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terça-feira, 4 de fevereiro de 2014

Depois de vender a Motorola, Google deve desistir da linha Nexus Empresa irá lançar mais dois ou três produtos com a marca Nexus este ano

Depois de vender a Motorola, Google deve desistir da linha Nexus

Na semana passada, o Google optou por vender a Motorola para a Lenovo por US$ 2,91 bilhões. Agora, rumores indicam que a companhia pretende eliminar gradualmente a linha de smartphones Nexus para introduzir novos produtos do Google Play Edition.
De acordo com o site CNet, a empresa irá lançar mais dois ou três produtos com a marca Nexus este ano, mas irá descontinuar a linha em 2015. Por um lado, os rumores fazem certo sentido, pois o Google Play Edition está disponível em diversos dispositivos, como no Moto G, da Motorola, no Samsung Galaxy S4 e no HTC One.
Por outro lado, é difícil imaginar que o Google vai querer se afastar de uma marca que passou cinco anos em desenvolvimento. Além disso, os aparelhos mais sofisticados da linha Nexus são mais baratos do que os smartphones Google Play Edition.

Veja como se proteger da propaganda enganosa Consumidor pode pedir o dinheiro de volta

A publicidade tem a função de chamar a atenção dos consumidores para que eles comprem os produtos anunciados. No entanto, é preciso tomar cuidado, pois alguns anúncios podem conter informações falsas que façam o comprador a levar “gato por lebre”.
De acordo com a Proteste – Associação de Consumidores, é direito do consumidor ter acesso a informações adequadas, claras e precisas sobre o item que ele pretende comprar. Logo, a mensagem transmitida pelo anúncio precisa ser fiel às características daquilo que é ofertado.
Tipos de propagandas
Entre as publicidades que levam o comprador a cometer um erro por não ter acesso a todos os dados necessários, é preciso ficar atento a publicidade enganosa, abusiva e clandestina. A primeira é aquela que não reflete a verdade, ou que omite informações.
Já a publicidade abusiva é aquela que explora o medo, superstição ou induz o consumidor a se comportar de forma a prejudicar sua saúde ou segurança. Também se enquadram nessa definição as propagandas discriminatórias, que desrespeitam valores ambientais e que se aproveita da inocência infantil.
Além disso, o Código de Defesa do Consumidor determina que a publicidade deve ser veiculada de modo que as pessoas a identifiquem de maneira fácil e imediata. Caso contrário, a propaganda é considerada clandestina.
Direitos
Veja o que fazer para evitar cair nas armadilhas da publicidade e como escapar delas:
Fique atento
Antes de comprar um produto ou contratar um serviço, leia atentamente o anúncio e lembre-se que informações e condições importantes costumam ser colocados no rodapé da página, ou vídeo, em letras minúsculas.
Esgotado
Se, ao chegar à loja, o produto anunciado estiver esgotado, o consumidor pode exigir uma comprovação de que todas as unidades foram vendidas. Caso o lojista, ou o gerente, se recuse a fazer isso, o caso pode ser configurado como propaganda enganosa.
Ilusão
Para conquistar o consumidor, muitas empresas utilizam imagens fantasiosas, porém é preciso ter bom senso de que, por exemplo, nenhuma bebida é capaz de dar asas à pessoa que a consome.
Opções
Ao passar por um caso de propaganda enganosa, o consumidor tem o direito de exigir que o fornecedor cumpra a oferta de acordo com a informação divulgada por meio da propaganda. No entanto, também é possível concordar em aceitar um produto ou serviço semelhante àquele obtido anteriormente, ou então rescindir o contrato e receber uma restituição monetariamente atualizada do montante pago e uma quantia relacionada a perdas e danos.
Justiça
O comprador que se sentir lesado deve procurar os órgão de defesa do consumidor e o Conar (Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária).

Veja como se proteger da propaganda enganosa

Veja as 30 empresas mais reclamadas em 2013 Segundo o Procon, as instituições financeiras registraram queda no número de queixas

EmpresaTotal de reclamaçõesQueixas solucionadasQueixas não solucionadas
Fonte: Procon-SP
Grupo Vivo/Telefônica11.89493,33%6,67%
Grupo Itaú Unibanco7.19983,44%16,56%
Grupo Claro6.89985,23%14,77%
Grupo Bradesco5.89786,28%13,72%
Grupo Pão de Açúcar/Extra/Pontofrio.com/Casasbahia.com/Casas Bahia/Ponto Frio4.91486,7%13,3%
Tim Celular4.17284,83%15,17%
Grupo NET4.06491,22%8,78%
Grupo Oi3.66273,98%26,02%
Grupo Santander2.76384,34%15,66%
Sky Brasil2.70189,09%10,91%
Eletropaulo2.45287,1%12,9%
Grupo Caixa Econômica Federal1.95270,87%29,13%
Samsung1.67991,81%8,19%
Grupo B2W/Americanas.com/Submarino/Shoptime/Sou Barato/Lojas Americanas1.65589,21%10,79%
Grupo Banco do Brasil1.52676,2%23,8%
Grupo UOL1.42865,65%34,35%
Grupo Magazine Luiza1.27586,71%13,29%
Sabesp1.23494,16%5,84%
Grupo Lenovo CCE1.17360,17%39,83%
Grupo Votorantim1.10763,4%36,6%
Motorola1.05259,01%40,99%
Grupo Carrefour99185,81%14,19%
Grupo Mabe/GE/Dako/Continental98562,11%37,89%
Grupo Microcamp95070,52%29,48%
Nextel94888,47%11,53%
Grupo WalMart91882,54%17,46%
Electrolux88972,95%27,05%
Grupo Amil86876,75%23,25%
Akatus Meios de Pagamento86248,64%51,36%
Grupo MercadoLivre83772,72%27,28%

Veja as 30 empresas mais reclamadas em 2013 Segundo o Procon, as instituições financeiras registraram queda no número de queixas

Veja as 30 empresas mais reclamadas em 2013

Nesta segunda-feira (3), a Fundação Procon-SP divulgou o Ranking Online das 30 empresas que geraram o maior número de reclamações de consumidores registradas nos canais de atendimento da entidade. No ano passado, o primeiro colocado foi o grupo Vivo/Telefônica, com 11.894 queixas.
Em 2012, a empresa teve um total de 9.863 reclamações, sendo que a companhia que liderava o ranking era o Itaú, com 10.306 atendimentos no Procon; em 2013, esse número caiu para 7.199.
O Grupo Vivo Telefônica também teve o mais alto índice de solução, porém, segundo a entidade de defesa do consumidor, a empresa ainda sofre com problemas básicos, especialmente na operação de telefonia fixa, como a demora para realizar reparos ou atender pedidos de transferência de linha. A permanência de problemas dessa natureza indica a necessidade urgente de melhorias nas práticas comerciais e nas estruturas de prestação de serviços.
Veja na página seguinte o ranking completo.
Geral
As empresas de telecomunicações foram as com maior quantidade de reclamações, com 75.401 demandas, seguida pelas instituições financeiras (66.929), fabricantes de celulares (19.008), microcomputadores e produtos de informática (14.099) e planos de saúde (12.859).
Em 2012, as instituições financeiras registraram 74.987, representando uma melhoria no atendimento e serviços prestados pelo setor. Em seguida estavam as companhias de telecomunicações (66.618), fabricantes de celulares (18.253), móveis (14.250) e planos de saúde (13.491).

Com Deus não se brinca - Narração Jaime Ribeiro.flv