A Beira Mar

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quinta-feira, 19 de junho de 2014

Informações do mundo


Adolescentes dalits são estupradas e enforcadas na Índia (Terra)

Duas raparigas de 14 e 16 anos violadas e enforcadas na Índia (Público)

Policiais são afastados em caso de jovens estupradas e enforcadas na Índia (O Globo)

Estupro coletivo e enforcamento de adolescentes gera indignação na Índia (BBC)

Político indiano diz que estupro “às vezes é certo” (Estadão)

Ministro ironiza imprensa ao ser questionado sobre caso de estupro na Índia (IG)

Bruna Marquezine passa noite com Neymar em suíte de luxo no Rio

Neymar aproveitou uma folga da Seleção Brasileira para curtir uma noite romântica ao lado da namorada, Bruna Marquezine, em um hotel de luxo no Rio de Janeiro. Eles chegaram ao local na terça-feira (17) e só saíram por volta das 17h30 do dia seguinte.
A suíte escolhida pelo casal, a mais cara do hotel, custa R$ 4 mil por dia. O valor foi pago pela atriz, que aproveitou com o amado uma visão de 180˚ da Baía de Guanabara, Cristo Redentor e as ladeiras de Santa Teresa.
Vale lembrar que antes do check-in no hotel, Neymar jogou uma partida pelo Brasil em Fortaleza, no Ceará, contra a Seleção do México. Bruna, por sua vez, ganhou uma pequena folga das gravações de “Em Família”, da Globo, mas não conseguiu ir até a Arena Castelão para ver a partida.

Veja a Copa do Mundo sob o olhar dos famosos - 1 (© Instagram)

Desaparecida - Caraguatatuba


Ela desaparecida desde das 17:00hs do dia 16 de junho de 2014 quando a família sentiu a sua falta. Quando desapareceu, ela estava vestida com uma calça legging florida, nas imediações da casa dela, no Bairro Olaria, em Caraguatatuba SP.

Seguem os contatos: Paulo (12) 9 8152 5001 / 9 9624 4013 - Síntia (12) 9 88195287 - Gabriel (12) 9 9723 0756 - Bete (12) 9 9704 2018

Como a Copa pode motivar o ambiente de trabalho?

O mundial se aproxima e em tempos de jogos as empresas buscam alternativas que motivem seus colaboradores, já que a Copa é no Brasil, nada melhor que permitir que os brasileiros desfrutem da energia do futebol junto de amigos, familiares e equipe de trabalho. São diversas ações que tem por intuito integrar os colegas de trabalho e injetar uma motivação a mais neste mês de festa.



De acordo com Marisol Camarinha, consultora do Great Group e especializada em consultoria e Gestão Empresarial, o Brasil é o país do futebol, não por acaso, mas por competência e dedicação é pentacampeão do mundo nesta modalidade. “Desde o meio do semestre do ano passado, a maioria das empresas vem se preparando para liberar os empregados nos dias em que o time brasileiro vai jogar. Nada mais justo, aliás, porque em tais dias, a euforia toma conta de todos e o entusiasmo de alguns torcedores acaba por exceder os limites do razoável, causando tumultos, o trânsito fica mais difícil, entre outros”, explica a especialista.

A decisão de dispensar os funcionários em todos os dias de jogos na cidade anfitriã ou de montar espaços adequados para que os empregados assistam aos jogos na empresa, é sempre da Diretoria, a partir das considerações e argumentos fundamentados de um RH Estratégico. “É fundamental alinhar os objetivos da empresa e não comprometer o bem-estar, a integração e a motivação dos empregados, garantindo a produtividade”, enfatiza a especialista.

Para Marisol as empresas devem compreender que ações simples são fundamentais para os resultados da empresa, “as companhias devem entender que empregado reconhecido, valorizado e feliz produz três vezes mais”, enfatiza.

Quais ações as empresas estão realizando?



Cada empresa busca suas próprias ferramentas para entender seu público interno da melhor maneira, são diversas atividades para este mundial. Segundo Eric Beraldo, responsável pelo marketing da Axyon, a empresa criou um bolão entre os colaboradores para distrair e incentivar os colaboradores durante os jogos do mundial, além de liberarem os profissionais antes dos jogos. “Vai ser um bolão eletrônico, a mecânica é bem simples, os dois funcionários com maior pontuação serão os ganhadores. O primeiro lugar vai ganhar uma camisa oficial do time que torcer e o segundo lugar ganhará um fone de ouvido de uma marca renomada. As pessoas ganharão os pontos se acertarem o placar exato da partida ou o resultado do jogo”, explica Eric.

Já no Grupo Binário a decisão foi pela liberação dos colaboradores no dia da estreia. “A empresa pensou na satisfação das pessoas que compõem o time e na comodidade para que todos possam se programar para assistir aos jogos com seus familiares ou amigos. A partir de uma sondagem, percebemos que era o desejo da maioria. Resolvemos trabalhar com um expediente diferenciado nos dias de jogos do Brasil, com liberação de todas as equipes ao meio-dia”, explica Luciana Brandão, gerente de Recursos Humanos do Grupo Binário.

O clima do mundial gera boas oportunidades para incentivar nas empresas o trabalho em equipe, o espírito colaborativo, a liderança, o comprometimento e a superação de obstáculos, além de reforçar a importância de competências como planejamento, organização e foco nos resultados.

“Todos estes conceitos e valores são de grande importância para as empresas que podem, com este gancho da Copa, reforçar não só ações promovidas pelos RHs, mas também pelas lideranças, no cotidiano do trabalho com as equipes, a fim de gerar motivação e engajamento”, enfatiza Luciana.

Outra ação interessante é a da Deal Group, empresa de tecnologia da informação, que irá entregar camisetas com o número 10 para todos os funcionários. De acordo com Vilma Guilherme, diretora de RH da empresa, a decisão foi tomada junto com a diretoria como uma ação direcionada à comemoração dos 10 anos da empresa que coincide com a festa da Copa. “Unindo as duas comemorações através de um símbolo importante para o brasileiro, queremos nos aproximar dos colaboradores e passar a mensagem do aniversário da empresa”, explica a diretora.

Na empresa Precifica o diferencial está na ação, segundo Flávia Pini, Diretora de Marketing da empresa, durante os jogos do Brasil, a equipe terá a opção de escolher se permanecerá ou não no escritório. “Disponibilizaremos pipoca, aperitivos, refrigerante e até cerveja no escritório. Além disso, no dia 27/06, último jogo do Brasil da 1ª rodada, todos os funcionários foram convidados para um Happy Hour na casa do CEO a fim de aproximar ainda mais a equipe. O departamento de RH foi o grande incentivador, mas as ações estão sendo desenvolvidas pelo departamento de Marketing”, explica Flávia.

Já a Acesso Digital vai aproveitar o mês típico de junho para juntar duas festas, no dia 17 de junho eles separaram o dia para a torcida da Copa (com TV, decoração, comes e bebes) com festa junina e bolo aos aniversariantes do mês.

Dicas para organizar uma ação na Copa com sucesso



Abaixo separamos algumas dicas do Great Group, para que as empresas possam aproveitar a Copa para gerar integração às equipes, sem perder a produtividade:

Onde assistir: Prepare um ambiente com um telão e sistema de áudio. A torcida deve estar pronta para acompanhar os detalhes das partidas sem precisar se deslocar para longe do escritório.

Ambiente: Decore o local com bandeiras para trazer o clima de estádio. Aperitivos: Invista em tradicionais comidinhas de boteco. Amendoim, salgadinho, hot dogs e até mesmo o famoso lanche de pernil são opções.

Campanha interna: Desenvolva ações especiais para convidar os profissionais a ficarem na empresa, como prêmios, dinâmicas, entre outros.

Palestras: é possível fazer uma reflexão a partir do jogo assistido, relacionando com o trabalho em equipe que cada área desenvolve. Considere chamar um palestrante ou um coaching para ter campanhas em cima disso.

Campanhas Corporativas: Criar dinâmicas, e programas que atendam as pessoas que não gostam de futebol, exemplo vídeos com conteúdos interativos.

País do futebol: estamos capacitados?

A Copa começou e apesar de todo o alvoroço em torno do evento, há de se ressaltar que o Brasil ainda se depara com a falta de mão de obra qualificada para atender às demandas do período.



Mesmo não havendo mais tempo hábil para se formar adequadamente profissionais para o torneio de futebol, o momento abre as portas para uma reflexão: para quem já está pensando adiante, que tal já começar a buscar alternativas para se preparar para o próximo grande evento esportivo, as Olimpíadas de 2016?

De acordo com o diretor do Instituto Monitor, Eduardo Alves, vale a pena investir em cursos de idiomas, informática e serviços que, inclusive, estão todos disponíveis na modalidade ensino a distância, que tem como principais diferenciais a possibilidade de serem realizados no local e no tempo que o aluno desejar.

E para as empresas que também desejam futuramente suprir esta necessidade, é possível contar com cursos e programas de treinamento de acordo com os objetivos estratégicos de cada organização.
Em quais setores aumentou a demanda nos últimos tempos?

Segundo Eduardo Alves, o setor de serviço tem demandando mais capacitação. “Essa necessidade tem se refletido na nossa procura por cursos oferecidos para este segmento, como por exemplo, normas de segurança”, explica.
Estamos prontos para receber o evento? Onde estão as principais lacunas?

Para Alves não estamos prontos. “Infelizmente o mercado apresenta um deficiência de formação e qualificação da mão de obra muito grande. Aquele apagão tão falado ainda existe e tem se tornado mais evidente no dia a dia”, explica o especialista.

De acordo com Alves não houve investimentos na preparação para receber o público, serviços não se prepararam adequadamente, as equipes de infraestrutura fizeram o mínimo necessário para cumprir principalmente o que a legislação determina, não houve um pensamento ou um caminho em busca de uma excelência.

“Acredito que as maiores lacunas estão no setor de atendimento, na prestação de serviços propriamente dita e na questão do idioma”, conclui Eduardo.

Fuja da Síndrome do Coitadismo

A Síndrome do Coitadismo atinge a metade da população e reflete a incapacidade dos seres humanos de tomarem os rumos de suas vidas e buscarem a realização de seus sonhos.


Conversamos com Maurício Sampaio, especialista em orientação vocacional e profissional, coach e fundador do Instituto MS de Coaching para esclarecer mais sobre o tema.

Confira a entrevista!

A Síndrome do Coitadismo acomete boa parte da população, por qual motivo as pessoas preferem assumir o papel de vítimas do que assumir os rumos da própria vida?
Muitas pessoas adotam essa posição como uma muleta para não andar mais rápido em direção a seus objetivos ou cumprirem o que é preciso. E isso acontece na vida pessoal e profissional.
Cansamos de nos deparar com pessoas falando mal do seu trabalho, emprego, da esposa, dos filhos. Talvez você já tenha perguntado a alguém: “Oi, tudo bem?”. E a pessoa respondeu: “Tá indo…”. O “tá indo” demonstra a falta de controle da própria vida.
Muita gente mantém relacionamentos, seja pessoais ou profissionais, mesmo sabendo que já estão falidos, por qual motivo?
Essas pessoas preferem evitar sair da chamada “zona de conforto”, aonde elas se sentem mais seguras. Já conhecem os atalhos, já sabem aonde pisar.
Isso é uma tendência de boa parte das pessoas, inclusive eu também faço parte disso. O nosso cérebro é muito inteligente, ele evita a dor e aprova fielmente o prazer.
É o que acontece com um relacionamento ruim. Para mudar isso, é preciso aceitar um modelo de relacionamento, e para que isso aconteça é necessário acostumar nosso cérebro ao novo. E essa transição, por mais benéfica que seja, causa dor.
Um exemplo clássico são casais que se suportam durante anos, pois acreditam que “ruim com ele/ela, pior sem”. E na vida corporativa isso também acontece.
O que os profissionais devem assumir para mudar este cenário pessimista e sem energia?
Para começar a mudança é necessário ser honesto consigo não esperar chegar ao fundo do poço emocional. Hoje, cerca de 80% das pessoas estão infelizes com a sua vida profissional, mas elas relutam em mudar, justificando a falta de novas oportunidades, a dificuldade de gerar receitas, enfim, são várias as justificativas. Outras reclamam de seus chefes e continuam trabalhando com eles, e há as que reclamam dos seus negócios e todos os dias acordam e vão para a empresa trabalhar.
O problema disso é que essas pessoas correm o sério risco de adoecerem e aí o prejuízo é maior.
Talvez você, que esteja passando por isso agora, pense: é mais fácil escrever dando conselhos. Mas eu tive que justamente passar por esse tipo de situação para aprender que é possível pilotar a própria vida. É fácil? Não, porém é preciso encarar!
Aproveito para dar um conselho valioso: procure profissionais que possam te auxiliar, pois eu fiz sozinho, funcionou, mais foi muito doído. Talvez, se eu tivesse uma pequena ajuda, as coisas teriam sido mais fáceis e eu já estaria desfrutando dessa ótima vida que possuo hoje.

* Maurício Sampaio é especialista em orientação vocacional e profissional, coach e fundador do InstitutoMS de Coaching. É autor dos livros “Coaching de Carreira”, “Escolha Certa” e “Influência Positiva – Pais & Filhos: construindo um futuro de sucesso”.

5 ideias falsas sobre vocação

A vocação é algo que se busca diariamente respeitando as habilidades que cada pessoa possui. É errado afirmar que a vocação é um chamado, pois, existem situações em que ela é desenvolvida.


Segundo Mônica Hauck, CEO e fundadora da Solides, confundir vocação apenas com sucesso profissional ou com puramente possuir habilidades para determinado trabalho é um equívoco.
“Vocação é onde as necessidades do mundo e suas habilidades se encontram. É fazer bem o que se gosta. Não é só porque se tem vocação que será certamente bem sucedido em alguma coisa. Todo projeto exige dedicação, estudo e aprofundamento, além daquilo que sua habilidade já lhe confere”, explica Mônica.


É possível desenvolver habilidades mesmo quando não existe a vocação?


Para Mônica estar apto a uma posição não significa necessariamente ter habilidades para a mesma. “Toda habilidade é até certo ponto desenvolvida, principalmente, por meio da prática”, explica a CEO.
Por exemplo, um vendedor recém-contratado pode não possuir a habilidade natural de uma boa conversação e convencimento no início de seu trabalho, mas, com prática, observação e estudo, pode acabar se tornando o melhor vendedor da empresa.


Abaixo a fundadora da Solides destacou 5 ideias falsas sobre vocação:



- Vocação é o talento que já nasce com você;
- Se eu seguir minha vocação eu serei bem sucedido;
- Cada pessoa só possui uma vocação;
- Devo seguir minha vocação, mesmo que eu não goste dela;
- Se eu sou bom em alguma coisa, essa é minha vocação.

Oito características de um gestor de sucesso

A maioria dos colaboradores anseia em um dia alcançar o papel de gestor, e quando conquistado é motivo de grande alegria. Mas não podemos deixar de lado os aspectos negativos que surgem: há uma grande distância entre um bom profissional e um bom gestor.




Não existe uma fórmula pronta para se tornar um bom gestor, cada situação pede características diferentes e próprias do negócio que dificilmente poderão ser utilizadas em outros ramos. Mas, existem dois pontos imprescindíveis para uma gestão adequada: paixão por aquilo que se faz e capacidade de resiliência.

Ter paixão pelo negócio é imprescindível para vencer as barreiras diárias e principalmente para motivar a equipe. Uma pessoa que não acredita e não defende o projeto no qual faz parte não consegue enfrentar todas as barreiras, o que reflete diretamente na produtividade.

Outro ponto importante, a resiliência, é a capacidade de se adaptar a diversas situações mesmo que adversas. Em cada situação e até mesmo nas mudanças de equipe, deverá ocorrer adaptação na postura do profissional, de forma que não haja prejuízo nos processos de trabalho.

Outras características que devem ser priorizadas pelos bons gestores são:

Capacidade de mediar e resolver conflitos - é saber ouvir e mediar os conflitos logo que surgem, mas não se deve tomar partido e buscar que as respostas para os conflitos ocorram naturalmente, trazendo ganhos para corporação. Tenha uma postura racional evitando reações que prejudiquem o clima. Discussões ríspidas e muito emocionais devem ser controladas.

Iniciativa e pró-atividade - Em qualquer empresa, ter iniciativa e pró-atividade proporciona destaque, mostra o quanto você é engajado e quer crescer. O gestor, por sua vez, não se preocupará apenas com os demais funcionários, mas com todos os concorrentes que existem no setor de atuação. Agir é imprescindível para fazer os resultados aparecerem.

Autoconfiança - O profissional que quer tomar a frente de uma equipe precisa confiar em si mesmo para tomar decisões, arriscar e buscar novas formas de solucionar um problema que envolve vários setores.

Capacidade de reter talentos – Mais do que se esforçar para manter talentos na sua empresa, é imprescindível cativá-los e dar aos mesmos ambições e segurança para que eles queiram continuar no projeto e, principalmente, almejem crescer, para isso incentive a aprender e estar perto do núcleo de decisões do negócio.

É importante delegar o operacional – Um gestor tem como função gerenciar as ações, e se ficar se dedicando às questões operacionais perderá tempo e principalmente não estará preparado para sua real função. Delegue tarefas operacionais.

Conexões e criatividade - O gestor deve estar atento às inovações e mudanças do mundo, e saber aplicar essas inovações ao cotidiano da empresa e ao seu campo de atuação levando a um retorno imediato.

Controle – O gestor não pode esquecer que ele está no comando, e que é possível e aceitável delegar as funções, mas não é adequado entregar todo o processo nas mãos da equipe, por mais competente e confiável que ela seja. Portanto, esteja na frente, crie métodos que possibilite a visibilidade de todos os projetos em andamento, com o bom e velho relatório.

Aprendizagem Contínua – O bom profissional busca se capacitar, mas se não possuir algumas das características citadas, aprenda e se especialize para então desenvolvê-las e aprimorá-las com o conhecimento adquirido.

MUSICO NÃO PRECISA DE REGISTRO NA ORDEM DOS MÚSICOS

O STF decidiu que músicos não precisam de inscrição na Ordem os Músicos do Brasil (OMB) para serem reconhecidos como tal. Segundo o Supremo Tribunal Federal, a atividade de músico é uma manifestação artística protegida pela garantia da liberdade de expressão, e, portanto, exigir inscrição na Ordem, bem como de pagamento de anuidade, contraria a Constituição.
A decisão do Plenário Virtual do STF foi tomada no início dessa semana e se impõe ao acórdão do Tribunal Regional Federal da 3ª Região que julgava como válida a exigência do registro. Para o TRF-3, "músico profissional é aquele inserido no mercado de trabalho, percebendo rendimentos em razão de sua manifestação artística, para sua sobrevivência e a de seus familiares, não constituindo a música simplesmente uma atividade de lazer", dizia o acórdão.

A definição do STF, no entanto, segue os autos do Recurso Extraordinário (RE) 795467, de relatoria do ministro Teori Zavascki, obtido pelas cantoras Iará Rennó, filha de Tetê Espindola, e Andreia Dias.
As cantoras contestavam a exigência do registro e apontavam ofensa ao artigo 5º, incisos IX e XIII, da Constituição, no sentido de que a função normativa e fiscalizatória exercida pela OMB sobre os músicos populares é incompatível com Constituição Federal. Afirmaram que a carreira de músico popular não pode sofrer limitação, pois a música popular é uma expressão artística assegurada constitucionalmente, independentemente de censura ou licença prévias, e que a Lei 3.857/1960 não foi recepcionada pela Constituição.
As artistas sustentaram, ainda, que não há interesse público a justificar qualquer policiamento às suas atividades, já que não há qualquer potencialidade lesiva a terceiros.
Em sua manifestação, o ministro Teori citou a ementa da decisão no RE 414426,relatado pela ministra aposentada Ellen Gracie, no qual se decidiu que "a música é uma arte, algo sublime", e que qualquer "restrição a esta liberdade (profissional) só se justifica se houver necessidade de proteção do interesse público, por exemplo, pelo mau exercício de atividades para as quais seja necessário um conhecimento específico altamente técnico ou, ainda, alguma habilidade já demonstrada, como é o caso dos condutores de veículos".
NOTA NOSSA: É o mesmo que ocorreu com a exigência de registro para jornalistas e radialistas. Falta agora acabar com a tal da exigência de registro do corretor de imóveis, que uma aberração da natureza, cujas anuidades enriquecem a um monte de gente esperta.

Como demonstrar atitude e ser reconhecido na empresa

Muitos profissionais esperam determinados momentos para agir e ter atitude na própria carreira. Insegurança ou, até mesmo, desmotivação são alguns fatores que fazem a procrastinação ser tão ativa e acabam retardando o desenvolvimento profissional.





Guilherme Araújo teve um bate papo com a professora Margareth Bianchini, especialista em Gestão de Carreiras e Coaching da Universidade Presbiteriana Mackenzie, que esclarecerá questões sobre o tema. 


Muitos funcionários esperam uma ordem para tomar uma atitude e demonstrarem atitudes na empresa, como é possível mudar este cenário?


É importante que os gestores estimulem o desenvolvimento de cada colaborador, partindo deste princípio nas reuniões individuais de feedback, pode -se orientar o colaborador a ter mais iniciativa, trazer soluções para os problemas e não elencar somente os problemas.

Se os gestores conseguirem demonstrar aos colaboradores que o sucesso da empresa é feito com a participação de cada um, o colaborador ficará mais motivado em participar desses resultados.


Como os profissionais devem se comportar para conseguir visibilidade dentro da empresa?


Tendo uma postura ética, discreta e colaborativa. Esses itens abrangem diversos comportamentos, por exemplo, a maneira como o colaborador se veste, se comporta, se relaciona entre os seus pares e principalmente o quanto ele contribui com novas ideias sempre com o foco na missão da empresa, ou seja, o profissional se quiser crescer na escala hierárquica deve pensar como ele está agindo dentro da organização.

É importante refletir se está sempre disponível aos outros setores quando requisitados, evitar falar mal da empresa e evitar a criação de "panelas" para "boicotar" os colaboradores bem intencionados. Cabe aqui uma revisão de valores pessoais e profissionais.


Existem áreas de trabalho mais propícias para demonstrar criatividade e conseguir destaque?


Evidentemente, existem áreas mais propicias à criatividade, mas, sempre existe espaço para o novo, seja na revisão de um processo ou na maneira de atender ao cliente.

O colaborador motivado é aquele que encontra novas formas de realizar o seu trabalho buscando sempre melhorias.


Cite quatro atitudes fundamentais para conseguir um espaço na empresa?

Trazer novas ideias que se alinhe a estratégia da organização, ter um olhar para lucratividade e para o resultado, ter flexibilidade na sua comunicação e resiliência para as coisas que não se podem mudar.


Como realizar as atividades de forma diferente e fora da caixa?

Tendo uma postura profissional de buscar os resultados e, com isso, o profissional deve pensar o que vai colocar no currículo no fim do ano. Com esse foco ele ativa a criatividade e enxerga novas soluções para muitos problemas antigos.

Argentina diz ser impossível pagar dívida neste mês; não pretende enviar comitiva aos EUA

O Ministério da Economia argentino informou na noite passada que ficou "impossível" fazer o próximo pagamento da sua dívida em 30 de junho em Nova York, após a decisão judicial norte-americana de não aceitar renegociação.
"(A decisão) impossibilita o pagamento, em Nova York, do próximo vencimento da dívida restruturada e mostra falta de vontade de negociar com condições diferentes", informou o ministério em comunicado na quarta-feira à noite.
Na manhã desta quinta-feira, o chefe de gabinete do governo, Jorge Capitanich, disse ainda que a Argentina não tem planos de enviar uma comitiva aos Estados Unidos para negociar uma saída judicial com os credores que não aceitaram restruturações anteriores das dívidas do país sul-americano.
"Não há delegação ou missão viajando para os Estados Unidos", disse ele a repórteres, decisão que poderia levar a um novo calote.
Na quarta-feira, um advogado em nome da Argentina mostrou disposição em Nova York para negociar com os credores para tentar acabar com a longa disputa com os detentores de bônus que se recusaram a participar de uma troca de dívida.
Este compromisso foi assumido durante audiência presidida pelo juíz norte-americano Thomas Griesa, que decidiu em favor de detentores de títulos no valor de 1,33 bilhão de dólares.
A decisão segue firme e, assim, qualquer pagamento feito pelo governo argentino aos credores que aceitaram as restruturações de dívidas anteriores corre o risco de ser anulado nos Estados Unidos.
O Ministério da Economia da Argentina disse na quarta-feira à noite que, neste cenário, o pagamento de seus títulos com vencimento em 30 de junho tornou-se "impossível".
A argentina entrou em default por cerca de 100 bilhões de dólares em 2001/2002.

Schumacher estava consciente e com olhos abertos durante remoção para hospital na Suíça, diz jornal

Michael Schumacher estava consciente e com os olhos abertos na última segunda-feira (16), quando foi transportado do Centro Hospitalar Universitário de Grénoble, na França, para o Hospital do Cantão de Vaud, na Suíça. A informação é do jornal suíço ‘Blick’.
 
De acordo com a publicação da Suíça, Schumacher ficou com os olhos abertos na maior parte da viagem de cerca de 200 km. O heptacampeão da F1 foi transportado em uma ambulância privada e não falou, mas conseguiu se comunicar movendo a cabeça.

Ainda segundo o ‘Blick’, a empresa proprietária da ambulância não soube com antecedência quem transportaria e os funcionários tiveram de entregar seus celulares assim que entraram em contato com Michael. 
 
Mathias Volken, diretor da empresa proprietária da ambulância, confirmou seu envolvimento na remoção de Schumacher, mas se recusou a dar qualquer detalhe da ação, que foi feita em sigilo.
 
Ainda na segunda-feira, pouco após Sabine Kehm, assessora de imprensa de Schumacher, confirmar a saída do coma e a transferência de Grénoble, um porta-voz do hospital em Lausanne confirmou a internação do ex-piloto. O hospital suíço é mais próximo da casa onde o ex-piloto de Ferrari e Mercedes vivia com a mulher, Corinna, e os dois filhos.
Jornal afirma que Michael Schumacher estava consciente quando foi levado para hospital na Suíça