplamente utilizadas, custam cerca de 50% mais do que as convencionais janelas de painel duplo com revestimentos que filtram parte da radiação ultra-violeta", diz Rao Mulpuri, CEO da View.
“Mas isso é mais do que uma janela, é um sistema inteligente que elimina a necessidade de cortinas ou controladores de temperatura”, afirma. A empresa calcula que o uso da janela reduziria os custos de ar-condicionado de um prédio comercial em 20% no primeiro ano. A economia, no entanto, varia de acordo com fatores como localização do prédio e das janelas e número de sensores.
A startup construiu sua primeira fábrica para produção em massa no Estado do Mississippi e começou a contatar os clientes no terceiro trimestre deste ano, releva Mulpuri. Fundada em 2007, a empresa antes chamada de Soladigm vale hoje US$ 124 milhões.
Mulpuri não divulga a capacidade de produção da fábrica, por isso, é difícil estimar a demanda pelas janelas. Ele também preferiu não identificar os clientes, mas afirmou que a fábrica tem espaço para expansão caso os pedidos aumentem muito.
A View tem clientes americanos e está investindo no mercado europeu. Mulpuri acredita que o Velho Continente tem um grande potencial para janelas eletrocrômicas porque os custos de produção de energia lá são altos e eles são mais dispostos a pagar caro por produtos que reduzem a emissão de dióxido de carbono.

Dez frases quebra-gelo para começar uma conversa de negócios Introduções simples podem ajudar as pessoas mais tímidas a engatarem papos em um encontro

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Muitas vezes nos vemos em eventos corporativos com desconhecidos e não sabemos sobre o que conversar ou como puxar assunto. Algumas pessoas, no entanto, conhecem quebra-gelos naturais que não soam estranhos ou falsos. Aqui estão alguns começos de conversa para que você também comece um diálogo interessante por conta própria:
1) “Eu realmente gostei do seu colar”
Quando alguém está usando um acessório bonito, como um colar, e você nota isso, é possível usar essa informação para começar uma conversa e depois partir para outros assuntos. Elogiar o vestido ou a roupa também é um caminho.
2) “É mais silencioso deste lado da sala? Eu mal posso ouvir de lá”
Quando alguém é abordado com uma pergunta como essa, fica muito mais fácil começar um diálogo, seja sobre o barulho da sala ou sobre o que vocês estão fazendo lá.
3) “Podemos conversar enquanto estamos na fila do banheiro”
A fila do banheiro é um bom lugar para começar uma conversa, já que as duas pessoas estão em pé esperando. Fazer uma piada sobre a espera ou a situação ajuda muito.
4) “Você trabalha ou escreve em tal jornal/revista?”
É uma pergunta intrigante que pode gerar um grande número de reações, como qual o interesse pela publicação específica ou a razão da pergunta.
5) “O frango está um pouco seco, não?”
Comentar sobre a comida é sempre certeiro. A pessoa pode ou não concordar com você, mas ela certamente tem uma opinião.
6) “Foi muito ruim para chegar aqui?”
Pergunta perfeita para grandes cidades como São Paulo. Ela abre o leque para conversas sobre o local ou onde as pessoas moram ou até os problemas de trânsito.
7) “Você não é amigo(a) de [nome aleatório]?”
Viu alguém muito familiar? Não importa se você tem certeza ou não se é a pessoa. Se ela for, melhor ainda, se não for, já é um grande quebra-gelo.
8) “Oi, meu nome é...”
O mais simples pode ser às vezes o mais difícil, mas muitas pessoas começam uma conversa simplesmente se apresentando. A conversa pode fluir, por isso, não se preocupe. Apenas tome a iniciativa e vá em frente.
9) “Está quente/frio aqui”
Talvez esteja, talvez não, mas o passo seguinte é que o outro expresse a sua opinião sobre o tema. Quando você perceber, estarão falando sobre suas carreiras.
10) “Cara, eu odeio networking”
Viu alguém parado no canto? Ele pode ser tímido e também não saber como quebrar o gelo nessas situações corporativas. Falar que não gosta de papos furados pode ser um bom meio de começar uma boa conversa.
Socializar pode não ser exatamente um treinamento, mas algumas pessoas precisam praticar para que se saiam melhor. Da próxima vez, tente algumas dessas frases e veja qual é o resultado.



Facebook lança o seu mural de empregos on-line

Mark Zuckerberg, CEO do Facebook (© Bloomberg)

O Facebook anunciou o lançamento de seu esperado mural de empregos na manhã desta quarta-feira. Com ele, a rede social inaugura uma nova era do recrutamento on-line e o que parece ser uma nova fonte de renda para a empresa.
Depois de um ano de parceria com o Departamento de Trabalho dos Estados Unidos e outras agências, o Facebook abriu hoje o programa Social Jobs Partnership (www.facebook.com/socialjobs), com mais de 1,7 milhão de vagas e empresas de recrutamento como Work4 Labs, BranchOut, Jobvite, DirectEmployers e Monster.com.
Reprodução
Mesmo que um representante da empresa insista que o Facebook não pretende entrar no mercado de recrutamento, essa declaração parece duvidosa visto o tamanho do formulário. A página permite que os usuários procurem por trabalho separados por localização, indústria ou tipo, candidatem-se diretamente por lá e dividam as vagas por meio da rede social.
Seus parceiros também acreditam que a rede está mostrando claramente quais são as suas intenções. “O Facebook está lançando uma página de recrutamento dentro da sua própria rede, é uma grande ruptura”, afirma Stephane La Viet, CEO do Work4 Labs.
Um post publicado no blog da própria rede mostram algumas estatísticas sobre a capacidade da plataforma. Segundo a empresa, metade dos empregadores dos Estados Unidos usa a rede social no seu processo de recrutamento. Deles, 54% pretendem intensificar o uso da ferramenta.
Le Viet resume que o formulário é uma versão inicial para que as pessoas saibam que a rede social também oferece um meio de achar emprego agora. O Social Jobs Partnership foi criado para ser um consórcio para orientar a oferta das empresas de recrutamento.
Esse anúncio seria, então, o fim do LinkedIn? A variedade dos dados demográficos do Facebook difere muito dos do LinkedIn, que tem usuários de formação superior. Le Viet reconhece essa realidade. Além disso, a ferramenta de recrutamento LinkedIn Recruiter é o negócio principal da rede. Assim, eles têm três anos de experiência e um produto que já pegou entre os recrutadores.
No entanto, o tamanho da base de dados do Facebook significa que é possível separar as coisas de diversas formas. Mesmo que apenas 22% dos usuários tenham mais de 45 anos, já são 220 milhões de pessoas, mais do que toda a plataforma do LinkedIn. E a rede de Zuckerberg já se mostrou muito eficiente em recrutar trabalhadores de baixa formação. Apoio na extremidade inferior do mercado pode servir como um bom ponto de partida para mover o resto e engolir o negócio do LinkedIn. Os usuários mais novos, com perfis nas duas redes, não se importarão com o local de onde o trabalho veio.
É certo que os tradicionais murais de emprego on-line, como o Monster.com, estão saindo de cena. Enquanto Monster viu a sua cota de mercado e preço das ações despencarem nos últimos anos, o LinkedIn disparou. O futuro do recrutamento é decididamente social.
As 777 milhões de ações do Facebook fecharam hoje com uma alta de 8%.

Grife J.Crew abre loja na China e começa expansão

Jenna Lyons (© Getty Images)

A equipe de design da J.Crew, formada por Jenna Lyons, Tom Mora e Frank Muytjens, esteve em Hong Kong recentemente para celebrar a entrada da marca na China por meio da loja de luxo Lane Crawford. As roupas já estavam disponíveis no mundo inteiro pela internet, mas é a primeira vez que a marca abre uma loja física fora dos Estados Unidos. E a Lane Crawford criou uma área exclusiva da loja em Hong Honk especialmente para a grife.
Veja a entrevista com a designer Jenna Lyons sobre o assunto.
FORBES - Como surgiu a parceria com a Lane Crawford?
JENNA LYONS - De modo orgânico. Sarah Rutson, diretora de moda da Lane Crawford, foi a uma de nossas exposições. Fiquei muito empolgada porque ela apareceu e gostou de tudo. Quando me perguntou se poderia comprar, fiquei emocionada. Além de a Lane Crawford ser uma loja muito bonita, eu amo o estilo da Sarah, e ela realmente conhece a marca, por isso foi fácel dizer “sim”.
F - Mas por que vocês só estão expandindo agora?
JL - Nós tínhamos muito o que fazer nos Estados Unidos. Passamos os últimos dez anos reposicionando e elevando a marca, porque havíamos nos desviado do caminho. Queríamos crescer de forma saudável e orgânica primeiro, não queríamos uma expansão direta. Queríamos fazer as coisas direito e não como já foram feitas. Muitas pessoas vieram aqui de forma grande e pesada, não sei como os clientes respondem a isso. Para nós, foi mais importante chegar de uma maneira elegante, calculada e lenta.
F - O que vem depois da Lane Crawford? Uma loja própria em Hong Kong?
JL - Existem diversos planos. Já faz um ano que lançamos nossos produtos para o mundo pelo site e começamos a ver interesse em todos os lugares, como Hong Kong e Austrália. Lançar o site nos deu a oportunidade de estudarmos o cenário. Muito mudou. Nós queremos ter uma aproximação diferente, ver onde nossos clientes estão e conhecê-los melhor.
F - O renascimento da J.Crew foi creditado a você...
JL - Como qualquer um que faz parte de uma grande empresa, o sucesso sempre tem a ver com a equipe. Não houve nada que eu tenha feito que não tenha tido a participação de outras 20 pessoas. Trabalhei com Mickey Drexler, CEO da empresa, que é um dos homens mais brilhantes do mundo. Eu fui uma das muitas que merece crédito. O melhor que posso dizer é que tive sorte em trabalhar com um grupo maravilhoso de pessoas... e são todos bonitos.
F - Isso é um pré-requisito?
JL - (risos) Não, mas você entra no escritório e vê esses garotos e garotas lindos. Algumas pessoas vêm nos visitar, sentam no salão e dizem “Meu Deus!”.
F - O que você diz para as pessoas que acham que a J.Crew ficou muito cara?
JL - Isso é mais percepção do que realidade. Se você olhar para os itens, verá que os preços das roupas não aumentaram realmente. O que fizemos foi expandir o tamanho da linha. Temos calças chino [espécie de calça reta com barra dobrada] que estão no mercado há vinte anos e têm o mesmo preço. Mas aumentamos a linha e adicionamos produtos que têm produção mais cara. O que acontece é que as pessoas vão às lojas, falam “eu quero isso”, olham para o preço e percebem que escolheram um dos itens mais caros porque têm bom gosto. Todos nós trabalhamos duro.
F - Qual é a parte mais recompensadora do seu trabalho?
JL - Para mim, a parte mais recompensadora é quando eu conheço alguém que me fala: “me casei em um vestido de vocês e me senti linda” ou “consegui meu primeiro emprego com uma calça e um suéter de vocês”. Ou quando vejo Michelle Obama usando as roupas. Esse tipo de coisa, quando alguém se sente bonito com as nossas roupas.
F - Como você descreveria o sue estilo?
JL - Um pouco garoto, um pouco vovó. Sempre tenho um elemento de trajes masculinos no meio de tudo. Dificilmente me visto totalmente com roupas de mulher. Mas também sempre tem que ter um elemento de brilho. Eu sou tagarela de coração e amo algo brilhante, qualquer coisa. Também não gosto de coisas muito sexys. Gosto de uma sensualidade tranquila. Algo meio despenteado, meio imperfeito. Acho muito mais atrativo que perfeição.
F - Esse estilo é resultado de uma evolução?
JL - O olho muda muito. Meu estilo evolui. Certas coisas são puxadas do fundo do guarda-roupas e depois voltam para lá. Eu tive um filho, estou mais velha, não posso fazer coisas que fazia quando era mais nova. Então, dou um jeito de tornar meu estilo mais parecido com quem sou hoje. Isso evolui a todo tempo.
F - Você vê a moda como um investimento?
JL - Para mim, é. Acho que se sentir confiante e bem sobre si mesma é muito importante. Algumas pessoas não poderiam ligar menos e isso é ótimo, mas eu me sinto melhor quando vejo que estou combinando. Então, sim, moda é um investimento.

Ter boa relação com o chefe é determinante para o crescimento de sua carreira

ThinkStock


As pessoas passam a vida correndo atrás da aprovação dos seus superiores, desde a infância, com os pais, até a fase adulta, com os chefes.
“Para novos profissionais que querem se dar bem com o chefe, são indicadas três coisas: fazer um ótimo trabalho, ajudá-lo a fazer o dele e demonstrar interesse no sucesso dele e da empresa”, aconselha Al Coleman Jr., autor do livro “Secrets, to Sucess: the Definitive Career Development Guide for New and First Generation Professionals” (“Segredos para o Sucesso: o Guia de Desenvolvimento de Carreira Definitivo para Professionais Novos e da Primeira Geração”, em tradução livre).
“As percepções do seu chefe sobre você influenciam o aumento do seu salário, as bonificações e as oportunidades de visibilidade na empresa”, afirma Anita Attridge, consultora executiva.

Pepsi lança refrigerante que bloqueia gordura

Divulgação


Se há um sinal de que a indústria de refrigerantes está perdendo a mão, deve ser esse. Até agora, as fabricantes pelo menos reconheceram tacitamente que suas bebidas carbonatadas não são saudáveis. Elas não falam sobre os efeitos nocivos, mas não também não saem defendendo a inclusão das bebidas em uma dieta balanceada. Até agora.
A Pepsi-Cola no Japão acaba de lançar uma versão com fibras de seu refrigerante de cola. De acordo com a Suntory, única distribuidora da Pepsi no país, a bebida contém “dextrina não digestível”, mais conhecida como fibra dietética. O ingrediente mágico, diz o site da Suntory, ajuda a reduzir a quantidade de gordura absorvida pelo corpo – o slogan do refrigerante é “soda bloqueadora de gordura”. A distribuidora também professa que o líquido freia o aumento de triglicérides no sangue, que normalmente acontece depois de uma refeição.
Voltada para quem quer manter a forma, a Pepsi Special vem em embalagem preta e dourada, que procura denotar luxo e sofisticação.
A bebida tem o FOSHU, símbolo de aprovação do governo, que indica que contém um “ingrediente funcional e oficialmente aprovado para alegar seus efeitos fisiológicos no corpo humano."
De acordo com o Ministério da Saúde, Trabalho e Bem-Estar do Japão, um produto FOSHU é consumido para manutenção/promoção da saúde por pessoas que querem controlar problemas como hipertensão ou colesterol alto.

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Fundado no ano 1995, o Blog do Guilherme Araújo tem parcerias com alguns dos mais populares sites da internet brasileira, GOOGLE, Poupa tempo, delegacias virtuais, G1, Face-book, Orkut, Twitter e outros.
Em conjunto, o Blog do Guilherme Araújo atraem atualmente mais de 1.6 milhões de visitantes ao mês, provenientes de todo o território brasileiro, além de uma forte presença em Portugal e nas comunidades de língua portuguesa de países como os Estados Unidos, Coréia, Suíça, Alemanha, Itália, Espanha, Rússia, Arábia Saudita, China, França, México, Canadá, Londres, Bélgica, Holanda, Reúno Unido e o Japão.
Nossos serviços são comunidades vivas e participativas, interagindo com as aspirações do público, afetando e sendo afetadas pelas tendências.

O consultor de negócios e políticas Guilherme Araújo apresentou novidades para uma nova gestão com o PRB, muitas mudanças podem acontecer, vejam quais serão as nossas prioridades:


Transportes públicos: será constituída a secretaria de transportes e extinta a secretaria de transito, essa secretaria será transformada em uma diretoria dentro da secretaria de transportes. Essa diretoria tem a responsabilidade de fiscalizar e refazer os itinerários e horários e será obrigatório ter no mínimo 01 (um) ônibus circulando nos horários de 00h00min a 05h00min e que todas as empresas prestadoras de serviços como empresas de ônibus e funerárias deverá ter os carros emplacados em Caraguatatuba. 

Taxistas que sejam padronizados com uma única cor todos os táxis e emplacado no município.

Saúde: Concursos públicos e contratação emergencial de médicos e profissionais da saúde, construção de 01 (um) hospital municipal de base, 01 (uma) policlínica especializada em pediatria, mulher e geriatria com atendimento 24 horas;

Funerária: uma funerária municipal e os munícipes terão os sepultamentos gratuitos desde que tenha o rendimento de 01 (um) salário mínimo vigente;

Funcionários públicos: Plano de carreira e melhores salários ao funcionalismo, concursos em todas as áreas.

Educação: Regularizar os salários dos profissionais da educação tendo como base os mesmo salários que são pago São Sebastião com, mas 5% em gratificação e regularizar o plano de acumulo de cargos. Que seja instalado um pólo universitário publica estadual ou federal;
Pré-vestibular e preparatório comunitários em espaços públicos;

Pólo de universidades publica em Caraguatatuba;

Parcelamento do ITBI: Que seja parcelado o ITBI igualmente se pode parcelar o IPTU.

Guardas-vidas: Concurso para guardas vidas e que estes estejam lotados na secretaria de defesa civil, e que estes profissionais sejam concursados e possam atuar nas praias, piscinas como centros esportivos, escolas e outros e em caso de calamidade e tragédias naturais estes profissionais seja convocados;

Ampliação dos balcões de empregos em Caraguá e que cada região tenha um núcleo;

Eventos: Reformulação do calendário de eventos e em especial dos eventos da temporada seguindo algumas alterações:
Que os eventos da temporada sejam gratuitos e aberto ao publico, mas que tenha camarote vip para pessoas que tenham condições de pagar;
Que seja incluso neste calendário eventos, eventos gospel; 

Procura-se


O consultor de negócios e políticas Guilherme Araújo esta procurando saber por onde anda o funcionário da Câmara Municipal de Vereadores de Caraguatatuba que atende pelo nome de ANTONIO DE PADUA NARDI
A mais de 06 (seis) meses eu venho assistindo todas as sessões da Câmara Municipal de Vereadores de Caraguatatuba e ninguém sabe me dizer aonde eu encontro este senhor. 
Será que este senhor ainda é funcionário da Câmara Municipal de Vereadores de Caraguatatuba? 
Ou esta de licença especial ou medica? 
Em que setor da Câmara Municipal de Vereadores de Caraguatatuba este senhor esta lotado?

Oportunidade


O consultor de negócios e políticas Guilherme Araújo esta convocando para, mas uma seleção e contratação imediata de 06 moças e 04 rapazes de boa aparência para trabalhar como VENDEDOR (A) – (vendas de anúncios em mídia virtual), com carro ou moto, com disponibilidade de horários e transportes, salário fixo + comissão + ajuda combustível e benefícios... 
Os interessados deverão enviar currículo para o e-mail abaixo: 
Contato: 12.97989179 falar com Guilherme Araújo...