A Beira Mar

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domingo, 15 de março de 2015

EUA podem endossar oficialmente tese de fraude eletrônica nas nossas eleições 2014

Em 29 de outubro de 2006 o poderoso matutino The New York Times denunciou que os EUA investigavam a presença das mãos do governo de Chávez num suposto golpe eletrônico em urnas, em vários países. O centro de tudo era a empresa venezuelana Smartmatic. Empresa essa que, aliás, também trabalhou no Brasil prestando seus serviços nas eleições presidenciais de 2014.
Nas eleições presidenciais de 2014 a empresa recebeu um contrato junto ao TSE no valor  de R$ 136.180.633,71 (cento e trinta e seis milhões, cento e oitenta mil, seiscentos e trinta e três reais e setenta e um centavos)
Esse contrato foi revogado meses depois com sua publicação no Diário Oficial da União.
Sabem qual o problema de tudo isso, que muitos lerão como “mais uma teoria conspiratorial”?  É que no próximo dia 21 de março a presença da Smartmartic no Brasil vai ser discutida nos EUA, no prestigioso The National Press Club. Falarão sobre o tema o ex-presidente colombiano Alvaro Uribe, Olavo de Carvalho, o irmão do ex-presidente Bush, Jeb Bush, e o sempre sério e respeitado senador Marco Rubio. Confira:
Ou seja: os EUA passam a endossar, justamente nestes tempos bicudos, a tese de que o Brasil pode ter sofrido um golpe eletrônico chavista.
Agora, os dois pontos polêmicos contra a Smartmatic:
1) O general venezuelano Carlos Julio Peñaloza que foi Comandante Geral do Exército da Venezuela e há alguns anos vive exilado em Miami, descreveu o controle dos resultados das eleições venezuelanas. Confira abaixo a tradução:
Cuba desenvolveu um Plano de Controle Eleitoral Revolucionário (PROCER) na Venezuela, que inclui a manipulação das máquinas de votar e cujo objetivo é estabelecer neste país um regime comunista sob uma fachada eleitoral democrática.
Em artigo anterior sobre a SMARTMATIC, afirmei que essa empresa, fundada por quatro inteligentes engenheiros venezuelanos recém-graduados, foi o cavalo de Tróia desenhado pelo G2 cubano para controlar as eleições venezuelanas. No presente escrito descreverei a forma como se formulou e desenvolve esse plano, cujo objetivo é perpetuar um governo comunista por trás de uma máscara democrática na Venezuela.
O que lerão na continuação não é ficção científica nem especulações, senão o produto de uma detalhada investigação sobre tão delicado tema. É parte de uma seqüência de artigos escritos na convicção de que quanto mais conheçamos a fraude eletrônica que se nos aplica, melhor poderemos combatê-la. O que não devemos fazer é ignorá-la ou, pior, negá-la. 
O “Plano de Controle Eleitoral Revolucionário” (PROCER), é a primeira aplicação cibernética do “Projeto Futuro” de Fidel Castro. Este mega-plano foi formulado como parte da estratégia a utilizar no cenário internacional que Castro chamou de “a batalha das idéias”. O objetivo é construir o que eles chamam a “Pátria Grande Socialista”, dirigida vitaliciamente por Fidel e seus sucessores mediante o controle das mentes nos países dominados. Isto aparece escrito em detalhes no meu livro “O império de Fidel”, que circulará nos próximos dias. O plano PROCER é só uma faceta de um plano mestre que vai além do meramente eleitoral.
O “Plano PROCER” foi desenvolvido no máximo segredo por um seleto grupo dos mais brilhantes professores e alunos da Universidade de Ciências Informáticas (UCI) de Cuba, em conjunção com o G2. Seu objetivo foi controlar o sistema eleitoral venezuelano desde Havana para potencializar o carisma e popularidade de Chávez. Na Venezuela seria fácil desenvolver o plano, dada sua arraigada cultura do voto. Este país conta, além disso, com recursos financeiros para custear o investimento e tem predisposição ao uso de tecnologias avançadas.
A “Universidade de Ciências Informáticas” (UCI) de Cuba, foi fundada em 2002 como um projeto favorito de Fidel desde que o chefe do G2, Ramiro Valdés, lhe vendeu a idéia. Este centro de estudos tem seu pedigree na inteligência militar cubana porque foi criado nas antigas instalações da “Base Lourdes”. Esta instalação secreta era a sofisticada estação de rádio-escuta e guerra eletrônica soviética criada para espionar e atacar ciberneticamente os Estados Unidos durante a Guerra Fria. A instalação foi inicialmente operada exclusivamente por brilhantes técnicos em comunicações e computação da URSS, mas depois do colapso soviético passou para mãos cubanas. Antes de se retirar, os soviéticos deram treinamento técnico aos novos operadores do G2 cubano. Na UCI forma-se o creme e a nata dos experts em telemática e espiões eletrônicos cubanos. A telemática é disciplina que se ocupa da integração dos sistemas informáticos de controle e comunicações em projetos cibernéticos aplicados a sistemas sócio-políticos como o “PROCER”.
A UCI serve de fonte de pessoal técnico e cobertura para a “Operação Futuro”, a mais apreciada jóia da coroa cubana. “Futuro” é o nome-chave do desígnio hegemônico de Fidel na Hispano-América. Para conseguir esse objetivo, a UCI dirigida pelo G2 cubano desenha e executa uma série de projetos telemáticos super secretos, que vão desde o controle de identidade até aplicações eleitorais e controle cibernético do governo e do Estado. Estes projetos estão enquadrados em um cenário estratégico que Fidel chama “a batalha das idéias”.
O plano “PROCER” para a Venezuela complementa a política de infiltração de agentes e guerrilheiros que Fidel manteve desde que chegou ao poder em 1959. Constitui o passo decisivo que permitirá aos irmãos Castro dominar a Venezuela. 
A arma cibernética tem como objetivo a penetração dos sistemas informáticos de alguns países vizinhos através de seus sistemas de comunicações. Esta estratégia permitiria obter informação classificada e eventualmente controlar os países escolhidos, em conjunção com os agentes cubanos infiltrados em seu seio e seus colaboradores. Depois do colapso soviético esta idéia permaneceu congelada por longo tempo por falta de recursos. A chegada de Chávez ao poder em 1999, permitiu a Fidel contar com financiamento adequado para desenvolvê-la. Naquela ocasião, o “PROCER” estava pronto.
2) A operação eleitoral levada a efeito pela Smartmatic na Venezuela, segundo o general, dispunha de uma “rede top secret”, uma espécie de intranet paralela que permitiria o controle da votação e encaminharia os dados da votação em tempo real para um data center provavelmente instalado em Cuba.
Este post alerta o leitor a algo bem simples: os EUA entraram de cabeça, agora, na tese de que nossas eleições foram fraudadas.
Diz algo, não?

#SalaSocial: Nas redes, política é assunto 4 vezes mais popular que BBB15

Foi-se o tempo em que só se falava de Big Brother nas redes sociais. Uma pesquisa que analisou mais de 2 milhões de citações online mostra que, nas últimas duas semanas, falou-se quatro vezes mais de temas políticos do que do reality da Globo - que, apesar de estar perdendo relevância, está em sua 15º temporada e ainda é um dos mais populares da emissora.
O levantamento foi feito pelo sistema de pesquisa e inteligência em redes sociais Airstrip, a pedido da BBC Brasil.
Leia mais: Paulista é cenário de 'resposta antecipada' a protesto pró-impeachment
Ele mostra também que o termo impeachment - que tem dividido manifestantes online e nas ruas -, ainda é menos popular nas redes que o termo BBB15. A palavra teve um terço do número de menções feitas ao programa.
Segundo um dos diretores da Airstrip, Rafael Arrigoni, o peso do BBB ainda é grande nas redes sociais, mas o ativismo político, além de sempre ter força no mundo online, vem ganhando mais espaço desde os protestos de 2013.
Leia mais: #SalaSocial Impeachment e críticas de oportunismo dividem líderes de protestos
O momento atual, diz ele, é comparável à mobilização que ocorreu na eleição do ano passado, a mais disputada da história.
"A discussão política ocorre cada vez mais nas redes sociais. É semelhante à mesa do bar, onde sempre surge esse tipo de discussão, mas com um poder de amplificação muito maior. A penetração das redes democratiza o espaço para conversas."

Dilma

Foram monitoradas todas as menções aos termos BBB (incluindo Big Brother), Dilma, impeachment, protestos e Lava Jato entre o dia 26 de fevereiro e 12 de março. Juntos, eles foram citados mais de 2 milhões de vezes no Facebook, Twitter e Instagram.
Mais da metade das referências foi à presidente Dilma Rousseff. As menções à petista começaram a se intensificar nas sexta-feira, dia 6, com a revelação da lista dos políticos que seriam investigados por suspeita de corrupção no âmbito da operação Lava Jato.
Elas atingiram seu auge na segunda-feira, dia 9, um dia após o panelaço que ocorreu durante pronunciamento de Dilma pelo Dia da Mulher.
Não é possível dizer se os posts que mencionam a presidente são majoritariamente de apoio ou contrários. A análise mostra que quem mencionou Dilma nas redes sociais associou seu nome, na maior parte dos dias, à Petrobras.
Na esteira do panelaço, houve uma guerra de hashtags: além de "pronunciamento", os posts que citavam a presidente falavam também em #vaiadilma e #dilmadamulher - usadas, respectivamente, contra e a favor da presidente.

Impeachment

Os posts sobre impeachment vieram sempre acompanhados da palavra Dilma. Também neste caso, é difícil concluir se são manifestações pela saída da presidente ou pela sua permanência. É possível ver a associação do termo com "pro-impeachment", "pedir" , "improvável" e "contra", além da hashtag #foradilma e #globogolpista.
E uma análise de temas discutidos mostra que, proporcionalmente, fala-se mais de impeachment quando o tema é alta do dólar do que, por exemplo, crise na Petrobras.
Arrigoni, da Airstrip, lembra que a palavra impeachment pode aparecer com menos frequência porque muitas vezes é grafada de forma equivocada, tanto por ser um estrangeirismo quanto por ironia.
Quem falou em protestos, na semana passada, falou também em caminhoneiros. Nos últimos dias, a palavra começou a ser mais associada com Dilma e impeachment - o último dia da análise foi na véspera de um protesto de defesa de Dilma e três dias antes de atos que pregam sua saída.
Já as menções à Lava Jato, no dia que atingiram seu pico, se referiram também ao senador Antonio Anastásia, único nome do PSDB entre os investigados. Rodrigo Janot, procurador-geral da República, também foi citado nos dias seguintes, assim como Dilma.

#Hashtags

Já a guerra de hashtags indica que os anti-Dilma estão vencendo a batalha online. As três mais citadas são contrárias a Dilma e, entre as dez mais populares no período, apenas três eram de apoio explícito à presidente.

Marina critica gestão de Dilma, mas se posiciona contra impeachment


O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://saude.estadao.com.br/noticias/geral,sorocaba-autua-180-moradores-com-base-em-lei-da-dengue,165A ex-senadora Marina Silva, candidata derrotada na campanha presidencial de 2014, usou, neste sábado (14), o seu perfil em uma rede social para publicar artigo onde faz várias críticas à gestão da presidente Dilma Rousseff, mas se coloca contra o impeachment. Marina afirma que a "mudança na equipe econômica parece ser insuficiente para dar ao governo a credibilidade necessária à condução da economia".

A ex-senadora entende que o agravamento de todos os sintomas da crise já é visível, mas defende ao longo de um extenso artigo denominado "Silêncio se faz para ouvir" que o respeito à democracia ensina a se dar um prazo inicial a todo governo eleito para que se diga a que veio.
"Sinto que isso vale também quando o escolhido - ou guiado pelas estrelas - recebe da sociedade a cômoda tarefa de suceder a si mesmo", disse a ex-senadora em referência às manifestações contra a presidente Dilma Rousseff, que estão sendo programadas para este domingo.
"Muita gente vai para as ruas protestar. Há uma campanha pedindo o impeachment da presidente que foi eleita há poucos meses. Compreendo a indignação e a revolta, mas não acredito que essa seja a solução. Talvez o resultado não seja o pretendido retorno à ordem, mas um aprofundamento do caos", escreveu a ex-senadora mesmo reconhecendo que a "insatisfação da população vai da desesperança ao desespero.
"A mudança na equipe econômica parece ser insuficiente para dar ao governo a credibilidade necessária à condução da economia. A imagem da situação social é a dos tanques na rua, na Favela da Maré. A enchente gigantesca no Norte e a seca rigorosa no Sudeste denunciam a irresponsabilidade com a agenda ambiental e a falta de planejamento na produção de energia e no saneamento", afirmou Marina.
De acordo com ela, a corrupção revela-se generalizada como um câncer que se espalhou por todos os órgãos. "Quantos minutos na televisão serão necessários para fazer as pessoas voltarem a acreditar no mundo cor-de-rosa que os ''pessimistas'' queriam destruir?", questionou, fazendo referência ao discurso de campanha da presidente Dilma negando que promoveria arrocho na economia e perda de conquistas trabalhistas.
Marina lembra que quando o Congresso depôs Fernando Collor, assumiu o vice-presidente Itamar Franco, que formou um governo aglutinando várias forças políticas incluindo a parcela do PT que acompanhou Luíza Erundina. Em sua gestão, que tinha FHC como Ministro da Fazenda, diz a ex-senadora, começou o Plano Real e a hiperinflação foi finalmente debelada. Mas hoje, continua ela, quem domina as instituições são as parcelas do PMDB mais envolvidas com as práticas e métodos que estão na gênese da crise.

Com gritos contra o governo, grupos vão às ruas pelo País

Atualizado às 15h10
Os protestos marcados para este domingo, 15, contra o governo da presidente Dilma Rousseff reúne manifestantes em ao menos 14 Estados e no Distrito Federal nesta manhã. Nas ruas há gritos de combate à corrupção, de "Fora PT", pedidos de reforma política e de impeachment de Dilma. Nas redes sociais, cerca de 500 mil pessoas prometem comparecer a atos previstos em 21 Estados, organizados em sua maioria pelo Movimento Brasil Livre (MBL) e Vem Pra Rua. Não há registros de incidentes até o momento.
Em Minas, a Polícia Militar estima que 20 mil pessoas estejam na Praça da Liberdade, em Belo Horizonte. Em alguns pontos, há mobilizações favoráveis ao governo. Mesmo público é calculado em  Brasília, onde manifestantes estão reunidos em frente ao Congresso.
No Rio, cerca de 50 pessoas já ocupavam a orla da praia do Leblon por volta das 8 horas. Muitas vestiam roupas verdes ou amarelas e seguram bandeiras do Brasil. O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ), que protocolou na semana passada pedido de impeachment da presidente, acompanhava o ato.
"Não estou coordenando isso [protesto] aqui, sou um cidadão como os outros. Meu partido, inclusive, tem 80% envolvido na roubalheira da Petrobrás", disse, num megafone, em referência à citação de parlamentares do PP na investigação da Operação Lava Jato.
A maior concentração no Rio estava na praia de Copacabana, na zona sul, que por volta das 11 horas concentrava 5 mil pessoas, segundo a PM. Organizadores do movimento como Revoltados On Line e Movimento Brasil Livre chegaram a divergir quanto a possíveis discursos de políticos durante o protesto. No começo da caminhada, representantes dos Revoltados On Line afirmaram que nenhum político iria falar ao microfone para que a manifestação mantivesse seu caráter apartidário. Na chegada a Copacabana, o professor Alan dos Santos, do MBL, chamou representantes do outro movimento e disse que Bolsonaro deveria falar.
Nos grupos, participamentes dividem-se entre apoiar ou não pedidos de impeachment. Quem é contrário, defende que o ato é para demonstrar a insatisfação com o governo federal. Entre os gritos de ordem, participantes usaram “1,2,3, Dilma no xadrez’’ e “Não adianta nos reprimir, esse governo vai cair”. Em Niterói, no Grande Rio, cerca de 150 pessoas se concentram na Praia de Icaraí.
A manifestação em Brasília também faz críticas ao tarifaço de energia elétrica promovido pelo governo no começo deste ano. Em um dos carros de som do protesto, em meio a bandeiras da Força Sindical, há uma faixa com as frases: “Dilma, não cobre pela luz do sol”. A Polícia Militar do DF estima que entre 20 mil e 22 mil estejam no ato, que ocupa áreas da Esplanada dos Ministérios e o gramado em frente ao Congresso. Há um cordão de isolamento que impede que as pessoas invadam as cúpulas do Senado e da Câmara, como ocorreu durante as manifestações em junho de 2013.
A concentração em Belém (PA) também soma cerca de 2,5 mil pessoas, segundo a PM. Em Fortaleza, a Polícia Militar calcula 3 mil pessoas o público no ato contra o governo. Os manifestantes vestem verde e amarelo e muitos portam a bandeira do Brasil.
Há registros de atos também em Santa Catarina, Tocantins, Maranhão, Ceará, Amazonas, Pernambuco, Bahia, Sergipe, Alagoas e Mato Grosso. Pelo interior de São Paulo, há manifestações em Campinas e Presidente Prudente. Na capital paulista, a concentração está prevista para começar às 14 horas em frente ao Masp, na Avenida Paulista. / Roberta Pennafort, Clarissa Thomé, Murilo Rodrigues Alves, Eduardo Rodrigues, Carmen Pompeu, Diego Emir, Gabriela Azevedo, Angela Lacerda, Tiago Décimo, Antônio Carlos Garcia e Diego Moura

Pauta da 07ª Sessão Ordinária de 2015‏

DIA 17 DE MARÇO DE 2015 - TERÇA-FEIRA - 19h30

ORDEM DO DIA DISCUSSÃO E VOTAÇÃO ÚNICA:

 PROJETO DE LEI Nº 07/15 – ÓRGÃO EXECUTIVO – Revoga a Lei Municipal Nº 1911, de 18 de fevereiro de 2011.
 PROJETO DE LEI Nº 09/15 – ÓRGÃO EXECUTIVO – Rerratifica e altera a redação dada pelas Leis nº 1865/2011, e dá outras providências.
 PROJETO DE LEI Nº 10/15 – ÓRGÃO EXECUTIVO – Concede anistia, em caráter geral, de penalidades relativas aos créditos tributários municipais e não tributários, e dá outras providências.
 PROJETO DE DECRETO LEGISLATIVO Nº 03/15 – Ver Vilma Teixeira de Oliveira Santos – Dispõe sobre a concessão de Título de Gratidão Caiçara ao Ilmo Sr Ismael Andrade César.

Angélica abre o jogo ao falar de sexo: 'Eu perdi a virgindade aos 17 anos'

Sem papas na língua, Angélica concedeu uma entrevista para a revista "Joyce Pascowitch", publicada nesta sexta-feira (13), e falou abertamente - e com muito humor - de como foi a sua primeira vez e como a lidava com a sexualidade quando era adolescente. "Eu perdi a virgindade aos 17 anos, uma velha para os padrões de hoje! Minha mãe, dona Angelina, era durona. Falava para minha irmã que se ela deixasse o namorado colocar a mão no peito, o peito caía no chão. Então, quando eu vejo o jeito como os adolescentes lidam com sexualidade hoje, fico em pânico", contou a a apresentadora, que é mãe de Eva, Benício e Joaquim, que completou 10 anos em março.
A artista ainda reconheceu que sua infância "era um mar de ursinhos e bonecas", mas afirmou que pretende orientar a filha a "viver todas as idades". "Vou dizer a ela: 'Eva, (que completou 2 anos em 2014) filha, aproveita a infância, brinca de boneca e carrinho, depois, na adolescência, curte o primeiro beijo, a primeira mão no peito, na bunda, porque depois que você der, vai ser todo dia'", brincou ela, cheia de humor. Ainda na conversa sobre seus herdeiros, a loira comentou que os meninos, eventualmente, sentem ciúmes de Luciano Huck quando o pai lida com crianças no "Caldeirão do Huck". "O Luciano é muito afetivo, abraça, chora. Às vezes, eles (Joaquim e/ou Benício) param de assistir o programa e saem da sala", entregou.
Angélica abre o jogo ao falar de sexo: 'Eu perdi a virgindade aos 17 anos': Angélica posa para a revista 'Joyce Pascowitch' e abre o jogo ao falar de sexo: 'Eu perdi a virgindade com 17 anos', disse ela em entrevista divulgada nesta sexta-feira, 13 de março de 2015
Angélica fala sobre polêmica envolvendo Huck e Carol Francischini: 'Nem soube': E o bate-papo não parou por aí. Angélica ainda relembrou da época que o seu marido foi apontado como pai do filho de Carol Francischini, junto com o ator Bruno Gagliasso e os empresários Pedro Braun e Luigi Cardoso. "Ah, você tá falando da história do bebê? Eu nem soube. Tinha recém-parido a Eva, não via mais nada a não ser ela", garantiu a apresentadora, que na época, conversou com Luciano. "Ele me disse: 'Já tomei providências'". "Mas eu imagino que ela deva morrer de vergonha, coitada (expressão de dor), não teve culpa. Foi envolvida por uma história que a mídia criou, né?", disse.
No auge de seus 41 anos, ela mostra que está em plena boa forma. A estrela segue dieta e procura fazer exercícios físicos como muay-thai e pilates, se possível três vezes na semana. "Na minha idade, a pele começa a despencar. A gente precisa queimar a massa gorda e substituir pela magra (músculo). Eu me olho em fotos aos 18, 19 anos, fico chocada. Era uma bochecha, não uma pessoa", falou a artista, que fez dietas que surgiam: a da sopa, a das frutas, a dos pontos, "nenhuma adiantava nada". "Todo mundo sabe que franguinho com salada emagrece, mas eu não vou comer isso a vida toda. O certo na vida é você se conhecer e, a partir daí, saber o seu limite", explicou a loira que adora comer cachorro-quente tem um ponto fraco: "minha droga são os biscoitos recheados".

Diretor de TV é morto com tiro acidental disparado por filho

FAMOSIDADES

Marcus Coqueiro, irmão de Ignácio Coqueiro, foi assassinado por engano na chácara onde morava, na Taquara, Zona Oeste do Rio de Janeiro, no dia 7 de março.
O diretor de TV, de 59 anos de idade, foi atingido por um tiro acidental disparado pelo filho, Gabriel Campos Leito Coqueiro de Vasconcelos, de 23 anos.
A família tinha uma arma em casa para se proteger já que a residência havia sido assaltada uma semana antes e fica em um local afastado da cidade.
Entretanto, no dia do incidente, Marcus tinha avisado o filho que ia viajar para São Paulo, contudo, desistiu de sair e não se comunicou com o rapaz.
O diretor então tomou banho, colocou uma cueca e sentou na sala. Quando percebeu que Gabriel estava chegando em casa com sua nora, ele correu para vestir uma roupa. Foi aí que rapaz confundiu o pai com um ladrão e atirou.
Segundo o jornal “O Dia”, Vasconcelos foi detido e só foi liberado para ir ao enterro do pai. A Polícia Civil afirmou que o caso está sendo investigado pela Delegacia de Homicídios. 
Marcus já havia trabalhado na Record, Band e SBT. A Missa de Sétimo Dia aconteceu na manhã deste sábado (14), na Paróquia São Francisco de Paula, na Barra da Tijuca. 

Elis Regina ganha homenagem especial em dois shows em São Paulo

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Elis Regina completaria 70 anos em 2015. Por isso, haverá muitas homenagens para a cantora ao longo do ano. A Pimentinha já foi tema da campeã Vai-Vai no carnaval de São Paulo, ganhou biografia em “Nada Será Como Antes”, do jornalista Júlio Maria, e agora será homenageada no show “Elis, 70 anos”.
As apresentações que acontecem dias 23 e 24 de maio no Palácio das Convenções do Anhembi, em São Paulo, reunirão vários compositores que marcaram a trajetória de Elis, interpretando alguns dos maiores sucessos da cantora.
Tudo isso será comandado pelos apresentadores Luis Carlos Miéle e João Marcello Bôscoli, que, entre uma música e outra, contarão histórias e passagens memoráveis da dona de uma das mais belas vozes brasileiras.
Os ingressos estarão à venda a partir do dia 16 de março pelo site ticket360.

'BBB15': confira a mudança no visual dos brothers desde o início do programa

Os participantes do "BBB15" estão confinados há mais de 50 dias e, claro, não são os mesmos desde que chegaram à casa. Amanda, por exemplo, não exibe a mesma silhueta de quando entrou no reality show, mas ainda exibe um corpão durante banho na piscina, como quando apertou os mamilos de Fernando. O Blog do Guilherme Araújo traz uma galeria mostrando como eram e como estão os seis participantes que ainda restam no programa.
Fernando também ganhou peso. Nas duas primeiras semanas de confinamento, o carioca ganhou 1kg, ficando em sexto lugar no ranking divulgado pelo site do programa. Durante o período em que esteve com Aline no reality, eles ficavam muito tempo no quarto trocando carinhos sob o edredom e não frequentava a academia da casa.
Outro que também integrou a lista dos que mais engordaram no começo do confinamento estava Adrilles. O poeta ficou em segundo lugar ao ganhar 1,3kg, apenas atrás de Tamires, sua amada. A sister, que desistiu do reality no último dia 8, saiu do confinamento com 79kg, cinco a mais do que quando entrou. Cézar bem que se esforçou para não ganhar peso frequentando a academia de forma assídua, mas não deu. A silhueta do brother está mais larga, o que se deve ao fato dele ter passado mais de 40 dias no grupo Tá Com Nada. Ele só teve a chance de trocar de time com a desistência de Tamires do jogo.
Brothers investem no visual durante o confinamento
Sendo vigiados 24 horas por milhões de pessoas, os participantes do "BBB15" não quiseram fazer feio nesta edição e cuidaram do visual. Mariza conseguiu manter o corte de cabelo aparando as pontas com uma tesourinha de unha, enquanto Fernando raspava a cabeça com frequência para não ficar cabeludo.
Mas o carioca também ajudou outros brothers a capricharem nos cabelos. Rafael entrou na casa com os cabelos baixos e exibindo um topete, mas o tatuado quis modernizar o look do namorado de Talita – que se aproximou de Tamires durante uma festa. Fernando passou a máquina nas laterais da cabeça do gaúcho, deixando o cabelo maior na parte de cima.
Foi ele também que deixou Adrilles mais moderno ao cortar os fios do brother. Com o intuito de chamar a atenção de Tamires, para quem o poeta se declarou na casa, o escritor deixou de lado o visual conservador e até adotou uma barbinha na casa. Cézar também mudou o look e raspou a parte de baixo da cabeça. Na ocasião, ele mesmo se elogiou: "Ficou garboso".

Alexandre Nero inaugura salão de beleza da namorada e recebe atores de 'Império'

Alexandre Nero recebeu colegas da novela 'Império' ao inaugurar o salão de beleza da namorada, Karen Brustolin, neste sábado, 14 de março de 2015

Um dia após assistir, ao lado dos colegas de elenco, o último capítulo de "Império", Alexandre Nero voltou a se encontrar com atores da trama de Aguinaldo Silva. Na noite deste sábado (14), o artista inaugurou o salão de beleza da namorada, Karen Brustolin, no Recreio dos Bandeirantes, Zona Oeste do Rio de Janeiro.
Bem diferente do seu personagem no folhetim, Alexandre apareceu com visual bem despojado. Com uma faixa no cabelo e ainda exibindo o visual adotado para interpretar o Comendador de "Império", o ator usou uma camiseta e calça jeans. A namorada do artista escolheu um vestidinho preto de alcinha.
Alexandre trocou abraços com Joaquim Lopes, que terminou seu casamento de 5 anos com Paolla Oliveira no início de fevereiro. Daniel Rocha, intérprete do João Lucas, e Juliana Boller, a Bianca do folhetim de Aguinaldo Silva. Os quatro atores posaram sorridentes para fotos.
Cristiana Oliveira e Flávia Monteiro também marcam presença: Além de atores de "Império", Alexandre Nero recebeu ainda outros convidados na inauguração do salão de beleza da namorada. Conhecida por sua boa forma aos 51 anos, Cristiana Oliveira circulou pelo local com uma blusa estampada e jaqueta de couro. Ao lado do marido, Avner Saragossy, Flávia Monteiro exibiu seu barrigão de seis meses.
A atriz imortalizada no papel de Carolina da primeira versão da novela infantil "Chiquititas" está esperando o primeiro filho e admitiu ter recorrido a tratamento para engravidar. "Tentamos de outras formas, mas acabamos recorrendo à fertilização", explicou Flávia ao jornal "Extra" no final do ano passado.
Alexandre ficou com o anel do Comendador: Uma das marcas registradas de José Alfredo era o seu anel. Alexandre Nero gostou tanto da bijuteria que resolveu ficar com ela. "Vão-se os personagens, ficam os anéis", brincou o ator ao compartilhar foto no Instagram. "No caso, o anel. Meu 'souvenir' do Comendador. Acabouuuu!", acrescentou o artista.
Para quem já está com saudades de ver o ator na telinha, uma boa notícia. Alexandre Nero foi escalado para ser o protagonista de "Favela Chique", próxima trama das nove. O ator vai substituir Murilo Benício e vai fazer par romântico com Vanessa Giácomo.

Graciele Lacerda é criticada por usar vestido branco em casamento

<p>Graciele Lacerda voltou a ser alvo de críticas nas redes sociais. O motivo? A namorada de Zezé Di Camargo foi a um casamento no último sábado (14), em Punta Del Este, no Uruguai, usando vestido branco.</p><p>Os internautas não perdoaram a indelicadeza da jornalista, que ignorou a tradição de que apenas a noiva pode usar essa cor no dia de seu casório.</p><p>“Bonita a foto e o casal, muito bonito mesmo! Pensei que fossem os noivos da festa. Branco é co única e exclusiva da noiva! É falta de educação e deselegante alguma convidada vestir branco”, atacou um seguidor.</p><p>“Não se veste branco em um casamento, é só da noiva”, repudiou outra internauta. “Eu acho que ela queria ser a noiva [risos]”, provocou um terceiro.</p><p>Apesar das críticas, um internauta tentou defender Graciele. “Alguém viu o look da noiva? Às vezes, algumas noivas não vestem branco, tem sido muito comum”, explicou.</p><p>Confira, nas próximas páginas, as polêmicas envolvendo a família Camargo!</p>

Graciele Lacerda voltou a ser alvo de críticas nas redes sociais. O motivo? A namorada de Zezé Di Camargo foi a um casamento no último sábado (14), em Punta Del Este, no Uruguai, usando vestido branco.
Os internautas não perdoaram a indelicadeza da jornalista, que ignorou a tradição de que apenas a noiva pode usar essa cor no dia de seu casório.
“Bonita a foto e o casal, muito bonito mesmo! Pensei que fossem os noivos da festa. Branco é co única e exclusiva da noiva! É falta de educação e deselegante alguma convidada vestir branco”, atacou um seguidor.
“Não se veste branco em um casamento, é só da noiva”, repudiou outra internauta. “Eu acho que ela queria ser a noiva [risos]”, provocou um terceiro.
Apesar das críticas, um internauta tentou defender Graciele. “Alguém viu o look da noiva? Às vezes, algumas noivas não vestem branco, tem sido muito comum”, explicou.

Jornal lista 10 motivos por que Dilma pode sofrer impeachment



Um artigo publicado no site do jornal britânico "Financial Times" nesta quarta-feira (25) lista dez motivos para acreditar que a presidente Dilma Rousseff pode não terminar seu segundo mandato. Assinado pelo editor-adjunto de mercado emergentes da publicação, Jonathan Wheatley -que foi correspondente do jornal no país entre 2005 e 2011-, o texto cita entre as razões a perda de apoio no Congresso Nacional. Até mesmo alguns petistas, segundo o artigo, se voltaram contra a presidente.
"Alguns membros [do partido] a veem [Dilma] como uma intrusa oportunista", escreve. Dilma filiou-se ao PT nos anos 1990, após começar a carreira partidária no PDT de Leonel Brizola. A maioria dos motivos mencionados no texto é de cunho econômico. Apenas dois têm apenas relação indireta com a economia: a falta d'água e possíveis apagões elétricos.
Confira os motivos:
Perda de apoio no Congresso
Escândalo da Petrobras
Queda na confiança do consumidor
Aumento da inflação
Aumento do desemprego
Queda na confiança do investidor
Deficit orçamentário
Problemas econômicos no geral
Falta d'água
Possíveis apagões elétricos

Tribo indiana se alimenta de carne humana e urina


Uma tribo que vive em Varanasi, uma cidade do estado de Uttar Pradesh, na Índia, chama a atenção dos curiosos. Os Aghori, conhecidos localmente também como Kashi, se alimentam de carne humana, bebem urina e se drogam sem nenhum tipo de preocupação – afinal, para eles a palavra tabu não existe.

Para tentar conhecer mais o modo de vida dos Aghori, o fotógrafo Cristiano Ostinelli resolveu participar da misteriosa tribo por algum tempo. Nesse período, ele fez imagens como as que você pode ver acima.

 Os membros da tribo vivem em cemitérios e locais de cremação na Índia, pois acreditam que é nesses lugaresm que habitam o deus Shiva e a deusa Kali Ma.Para alcançarem a iluminação espiritual, meditam sobre cadáveres, comem a carne humana ainda crua e também mastigam a cabeça de animais vivos.
 Segundo Ostinelli, os indianos temem os Aghori, que seriam capazes de prever o futuro e andar sobre as águas. Além disso, eles não se prendem a nada: evitam bens materiais e andam completamente nus nas ruas.

Cortes e estilo de Pezão provocam “romaria” a ex-governador Cabral

Um escritório no Leblon, na zona sul do Rio, se tornou o muro das lamentações do governo estadual. Ao menos três secretários e alguns funcionários do alto escalão procuraram o ex-governador Sérgio Cabral (PMDB) para se queixar de seu sucessor, Luiz Fernando Pezão (PMDB). Investigado na Operação Lava Jato, Pezão também tem de conviver com a insatisfação de funcionários que conviveram com Cabral por conta do corte de gastos e as diferenças de estilo. A crise financeira por que passa o Estado expôs falhas na articulação política de Pezão. Alguns secretários se queixam de falta de orientação. Afirmam que saem de uma conversa com Pezão sem saber o destino do assunto. Avaliam que o peemedebista busca impor seu estilo e centralizar decisões. Mas a estratégia já provocou danos. No início do mês, Pezão foi ao Tribunal de Justiça pedir autorização para utilizar parte dos depósitos judiciais para pagar aposentados. O fundo acumula cerca de R$ 15 bilhões e tem como função resguardar o pagamento de indenizações e multas a pessoas que vencem ações contra o Estado do Rio. O pedido é delicado, pois ação no Supremo Tribunal Federal já questiona o uso desses recursos para pagar precatórios. Apesar disso, Pezão apresentou o pleito aos 25 desembargadores do Órgão Especial -responsáveis por aprovar o pedido- sem nenhuma consulta prévia. O presidente do Tribunal de Justiça, Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho, era o único que sabia do que se tratava o pedido. A apresentação surpreendeu os desembargadores. Pezão acabou repreendido, por sequer ter enviado um resumo do pleito aos magistrados. Discussões sobre ajuste fiscal também resultaram na saída do ex-secretário de Fazenda Sérgio Ruy, um mês após efetivado no cargo. Ele defendia a suspensão de isenções fiscais por dois anos, mas se irritou com o que considerou indecisão de Pezão. O atual governador tem um estilo mais seco do que Cabral. Costuma atender a todos que o procuram, mas algumas audiências duram menos do que dez minutos. Estilo diferente do antecessor, que prezava pelo afago a seus colaboradores. ‘Cabral era mais ágil. Mas o Estado estava nadando em dinheiro, o que facilitava”, diz titular de uma pasta que conviveu com os dois. BELTRAME Um dos que bateram à porta de Cabral foi o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame. Ele ficou insatisfeito com a determinação de corte de gastos determinado por Pezão no início do ano. O secretário se queixou de falta de diálogo com o governador e disse ser inviável reduzir os custos. Cabral, contudo, recomendou ‘paciência‘ ao secretário, que acabou fazendo os cortes. Cabral e Pezão mantém diálogo constante. Elas se intensificaram com a divulgação dos primeiros depoimentos que citam seus nomes na operação Lava Jato. Mas o ex-governador ainda não tentou interferir nas decisões do aliado, que foi seu vice por sete anos e três meses. Contudo, o ex-governador tem sido o destino de seus colaboradores insatisfeitos. Pezão demitiu parte da equipe da Subsecretaria de Comunicação Social ligada a Cabral. Também retirou alguns coordenadores da sua campanha e de Marco Antônio Cabral, filho do antecessor.

Ratinho na lista de empresários de mídia com conta no HSBC da Suíça


O empresário Carlos Roberto Massa, proprietário da Rede Massa de Rádio e TV aparece na lista de 22 empresários do ramo jornalístico e seus parentes e 7 jornalistas na relação dos que mantinham contas na agência do HSBC em Genebra, na Suíça, em 2006/2007. A relação foi publicada hoje pelo jornalista Fernando Rodrigues, do UOL. A esposa de Ratinho, Solange Martinez Massa também está na relação. Segundo os registros, a conta no nome dos dois teria saldo de US$ 12,4 milhões no período indicado.
Segundo Rodrigues, os registros indicam que 14 contas já estavam encerradas em 2007, quando os dados vazaram no escândalo que ficou conhecido como SwissLeaks. O Grupo Massa respondeu afirmando que “todos os bens e valores de Carlos Roberto Massa e Solange Martinez Massa foram devidamente declarados aos órgãos competentes”.

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