A Beira Mar

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domingo, 16 de junho de 2019

Presidente do Democratas, um dos partidos que mais perderiam cadeiras em 2012 se o fim das coligações estivesse em vigor, o prefeito de Salvador, ACM Neto, também prevê mudanças de estrategia — Os partidos vão ter que apostar em candidatos a prefeito que impulsionem a chapa de vereadores.

Ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) entre 1990 e 2006, o jurista Carlos Velloso declara que os vazamentos de conversas entre o ministro da Justiça, Sergio Moro, e o procurador da República Deltan Dallagnol não devem virar trunfos jurídicos para acusados pela Lava-Jato , tampouco enfraquecer as investigações contra corrupção, já que as provas “são ilícitas”. Velloso acredita que a opinião pública está “contra a impunidade”, mas enxerga riscos maiores no exercício da magistratura.

Mesmo sem coligação, resultado das eleições municipais mudaria pouco, aponta pesquisa Levantamento mostra que nova regra teria baixo impacto nas capitais em 2016 e 2012

Apesar da preocupação de dirigentes partidários, a proibição das coligações nas eleições para as câmaras municipais no próximo ano não deve provocar profundas mudanças no quadro de representação das legendas , pelo menos nas capitais. É o que mostra uma simulação de como teriam sido as disputas de 2016 e 2012 se a nova regra estivesse em vigor.

Organizado pelas pesquisadoras Lara Mesquita e Gabriela Campos, do Centro Estudos de Política e Economia do Setor Público da FGV, a pedido do GLOBO, o levantamento mostra que o número de partidos com presença nos parlamentos municipais nas 26 capitais passaria de 32 para 33 se a regra já tivesse sido aplicada em 2016. Em 2012, haveria queda de 28 para 26.