ABI - Associação Brasileira de Imprensa

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Liberdade de Expressão e Ética

segunda-feira, 18 de julho de 2016

Companheira de Carol Machado está grávida

Carol Machado e Kika Motta já se preparam para a chegada de mais um herdeiro. Isso porque a artista plástica está grávida!
<p>Carol Machado e Kika Motta já se preparam para a chegada de mais um herdeiro. Isso porque a artista plástica está grávida!</p><p><b>VOCÊ VIU?</b> <a href="http://famosidades.com.br/famosos/nasce-benjamin-primeiro-filho-de-suzana-alves.html">Nasce Benjamin, primeiro filho de Suzana Alves</a></p><p>A companheira da atriz já entrou no quinto mês de gestação, segundo o jornal "Extra".</p><p>Dois anos atrás, a famosa deu à luz Tereza e o casal desejava que Kika também tivesse a experiência de gerar um filho do casal. </p><p>Ainda de acordo com a publicação, o parto da primeira filha da dupla foi dentro de casa, ao som de música clássica, e elas querem repetir a dose com o novo rebento.</p><p>Carol e Kika estão juntas desde 2007. Para engravidar de Tereza, a atriz se submeteu a três inseminações com esperma de doador anônimo. O tratamento começou quase três anos antes de a garotinha nascer.</p>A companheira da atriz já entrou no quinto mês de gestação, segundo Carol Machado e Kika Motta.
Dois anos atrás, a famosa deu à luz Tereza e o casal desejava que Kika também tivesse a experiência de gerar um filho do casal.
Ainda de acordo com a publicação, o parto da primeira filha da dupla foi dentro de casa, ao som de música clássica, e elas querem repetir a dose com o novo rebento.
Carol e Kika estão juntas desde 2007. Para engravidar de Tereza, a atriz se submeteu a três inseminações com esperma de doador anônimo. O tratamento começou quase três anos antes de a garotinha nascer.

Turistas se refrescam em fonte do século 17 em Roma e despertam a ira dos italianos

As turistas na Fontana dell’Acqua Paola
Turistas se refrescam em fonte do século 17 em Roma e despertam a ira dos italianos
As turistas na Fontana dell’Acqua Paola

As turistas na Fontana dell’Acqua Paola
As turistas na Fontana dell’Acqua Paola

A Fontana dell’Acqua Paola é datada do século 17 e fica em Roma, Itália
A Fontana dell’Acqua Paola é datada do século 17 e fica em Roma, Itália

Eleição de Maia tira Aécio da defensiva

ctv-gff-aecio-temer-daniel-teixeira: O senador Aécio Neves (PSDB-MG) e o presidente em exercício Michel Temer durante cerimônia de posse de ministros do governo interino, em 12 de maioA eleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para a presidência da Câmara reposicionou a relação entre o Palácio do Planalto e os tucanos, tirou o senador Aécio Neves (MG), presidente do PSDB, da defensiva e abriu caminho para a formação de um consórcio de poder para as eleições de 2016 e 2018.
Os principais líderes do Congresso apontam o político mineiro como o principal articulador da vitória da “antiga oposição” e o consequente isolamento do Centrão. Não por acaso, Maia decidiu visitar o tucano antes de Temer no dia seguinte à eleição.

“A visita do Rodrigo (Maia) foi uma tentativa de recolocar Aécio no jogo”, disse o deputado Júlio Delgado (PSB-MG), que desistiu de disputar o mandato-tampão na Câmara a pedido do presidente do PSDB. Para Delgado, o movimento por Maia “recolocou” Aécio no quadro da eleição presidencial de 2018.
“O Rodrigo Maia valorizou o Aécio como o Temer havia valorizado o José Serra ao colocá-lo no ministério (das Relações Exteriores). Agora é o (governador) Geraldo (Alckmin) quem precisa se reposicionar”, disse o deputado do PSB.
Citado por delatores e investigado em dois inquéritos no Supremo Tribunal Federal na Operação Lava Jato, o senador mineiro, que nega envolvimento em irregularidades, enfrentou nos últimos meses o pior momento político desde a eleição de 2014 – quando foi derrotado no segundo turno por Dilma Rousseff. Perdeu protagonismo no Congresso e pontos em pesquisas sobre intenção de votos para a eleição presidencial de 2018. Ele ainda rompeu com o principal aliado em Belo Horizonte, o prefeito Marcio Lacerda (PSB).
Aécio também viu seu grupo político sofrer um golpe com a prisão de Nárcio Rodrigues, ex-presidente do PSDB mineiro, suspeito de envolvimento em desvio de verba pública. Aliados passaram a defender que ele voltasse suas atenções para Minas Gerais e desistisse do projeto presidencial.
Máquina. Ao comandar a vitória de Maia, porém, Aécio deixou claro que ainda mantém intacto o seu principal ativo: o controle da máquina partidária e das bancadas do Congresso.
“A eleição de Maia abriu a possibilidade de se aglutinar, com robustez, essas forças políticas – PSDB, DEM e PMDB – nos Estados. Nesse processo ficou claro o protagonismo do presidente do PSDB”, afirmou Antônio Imbassahy (BA), líder da bancada tucana na Câmara.
A estratégia de longo prazo montada pelo senador prevê a eleição de Imbassahy para o comando da Câmara em 2017 com apoio de Temer e da “antiga oposição”. Em seguida, quer trabalhar por um aliado com bom trânsito entre as correntes tucanas para suceder-lhe na presidência do PSDB. A disputa do comando partidário será decisiva para as pretensões dos presidenciáveis do partido.
Políticos ligados a Serra e Alckmin, que também postulam a vaga de presidenciável tucano, relativizam a vitória política de Aécio. Em caráter reservado, dizem que o futuro dele “vai depender da Lava Jato”. Já o campo “aecista” do partido lembra que a Lava Jato atingiu políticos de todas as siglas e pode chegar a Serra. O ministro nega envolvimento em irregularidades.
No xadrez tucano de 2018, Serra ganhou posição ao assumir o cargo de chanceler. Amigos reconhecem que ele não tem a mesma influência de Aécio na máquina partidária, mas o cargo na Esplanada lhe garante visibilidade. O ministro também conta com a retaguarda do PSD, partido do aliado Gilberto Kassab, e de parte expressiva do PMDB que gostaria de tê-lo como candidato pela legenda ao Planalto.
Assim como Serra, Geraldo Alckmin também conta com uma linha auxiliar, o PSB, que abriu as portas para ele disputar a Presidência. O governador e o ministro, porém, travam em São Paulo, berço do PSDB, uma disputa deflagrada pela escolha do empresário João Doria como candidato tucano à Prefeitura. A avaliação recorrente no PSDB é de que essa disputa deve contaminar a executiva da sigla.

Lula lidera corrida para 2018, mas perderia no 2º turno

Lula mantém a liderança na corrida eleitoral para presidênciaO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva lidera a corrida pela presidência em 2018, mas o petista não venceria as eleições no segundo turno, de acordo com uma pesquisa publicada neste sábado pelo jornal Folha de S. Paulo.
O instituto Datafolha traçou 4 cenários diferentes para o levantamento (um com o senador Aécio Neves, outro com o ministro José Serra, mais um com o governador de São Paulo, Geraldo Alckmin, e por fim uma situação com todos esses políticos do PSDB juntos e o juiz Sérgio Moro).
Em todas as situações, o ex-presidente lidera.
No cenário com Aécio, Lula tem 22% das intenções de voto; a fundadora da Rede, Marina Silva, 17%; o presidente do PSDB, 14%; o deputado Jair Bolsonaro, 7%; e o ex-ministro Ciro Gomes, 6%.
Com Alckmin na disputa, Lula tem 23% das intenções de voto; Marina, 18%; Bolsonaro e o governador de SP têm ambos 8%; e Ciro Gomes, 6%.
Já quando o Datafolha testou um cenário com Serra, Lula permanece com 23% das intenções de voto, seguido por Marina (17%), o ministro das Relações Exteriores (11%), Bolsonaro (7%) e Ciro (6%).
No último cenário, Lula tem 22%; Marina, 14%; Aécio, 10%; Sérgio Moro, 8%; Bolsonaro, 6%; e Serra, 5%.
Segundo turno
Em um eventual embate entre Lula e Marina no segundo turno, a ambientalista venceria o petista, com 44% das intenções de votos. O ex-presidente tem 32% das intenções de votos nesse cenário.
Já contra o ministro José Serra, Lula também perderia. O tucano venceria com 40% das intenções de voto. O petista ficaria com 35% das intenções nessa circunstância.
A pesquisa foi realizada nos dias 14 e 15 de julho, com 2.792 entrevistados. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%.
Rejeição: Um dos motivos para a derrota do ex-presidente pode estar ligada à sua taxa de rejeição, que atingiu 46%, a maior entre os políticos pesquisados, de acordo com o levantamento feito. Logo abaixo do ex-presidente, estão empatados Aécio e o presidente interino, Michel Temer, com 29%. Em seguida, também empatados, estão Serra e Bolsonaro, com 19%. 

Temer e PMDB apoiam PEC que limita partidos

ctv-hgm-clausuladebarreira
O recorde de candidaturas na eleição para a presidência da Câmara nesta semana fez o governo endossar um movimento para que PMDB e PSDB, os dois maiores partidos da base aliada do presidente em exercício Michel Temer, retomem no Congresso o debate sobre a imposição de uma cláusula de barreira para limitar a proliferação de legendas e conter a fragmentação partidária.

A cláusula de barreira é um índice que estabelece um porcentual mínimo de votos válidos que cada partido deve obter nas eleições, caso contrário há limitação ou perda de acesso ao Fundo Partidário, ao tempo de TV e atuação parlamentar.
O Congresso aprovou uma cláusula de 5% em 1995, mas, após pressão de pequenos partidos, a restrição foi julgada inconstitucional pelo Supremo Tribunal Federal em dezembro de 2006. Agora, porém, impulsionados pela dificuldade de gerir a crise política com um Congresso cada vez mais fragmentado, Temer deu aval para que grandes partidos de sua coalizão retomem o debate. A via indireta é uma estratégia para ele não se indispor com siglas pequenas e médias que poderiam ser prejudicados com a proposta.
A primeira iniciativa neste sentido ocorreu já no dia seguinte à eleição de Rodrigo Maia (DEM-RJ) para presidente da Câmara, quando o presidente nacional do PSDB, senador Aécio Neves (MG), apresentou uma emenda constitucional elaborada pelo senador Ricardo Ferraço (PSDB-ES) ao recém-eleito. Para evitar confrontar a decisão do STF, o texto prevê uma adoção gradual da cláusula: 2% em 2018 distribuídos em 14 Estados e 3% em 2022.
Também determina o fim das coligações proporcionais até as eleições de 2020, outro limitador para pequenos partidos. Maia citou a medida como uma das prioridades de seu mandato-tampão, que expira em fevereiro de 2017. Já o PMDB, com aval do Palácio do Planalto, quer levá-la adiante em 2017 para que esteja válida em 2018.
“Precisamos de uma reforma política urgente com cláusula de barreira”, disse ao Estado o presidente em exercício do PMDB, senador Romero Jucá (RR). Para o senador José Aníbal (PSDB-SP), a eleição desta semana reforça a necessidade da cláusula. “A eleição na Câmara é um argumento poderoso para a cláusula. Não é possível trabalhar assim.”
Nas últimas eleições, a falta de uma limitação permitiu que 28 partidos elegessem deputados, um recorde na história recente do País. Se houvesse uma cláusula de barreira de 2%, o número de siglas com representantes no Congresso cairia para 16.
Novos. A cláusula também dificultaria a criação de partidos. Hoje há 35, sendo quatro formados depois de 2014. No TSE, estão em processo de criação 29 legendas. Algumas delas: Partido do Esporte, Partido Nacional da Saúde, Partido Popular de Liberdade de Expressão Afro-Brasileira e Partido dos Servidores Públicos e dos Trabalhadores da Iniciativa Privada do Brasil. Em 2015, o Fundo Partidário chegou a R$ 812 milhões.
Duas dificuldades, porém, impõem-se à aprovação. Uma é como fazer com que o texto aprovado não confronte o que já foi considerado inconstitucional pelo STF. A outra é conseguir aprovar a emenda em um Congresso no qual boa parte dos parlamentares vê na fragmentação partidária sua força. Além disso, partidos pequenos mais programáticos prometem judicializar novamente o debate. “A decisão do STF foi em respeito às minorias. Quem é minoria hoje pode ser maioria amanhã. Até concordo com um filtro que exclua os partidos cartoriais, sem representatividade na sociedade. Mas os partidos ideológicos existem no mundo inteiro”, disse o deputado Orlando Silva (PCdoB-SP). 

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