ABI - Associação Brasileira de Imprensa

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Liberdade de Expressão e Ética

segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015

Porque?

<p>Por que o nome de Jesus é Jesus? Segundo Paula Fredriksen, historiadora da universidade americana de <a href="http://super.abril.com.br/religiao/anos-ocultos-jesus-634671.shtml">Boston</a>, a escolha tem uma explicação. Em entrevista à revista Superinteressante, a pesquisadora afirmou que o nome "recordava o homem que teria sido o braço direito de Moisés e liderado os israelitas no êxodo do Egito". </p>

Por que o nome de Jesus é Jesus? Segundo Paula Fredriksen, historiadora da universidade americana de Boston, a escolha tem uma explicação. Em entrevista à revista Superinteressante, a pesquisadora afirmou que o nome "recordava o homem que teria sido o braço direito de Moisés e liderado os israelitas no êxodo do Egito". 


Paolla Oliveira e Maria Fernanda Cândido dividem mesma cama em minissérie

Paolla Oliveira interpreta prostituta lésbica que se envolve com Marília (Maria Fernanda Cândido) em 'Felizes para Sempre?'. Em cena desta segunda-feira, 2 de fevereiro, atrizes voltam a dividir a mesma cama

Paolla Oliveira e Maria Fernanda Cândido, elogiadas ao protagonizarem uma cena de sexo com direito a troca de beijos na minissérie "Felizes para Sempre?", voltam a contracenar juntas na trama de Euclydes Marinho. No capítulo que vai ao ar nesta segunda-feira (2), Danny Bond, personagem de Paolla, acordará na cama com Marília (Maria Fernanda). As duas estarão cobertas, aparentemente apenas com lençóis, sugerindo terem tido uma nova noite de sexo.
"Bonjour Mon Amour (bom dia, meu amor, em tradução livre para o francês)", dirá Denise, nome verdadeiro da garota de programa. Com feição de preocupada, como se tivesse arrependida, Marília respnderá: "Ai meu deus! O que você está fazendo aqui". As cenas foram adiantadas pelo teaser da trama, em vídeo exibido nesta segunda-feira (2).
Atrizes esbanjam sedução em cena e ganham elogios em rede social
Após Paolla e Maria terem trocado carinhos na cena que foi ao ar na sexta-feira (30), seguidores do Twitter não demoraram para elogiar a desenvoltura do casal em cena. "Paolla e Maria Fernanda realmente abalaram meu emocional", escreveu uma telespectadora. Outra opinou: "Que cena linda a da primeira vez de Denise e Marília. Paolla e Maria Fernanda maravilhosas demais", comentou outra. "Elas transando foram os melhores 53 segundos da minha vida", completou um rapaz.
No segundo capítulo, a atriz apareceu apenas de calcinha fio-dental numa cena de sexo e também nadou nua numa cachoeira numa cena quente com o ator Enrique Diaz, que interpreta Claudio, marido de Marília que tem se encontrado frequentemente com Danny Bond. Maria Fernanda, por sua vez, também ganhou elogios ao exibir o corpão em forma aos 40 anos.
No programa do Faustão, Paolla fala corpo nu na TV
No "Domingão do Faustão", a mulher de Joaquim Lopes foi homenageada na atração e ressaltou que não usou dublê nas cenas quentes (1º) na minissérie. O corpo de Paolla tem sido constantemente elogiado nas redes sociais desde quando a trama estreou. Na minissérie, ela apareceu nua, fez strip-tease usando uma lingerie fio-dental e agitou as redes sociais.
"Nâo é dublê", garantiu a atriz sobre as cenas que aparece nua de costas. Para manter a silhueta enxuta e curvas perfeitas, a artista tem malhado com frequência e segue uma dieta acompanhada por uma nutricionista, totalmente sem açúcar.

Auditoria aponta desvio de imóveis do Minha Casa em São Paulo

Um relatório da Controladoria-Geral do Município (CGM) de São Paulo aponta uma série de irregularidades na administração do Programa Minha Casa Minha Vida por parte da Prefeitura de São Paulo. Os problemas vão desde concessão de benefícios para pessoas que não estavam nos cadastros da Prefeitura a pagamentos indevidos de bolsa-aluguel. Parte das denúncias foi encaminhada à Polícia Civil.
As falhas ocorreram tanto na atual gestão, de Fernando Haddad (PT), quanto na de seu antecessor, Gilberto Kassab (PSD). O ex-prefeito, depois de uma aliança com o PT, é agora ministro das Cidades, e tem entre as atribuições coordenar e fiscalizar justamente o Minha Casa Minha Vida.
As conclusões da CGM são de que as falhas só foram possíveis porque há falta de transparência e de procedimentos internos precisos, dentro da Prefeitura, que impeçam essas irregularidades.
Os detalhes sobre essa lista de irregularidades constam em um relatório de auditoria interna produzido pela CGM, entregue à Secretaria Municipal da Habitação (Sehab) no último dia 7. A Controladoria determinou a abertura de sindicância contra funcionários suspeitos de participar das irregularidades e que a Sehab crie procedimentos internos para evitar que esses problemas retornem.
As irregularidades mais importantes referem-se à indicação de pessoas que não estavam nos cadastros da Prefeitura de São Paulo para unidades do Minha Casa Minha Vida. Segundo o relatório, ao menos 48 unidades entregues a pessoas que deveriam vir de moradias em áreas de risco - de um total de 90 imóveis - foram repassadas a beneficiários que não constavam nos sistemas.
Ao justificar o caso, a Sehab informou à CGM que “32 (nomes) foram encaminhados à Companhia Metropolitana de Habitação de São Paulo (Cohab-SP) pelo secretário adjunto da época” e que “não foram localizados documentos internos relativos à origem da demanda”.
A secretária adjunta de Habitação, em 2012, era a doutora em Urbanismo Elistabete França. Procurada, a assessoria de imprensa da gestão Kassab afirmou que ela comentaria o relatório somente hoje.
Segundo o relatório, uma sindicância interna averiguou que há falhas de procedimentos internos não só nos empreendimentos investigados (são dois conjuntos habitacionais, ambos na Penha, zona leste), “mas em todos os demais empreendimentos do Programa Minha Casa Minha Vida”.
Em outra falha verificada, a CGM apurou denúncias de que a superintendente social da Cohab na gestão Haddad, Katia Cristina Poleti, e um outro funcionário da companhia tinham envolvimento “na venda ilegal de chaves” de um empreendimento da zona leste. Segundo o relatório, a demissão ocorreu sem que o caso fosse devidamente investigado.
“A decisão de demitir a funcionária, sem a respectiva abertura de um processo disciplinar, não foi suficiente para impedir a entrega irregular de imóveis a outros beneficiários” do esquema, segundo a análise da controladoria. O caso foi encaminhado à Polícia Civil e ao Ministério Público.
Katia Cristina também não foi localizada para comentar o caso.
Valores. Além da entrega de imóveis para pessoas que não estavam nos cadastros, também foi identificada a realização de pagamentos de aluguel-social para beneficiários que já tinham recebido unidades habitacionais.
Ao todo, 67 pessoas receberam, em conjunto, cerca de R$ 70 mil ao longo de 2013. A Sehab argumentou que parte dos moradores recebeu imóveis que ainda não estavam prontos - uma vez que haviam sido invadidos e precisavam ser reformados. A CGM recomendou que novos procedimentos fossem adotados para evitar a repetição das falhas.
Outro lado. A gestão Haddad informou que a investigação partiu de pedido da própria Sehab e que a secretaria está adotando todas as recomendações feitas pela CGM. Já a assessoria de imprensa do ministro das Cidades, Gilberto Kassab, afirmou ontem que queria analisar as informações do relatório e se manifestaria sobre o caso somente hoje.
Para entender
Meta é 55 mil moradias. Desde 2009, a Prefeitura de São Paulo já entregou 35 empreendimentos por meio do programa do governo federal Minha Casa Minha Vida. São 4.017 unidades de apartamentos. 
Atualmente, outras 17 mil unidades, em 55 empreendimentos, estão em obras na cidade de São Paulo. A meta é entregar 55 mil moradias até 2016.
Para participar, a família interessada deve ter renda bruta mensal de até R$ 1.600 e estar filiada a alguma entidade cadastrada no Ministério das Cidades.
Os empreendimentos particulares, negociados pelas construtoras e pela Caixa Econômica Federal, sem participação da Prefeitura, não entram nessa conta.

No retorno do Judiciário, Janot defende combate à corrupção

Em discurso na abertura do ano Judiciário, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, defendeu o fortalecimento do combate à corrupção como um dos temas que merecem "real atenção" dos poderes constituídos. "Os desafios que temos pela frente não são poucos", disse Janot.
O PGR deve encaminhar até o final de fevereiro ao Supremo Tribunal Federal (STF) os inquéritos e denúncias contra parlamentares envolvidos na Operação Lava Jato. O presidente da Câmara dos Deputados, Eduardo Cunha, também participa da sessão solene realizada nesta manhã pelo STF. Cunha é um dos nomes que podem ter o pedido de inquérito encaminhado à Corte por Janot.
No discurso, Janot defendeu a "a solidificação do combate à corrupção como fortalecimento das instituições e do regime democrático" e avaliou que a estratégia até agora adotada, de seguir o caminho do dinheiro nas investigações, "parece ter sido correta".
"A responsabilidade institucional (do Ministério Público), que não é pequena, ganha maior dimensão no momento nacional vivido", disse o PGR. "Os desafios que se avizinham hão de ser enfrentados com serenidade, firmeza", completou. 
Entre os temas que devem ser discutidos na Justiça neste ano, Janot destacou ainda o balizamento em relação a financiamento de campanhas eleitorais e a discussão sobre a Lei de Anistia. 

Com vitória de Eduardo Cunha e Lava Jato, Congresso pode paralisar governo

Novo presidente da Câmara liderou rebeliões contra o Planalto durante 1º mandato de Dilma Rousseff; para analistas, diálogo entre Executivo e Legislativo será difícil.

Desde o resultado das eleições de outubro, ficou claro que o governo não terá vida fácil no Congresso Nacional.
Mas a eleição do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ) para o comando da Câmara dos Deputados no domingo, os próximos desdobramentos da Operação Lava Jato e o cenário de cortes de gastos delineiam tempos ainda mais difíceis, com potencial, segundo cientistas políticos, de paralisar o governo.
A vitória de Cunha não foi uma surpresa ─ o deputado vinha ganhando força política cada vez maior desde o primeiro mandato de Dilma Rousseff, quando, apesar de fazer parte da base do governo, liderou rebeliões no Congresso contra assuntos de interesse do Planalto, como a medida provisória que mudou as regras do sistema portuário brasileiro, a chamada MP dos Portos.
Diante de sua vitória iminente na eleição para a presidir a Câmara nos próximos dois anos, o governo poderia ter aceitado essa realidade e sentado para negociar desde o início. Diante de muitos interesses divergentes, porém, preferiu tentar derrotá-lo. O saldo agora é uma relação mais estremecida entre as duas partes.
Para o deputado Marcelo Castro (PMDB-PI), o governo deveria ter buscado um consenso ou ficado neutro na disputa. Agora, terá que ser feito um esforço de ambos os lados para reconstruir o diálogo, afirma. "Se o governo apoia um (candidato), joga o outro mais para a oposição", resumiu.
O cientista político Geraldo Tadeu Monteiro, diretor do Iuperj (Instituto Universitário de Pesquisas do Rio de Janeiro), vê um risco grande de a relação ruim com o Congresso paralisar o governo.
Sem apoio dos deputados, a administração Dilma enfrentará dificuldade para aprovar projetos de seu interesse e terá que negociar caso a caso, se expondo a um desgaste muito maior, explica Monteiro. A cada votação, será preciso mobilizar ministros, para que eles articulem junto aos deputados de seus partidos o apoio necessário, por exemplo.
Além disso, observa, a necessidade de cortar gastos dificultará a liberação de verbas para as emendas parlamentares, reduzindo investimentos nas bases eleitorais dos congressistas e, consequentemente, a boa vontade destes com o governo.

'Falta de traquejo'

Monteiro considera improvável uma melhora significativa nas relações com os parlamentares, pois a presidente não tem o mesmo talento e interesse que seu antecessor, o presidente Lula, nas negociações políticas. Raramente Dilma recebe congressistas no Planalto.
"Sem essa rearticulação política, vamos ver uma grande paralisação do governo. Se não paralisar totalmente, pode ser que o governo tenha que se arrastar lentamente pelos próximos quatro anos", afirma.
O cientista político José Antônio Lavareda também vê esse risco e diz que ele será maior ou menor a depender os desdobramentos da Operação Lava Jato, que investiga desvios de recursos da Petrobras.
O cronograma do Ministério Público prevê que em fevereiro serão apresentadas denúncias contra os investigados e acredita-se que elas podem envolver mais de 30 congressistas e atingir até mesmo Cunha e o presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL), reeleito domingo para um mandato de mais dois anos com apoio do governo.
"As denúncias da Lava Jato vão trazer muita instabilidade, mas por outro lado podem enfraquecer o grupo de Cunha, o que seria positivo para o governo", nota Lavareda.
No momento, porém, o presidente da Câmara está fortalecido e deve ganhar espaço na administração federal. A expectativa é de que governo use os cargos do segundo escalão para recompor seu apoio entre os parlamentares.
Entre os assuntos que darão trabalho no Congresso, está a aprovação das duas medidas provisórias que alteram as regras do pagamento de seguro-desemprego, abono salarial e pensões. As mudanças sugeridas pelo governo são impopulares e, por isso, devem sofrer alterações propostas por parlamentares.
Outros assuntos de interesse do PT, como a regulação da mídia e o fim do financiamento privado de campanhas por grandes empresas, podem nem entrar em pauta, pois não contam com o apoio do presidente da Câmara.
A vitória de Cunha também foi um balde de água fria nos setores mais progressistas da sociedade.
Líder evangélico, o deputado já apresentou um projeto de lei para criminalizar a "heterofobia", que seria o preconceito contra heterossexuais. Em 2014, reagiu no Twitter à exibição de um beijo gay na novela Amor à Vida, na TV Globo: "Estamos sob ataque dos gays, abortistas e maconheiros. O povo evangélico tem que se posicionar".
O presidente da Câmara define quais projetos de lei devem ser pautados para votação, o que significa que propostas de interesse dos movimentos progressistas, como a criminalização da homofobia, não terão vez.
Cunha tem agora também o poder para arquivar ou dar prosseguimento a pedidos de impeachment contra Dilma Rousseff. Ele é o terceiro na linha sucessória para a Presidência, atrás apenas do vice-presidente Michel Temer.

Indonésia vai executar dois australianos de uma quadrilha de tráfico de drogas

Myuran Sukumaran, de 33 anos, e Andrew Chan, de 31, estão entre oito prisioneiros no corredor da morte desde que o presidente da indonésia, Joko Widodo, rejeitou seus pedidos de clemência no mês passado.

Dois cidadãos australianos são os próximos na fila de execuções por delitos de tráfico de drogas na Indonésia, informou o procurador-geral da nação do Sudeste Asiático nesta segunda-feira – uma medida que provavelmente vai estremecer as relações entre os dois países vizinhos.
Myuran Sukumaran, de 33 anos, e Andrew Chan, de 31, estão entre oito prisioneiros no corredor da morte desde que o presidente da indonésia, Joko Widodo, rejeitou seus pedidos de clemência no mês passado, na mais recente de uma série de sentenças de morte para infratores da legislação sobre drogas, incluindo estrangeiros.
"Ficamos sabendo que muitos australianos apoiam a execução e essa é uma das coisas que nos leva a sentir que não estamos cometendo um erro", afirmou o procurador-geral HM Prasetyo, em entrevista coletiva na capital indonésia. Não ficou imediatamente claro quando serão realizadas as execuções.
Entre os demais prisioneiros no corredor da morte estão o brasileiro Rodrigo Gularte e cidadãos da França, Gana, Indonésia, Nigéria e Filipinas, segundo informou na semana passada um porta-voz do gabinete do procurador-geral.
O primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott, tem pedido clemência para os dois australianos membros da quadrilha de tráfico de drogas conhecida como Bali Nine, presos no aeroporto de Denpasar Bali, em 2005, por tentar contrabandear 8 quilos de heroína para a Austrália.
A ministra de Relações exteriores da Austrália, Julie Bishop, disse no mês passado que não descarta a possibilidade de chamar de volta o embaixador do país na Indonésia, se as execuções forem efetuadas.
Widodo reiterou nesta segunda-feira sua promessa de levar adiante uma política de linha-dura contra os traficantes de drogas.
"Eu já transmiti isso. Cabe aos nossos embaixadores explicar por que temos a pena de morte", disse ele a repórteres.
No mês passado, a Indonésia executou por fuzilamento seis presos por delitos de tráficos de drogas, incluindo o brasileiro Marco Archer Cardoso Moreira, e cidadãos do Malaui, Holanda, Nigéria e Vietnã.
Brasil e Holanda chamaram de volta seus embaixadores na Indonésia, enquanto a Nigéria convocou o embaixador da Indonésia em Abuja.
A Indonésia tem um histórico de penas severas para o tráfico de drogas. A pena de morte voltou a ser aplicada em 2013, depois de um hiato de cinco anos.

Lady Gaga compôs música para filme sobre estupros em faculdades

Ainda que Lady Gaga não tenha comparecido ao Festival de Sundance no último final de semana, a cantora participou de The Hunting Ground, um dos filmes exibidos no evento. A cantora anunciou em seu Twitter que compôs a faixa “Till It Happens To You”, que é tocada nos créditos do documentário sobre abusos sexuais em ambientes da faculdade.
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Diane Warren, parceira de Gaga na composição, elogiou a cantora. “Ela trouxe coisas ótimas e soa incrível na canção.”
Coincidência ou não, Lady Gaga revelou há alguns meses que foi estuprada quanto tinha 19 anos. “Eu passei por coisas terríveis”, disse a cantora em entrevista ao programa The Howard Stern Show, no início de dezembro. “Eu posso rir disso agora, pois passei por muita terapia mental, física e emocional.” Gaga deu a entender que, quando era adolescente, um produtor 20 anos mais velho abusou dela. “A canção ‘Swine’ é sobre estupro. É sobre desmoralização, raiva, fúria, paixão. Era muita dor que eu precisava descarregar.”

Evangélica, ex-candidata ao título de Miss Bumbum faz ensaio de topless

<p>Rebeka Francys, conhecida como Miss Bumbum Evangélica, fez um ensaio de topless para uma marca de roupas.</p><p>A ex-candidata ao concurso de beleza, que causou polêmica por conta de sua religião e por mostrar demais – sem calcinha – em eventos, ainda revelou que quer se tornar uma It Girl.</p><p>"Recebo muitos pedidos de fãs para compartilhar dicas de beleza, moda e até comportamento”, afirmou a modelo, que é amiga de Andressa Urach.</p><p>Veja as fotos nas próximas páginas! </p>



Rebeka Francys, conhecida como Miss Bumbum Evangélica, fez um ensaio de topless para uma marca de roupas.
A ex-candidata ao concurso de beleza, que causou polêmica por conta de sua religião e por mostrar demais – sem calcinha – em eventos, ainda revelou que quer se tornar uma It Girl.
"Recebo muitos pedidos de fãs para compartilhar dicas de beleza, moda e até comportamento”, afirmou a modelo, que é amiga de Andressa Urach.
<p>A ex-candidata ousou e posou apenas de calcinha</p>
<p>Rebeka mostrou as curvas no ensaio</p>

Isso que É choque de gestão

Hoje por volta das 14h28min uma servidora aparentemente revoltada me ligou, e me pediu para passar na frente do prédio da Secretaria Municipal de Administração da Prefeitura Municipal de Caraguatatuba e para minha surpresa, na frente e na lateral do prédio estava com uma enorme possa de lama misturado com água. Agora eu posso dizer que eu sei o significa da frase “CHOQUE DE GESTÃO” que é usada em discurso.

Veja as fotos e tire as suas conclusões. E olha que o IPTU e outros impostos e taxas são altíssimas.







Olha como esta a entrada do RH da prefeitura de Caraguatatuba  
"CHOQUE DE GESTÃO"



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