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quarta-feira, 6 de março de 2013

Filha de Michael Jackson vira cheerleader de time de basquete dos EUA


O time de basquete do colégio Sherman Oaks Buckley, nos Estados Unidos, conta com uma celebridade em sua equipe de cheerleaders. Trata-se de Paris Jackson, filha do falecido astro pop Michael Jackson, que vem roubando as atenções nas partidas da equipe.
Paris tem apenas 14 anos, mas já faz sucesso nas redes sociais. Sua conta no Twitter tem mais de um milhão de seguidores que acompanham a rotina da garota.
A filha de Michael Jackson estuda em Buckley, considerado um colégio extremamente exclusivo, há três anos. A instituição tem ajudado Paris a se manter afastada do assédio da mídia após a trágica morte do cantor.
Paris, porém, parece gostar das atenções do público e compartilha diversos aspectos de sua vida nas redes sociais, como a maioria dos adolescentes.
A torcida de Paris parece ter dado sorte ao time de basquete de Buckley, que conquistou um título interescolar disputado na Califórnia. Com o resultado, a equipe se classificou para uma das divisões do campeonato estadual.

Romário diz que Marin é nocivo, cita ditadura e pede a saída de presidente da CBF DivulgaçãoRomário rebateu as críticas de Marin, pediu a saída do presidente da CBF e quer CPI para entrevistá-lo...

Romário diz que Marin é nocivo, cita ditadura e pede a saída de presidente da CBF


O ex-jogador Romário, atualmente deputado federal, respondeu nesta quarta-feira às críticas do presidente da CBF, José Maria Marin, e lançou um movimento virtual pela saída do mandatário.

Em entrevista ao Programa Amauri Júnior, que foi ao ar na noite de terça-feira, o dirigente falou sobre os métodos políticos do ex-atacante, um dos mais ferrenhos fiscais da Copa do Mundo de 2014 no Congresso.

"Excelente jogador, campeão do mundo, honrou a seleção. Como político... Política se faz construindo, não destruindo. Eu fui o pregador da conciliação. Quem prega a desintegração e a desagregação, dificilmente passará do cargo que ocupa", falou Marin.

Romário rebateu com um texto publicado em sua página no Facebook. O deputado evocou episódios da vida pregressa de Marin e lançou uma campanha virtual pela saída do presidente.
José Maria Marin, presidente da CBF
José Maria Marin, presidente da CBF
"Quero deixar claro que em nada me surpreende o atual presidente da Confederação Brasileira de Futebol, José Maria Marin, afirmar que sou um "desagregador" na política. Para ele sempre serei, afinal, não compactuo com as ações deste senhor. Como jogador, fiz muito pelo futebol brasileiro, levei o esporte para o topo do mundo. Atualmente, como político, luto pela moralidade do futebol, tenho uma vida inteira de dedicação a uma das maiores paixões do brasileiro. Agora, pergunto: Qual a contribuição do Marin para o futebol? Obviamente, nenhuma", escreveu Romário.

"José Maria Marin é completamente nocivo à gestão esportiva. Tem um histórico de vida vergonhoso, desde um roubo de medalhas ao roubo de energia. Essa última história vexaminosa da biografia deste senhor foi contada recentemente pelo jornalista Juca Kfouri, o inacreditável roubo de energia de um vizinho. Isso mesmo, o famoso ‘gato’", continuou o deputado, que lembrou ainda do episódio do roubo de uma medalha, na premiação da Copa São Paulo, em 2012; e Romário prosseguiu.

"Estes episódios já dizem muito sobre ele, mas não para por aí. O atual presidente da CBF também colaborou com um dos períodos mais nefastos da história do Brasil. Em 1975, deputado estadual pela Arena, Marin discursou na tribuna da Assembleia Legislativa e pediu a prisão do jornalista Vladimir Herzog, então diretor de jornalismo da TV Cultura. Herzog foi preso e assassinado no DOI-Codi dias depois", lembrou Romário, citando um dos mais famosos e tristes episódios da ditadura militar no Brasil.
Marin disse que Romário é 
desagregador
Marin disse que Romário é desagregador

Coberttura ao VIVO do julgamento do Goleiro Bruno é julgado por morte de Eliza Samudio


O rapaz foi até um porão e pegou um saco preto e perguntou se eles queriam ver o resto e eles pegaram e saíram desesperado”. Aí os meninos falaram que não queriam ver nada, e foram embora com o Bruninho.

Aos prantos, Bruno disse que Macarrão não falou como ela tinha sido executada. “Mas eu cheguei perto do Jorge e perguntei como tinha acontecido. O Jorge falou comigo que o Macarrão foi até o Mineirão, e conversou com uma pessoa no orelhão, e naquele momento começou a seguir um cara de moto até uma casa na região de Vespasiano e lá entregou Eliza para um rapaz chamado Neném”, afirmou Bruno. E que lá um rapaz perguntou para Eliza se ela era usuária de drogas, chorou a mão dela e pediu que Macarrão amarrasse as mãos dela para frente, e deu uma gravata nela. E o Macarrão pegou e ainda chutou as pernas de Eliza. Foi o que o Jorge me falou. E que ainda tinha esquartejado o corpo dela, tinha jogado o corpo dela para os cachorros comerem”.

O goleiro Bruno, chorando, acaba de admitir que sabia que Eliza foi morta no dia 10 de junho de 2010. Ele contou que ela havia sido morta por Macarrão na noite do dia 10 de junho de 2010. “No momento que ele falou comigo eu fiquei desesperado, chorei muito. Fui até o Macarrão e perguntei o que você fez, cara? Não tinha necessidade, não”. Macarrão disse que ela estava atrapalhando demais, atrapalhando os meus projetos. Naquele momento eu senti medo”.

Bruno pediu para contar sua versão dos fatos. "Conheci Eliza na festa de um amigo em em 2009, nos conhecemos e nos envolvemos e desse envolvimento nasceu uma criança. Nesse tempo nós conversamos bastante, houve várias vezes muitas discussões entre eu e a Eliza, no tempo em que ela estava grávida".
Segundo Bruno, Eliza cobrava que ele arcasse com as despesas. "Realmente ela cobrava de mim que eu arcasse com as despesas. Algumas vezes eu ajudei, sim, só que ela queria que eu ajudasse mais. Eu não podia porque eu não tinha feito exame de DNA. Naquela noite, ela se envolveu também com outras pessoas", afirmou.

O goleiro Bruno Fernandes acaba de negar ter sido o mandante do assassinato de Eliza Samudio, mas disse sentir culpado, em partes. "Como mandante dos fatos, eu nego, mas, de certa forma, me sinto culpado", afirmou.

O advogado Lúcio Adolfo acaba de informar aos presentes na sala do júri que o goleiro Bruno só vai responder às perguntas dos seus advogados de defesa, da juíza Marixa Rodrigues e dos jurados. Neste momento, a juíza lê a peça que resume os motivos pelos quais ele está sendo julgado.

Juíza lê acusações contra o goleiro Bruno. Começa o julgamento.

Acaba de ser negado pelo Tribunal de Justiça de Minas Gerais o pedido de habeas corpus feito pelos advogados do goleiro Bruno, impetrado na quarta-feira da semana passada. Os defensores do goleiro apostavam que os desembargadores do TJ acatariam o pedido de revogação da prisão e que ele, inclusive, poderia participar já do último dia do julgamento, que é amanhã, em liberdade domiciliar.

Com a decisão, ele permanecerá detido na penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, cidade onde está sendo julgado desde segunda-feira junto de sua ex-mulher, Dayanne dos Santos. O ex-goleiro do Flamengo, que já está na sala do júri, começa a depor neste momento sobre seu envolvimento no assassinato de sua ex-amante, Eliza Samudio. Prevista para começar às 13h, a sessão foi atrasada a pedido dos advogados de Bruno.


O goleiro Bruno já está na sala do Fórum de Contagem (MG) e aguarda o começo do julgamento.

No primeiro dia de julgamento foi decido o conselho de jurados, com cinco mulheres e dois homens, e a delegada Ana Maria dos Santos, responsável por parte das investigações, foi ouvida. No segundo dia, foram ouvidos o policial João Batista Guimarães, que acompanhou o depoimento do ex-motorista de Bruno, Célia Rosa Sales, a prima de Bruno e a ex-mulher do goleiro, Dayanne Rodrigues, que responde por sequestro e cárcere privado da criança que o jogador teve com a vítima.

Bruno e Dayanne já estiveram à frente de um júri popular em novembro, mas não foram julgados. Após uma série de manobras da defesa, o processo foi desmembrado, primeiro em relação ao ex-policial, o Bola, que será julgado em 22 de abril, e também no caso do goleiro e da ex-mulher. Outra ex-amante de Bruno, Fernanda Gomes de Castro, foi condenada com Macarrão na época.

Além de dois julgamentos de outros três acusados, marcados para abril e maio, novas investigações estão em andamento para apurar a possibilidade de outros dois ex-policiais civis mineiros terem participado do assassinato com Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, outro ex-agente acusado formalmente pelo crime.
Apesar do reconhecimento de que a vítima morreu, a estratégia da defesa de Bruno seria atribuir o assassinato de Eliza a Luiz Henrique Romão, o Macarrão, então braço direito do goleiro, que já foi condenado pelo crime. em novembro. "Dissemos para ele (Bruno) contar o que sabe. A máscara já caiu. Ele não é mais goleiro do Flamengo. É um cidadão comum, um preso, um réu", declarou o advogado Tiago Lenoir, um dos defensores do jogador. Uma confissão, no entanto, está descartada. "Se ele confessar vai surpreender até os advogados", salientou
A ex-mulher de Bruno, Dayanne Rodrigues do Carmo, que responde por sequestro e cárcere privado da criança que o jogador teve com a vítima, também está sendo julgada. Nessa terça-feira ela prestou depoimento por cerca de quatro horas e negou envolvimento no crime. Disse, no entanto, ter visto todos os acusados no sítio do ex-atleta do Flamengo na época, em Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte
Após 974 dias atrás das grades, um dos réus mais notórios do País, o ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes das Dores de Souza, de 28 anos, comparece nesta quarta-feira, 6, à terceira sessão do júri popular que começou na segunda-feira. Acusado de mandar sequestrar e matar a ex-amante Eliza Samudio, de 24 anos, com quem teve um filho, o atleta está sendo julgado em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde está preso. Seu depoimento está marcado para esta quarta e a expectativa é de que ele admita, pela primeira vez, que Eliza está morta
Juíza encerra o segundo dia de julgamento.
A ex-mulher de Macarrão, Andrea Rodrigues, roubou as atenções na tarde desta terça-feira no fórum de Contagem, onde ocorre o julgamento de Bruno e Dayanne. Ela apareceu de surpresa e disse aos jornalistas que o ex-companheiro era apenas o “executor” das ordens do goleiro. “Ele me contou que a ordem para matar Eliza partiu de Bruno”, disse. Andrea afirmou que Macarrão não fazia nada sem o consentimento do amigo e patrão.
A mulher foi levada ao fórum pelo assistente de acusação José Arteiro, na tentativa de incluí-la como uma das testemunhas do julgamento. Porém, ele não obteve sucesso, uma vez que não havia mais prazo. Mesmo assim, as afirmações de Andrea causaram bastante alvoroço no local. Ela disse ainda que o ex não gostava mesmo de Eliza, mas negou que a modelo tivesse sido mantida em cárcere privado no sítio em Esmeraldas
O goleiro Bruno chora neste momento. Ao lado de Dayanne, ele assiste a reconstituição dos últimos dias de Eliza em seu sitio feita por seu primo Sergio Rosa Sales, que acabaria sendo assassinado em 2012 num crime que, segundo a policia, foi passional. Dayanne permanece impassível. O advogado Lúcio Adolfo entregou um lenço para o goleiro enxugar as lagrimas.
A assessoria do Tribunal de Justiça de Minas Gerais (TJMG) confirmou que a juíza Maria Fabiane Lopes Rodrigues, presidente do Tribunal do Júri de Contagem, pretende ouvir o depoimento da ex-mulher do goleiro Bruno, Dayanne Rodrigues do Carmo, ainda nesta terça-feira (5). Como os advogados de todos os envolvidos no desaparecimento de Eliza Samúdio podem fazer perguntas à acusada, a previsão é de que o interrogatório termine apenas no fim da noite. Com isso, o momento mais esperado do julgamento, que é o depoimento do próprio goleiro, ficará para quarta-feira (6).
Problemas técnicos atrasam a exibição do vídeo da acusação para o conselho de sentença. Por causa do horário, advogados que participam do julgamento já avaliam que o seja possível ouvir o depoimento apenas de Dayanne na sessão desta terça-feira (5) e que o interrogatório de do goleiro Bruno seja realizado amanhã.
A mãe de Eliza, Sonia Moura, deixou agora há pouco a sala do júri, amparada por sua advogada. Ela começou a chorar durante a exibição de entrevistas da filha e depois do Jorge Luiz, que denunciou na época do crime que a modelo havia sido asfixiada e seus restos mortais jogados para cães. Os vídeos estão sendo exibidos a pedido da Promotoria.

Acusação exibe vídeo com coletânea de reportagens e entrevistas com 1h54min de duração. Caso inclua o mesmo material exibido no julgamento de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e Fernanda Gomes de Castro, em novembro, inclui também imagens da reconstituição dos últimos momentos de Eliza no sítio de Bruno, narrados pelo primo do goleiro, Sérgio Rosa Sales, que também era réu no processo, mas foi assassinado em agosto passado.

Jurados ouvem leitura de laudos médico-legais sobre a viabilidade de Eliza ter sido morta de acordo com a descrição dada por Jorge Luiz Lisboa Rosa, de que ela teria sido vítima de uma “gravata” dada pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola. Laudos confirmam que a descrição do assassinato coincide com o tipo de morte relatado pelo rapaz, assim como as reações da vítima que teriam sido testemunhadas por Jorge.

Retomado em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte, o julgamento do goleiro Bruno Fernandes, acusado da morte da ex-amante Eliza Samúdio, de 24 anos, e da ex-mulher do jogador, Dayanne Rodrigues do Carmo, processada pelo sequestro e cárcere privado do bebê do atleta com Eliza. Caso foi retomado com leitura de depoimento, prestado em Tangará da Serra (MT), pela assistente judiciária Renata Garcia Costa, que acompanhou as declarações prestadas por um primo de Bruno, o então adolescente Jorge Luiz Lisboa Rosa, confirmado o assassinato da jovem. Renata confirmou que o rapaz teve acompanhamento da família ao ser apreendido e durante o depoimento. Em seguida, ocorrerá a leitura de outras peças do processo, pedida pela defesa dos acusados.

A juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues suspende para almoço o julgamento do goleiro Bruno Fernandes após o fim do depoimento da última testemunha a ser ouvida no caso, Célia Aparecida Rosa Sales. Durante a tarde, serão lidas peças do processo e exibido um vídeo a pedido da acusação e há expectativa de que o jogador e sua ex-mulher Dayanne Rodrigues do Carmo sejam ouvidos ainda hoje.

A testemunha Célia Rosa Sales afirmou em depoimento que Eliza teria dito que, se algum dia precisasse de alguma coisa, a única pessoa que não procuraria seria a mãe, Sônia de Fátima Moura, hoje dona da guarda do bebê da vítima com o goleiro Bruno Fernandes. Sônia acompanha o julgamento do goleiro em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

Enquanto Dayanne acompanha atentamente o depoimento de Célia, Bruno se mantém de cabeça baixa. Demonstrando cansaço, ele passa o tempo todo com os cotovelos apoiados nas pernas, escondendo o rosto com as mãos. A mãe de Eliza, Sonia Moura, disse há pouco que a postura abatida de Bruno e "fingimento". Ela acompanha o interrogatório da prima do goleiro

Célia Rosa Sales afirmou em depoimento que Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, amigo de infância de Bruno Fernandes, trabalhava para goleiro e para sua mulher Dayanne Rodrigues do Carmo. Mais cedo, Célia afirmou que Macarrão havia "mandado" Dayanne entregar o bebê de Bruno com Eliza Samudio a amigos para tentar esconder a criança enquanto a polícia investigava denúncia de sequestro da criança. Depois, a testemunha se corrigiu e disse que Macarrão fez um "pedido" a Dayanne.

Está sendo interrogada neste momento a última testemunha do julgamento, Célia Rosa Sales, prima de Bruno, e não tia, como chegou a ser divulgado. O seu testemunho foi solicitado pela defesa de Dayanne.

Mais cedo, Jaílson de Oliveira, detento que teria ouvido a confissão de Bola na penitenciária Nelson Hungria, foi dispensado pela Promotoria. O primeiro a depor foi João Batista Guimarães, testemunha que ouviu o interrogatório de Cleiton Goncalves, motorista de Bruno.

Renata Garcia, assistente do centro de internação que acompanhou o depoimento de Jorge Luiz na época das investigações do sumiço de Eliza, já havia prestado depoimento à distância, por carta precatória. É grande a expectativa para que sejam ouvidos ainda hoje Bruno e Dayanne.


A prima de Bruno, Célia Rosa Sales, será a última testemunha a ser ouvida no julgamento do goleiro em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Quando terminar o depoimento, deve ser lida uma carta precatória com a oitiva de Renata Garcia Costa, assistente jurídica do centro de internação em Belo Horizonte onde o primo de Bruno, o então adolescente Jorge Luiz Lisboa Rosa, hoje com 19 anos, cumpriu medida socioeducativa pelo sequestro e assassinato de Eliza Samudio.

Em seguida, o Ministério Público Estadual (MPE) vai exibir vídeos, última fase do julgamento antes de os réus serem ouvidos e ter início o debate entre acusação e defesa para que o conselho de sentença defina o destino dos acusados. O grupo de jurados é composto por cinco mulheres e dois homens.


Um dos advogados de Bruno, Tiago Lenoir disse esta manha que as "máscaras de Bruno já caíram", ao ser questionado sobre as entrevistas dadas pelo goleiro na época do desaparecimento de Eliza. Nessas entrevistas, ele dizia nao saber do paradeiro dela e que a tinha visto pela última vez há mais de um mês. Lenoir, no entanto, voltou a negar que o goleiro soubesse ou tenha participado do crime. "Hoje ele vai poder contar a verdade, dar sua versão, falar tudo que sabe", disse

Em seu depoimento, Célia Rosa Sales, prima do goleiro Bruno Fernandes, disse que Eliza Samudio chegou a convidar pessoas que estavam no sítio do atleta para "visitarem-na" no apartamento para onde achou que seria levada ao deixar o local com Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, Jorge Luiz Lisboa Rosa e Sérgio Rosa Sales. Segundo a acusação, neste momento Eliza foi levada para ser morta pelo ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola.

Célia Aparecida Rosa Sales confirmou ter visto Eliza Samudio no sítio do goleiro Bruno Fernandes em Esmeraldas, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Segundo a testemunha, o bebê de Bruno com Eliza também estava no local, assim como as filhas do atleta com a ex-mulher Dayanne Rodrigues do Carmo. Célia disse que conversou muito com Eliza e que a vítima ajudou até a preparar comida que foi servida no imóvel, que, segundo a polícia e o Ministério Público, serviu de cativeiro para Eliza e o bebê

Advogados de defesa conversam intensamente com Dayanne neste momento. Há grande expectativa para o depoimento dela, que pode ocorrer ainda nesta manhã. A juíza chegou a repreender os defensores pedindo silêncio. "Vocês estão atrapalhando os trabalhos", disse Marixa.

A tia de Bruno, Célia Rosa Sales, deu detalhes de seu relacionamento com o goleiro. Agora há pouco, ela contou como foi sua visita ao sítio de Bruno na época do desaparecimento de Eliza. Ela disse que foi ao local com Dayanne, "no dia 9 ou dia 10 de junho" – data em queEliza teria sido assassinada. Ela disse ter visto a modelo no sítio, onde também estavamMacarrão, Sérgio Rosa, seu filho que foi morto, Jorge Luiz, o primo de Bruno, e Coxinha.

Crescem nos bastidores do fórum de Contagem os rumores sobre uma possível confissão do goleiro Bruno Fernandes de Souza, que está sendo julgado desde ontem pelo envolvimento no assassinato de sua amante, a modelo Eliza Samudio. O interrogatório dele pode ocorrer ainda nesta terça-feira, após o depoimento das testemunhas que ainda faltam ser ouvidas.

Dentro de sua estratégia de "amaciar" a imagem do Bruno diante da opinião pública e dos jornalistas, o advogado de Bruno, Lúcio Adolfo, visitou há pouco a sala de imprensa do fórum de Contagem, onde os jornalistas acompanham a transmissão do depoimento da tia deBruno. Ele cumprimentou um a um os 33 jornalistas que estão no local. Questionado vai ter confissão, ele ironizou: "Claro, vou a igreja todos os dias".

Quem depõe agora é Célia Aparecida Rosa Sales, irmão do primo de Bruno, mãe de Sérgio Rosa Sales, réu do caso. Sérgio aguardava em liberdade o julgamento por júri popular pelo sequestro, cárcere privado e assassinato de Eliza, mas foi morto em 22 de agosto, em crime que a polícia afirma ser passional.

O depoimento de João Batista foi encerrado. A defesa não fez nenhuma pergunta para a testemunha.

Depois de uma queda de energia no Fórum atrasar a sessão, o julgamento começou. O policial João Batista Guimarães é o primeiro a ser ouvido. Ele acompanhou o depoimento do ex-motorista de Bruno, Cleiton da Silva Gonçalves, o Cleitão, durante a investigação

Sessão do júri nesta terça-feira deve começar com o depoimento de testemunhas do caso. A expectativa é de que o julgamento possa ser encerrado nesta quarta, 6. Nessa terça-feira, o advogado de Bruno dispensou as testemunhas de defesa

Grupo de Ações Táticas Especiais (GATE) fez uma varredura no entorno do Fórum de Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, para eliminar o risco de atentados com explosivos.

Bruno deixa a penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, e é escoltado para o fórum da cidade, onde ocorrerá o segundo dia de julgamento

Recurso. A defesa de Bruno havia arrolado cinco testemunhas, mas como duas não compareceram optou por dispensar as demais e se fixar "nas contradições" dos depoimentos de acusação. No caso do primo de Bruno, não é possível nem mesmo pedir que a polícia busque o rapaz, pois ele mora em outra cidade e, mesmo intimado, não é obrigado a comparecer ao julgamento.

A defesa ainda deve ouvir uma testemunha de Dayanne e vai insistir na tese de que Eliza não morreu. "Por isso, pedimos a retirada do atestado de óbito. E possivelmente vamos recorrer depois", observou Lenoir.

Condenados. Em novembro, foram julgados - e condenados - o ex-braço direito do atleta, Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, e outra ex-amante, Fernanda Gomes de Castro. O ex-policial civil Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, será julgado em 22 de abril pela acusação de execução e ocultação do cadáver de Eliza.


Depoimento. Uma das responsáveis pelas investigações, a policial foi a única testemunha ouvida. A maior parte das perguntas feitas pelo promotor foi para confirmar as declarações e as circunstâncias de declarações prestadas no inquérito oficial por um primo de Bruno, Jorge Luiz Rosa. Primeiro a assumir que Eliza foi assassinada em 2010, o rapaz estava com 17 anos. Hoje com 19, foi arrolado como testemunha por acusação e defesa, mas não apareceu.

Já a defesa de Bruno tentou principalmente mostrar contradições nas declarações da delegada e falhas na apuração do caso, como o fato de o ex-policial civil José de Assis Filho, o Zezé, ter sido investigado e deixado de lado na conclusão do inquérito. Por determinação do MPE e da Corregedoria-Geral da Polícia Civil, uma "investigação suplementar" está em curso para apurar a possibilidade de participação de Zezé e de outro ex-policial, Gilson Costa, no crime. Costa já é réu ao lado de Bola em outro processo, no qual são acusados de matar e sumir com os corpos de dois homens


Primeiro dia. No primeiro dia do julgamento dos acusados, nessa segunda-feira, o ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes chegou cabisbaixo ao Fórum de Contagem. E assim ficou enquanto via a juíza Marixa Rodrigues negar as tentativas dos advogados de adiar o júri ou retirar dos autos o atestado de óbito da ex-amante - e quando todas as testemunhas de defesa foram dispensadas. No fim da manhã, chorou, depois de ter um trecho da Bíblia que tinha nas mãos apontado por um de seus advogados.

Apesar de o julgamento estar marcado para começar às 9 horas, uma série de discussões e questões preliminares atrasou o início da sessão. Apenas no fim da manhã, foi definido o júri que vai julgar Bruno e Dayanne, com cinco mulheres e dois homens, aparentando média de idade em torno de 30 anos. Antes mesmo do sorteio dos jurados, a defesa de Bruno tentou adiar o julgamento.

Em uma das questões preliminares, o assistente de acusação Lúcio Adolfo pediu novo adiamento dos trabalhos com o argumento de que há um recurso ainda a ser analisado, pedindo que seja retirado dos autos o atestado de óbito de Eliza. O documento foi emitido em janeiro, por determinação de Marixa, afirmando que a vítima foi morta por asfixia. "Com esse atestado, três quesitos (sobre a morte, a serem analisados pelos jurados) já estão respondidos", observou o advogado Tiago Lenoir. Além do adiamento, os advogados também pediram à magistrada que determinasse a retirada do atestado do processo, mas as solicitações foram negadas


Após 971 dias atrás das grades, um dos réus mais notórios do País, o ex-goleiro do Flamengo Bruno Fernandes das Dores de Souza, de 28 anos, vai se sentar diante de um júri popular pelo segundo dia nesta terça-feira, 5. Acusado de mandar sequestrar e matar a ex-amante Eliza Samudio, de 24 anos, com quem teve um filho, o atleta está sendo julgado em Contagem, na Região Metropolitana de Belo Horizonte, onde está preso.

Sua ex-mulher, Dayanne Rodrigues do Carmo, que responde por sequestro e cárcere privado da criança que o jogador teve com a vítima, também está sendo julgada. Além de dois julgamentos de outros três acusados, marcados para abril e maio, novas investigações estão em andamento para apurar a possibilidade de outros dois ex-policiais civis mineiros terem participado do assassinato com Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, outro ex-agente acusado formalmente pelo crime.


Juíza Marixa Rodrigues encerra o primeiro dia de julgamento. Júri volta a se reunir nesta terça-feira.

O advogado de Bola, Ércio Quaresma, voltou a tumultuar o julgamento de Bruno e Dayanne. Ele foi repreendido agora há pouco pela juíza Marixa Rodrigues por ficar transitando durante o interrogatório da delegada Ana Maria que já dura mais de três horas. “Vou pedir que o senhor se mantenha sentado no local destinado às pessoas que não estão sendo julgadas porque o senhor está atrapalhando os trabalhos”, disse ela.

Bola pediu licença e saiu do ambiente por uma hora. Ele voltou com um saco preto, informando que ali estava o corpo de Eliza. Conforme o depoimento do menor à delegada, o executor da modelo tirou de lá uma mão e a lançou aos seus cães, que a devoraram. Depois de assistir tudo, Jorge relatou ter ficado tão aterrorizado que fez xixi nas calças.

O então menor disse que Bola pediu a Macarrão que amarrasse as mãos de Eliza para a frente, o que ele fez. Nesse momento, Macarrão passou a desferir chutes nas pernas de Eliza, que caiu ao chão e foi agonizando até morrer.

De acordo com o relato, Bola teria se apresentado a Eliza, já fora do carro e sentada em uma cadeira, como policial. O acusado teria pedido que ela ficasse de pé, e que lhe estendesse as mãos para que identificasse se não era usuária de drogas. Disse a delegada: “Com uma das mãos, à esquerda, esse senhor passou a apalpar as costas dela. Na sequência, passou o braço direito sob o queixo da mulher e começou a asfixiá-la”.

A delegada relatou que, segundo o primo do goleiro, quando chegaram à casa de Bola, todos permaneceram no carro, com exceção de Macarrão, que foi conversar com o condutor da motocicleta.

Segundo Ana Maria, Jorge contou a ela que Eliza foi levada do sítio de Bruno por Macarrão e ele na noite do dia 10 de junho de 2010, em um Ecosport, até a região da Pampulha, em Belo Horizonte, onde o amigo de Bruno se encontrou com um motociclista conhecido como Bola, Neném ou Paulista, passando a segui-lo até uma casa.

Bem mais séria do que pela manhã, quando chegou a sorrir na sala do júri, a ré Dayanne Rodrigues disse rapidamente ao Estado agora há pouco que é difícil prever o que vai acontecer nas próximos dias porque o “julgamento está bastante tumultuado”.  ”Vamos ver”, limitou-se a dizer, durante intervalo de cinco minutos.

“Deus me livre. É esse homem aí”. Foi assim que o primo de Bruno, Jorge Luiz, identificou em uma fotografia Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, como o homem que segundo ele matou Eliza Samudio, em depoimento dado à delegada Ana Maria dos Santos, que é interrogada no Fórum de Contagem há duras horas.

Ana Maria relatou que, quando Jorge relatou a ela, com riqueza detalhes os últimos momentos de vida de Eliza, o rapaz estava bastante emocionado, contendo o choro. “Chegou a segurar no meu braço com intensidade por duas vezes. Eu fiquei muito impactada com a história, a escrivã até pediu para interromper um pouco a oitiva”.

A juíza Marixa Rodrigues interroga a delegada Ana Maria dos Santos sobre o início das investigações, que segundo a testemunha ocorreram a partir de um denúncia anônima. Ela confirmou que, durante as diligências no sítio de Bruno, houve um conflito de versões dadas pelo funcionário do sítio José Roberto, que admitiu a presença de crianças no sítio, e o administrador Elenilson Vitor, que numa segunda diligência negou essa informação.

Ana Maria contou que a ex-mulher de Bruno, Dayanne dos Santos, telefonou para a polícia para dizer que estava tudo bem com ela, diante de informações publicadas pela imprensa de que a mulher de Bruno havia sido assassinada. Ela foi, então, convidada a ir à delegacia e compareceu à delegacia de Contagem acompanhada de "Coxinha". Com versões desencontradas dadas pelos envolvidos, um dos presentes, o Coxinha, confirmou a presença do bebê Bruno Samudio no sítio. Ele se dispôs a levar a polícia ao local onde a criança havia sido deixada horas antes.


Pouco antes de o julgamento ser interrompido para almoço, Bruno parecia emocionado. Ele chegou a levar um lenço aos olhos, como se estivesse enxugando as lágrimas, no momento em que a juíza abriu a sala do júri para que a imprensa fizesse imagens. Já Dayanne preferiu deixar o local para não ser filmada ou fotografada.

Após uma pausa para o almoço, recomeça o julgamento do goleiro Bruno e sua ex-mulher Dayanne dos Santos, realizado no Fórum de Contagem. A primeira testemunha a ser ouvida é a delegada Ana Maria dos Santos, que participou das investigações do desaparecimento de Eliza Samudio.

Com as ausências do primo de Bruno, Jorge Luiz, e de seu amigo Amir Borges Matos, que não vieram ao Fórum de Contagem, Bruno não terá testemunhas de defesa, já que o advogado Lúcio Adolfo dispensou os depoimentos de sua tia, Célia Aparecida Rosa Sales, e da amiga Maria de Fátima Santos, alegando que "o que interessa é o debate". Ele disse que pretende "destroçar" as testemunhas de acusação


A defesa de Bruno dispensou as testemunhas Célia Aparecida Rosa Sales, que é sua tia, Maria de Fátima dos Santos e Anastácio Martins Barbosa. A defesa da Dayanne dispensou Saiver Júnior e manteve o depoimento de Célia Sales. Com isso, das dez testemunhas arroladas, sobraram quatro testemunhas para serem ouvidas

Neste momento, a juíza liberou a entrada da imprensa para fazer imagens da sala do júri e determinou um intervalo de uma hora para almoço. Só depois deve ter início o interrogatório das testemunhas.

A defesa de Bruno dispensou as testemunhas Célia Aparecida Rosa Sales, que é sua tia, Maria de Fátima dos Santos e Anastácio Martins Barbosa. A defesa da Dayanne dispensou Saiver Júnior e manteve o depoimento de Célia Sales. Com isso, das dez testemunhas arroladas, sobraram quatro testemunhas para serem ouvidas.

Apesar da ausência de três testemunhas arroladas pela defesa – além de Jorge Luiz, Amyr Borges e Lucy Campos – , o advogado Lúcio Adolfo informou à juíza que ainda vai tentar trazê-las ao Fórum para que sejam ouvidas.

Cinco mulheres e dois homens vão compor o conselho de sentença, responsável por dar o veredito a Bruno e sua ex-mulher, Dayanne Fernandes.

A testemunha mais esperada do julgamento, o primo de Bruno, Jorge Lisboa Rosa, não compareceu ao Fórum de Contagem, informou a juíza Marixa Rodrigues. Entrevista recente dada por ele à Rede Globo – nela, ele atribui a culpa pelo crime a Macarrão, mas diz que seria praticamente impossível Bruno não saber de tudo – havia sido anexada ao processo.

Cerca de 90 minutos após a juíza determinar um intervalo para analisar as considerações preliminares da defesa de Bruno e Dayanne, a juíza lê sua decisão sobre as colocações da defesa. Ela indeferiu o pedido para que a certidão de óbito seja retirada do processo, alegando que sua emissão está suficientemente fundamentada. Ela também indeferiu o pedido para que o julgamento fosse suspenso, sob alegação da defesa de que havia outro inquérito em andamento

Os réus Bruno Fernandes e sua ex-mulher, Dayanne Souza, ainda não foram chamados pela juíza para comparecer em plenário
Lúcio Adolfo também questiona o desaparecimento, "entre os últimos dias 19 e 23", de 700 páginas do processo que depois foram anexadas novamente, porém, fora de ordem, o que prejudicaria o estudo dos autos
O clima esquentou também quando o advogado Ércio Quaresma, que defende Marcos Aparecido dos Santos, o Bola, tomou a palavra para pedir acesso a todo o material audiovisual incluído no processo, o que a juíza indeferiu. Ele também pediu que testemunhas não comuns ao processo de Bola, que será divulgado no próximo mês, sejam ouvidas por ele, numa clara tentativa de tumultuar o júri. A juíza determinou que ele fizesse a solicitação posteriormente

O julgamento foi interrompido por 20 minutos para que a juíza Marixa Rodrigues analise e inclua na ata as considerações preliminares feitas pelo advogado de defesa de Bruno e Dayanne, Lúcio Adolfo. Ele pede que os jurados tenham acesso a novos materiais anexados no processo e que o atestado de óbito de Eliza sejam excluídos do processo. Nervoso com a alegação do defensor, o assistente de acusação José Arteiro levantou a voz para exigir respeito. Houve um princípio de discussão e a juíza mandou que Arteiro se mantivesse sentado e em silêncio

"Acreditamos que a pena de Bruno poderia passar dos 24 anos", disse o assistente da acusação, José Arteiro

Tiago Lenoir, advogado de Bruno: "Não cabe à defesa provar que a Eliza está viva. Cabe à acusação provar que ela está morta"

Para a juíza Marixa Fabiane Lopes Rodrigues, à frente do julgamento e responsável pela decretação do atestado óbito de Eliza, a condenação de Luiz Henrique Ferreira Romão, o Macarrão, seria a prova de que Eliza está morta. Sua sentença foi dada no dia 23 de novembro de 2012

A expedição do atestado de óbito de Eliza Samudio pela Justiça é contestada pelos advogados de defesa dos réus. Segundo os defensores, o procedimento, feito sem provas cabais da morte da vítima, pode influenciar os jurados e prejudicar os acusados

Depois do sorteio dos sete jurados entre os 25 convocados, dos quais apenas 15 compareceram, deve começar em instantes o depoimento das testemunhas. Serão ouvidas cinco para defesa e cinco para a acusação de cada um dos acusados. Bruno e Dayanne falarão na sequência. Não há limite de tempo nesta fase do julgamento. De acordo com a assessoria do Fórum de Contagem, existe a possibilidade de que os depoimentos sejam concluídos ainda nesta segunda-feira.

Na sequência, a promotoria terá duas horas para expor seus argumentos, enquanto a defesa de cada um dos réus terá uma hora. Esse tempo pode ser prorrogado em mais duas horas para réplica e outras duas para tréplica. Terminada esta etapa, os jurados se reúnem para dar o veredicto para que a juíza possa, caso haja condenação, definir a sentença


A defesa do goleiro no caso fala em irregularidades no processo e cogita anular o juri novamente. "Para mim é muito cômodo: se eu ganhar, ganhei, senão, anulo", disse o advogado Lúcio Adolfo da Silva.

A defesa de Bruno admite o seqüestro de Eliza Samudio, mas afirma que ela foi embora do sítio após receber dinheiro do atleta. Para a acusação, o goleiro mandou sequestrar a ex-amante, levá-la a seu sítio, em Esmeraldas (MG), e matá-la.


A Justiça decretou a prisão do goleiro e outros sete suspeitos em 7 de julho de 2010. Bruno e Luiz Henrique Ferreira Romão, o "Macarrão", se entregam à polícia no Rio. O goleiro Bruno é acusado por sequestro, cárcere privado e assassinato de Eliza O promotor do caso, Henry Wagner de Castro, chega ao Fórum de Contagem.

Dayanne Rodrigues, ex-mulher do goleiro Bruno, também já chegou. Acusada de participação na morte de Eliza Samúdio, ela responde ao processo em liberdade. Goleiro Bruno chega ao Fórum de Contagem (MG)

Cantor Luciano detona atriz de Salve Jorge Artista teria dito que a veterana está muito envelhecida

FAMOSIDADES


Todo mundo sabe que o sertanejo Luciano é noveleiro. Por esse motivo, como não poderia deixar de ser, o irmão de Zezé di Camargo tem acompanhado “Salve Jorge”.
Atento ao folhetim de Glória Perez, o cantor reparou nos efeitos do tempo em uma artista veterana que faz parte do elenco da produção. Até aí, tudo bem.
O problema foi que o músico resolveu fazer comentários nada agradáveis sobre essa profissional durante um dos shows apresentados no cruzeiro da dupla, “É o Amor”.
Segundo o blog do jornalista Leo Dias, Luciano foi bem deselegante ao falar da veterana. “Ela está velha, acabada. E pensar que meu pai já bateu muita p#$%¨&* pensando nela.”
Ao ouvir as besteiras ditas pelo irmão, Zezé tirou o microfone do cantor e tentou contornar a situação.
Em sua coluna, o jornalista não quis revelar o nome da atriz alvo das alfinetadas por questão de educação.

Chorão, do Charlie Brown Jr., é encontrado morto em SP Causa da morte ainda não foi divulgada

Causa da morte ainda não foi divulgada - 1 (© Divulgação)


O vocalista da banda Charlie Brown Jr, Chorão, foi encontrado morto na madrugada desta quarta-feira (6), em São Paulo. A causa da morte do cantor ainda não foi divulgada.
Alexandre Magno Abrão, seu nome de registro, estava em seu apartamento em Pinheiros, zona oeste da capital paulista. Ele tinha 42 anos. 
Quando o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) chegou ao local, após ser acionado pelo motorista do vocalista, que o encontrou desacordado, Chorão já estava morto.
O Charlie Borwn Jr. apareceu no cenário musical no fim dos anos 1990. A banda lançou dez discos em pouco mais de 15 anos de carreira.
Chorão era, além do vocalista da banda, um dos principais compositores. Dono da banda, viu outros companheiros saírem e até voltarem, sem nunca ter deixado o projeto. Amante de skate, era também fanático torcedor do Santos.

Causa da morte ainda não foi divulgada - 1 (© Divulgação)

Alexandre Magno Abrão, o Chorão, nasceu em São Paulo no dia 9 de abril de 1970

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Era o vocalista e fundador do Charlie Brown Jr., banda criada em Santos, em 1992

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Ao lado Renato Pelado, Marcão, Champignon e Thiago Castanho, foi o único integrante da banda a participar de todas formações ao longo de 15 anos


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