A Beira Mar

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Bar e Restaurante

sábado, 31 de outubro de 2015

Estamos de olho

Será que os engenheiros e o secretario municipal de obras de Caraguatatuba senhor João Benavides Alarcon não estão acompanhando o que esta empresa esta fazendo? Observe as fotos e veja que não foi colocado ferro nesta concretagem. Depois reclamam quando é postadas matérias e notas como esta. 







Estudo alemão comprova satisfação com alinhador ortodôntico

Pacientes relatam mais conforto e melhor higiene com a placa móvel.

Para comparar o desempenho e o contentamento com o uso do aparelho fixo e do alinhador ortodôntico, pesquisadores da Universidade Johannes Gutenberg, em Mainz, na Alemanha, submeteram 100 pessoas aos tratamentos, divididas igualmente entre as duas modalidades. Foram realizados exames clínicos para verificar a saúde bucal dos pacientes antes e depois do tratamento, que durou cerca de seis meses. Ao contrário do aparelho fixo, que não pode ser retirado e tem metais fixados nos dentes, o alinhador é uma placa transparente levemente flexível.
Foi comprovado que o grupo de pessoas que usou o alinhador estava com a gengiva mais saudável e com uma quantidade menor de placa bacteriana dental. Os pacientes também responderam um questionário que avaliou a higiene oral, hábitos alimentares e a satisfação com o tratamento. Apenas 6% dos pacientes com alinhador reclamaram do tipo de tratamento. Entre os que utilizaram aparelho fixo, o índice foi de 36%. A pesquisa foi publicada na revista BMC Oral Health, em junho deste ano.
Com o alinhador, o tratamento é feito por etapas, e em cada uma delas a placa utilizada é substituída por uma mais apertada. O paciente tem que usar o alinhador cerca de 17 horas por dia, podendo retirá-ol para comer e higienizar a boca. Entretanto, o alinhador pode custar de 30% a 50% a mais do que o aparelho ortodôntico e levar entre 20% e 30% a mais do tempo para obter os mesmos resultados.
Jorge Faber, editor do periódico americano Journal of the World Federation of Orthodontists e professor de ortodontia da Universidade de Brasília, acredita que a pesquisa comprova o que já é percebido nos consultórios: o alinhador é mais confortável do que os aparelhos fixos. Isso porque, segundo Faber, o modelo de tratamento foi criado pensando mais no bem-estar do paciente do que na eficiência. “Em média, o uso de alinhador consegue corrigir entre 60% e 70% do problema”, afirma. Mas ele explica que isso normalmente não é um fator negativo para o paciente, já que 100% de eficácia muitas vezes é o ideal do dentista.
Segundo Faber, o alinhador é mais indicado para corrigir giro ou espaço entre dentes. Em casos de problemas de mordida e outros mais graves, é recomendado o uso do aparelho fixo. 

Será que algum pode responder?

Será que alguém ou o próprio senhor Felipe Augusto pode informar quais os horários que podemos encontrar o senhor Felipe Augusto na secretaria em que é secretario?


Cigarro eletrônico e vaporizadores atraem jovens

Uma pesquisa apontou que ainda há desconhecimento sobre os perigos do cigarro eletrônico.

Novos produtos alternativos de tabaco atraem jovens
Produtos alternativos de tabaco atraem os jovens. Os cigarros hoje em dia não representam mais a preferência dos jovens. Eles estão mais propensos a escolher produtos flavorizados, novos e vaporizados. 
Estudo mostra a falta de conhecimento sobre maconha e cigarros eletrônicos
Os jovens entenderam a mensagem de que o uso de cigarros é prejudicial.  De acordo com um estudo publicado no periódico científico Journal Adolescent Health, os estudantes foram inclusive capazes de listar várias consequências relacionadas ao uso dos cigarros, como pigmentação dental, mau hálito e câncer. Mas esses jovens não sabiam muito sobre o uso de cigarros eletrônicos e maconha, muitas vezes relacionando-os a percepções positivas ou ambivalentes. 
Lembrete dos riscos de fumar
De acordo com uma pesquisa divulgada pela FDA, órgão americano comparado à Anvisa no Brasil, o uso dos cigarros eletrônicos no ginásio e no ensino médio triplicou entre 2013 e 2014. 

Pimenta: ardida, mas saudável

A pimenta aumenta a produção de saliva e deixa os dentes mais fortes.

Elas estão presentes na culinária mexicana e baiana. Dão um toque especial no sabor das comidas e esquentam o clima da refeição. É claro, são as pimentas! Esta especiaria traz muitos benefícios para o organismo, inclusive para a saúde bucal. A professora do curso de Nutrição da PUC Minas Telma Teixeira L. Pereira destaca alguns nutrientes como vitaminas A, E, ácido fólico e minerais como zinco e potássio. Também possui vitamina C, que aumenta as defesas do organismo e deixa ossos e dentes mais resistentes. Além disso, a ingestão de pimenta aumenta a salivação e, consequentemente, melhora a mastigação e diminui a incidência de bactérias na boca. 
A nutricionista do Spa Maria Bonita Vânia Barberan explica que a pimenta possui um micronutriente chamado capsaicina, que cria estímulos nervosos e gera a sensação de ardência na boca e língua. A intensidade do ardor varia conforme a quantidade de capsaicina de cada fruto. “A pimenta Trinidad Scorpion Butcht é a mais forte do mundo. Outras pimentas fortes são a cumari, de bode, malagueta, tabasco e de cheiro”, afirma a professora do curso de Nutrição da PUC Minas Raquel Marques Diniz. Segundo ela, as menos ardidas são: Dedo de Moça, Biquinho, Cambuci ou Chapéu de Frade. Para diminuir a sensação de ardência Raquel indica o uso de leite e seus derivados, pois possuem a proteína caseína que reduzem o ardor. Dica: para fazer um molho que acompanhe a refeição, misture uma porção de iogurte com a pimenta. 
Em geral, a pimenta não causa problemas para a saúde bucal. Contudo, as especialistas alertam para o consumo exagerado. A ingestão de grandes quantidades de capsaicina pode causar queimaduras ou bolhas na boca ou na língua, náusea, alteração respiratória e vômito. Vânia explica que não é comum, mas existem pessoas com alergia ou intolerância a pimenta. Os sintomas mais comuns são o inchaço da língua, lábios e mãos. De qualquer forma, fique atento em relação à quantidade ingerida e evite comer pimenta quando estiver com aftas ou feridas na boca. 

Saiba como as bactérias da boca podem afetar seu coração

O diagnóstico da doença deve ser feito por um cardiologista.

Bactérias que viajam pela corrente sanguínea e acabam se alojando no coração: assim se origina a endocardite. A doença infecciosa atinge parte da membrana mais interna do coração, chamada de endocárdio, que está em contato direto com o sangue. A doença também pode afetar as válvulas do coração.
A doença mostra como o organismo humano é interligado e complexo, pois uma das causas da endocardite são as bactérias da boca. “Elas entram no sistema circulatório por meio dos tecidos bucais infecionados e atingem o coração”, explica Giuseppe Alexandre Romito, professor titular da disciplina de periodontia da Universidade de São Paulo. Ele afirma que o problema de saúde bucal mais associado à endocardite é a periodontite, que é um estágio mais avançado de inflamação do que a gengivite.
Com alto índice de mortalidade, se a doença não for tratada pode danificar ou destruir as válvulas do coração, trazendo complicações para o resto da vida. Alguns sintomas são: febre, sopro no coração, perda de peso, tosse e respiração curta. O tratamento normalmente se dá com o uso de antibióticos intravenosos, pelo período de quatro a seis semanas. O diagnóstico é feito pelo cardiologista. 
Para evitar que a endocardite seja originada por um problema odontológico, a dica é não deixar a saúde bucal de lado. Principalmente quando notar alterações na gengiva, como sangramento, para que a doença não evolua para uma infecção mais séria como a periodontite. Além disso, é fundamental a higienização diária completa, com escova de dente, creme dental e fio dental.

Brasil é um dos líderes mundiais em pesquisa odontológica

A endodontia é uma das áreas mais pesquisadas em odontologia no país.

A revista Dental Press Journal of Orthodontics (DPJO), em 2011, publicou uma projeção apontando que o Brasil seria o principal produtor de conhecimento em odontologia no mundo no ano de 2015. O autor da análise foi o então editor-chefe, Jorge Faber, que, atualmente, atua como editor do jornal americano Journal of the World Federation of Orthodontists e professor adjunto da Universidade de Brasília (UnB). Quatro anos após a publicação, o Brasil não se tornou líder mundial na produção de artigos científicos na área odontológica, mas está em segundo lugar como referência no cenário internacional. 
O Brasil chegou a ocupar, nos anos de 2012 e 2013, a primeira posição na produção de conhecimento em ortodontia no mundo, segundo a base de dados Scopus. Com a crise financeira e a recessão econômica, o país sofreu uma desaceleração na produção de artigos científicos, por causa da redução nas verbas para as pesquisas. Mesmo assim, em 2014, os brasileiros conseguiram permanecer no segundo lugar, com 980 trabalhos produzidos em odontologia. Os Estados Unidos ficaram em primeiro, com 1.458 resultados publicados. A Índia, que desde 2009 vem experimentando um crescimento exponencial na área odontológica, conquistou a terceira colocação, com 632 artigos. Para Faber, nos próximos cinco anos, o Brasil continuará mantendo a qualidade e a excelência em pesquisa. “Nós temos uma odontologia que é referência no cenário internacional e, cada vez mais, brasileiros estão sendo convidados para dar aulas em seminários no exterior”. 
De acordo com com a Coordenação do Programa de Pesquisa em Saúde (Cosau) do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), as áreas mais pesquisadas em odontologia, hoje, no Brasil são: materiais odontológicos, biomateriais, patologia oral, laser, endodontia, biologia celular e molecular. A base de dados Scopus, levando em consideração os artigos científicos produzidos mundialmente, aponta a cirurgia oral, seguida da periodontia e ortodontia, como protagonistas na produção de conhecimento.
Ao longo dos anos, o país contribuiu muito para a odontologia. Grande parte dos implantes dentários no mundo e dos aparelhos ortodônticos tem pequenos itens que foram desenvolvidos por brasileiros. “O Brasil é referência na área porque tem grandes clínicos e pesquisadores”, afirma Faber. 
Um parâmetro que pode ser utilizado para demonstrar a importância da ciência odontológica do país é o número de citações de artigos brasileiros na literatura mundial. “Dados apresentados recentemente pela presidência do CNPq mostram que as citações de trabalhos de brasileiros é maior que a média do mundo”, aponta Antônio Luiz Barbosa Pinheiro, membro da Cosau.
Uma das grandes dificuldades em produzir pesquisas de saúde em um país em desenvolvimento é a falta de recursos financeiros e de infraestrutura. “Sem contar a burocracia governamental”, destaca Pinheiro. Outro ponto negativo no cenário acadêmico nacional é a lentidão com a qual alguns dados chegam aos periódicos. Uma das explicações para isso é uma escolha editorial ‒ os editores dão preferência a artigos que alterem os modelos estabelecidos. “Trabalhos que mantêm as informações como estão não são atrativos para eles”, aponta Faber. O inglês também é uma adversidade enfrentada pelos pesquisadores brasileiros, já que muitos não são familiarizados com a língua e os trabalhos científicos, majoritariamente, utilizam-na para publicação. 
Projeção
A projeção de Faber, em 2011, foi feita a partir da observação do acúmulo de produção de conhecimento em odontologia no Brasil entre os anos de 1996 e 2009. A técnica utilizada foi a de regressão estatística, que se baseia em entender o quanto uma variável explica a outra. A criação de um modelo preditivo aconteceu justamente para tentar entender o futuro. Faber avaliou duas vertentes: a produção de todas as áreas e a ortodontia isoladamente. “Eu quis entender exatamente a natureza desse fenômeno e também a participação do nosso país”, explica. 
Em 1996, o Brasil ocupava a 17ª posição no ranking de número de artigos produzidos em odontologia. Nosso país chega ao 2º lugar durante os 13 anos. Analisando somente 2008 e 2009, estava em primeiro. Impressionado com o crescimento, Faber buscou o número de artigos publicados pelas principais nações ao longo de uma década, e realizou modelos de previsão para projetar o ranking delas em 2015.

Chupar o dedo pode atrapalhar formação dentária e fala do bebê

A sucção não nutritiva fortalece a musculatura dos bebês para a amamentação.

A palavra mania tem dois significados. Pode ser tanto um gosto ou uma preocupação excessiva com algo quanto uma prática repetitiva, um hábito estranho e excêntrico. Os gestos automáticos são imperceptíveis para aqueles que os praticam. Chupar o dedo, por exemplo, é um tique nervoso comum entre as crianças que está associado a fatores sociais e biológicos. A mania pode atrapalhar na formação dentária e também trazer distúrbios à fala. 
A sucção não nutritiva é um ato natural para os bebês e indispensável para a sua sobrevivência, pois ajuda a fortalecer a musculatura maxilar e facilita o processo de amamentação dos pequenos. Eles começam a chupar o dedo ainda na barriga da mãe. Alguns deles, contudo, mesmo quando não sentem fome, têm um forte desejo de sucção. A criança já nasce com esse impulso, porque chupar o dedo faz parte do processo de desenvolvimento psicossocial infantil. “O hábito só se torna nocivo quando traz problemas odontológicos, problemas na mastigação, atraso na fala e constrangimento social”, afirma a especialista em odontopediatria Maria Tereza S. Wendel Grainer. 
Inicialmente, chupar o dedo substitui o peito da mãe. Na psicologia, o nome dessa troca é objeto substitucional. A sucção não nutritiva é importante até uma determinada fase da vida da criança, quando ela ainda depende emocionalmente dos pais e sente-se insegura. “Às vezes, o filho sofre o que chamamos de ansiedade de separação e acha uma forma de repor essa ausência”, explica a psicóloga infantil Laura Goulart. É assim que alguns bebês desenvolvem esse hábito, pois associam o amor à oralidade. 
O hábito, comum até os três ou quatro anos, faz mal dependendo da força e da frequência com que a criança o repete. “Se os pais começarem a notar que os pequenos estão chupando muito o dedo, eles podem inserir a chupeta”, aconselha a dentista. Entre os problemas que a sucção não nutritiva pode causar, se prolongada além do período aceitável, está a mordida aberta. Com os caninos no topo, a criança não consegue morder com os dentes da frente. A ausência do contato entre a arcada superior com a inferior ocorre porque a mandíbula está afastada da maxila em alguma posição do arco dentário. O dedo é um obstáculo que impede a erupção completa dos dentes anteriores, o que produz uma deformação na estrutura óssea. 
Além disso, a articulação dos fonemas também é afetada no período em que acontece a alfabetização. “Os pais precisam reparar nos caninos. Se eles estiverem no topo, a mordida está errada e é preciso consertar o problema com urgência”, afirma Maria Tereza. Chupar o dedo também pode causar flacidez labial e respiração bucal. De acordo com a dentista, se o hábito persistir, é difícil corrigir o problema. “Mesmo que a criança coloque um aparelho, não fica 100%”. 
A fonoaudióloga especialista em crianças Katya Cabrera Rodrigues explica que chupar o dedo nunca é bom, pois ele faz mais pressão que a chupeta, e o céu da boca fica mais fundo. “O hábito faz com que a língua venha muito para frente e a criança coloca o órgão para fora. Isso faz com que ela troque os fonemas sonoros pelos surdos”. Um exemplo é a substituição da letra “v” pelo “f” ‒ em vez de vaca, a criança fala faca. 
A terapia fonoaudiológica é o último recurso, utilizado caso os problemas já estejam evidentes. “Primeiro avaliamos respiração, mastigação e fonação, depois orientamos as famílias a desviar o foco dos bebês dos dedos”. O tratamento corrige mastigação, deglutição, linguagem e respiração. Uma outra adequação é ensiná-la a mastigar dos dois lados da boca. 
Dicas 
- Converse: É unanimidade entre os profissionais que conversar com os bebês funciona. A dentista Maria Tereza S. Wendel Grainer afirma que 99% dos casos são resolvidos antes do aparelho. “Tem que dar atenção, carinho, sentar e falar com ele de como isso vai prejudicá-lo no futuro”, aconselha. A psicóloga Laura Goulart explica que, desde os seis meses de idade, a criança entende o que está sendo dito.
- Ocupe as mãos: sem segurar nada, fica mais fácil para as crianças levar a mão à boca. “Coloque algo nas mãos da criança, como lencinhos, ursos e paninhos. Isso vai impedir que ela chupe os dedos”, orienta a fonoaudióloga Katya Cabrera Rodrigues. 
- Chupeta: por ter formato anatômico, a chupeta faz menos pressão do que o dedo. Contudo, Maria Tereza ressalta que não se pode colocá-la pendurada no pescoço. “Dessa forma, o bebê não vai conseguir pegá-la sempre que tiver vontade”. 
- Não ridicularize: xingar não resolve. Fazer isso só vai deixar a criança com medo. 
 - Converse com o professor: se a criança já estiver na escola ou na creche, converse com os professores. “Eles vão reparar se o hábito persistir e estimular a criança a largá-lo”, diz Laura. 
- Para as crianças crescidas: o ideal é levá-las a fonoaudiólogos. Caso os profissionais achem necessário, haverá um encaminhamento para um psicólogo, para analisar mais profundamente o que leva à permanência do hábito e indicar um tratamento.

Onde aplicar o perfume para prolongar a duração da fragrância?


A verdade é que não há uma maneira correta de passar perfume. Mas há alguns truques que podem prolongar o cheiro. O ideal é espalhá-lo nas zonas do corpo com maior circulação de sangue.
Conta o site M de Mulher que não devemos esfregar o perfume no corpo, pois isso aquece a região e favorece a evaporação. A publicação listou as melhores regiões para passar a fragância e prolongar o efeito.
1. Centro dos seios
Essa zona do corpo sempre é aquecida pelos batimentos do coração é ótima para prolongar a fragância.
2. Dobra do joelho
A circulação sanguínea dessa área favorece a liberação do cheiro. O site sugere que antes de aplicar o perfume, devemos aplicar hidratante ou vaselina. Isso porque a camada de proteção formada impede a perda de água pela pele e ainda é responsável por firmar o perfume por mais tempo.
3. Pulso
A movimentação dos braços e mãos faz com que a fragrância se espalhe no ar.
4. Cabelo
A publicação aconselha que se misture a fragrância ao equivalente a uma moeda de 50 centavos de silicone neutro para cabelo. Em seguida, passe a mistura na ponta dos fios.

Como apagar tudo que você já pesquisou no Facebook

Facebook: mais de 1,5 bilhão de pesquisas são feitas por dia no site

O campo de pesquisa do Facebook é uma área muito usada da rede social. Segundo a empresa, mais de 1,5 bilhão de buscas são feitas diariamente. Cada uma dessas pesquisas fica guardada em um histórico, que você tem o direito de apagar.
Como o Facebook está em constante atualização, diversas opções mudam de lugar conforme o tempo passa. A forma mais recente de apagar o que você pesquisou no site é clicando no botão "Editar" que aparece quando clicamos na barra de buscas do Facebook em um computador.
Você será levado a uma página que mostra todo o seu histórico. Lá, clique na opção chamada "Excluir buscas" e você terá apagado tudo que você já pesquisou na rede social. No smartphone, o passo a passo é o mesmo.
Somente você tem acesso às suas pesquisas, segundo o Facebook. De qualquer maneira, apagar o histórico é uma iniciativa de segurança que ajuda a evitar que a sua privacidade seja invadida caso sua conta seja roubada.
Recentemente, o Facebook tornou 2 trilhões de publicações pesquisáveis na rede social. A empresa não informou se vai ou não monetizar a sua ferramenta de buscas, como faz o Google.

Para Malafaia, manifesto contra Cunha é de ‘esquerdopatas’

O manifesto evangélico que pede na internet a saída de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) da presidência da Câmara foi alvo de críticas do pastor Silas Malafaia, líder da Assembleia de Deus Vitória em Cristo. Malafaia desdenhou da iniciativa e disse que ela partiu de igrejas que têm afinidade com o PT e não representam 1% do pensamento evangélico. Referiu-se aos que assinaram o pedido como “esquerdopatas gospel”.
Se ele (Cunha) está devendo, ele que pague. Agora, vou assinar manifesto porque meia dúzia de esquerdopatas gospel quer fazer graça? Eu não, polemizou Malafaia, que apoiou Cunha na eleição para a presidência da Câmara.
Cunha era da Sara Nossa Terra, mas mudou para uma igreja que tem mais fiéis: a Assembleia de Deus de Madureira, um segmento diferente da comunidade de Malafaia. O pastor disse que assinaria um manifesto que pedisse a saída do presidente da Câmara, da presidente Dilma Rousseff e do presidente do Senado, Renan Calheiros (PMDB-AL).
Se aqueles, em nome do evangelho, querem a Justiça, por que não incluem Dilma e Renan que também foram citados na Lava-Jato? Questionou Malafaia, dizendo achar normal que o povo esteja indignado e se manifeste.
A iniciativa, que até ontem à noite contava com quase 3 mil assinaturas, nasceu com um grupo de líderes das igrejas evangélicas históricas (Anglicana, Luterana, Metodista e outras), que, normalmente, não declaram apoio a candidatos nas eleições. Depois, o movimento ganhou o apoio de membros das igrejas evangélicas neopentecostais, como a Igreja Universal do Reino de Deus (Iurd), Sara Nossa Terra e Assembleia de Deus.
Igrejas ouvidas informaram que não houve um posicionamento institucional, mas que os bispos e pastores são livres para demonstrar suas opiniões pessoais. Lideranças religiosas que assinaram o texto afirmaram que o objetivo é não só se manifestar contra Cunha, mas demonstrar que o presidente da Câmara não pode falar em nome dos evangélicos e se declarar como representante do segmento.
Como ele se diz representante de um pool de igrejas, essas igrejas estão questionando a mensagem que ele quer passar, afirmou Arthur Cavalcante, secretário-geral da Igreja Episcopal Anglicana do Brasil e um dos que assinou a lista.
Membros da atual igreja de Cunha também assinaram o manifesto e esteve na Assembleia de Deus de Madureira ontem, mas não conseguiu contato com os pastores. Sem querer se identificar, um dos fiéis afirmou que ainda não há provas de que Cunha tenha cometido algum crime.
Enquanto não tiver prova, não posso falar se fez ou não. Se ele roubou e for provado, vai pagar. Mas não cabe a mim dizer se ele é culpado ou não.
Em nota, a Sara Nossa Terra disse que a relação com Cunha sempre foi de caráter pessoal. “Não cabe à nossa instituição julgar qualquer dos seus membros ou ex-membros, como é o caso do senhor Eduardo Cunha, que atualmente segue outra denominação”. 

Zezé Di Camargo e Luciano brigam por cachê e fãs temem fim da dupla

Zezé Di Camargo e Luciano teriam se desentendido por causa da porcentagem que cada um recebe por shows da dupla

O clima entre Zezé Di Camargo e Luciano Camargo não é dos melhores. O motivo? Os irmãos estariam em pé de guerra por causa do cachê da dupla. Rumores dão conta de que os cantores não concordam com a discrepância da porcentagem do valor que cada um recebe por show. Há quem diga que o desejo de Luciano lançar um disco solo também tem afetado os ânimos da dupla. As discussões estariam causando preocupação entre os fãs, que temem o fim da parceria.

Ministério da Defesa exonera general que criticou governo

Mourão foi transferido para a Secretaria de Economia e Finanças da pasta.

O Ministério da Defesa exonerou o general Antônio Hamilton Martins Mourão do Comando Militar do Sul. Ele foi transferido para a Secretaria de Economia e Finanças da pasta. A mudança ocorreu depois que Mourão, em palestra dada em 17 de setembro no Rio Grande do Sul, criticou políticos, disse que a saída da presidente Dilma não altera o "status quo", mas que seria "o descarte da incompetência", entre outras declarações.
As declarações, muitas delas apresentadas em slides, causaram mal-estar no ministério. O comandante do Exército recebeu carta branca para resolver a situação. Nesta quinta-feira foi oficializada a transferência do general.
Pesou ainda contra Mourão o fato de, depois do episódio da palestra, ele ter estimulado integrantes do Comando Militar do Sul a fazer homenagens ao coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do órgão repressor da ditadura militar, que morreu este mês. Quem assumirá o lugar de Mourão será o general Edson Leal Pujol, que foi comandante das tropas brasileiras no Haiti.

Tonico Pereira reclama de salário pago pela Globo


Aos 67 anos, Tonico Pereira já se consagrou como um dos grandes atores brasileiros. Na novela A Regra do Jogo, ele está roubando a cena na pele do vagabundo Ascânio. O ator deu uma entrevista para o site Notícias na TV, onde fala que, além de não decorar o texto, ainda reclama do "baixo salário" que recebe da Globo.
"Uma pessoa lê as falas pra mim e eu as reproduzo, sem delay. Prefiro assim", confessou. "Uso ponto eletrônico porque é uma forma de me sentir ganhando mais. Já que não ganho mais, eu trabalho menos", polemiza o ator.
Ele ainda falou que é constantemente "atormentado" por José de Abreu, que o acusa de imitar o personagem Nilo, da novela Avenida Brasil. “Eles têm a fisionomia parecida, mas eu e Zé [de Abreu] somos atores diferentes. Isso não o impede de me atormentar ao dizer que estou imitando ele, mas eu devolvo dizendo que a risada do Nilo era infantil. Não era de criança?", brincou Tonico.

SBT demitirá mais de 100 funcionários, mas poupará time de artistas

SBT

Ao que parece a crise que financeira que o Brasil enfrenta começou a afetar o SBT. Isso porque a emissora da Anhanguera deverá demitir cerca de 120 profissionais no início do mês de novembro.
Os diretores do canal de Silvio Santos estariam estudando uma forma de reduzir custos com o menor número de demissões, porém, o corte será inevitável.
Apesar disso, um alto executivo do SBT garantiu que as demissões vão ocorrer em todos os setores, menos no elenco de atores e apresentadores, segundo o “Notícias da TV”.
Além do SBT, a Band e Record também estão na lista das redes de TV que tiveram de reduzir os quadros de funcionários em 2015.

Cantor chama “The Voice” de ‘programa de calouros’ e incomoda jurados

Jurados 'corrigiram' participante que usou termo 'calouro' para definir a atração

Claudia Leitte, Lulu Santos, Michel Teló e Carlinhos Brown foram surpreendidos com a atitude inusitada de um dos candidatos do “The Voice Brasil”, que se apresentou na última noite de audições às cegas, exibida na quinta-feira (29).
Os quatro jurados viraram a cadeira para o primeiro participante, Matteus Brunetti, e voltaram atrás logo em seguida após o cantor chamar a competição de ‘programa de calouros’.
Após o rapaz interpretar "Estou Apaixonado", Lulu perguntou se ele cantava outros estilos além do sertanejo.
Matteus, então, respondeu: "Não, canto sertanejo, mas digo mais do lance do romântico. Às vezes, fazer algo muito romântico não tem a pegada do que as pessoas querem em um programa de calouro".
A comparação incomodou os técnicos, que imediatamente corrigiram o cantor. "Isso não é programa de calouro, meu senhor! Isso é um programa de grandes vozes", disse Brown. "Agora você feriu a gente profundamente", afirmou Claudinha. "Me ofendeu!", completou o percussionista.
Em tom de brincadeira, os jurados ‘desviraram’ as cadeiras em resposta à comparação do candidato, que voltou a cantar "Estou Apaixonado" e fez os técnicos virarem a novamente.
Por fim, o jovem acabou escolhendo Michel Teló.

Lei de Crivella: Produtos fracionados devem conter preços

Entra em vigor hoje (22), a Lei (13.175/2015) de autoria do senador Marcelo Crivella, que obriga a exposição dos preços por unidade, quilo, litro ou metro, na venda a varejo de produtos fracionados em pequenas quantidades. No ponto de venda, deverá ter a informação do preço à vista e o correspondente à capacidade, massa, volume, comprimento ou área, de acordo com a forma habitual de comercialização de cada tipo de produto. A Lei não se aplica à comercialização de medicamentos.
Crivella justifica a conveniência da Lei citando, como exemplo, o caso do orégano, que, em pacotes de 3g, é vendido a R$ 2,00, custando R$ 666,00 o quilo; ou da pimenta branca, que chega a custar R$ 750,00 o litro; ou ainda do gergelim, vendido por mais de R$ 300,00 o quilo. Outro exemplo é o da tinta para impressora. Vendida em pequenas embalagens, de 3 a 10 ml, o valor por litro pode passar dos R$ 15.000,00, argumenta o senador.
“Tal prática, que consideramos abusiva, é facilitada pelo fato de não estar disponível ao consumidor, de forma fácil e direta, o preço praticado por unidade de medida. Ademais, a ausência dessa informação ostensiva nas gôndolas dos supermercados e nas prateleiras de estabelecimentos comerciais dificulta a comparação de preços pelo consumidor, nos casos em que diferentes fabricantes oferecem produtos similares, mas com diferentes quantidades em suas embalagens. Muitas vezes, acreditamos estar pagando mais barato, quando, na verdade, o preço mais baixo deve-se à quantidade significativamente menor do produto desejado,” explica o senador.

CONVITE - Louvorzão pela Paz no Complexo do Alemão - Presenças confirmadas de Marcelo Crivella, Michael Sullivan e Anayle Sullivan, Isis Regina, Mar‏

Prezado Companheiro, Bom dia,

Você é nosso convidado  para o Louvorzão pela Paz no Complexo do Alemão, no dia 1/11/2015 às 15h.

Presenças confirmadas de Marcelo Crivella, Michael Sullivan e Anayle Sullivan, Isis Regina, Marcelo  Brayner,  Jailson Duque entre outros.

Local: Largo do Itararé no complexo do Alemão.

Horário: 15 horas

Cordialmente, Eliana Ovalle


Mosaico: a voz unida das Unidades de Conservação‏

O Mosaico da Amazônia Meridional reúne mais de 40 áreas protegidas, numa extensão de aproximadamente 7,1 milhões de hectares (o equivalente a quase metade do estado do Ceará). Mas apesar do tamanho não consegue ser ouvido: o conselho consultivo do mosaico não foi chamado para dar um parecer no processo de licenciamento de obras dentro do território ou na área de influência das unidades de conservação. E só no Rio Telles Pires, devem ser construídas cinco hidrelétricas.
Esta situação foi encontrada pelas biólogas Cláudia Costa e Gisela Herrmann, autoras do estudo “Gestão Integrada de Áreas Protegidas: uma análise da efetividade de mosaicos”, lançado pelo WWF-Brasil durante o 8ª Congresso Brasileiro de Unidades de Conservação, realizado em setembro, em Curitiba, no Paraná.
estudo analisou quatro mosaicos em três biomas brasileiros diferentes: Amazônia Meridional e do Baixo Rio Negro (Amazônia); Sertão Veredas-Peruaçu (Cerrado) e Central Fluminense (Mata Atlântica). Juntos, eles abrangem cerca de 16,5 milhões de hectares. Foram utilizados 46 indicadores para avaliar quatro questões: a governança, gestão, valorização da sociodiversidade e proteção da biodiversidade.
Para Gisela, o grande desafio na gestão conjunta das áreas protegidas é integrar diferentes níveis de governo, como prefeituras, estados e União. “Mosaicos pressupõem uma gestão integrada, mas a gente não tem a cultura de trabalhar em conjunto os diferentes níveis de governo. Essa é uma dificuldade brasileira”, avalia.
O Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, no Cerrado de Minas Gerais, apresentou a maior efetividade (com 80% dos indicadores efetivos), seguido do Mosaico Central Fluminense (72%). Por fim, o Mosaico Baixo Rio Negro alcançou 63% de efetividade. A fragilidade institucional do Mosaico da Amazônia Meridional ficou evidente no resultado da avaliação. Com apenas 46% de efetividade, foi o pior entre os quatro analisados.
A provável causa da desvantagem dos territórios localizados na Amazônia é o pouco tempo de existência e ainda estarem em fase de implementação. O Mosaico da Amazônia Meridional foi criado em 2011 e do Rio Negro em 2010. Além disso, são muito mais extensos do que mosaicos encontrados em outros biomas. No Baixo Rio Negro, o conjunto de áreas protegidas se estende por 8 milhões de hectares.
As pesquisadoras encontraram também situações que demonstram a importância da gestão integrada de áreas protegidas. Cláudia Costa cita um exemplo também da Amazônia: a transformação de parte do Parque Estadual do Rio Negro na Reserva de Desenvolvimento Sustentável Poranga-Conquista, uma iniciativa conjunta dos responsáveis pelas unidades de conservação. Apesar de uma recategorização que teoricamente reduziu a proteção da área, a medida está ajudando na preservação:
“A comunidade que vivia na reserva passou a atuar na fiscalização da pesca, já que o Parque Estadual não tinha condições de fiscalizar”, conta a bióloga. “A iniciativa melhorou a relação com a comunidade e as condições de vida dos moradores, além de resolver um conflito com a população local”, explica.
Sucesso
O Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu é um exemplo de como eles podem contribuir para a conservação, quando fortalecidos. Os responsáveis pelo mosaico já atuaram em diversas iniciativas para proteger o território. Entre as vitórias, graças à participação e influência nos processos de licenciamento, conseguiram barrar um plantio de eucaliptos e também a construção de barragens na região.
Outro mosaico criado para frear o crescimento urbano e proteger áreas desde os manguezais até as serras é o Central Fluminense, que atuou nas discussões sobre licenciamento do Complexo Petroquímico do Rio de Janeiro (Comperj). “Sozinhos, somos mais frágeis, juntos temos mais gente para fazer articulações, assinar moções”, diz Cláudia Costa.
Previstos no Sistema Nacional de Unidades de Conservação (Snuc), os mosaicos existem para fortalecer as unidades de conservação e outras áreas protegidas que ocupem territórios próximos. A ideia é que o território tenha uma gestão compartilhada, para enfrentar os problemas e aproveitar as oportunidades comuns entre as áreas protegidas. No Brasil, existem mais 20 mosaicos de áreas protegidas, que além das categorias previstas no Snuc incluem também terras indígenas.
A gestão conjunta favorece o melhor aproveitamento dos recursos, tão escassos para as unidades de conservação, mas os mosaicos não devem ser vistos apenas como um caminho para reduzir gastos e pessoal, de acordo com Cláudia Costa. “Os mosaicos possuem uma força potencial significativa, mas ainda mal aproveitada porque os órgãos responsáveis pela gestão e pela política não estão preparados para atender as necessidades que eles demandam”, conclui Costa.

Mariana Belmont - Assessora de Comunicação
Mosaico Bocaina de Áreas Protegidas

Buriti no Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, do Cerrado de Minas Gerais. Foto: Bento Viana

Mulheres vão às ruas e gritam: 'Pílula fica, Cunha sai'

Marcha das mulheres no Rio, na quarta.

Uma mulher é violentada, como ocorre 50.000 vezes por ano no Brasil. Com medo, ela não registra boletim de ocorrência. Vai ao hospital pois sente dores e teme ter engravidado do estuprador. Ou ter pego alguma doença sexualmente transmissível como a AIDS. Chegando ao local, não pode ser atendida. Como não registrou boletim de ocorrência na delegacia, tampouco realizou um exame de corpo de delito, não tem como provar à equipe médica que, de fato, foi estuprada.
Se antes de ir ao hospital ela tivesse parado na delegacia, uma medida que segundo as pesquisas a maioria prefere não fazer por vergonha ou por temor de constrangimentos ou pelo impacto imediato do trauma, ainda assim continuaria temendo uma gravidez de um criminoso, já que até seria atendida no hospital, mas poderia, ainda assim, não receber medicamentos como a pílula do dia seguinte. Dependeria do médico julgar que se trata ou não de um "medicamento abortivo".
Toda essa nova via crucis para as vítimas é o que prevê o Projeto de Lei 5069, de autoria de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) e patrocinado pela bancada religiosa, aprovada na semana passada por uma comissão de deputados (Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania). O objetivo é justamente complicar o acesso legal ao aborto, quando o estupro é uma das poucas condições que permitem que uma mulher receba orientações médicas, para, se quiser, realizar a interrupção da gravidez de forma legal no Brasil. Se passar todas as etapas legais, nem após ter sido violentada, a mulher brasileira terá caminho livre para exercer esse direito.
    Depois de ser aprovada na CCJ, as reações começaram a surgir nas redes. E das redes para as ruas, foi questão de pouco tempo. Desde o início desta semana, quando a primeira manifestação contra essa lei ocorreu no Rio de Janeiro, várias cidades estão se organizando para ir às ruas.
    No Rio, mulheres, mães, crianças e homens foram ao centro da cidade gritar contra o projeto em uma situação tão fragilizada. Depois do Rio, São Paulo realizará nesta sexta-feira a sua marcha. E no sábado novamente. Ambas serão na avenida Paulista. Como foram convocadas por coletivos e iniciativas diferentes, as lideranças decidiram manter as duas datas, como alternativa. "Quem não puder ir na sexta, pode ir no sábado", diz a convocatória de uma delas. No sábado, outras cidades também farão as suas marchas, que estão sendo convocadas pelo Facebook.
    A marcha é contra a PL 5069, mas, como um dos autores é Cunha, cuja agenda inclui diversas pautas conservadoras e é contra o aborto, o presidente da Câmara também está no alvo. Pílula fica, Cunha sai, diz a campanha. Além de Cunha, outros 12 deputados assinam a lei. Entre eles Padre Tom (PT), João Campos (PSDB) e Isaías Silvestre (PSB). A lista completa pode ser acessada aquiA votação foi 37 a 14.
    Depois de aprovada na comissão, o projeto agora será encaminhado para votação no plenário. A previsão é que isso ocorra logo, já que o presidente da Casa é um dos autores. Segundo deputados contrários ao projeto, como Maria do Rosário (PT), essa PL é a "antessala da proibição da pílula do dia seguinte para as mulheres." Projeto, se aprovado, tem de ir ao Senado e ser sancionado pelo executivo.

    Rodrigo Santoro volta às novelas com o maior salário dos atores da Globo

    O ator Rodrigo Santoro no filme Golpe Duplo (2015), no qual contracenou com Will Smith  - Divulgação/Warner Bros

    Mais bem-sucedido astro brasileiro em Hollywood, Rodrigo Santoro vai ganhar o maior salário dos atores da Globo para fazer 18 capítulos de Velho Chico, próxima novela das nove, no ar a partir de abril. O ator receberá cerca de R$ 300 mil mensais durante o período de vigência de contrato, que inclui a fase de preparação, as gravações e o "pós-estreia". Ao todo, o ator deverá embolsar aproximadamente R$ 1,5 milhão para ser o grande chamariz da novela.
    Para se ter uma ideia, atores de primeira linha da Globo ganham entre R$ 100 mil e R$ 250 mil quando estão no ar. Esta última categoria tem nomes como Tony Ramos e Glória Pires. A Globo pagou mais por Santoro porque ele poderia receber a mesma coisa trabalhando em filmes e séries norte-americanas.
    Ele está em cartaz atualmente no longa Os 33, sobre o resgate de 33 mineiros soterrados no Chile. No ano que vem, surgirá nas telas interpretando Jesus no remake de Ben-Hur. Na TV paga, terá papel de destaque na série Westworld, uma das grandes atrações da HBO para 2016, produzida por J.J. Abrams (Lost, Jornada nas Estrelas).
    O salário de Santoro, no entanto, parece "troco" perto do que ganham alguns apresentadores. Âncora e editor-chefe do Jornal Nacional, William Bonner recebe cerca de R$ 1 milhão mensais. Na Record, Rodrigo Faro recebe mais de R$ 2 milhões por mês, contando comissão por merchandising.
    Santoro está longe das novelas da Globo desde 2003, quando atuou em Mulheres Apaixonadas. Foi quando ele decidiu se dedicar à carreira internacional. Desde então, fez apenas algumas obras curtas na TV brasileira, como Hoje É Dia de Maria (2005) e Afinal, o que Querem as Mulheres (2010), ambas do mesmo diretor de Velho Chico, Luiz Fernando Carvalho.
    O ator interpretará o protagonista da primeira fase da substituta de A Regra do Jogo, ambientada em 1968. Na segunda fase, nos anos 1980, o personagem será defendido por Antonio Fagundes. Escrita por Edmara e Bruno Barbosa, com supervisão de Benedito Ruy Barbosa, Velho Chico será uma saga sobre duas família rivais que vivem às margens do rio São Francisco.
    Além de Santoro e Antonio Fagundes, já estão confirmados na novela os atores Tarcísio Meira (em participação apenas no primeiro capítulo), Selma Egrei, Marcos Palmeira, Letícia Sabatella, Domingos Montagner, Marcelo Serrado, Irandhir Santos, Dira Paes, Rodrigo Lombardi, Fabiula Nascimento e Umberto Magnani.

    Afiliada da Globo demite jornalista preso com 240 kg de falsa cocaína

    Alex Barbosa mostra falsa cocaína em reportagem exibida pelo Jornal da Globo do dia 13 - Reprodução/TV Globo

    Afiliada da Globo em Mato Grosso, a TV Centro América demitiu o jornalista Alex Barbosa. Repórter de rede, que produz para os telejornais de cobertura nacional, Barbosa foi preso no último dia 12 quando simulava tráfico de cocaína em uma reportagem em que testava a fragilidade do combate ao tráfico na fronteira do Brasil com a Bolívia. O jornalista e mais três funcionários da TV Centro América transportavam 240 quilos de gesso embalados como se fossem pacotes de cocaína. Eles permaneceram sete horas presos na Polícia Federal de Cáceres (MT).
    Barbosa foi desligado na última quarta-feira (28). Ele agora aguarda a decisão da Globo sobre seu futuro profissional. É certo que não ficará desempregado. Deverá ser contratado por outra afiliada da rede ou absorvido por alguma das emissoras da família Marinho. Os repórteres de rede são indicados pela direção-geral de jornalismo, no Rio de Janeiro, mas são contratados e pagos pelas afiliadas. Ex-TV Mirante (Maranhão), da família Sarney, Alex Barbosa estava havia apenas três meses no Mato Grosso. Procurado pelo Notícias da TV, o repórter não quis se manifestar.
    Barbosa teria sido demitido porque suas reportagens investigativas, como a que expôs a fragilidade da polícia na fronteira, incomodavam o governo local. Pressionados política e economicamente, os donos da TV Centro América teriam decidido demiti-lo. A afiliada tem um histórico de conflitos com a orientação do jornalismo da Globo. Atualmente, encontra-se sob uma espécie de intervenção. O diretor de jornalismo local foi indicado pela Globo, assim como Barbosa.
    O repórter e mais três funcionários da TV Centro América foram detidos no dia 12 quando trafegavam pela BR 070. Eles já tinham rodado durante 12 horas pelas estradas do Estado do Mato Grosso com a falsa droga.
    Como mostrou uma reportagem exibida pelo Jornal da Globo no dia 13, eles passaram tranquilamente três vezes diante de três postos da Polícia Rodoviária Federal, por um posto do Denit (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transporte) e por blitz de policiais rodoviários. Só foram detidos à noite, em uma blitz do Gefron (Grupo Especial da Fronteira), da Polícia Militar, que os encaminhou para a Polícia Federal. Na PF, foi constatado preliminarmente que o material que transportava era gesso, mas mesmo assim foram instaurado um inquérito e apreendidos os veículos da reportagem.
    A pauta desagradou autoridades. O secretário de Segurando do Mato Grosso chegou a dizer à imprensa que, "independentemente da questão de ser reportagem, eles [jornalistas] serão tratados de acordo com o que rege a lei". E cobrou publicamente a exibição da reportagem, mostrando que o repórter falhou na missão de provar a fragilidade do policiamento.
    A Polícia Federal, no entanto, foi alertada pelo Ministério Público Federal de que a TV Centro América faria a reportagem. O próprio Alex Barbosa enviou ofício a procuradores da República informando previamente, como medida de segurança, que testaria a eficácia da fiscalização contra o tráfico.
    Desde as 15h30 desta sexta (30), O Notícias da TV tenta falar com a direção de jornalismo da TV Centro América, sem sucesso. Os funcionários que atendem às ligações dizem que os responsáveis não se encontram na Redação.
    A Globo, oficialmente, diz que Barbosa não foi demitido. Mas é fato o jornalista foi informado pela TV Centro América que seu contrato será rescindido. Ele continua à disposição da Globo, como repórter de rede, mas está sem contrato e afastado da atividade.

    quinta-feira, 29 de outubro de 2015

    Magno Malta critica alterações feitas no Estatuto do Desarmamento



    O senador Magno Malta (PR-ES) defendeu hoje (28) uma mobilização contra as mudanças feitas no Estatuto do Desarmamento (Lei 10.826/03) aprovadas na terça-feira (27) pela comissão especial da Câmara dos Deputados que analisa o tema.
    - Ficamos mais vulneráveis armados que desarmados - afirmou.
    Malta disse que o Brasil era muito mais violento antes do Estatuto e alertou que mudar as regras sobre porte e uso de armas não vai diminuir a criminalidade no país.
    Essa redução das armas, segundo Magno Malta, é fruto de um conjunto de medidas que começa na família, com a criação dos filhos, e passa pelo fechamento das fronteiras, o melhoramento das polícias e a educação da sociedade.
    - Precisamos manter o Estatuto do Desarmamento, porque não é armando a sociedade que vamos diminuir a violência dessa sociedade. Não vamos permitir que a bancada da bala, que está a serviço das grandes empresas e da indústria do armamento, nesse país e fora dele, possa destruir aquilo que certamente foi e deve continuar sendo importante para o país, que é o Estatuto do Desarmamento - ressaltou.

    Sindicalistas criticam fusão dos Ministérios do Trabalho e da Previdência



    Representantes de centrais sindicais apontaram, nesta terça-feira (27), o esvaziamento das funções do Ministério do Trabalho como efeito da Medida Provisória (MP) 696/15, que redesenha a estrutura e as competências de ministérios e órgãos da Presidência da República. A MP foi discutida em audiência pública na comissão mista de deputados e senadores que analisam o texto.
    A medida provisória integra o conjunto de medidas do pacote fiscal, com o qual o governo espera elevar a arrecadação federal em 2016, diminuir gastos públicos e obter superávit primário. Uma das reformas em pauta é a fusão de dois ministérios (Trabalho e Previdência Social) e a extinção de um terceiro (Pesca e Aquicultura), cujas funções serão transferidas para o Ministério da Agricultura.

    Para o representante da Nova Central Sindical de Trabalhadores (NCST), Lineu Neves Mazano, a medida é contrária à demanda sindicalista pelo fortalecimento do Ministério do Trabalho.

    - Em vez disso, o governo o transforma em agregado. Um ministério que deveria ser o protagonista em momento de crise, uma vez que não existe riqueza sem trabalho - afirmou.

    Segundo ele, as competências de ambas as pastas podem ser prejudicadas com a fusão.

    - Ao se tornar um ministério agregado, a Previdência Social, que atende a 60 milhões de contribuintes, perde o controle de seus próprios debates, como a questão da seguridade social. E ainda se associa a um ministério já combalido, como o do Trabalho - argumentou Mazano.

    Esse ponto da reforma também foi criticado pelo representante da Confederação dos Trabalhadores no Serviço Público Federal (Condsef), Pedro Armengol de Souza.

    - A única referência que o trabalhador brasileiro tem, do ponto de vista de garantia de seus direitos, ainda é o TEM [Ministério do Trabalho e Emprego], com toda a carência e desmonte dos últimos 50 anos - disse ele.

    - Existem 31 ministérios que nem deveriam ter título de ministério, é um engodo - criticou o presidente da União Geral dos Trabalhadores (UGT), Isaú Chacon. Para ele, além de inócua para o reequilíbrio orçamentário, a MP acaba com avanços históricos da luta sindical.

    O presidente da Associação Nacional dos Especialistas em Políticas Públicas e Gestão Governamental (Anesp), João Braga de Souza, por sua vez, alerta que a medida não deve ser interpretada como ajuste fiscal.

    - A vocação de uma reestruturação administrativa é racionalizar a máquina e fazer com que o governo funcione melhor; um dos efeitos é a redução de gastos e aumento da arrecadação. Mas não deve ser feita uma leitura puramente contábil - ressaltou.

    Cargos comissionados

    Para Souza, a reforma perde o sentido sem definição sobre as regras de provimento de cargos comissionados, que, segundo ele, chegam a 23 mil no Executivo federal.
    - Esse drama não é desse ou daquele governo, é geral - frisou.

    O relator, senador Donizeti Nogueira (PT-TO), no entanto, sustentou que nas últimas duas décadas houve aumento na substituição de comissionados por servidores públicos. Segundo ele, no início da década de 1990, o Ministério do Meio Ambiente tinha 75% de seu corpo funcional terceirizado, hoje a maioria de servidores passou por concurso público. Ele estimou em 13% o total de cargos em comissão condicionados à filiação partidária.

    O diretor da Associação dos Servidores da Agência Brasileira de Inteligência (Asbin), João da Cruz, disse que a mudança não alterou a estrutura da carreira de oficial de inteligência, “pelo contrário, houve valorização da atividade”. Com a MP, a área de inteligência do governo, incluindo a Agência Brasileira de Inteligência (Abin), antes ligada à GSI, irá para a Secretaria de Governo. Cruz alertou, porém, para a perda de 40% de pouco mais de mil servidores que compõem o corpo de oficiais de inteligência.

    Unificação de auditorias

    Durante a audiência, o presidente do Sindicato Nacional dos Auditores Fiscais do Trabalho (Sinait), Carlos Silva, defendeu a unificação das carreiras de auditor da Receita e do Trabalho na “Auditoria Fiscal da União” – tema de emenda proposta por parlamentares ao texto original. Em sua opinião, é ineficiente manter duas categorias para fiscalizar a folha de pagamento.

    O presidente da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal do Brasil (Anfip), Vilson Antonio, por sua vez, salientou que não há “aderência” entre as atividades de auditoria do trabalho e aduaneira.
    Para a presidente do Sindireceita, Silvia de Alencar, o interesse pela unificação pode ser atribuído ao “bônus de eficiência” à carreira de auditoria da Receita, atualmente em negociação com o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão.

    O deputado Afonso Florence (PT-BA) acredita que o pleito de unificação das carreiras de auditorias não deve prosperar.

    - Mexer nas carreiras não é o objeto original da MP, então eu acho muito inoportuno mexer nisso agora - disse ele.