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domingo, 6 de outubro de 2013

STF publica acórdão do julgamento do mensalão até 3ª

O Supremo Tribunal Federal (STF) vai publicar até terça-feira, 08, o acórdão do julgamento dos primeiros recursos do processo do mensalão, ocorrido entre agosto e setembro. Com isso, abrirá o prazo para que as defesas dos 25 condenados recorram novamente e que os 12 com possibilidade de novo julgamento apresentem o pedido, os chamados embargos infringentes.
Nesta nova fase, as condenações por formação de quadrilha podem ser revistas, o que tiraria expoentes do caso como o ex-ministro José Dirceu e o ex-tesoureiro do PT Delúbio Soares do regime fechado de prisão. Abre-se ainda a discussão sobre o cumprimento da pena para quem não tem direito a este tipo de recurso.
A publicação do acórdão dos embargos de declaração será feita antes do prazo legal de 60 dias que o STF dispunha. Os ministros concluíram o envio dos seus votos na quinta-feira passada, 03. Dias Toffoli foi o último, e o presidente da Corte, Joaquim Barbosa, elaborou a ementa, um resumo das decisões. A documentação agora está com a Secretaria Judiciária apenas para a padronização no sistema e o encaminhamento para a publicação.
Mesmo com a celeridade, a análise dos embargos infringentes deve ocorrer apenas em 2014. Após a publicação, abre-se um prazo de 30 dias para que as defesas apresentem o recurso que possibilita a reanálise das sentenças quando houve quatro votos divergentes. Apresentadas as contestações, os recursos seguirão para a análise do Ministério Público. Há ainda cinco dias para que todos os 25 condenados apresentem questionamentos ao acórdão que será publicado agora por meio de embargos de declaração.

'Caso Amarildo não é marca das UPPs', diz Sérgio Cabral 'Temos 8.600 PMs em UPPs e a esmagadora maioria é querida pela população', afirmou o governador do Rio

O governador do Rio, Sérgio Cabral (PMDB), e o secretário de Segurança, José Mariano Beltrame, foram questionados em entrevista neste domingo, 6, sobre o temor de moradores do complexo de favelas do Lins, na zona norte do Rio, ocupado na madrugada para a instalação da 35.ª Unidade de Polícia Pacificadora (UPP) do Estado, de que ocorra nas comunidades uma repetição de práticas tornadas públicas com o caso Amarildo. Cabral afirmou que o caso Amarildo "não é a marca das UPPs".
O pedreiro Amarildo de Souza, de 43 anos, está desaparecido desde 14 de julho, quando foi conduzido por policiais da UPP da favela da Rocinha, na zona sul, para "averiguação". Dez PMs, entre eles o comandante da UPP, foram denunciados pelo Ministério Público e tiveram a prisão preventiva decretada pela Justiça na sexta, 4, sob acusação de tortura seguida de morte e ocultação de cadáver.
"Por um lado lamentamos profundamente a conduta desses policiais, mas isso não representa a filosofia da UPP. UPP não é isso, pelo contrário. O método utilizado pelos policiais é uma coisa abominável, mas temos 8.600 PMs em UPPs e a esmagadora maioria é querida pela população", disse o governador.
"O caso Amarildo é um caso triste que demonstra que só pôde acontecer o que aconteceu, com investigação e punição, porque temos uma UPP na Rocinha. Quantos policiais, ao longo do histórico de confrontos e de entradas em comunidades, cometeram erros, violências, e a população não teve como se defender? Quantos marginais cometeram barbaridades nas comunidades até a chegada das UPPs?", disse o governador. Na mesma entrevista, o secretário de Segurança também comentou o caso Amarildo e afirmou que "a polícia que às vezes comete erros é a mesma que pacifica". "Tivemos um problema triste e ruim na Rocinha. O que aconteceu foi elucidado e os policiais estão à disposição da Justiça. A mesma polícia deu uma resposta aos moradores. Não compactuamos com esse tipo de ação. Quantos outros Amarildos têm o Rio e que as famílias não puderam nem reclamar?"
O governador anunciou que a região do Lins receberá investimentos de R$ 500 milhões em obras de infraestrutura e afirmou que complexo de favelas da Maré (zona norte) receberá uma UPP até o primeiro trimestre de 2014.

E agora, o que vamos fazer?

O que será que José Serra e Aécio Neves estão achando da parceria entre a Marina Silva e Eduardo Campos?

E agora amigos e filiados do PSDB, subestimamos a Marina Silva e veja no que deu... 

Aécio Neves, quem vai querer ficar no nosso barco depois dessa obra de arte?


Danielle Winits defende Amarilys, de "Amor à Vida": "Não foi o intuito da personagem"

FAMOSIDADES

Causando polêmica em “Amor à Vida”, Danielle Winits defendeu sua personagem, Amarilys, que traiu o amigo, Niko (Thiago Fragoso), com o companheiro, Eron (Marcello Anthony), para gerar um filho para o casal.
“Não tiro o lado da traição, mas acho que este não foi o intuito da personagem. Acho que isso fez parte de um rombo emocional da personagem, ela era muito carente. Mas quando entrou a carência afetiva, ela não pensou e colocou os pés pelas mãos”, afirmou durante participação no “Domingão do Faustão” deste domingo (6).
A atriz também comentou o envolvimento da médica com Eron.
“Amarilys não se apaixonou só pelo homem, mas pela situação. Ela quer aquela família, isto acontece muito, é uma situação crível. É uma mulher de quase 40 anos e ainda não tem um filho para chamar de seu.”
E fez questão de relembrar que a personagem não foi a única que traiu a confiança de Niko. “A gente vive em um país machista, mas as pessoas têm que lembrar também que existiu a traição do Eron com o Niko. É mais fácil olhar para a mulher e dizer que ela ocasionou isso.”

"Me chamam de namorado da Grazi", diz ator de comercial

FAMOSIDADES

Alçado a fama por contracenar com Grazi Massafera e conquistar seu coração em comercial, João Côrtes, paulista de 18 anos, comemora o sucesso que adquiriu com as mulheres.
“Minha situação com as garotas nunca foi maravilhosa. Com o comercial, rolou um crescimento exponencial”, vibra.
Jurando não se gabar para as mulheres por aí, ele diz que o sucesso lhe rendeu confiança. “Não digo para as garotas: 'Oi, eu sou o cara que pegou a Grazi na TV'", ironiza.
“Nas ruas, me chamam de namorado da Grazi Massafera. É engraçado”, completa.
Ruivo, dos cabelos cacheados, físico muito magro e sardinhas no rosto, João reconhece não fazer o tipo galã, aquele comum nas propagandas: “Sempre soube que não tinha aquele estereótipo. Nunca fui e nem acho que serei galã um dia”, constata.
As semelhanças com o humorista Fábio Porchat são inegáveis e as comparações começaram antes mesmo do início das gravações dos comerciais. Ele afirma que o modo de se expressar é o que os assemelha.
“É que, assim como o Porchat, uso muito as mãos para falar. Somos parecidos na forma de falar e de fazer humor”, diz ele.
Apesar de não estar rico, o jovem diz que recebeu uma boa quantia para protagonizar os comerciais e é contratado da operadora até o final do ano. João, que está no terceiro ano do ensino médio, pretende usar o cachê ganho para estudar em Londres no ano que vem.
Além do comercial, ele participou da série “Três Teresas”, do GNT, está em cartaz com duas peças em São Paulo e no elenco do filme “Lascados”, que estreia em fevereiro e tem direção de Vitor Mafra. “Quero explorar ao máximo essa fase”, finaliza o rapaz.

Rodrigo Santoro pode ganhar até R$ 100 mil para participar de duas horas de um evento

Jura? Patrícia Abravanel recusa cargo de apresentadora oferecido por Silvio Santos - 1 (© Divulgação SBT)

Empresas e marcas estão sempre atrás de alguém que venda bem seus produtos e atraia a clientela da maneira mais eficiente possível.
E um ótimo jeito para fazer isso é contratar um super famoso para fazer as caras de garoto propaganda. Mas isso pode custar (muito) caro.
É desembolsado até R$100 mil para garantir uma celebridade em eventos promocionais, atendendo imprensa e fãs e tirando fotos, por apenas duas horas.
Atores novatos e ex-BBBs pedem na faixa de R$15 mil, enquanto os mais famosos, como Rodrigo Santoro, não põem o pé pra fora de casa por menos de R$ 100 mil, segundo o site 'Notícias da TV'.
O ator já chegou a pedir toda essa quantia para desfilar em um shopping. Esse dinheiro é visto como exagerado pelas empresas, que preferem contratar cinco atores de suficiente sucesso e topam o serviço por, em média, R$ 20 mil.
Outro que está em alta nesse ramo do mercado é Caio Castro. O médico Michel, de “Amor à Vida”, já participou de eventos para lojas de roupas, relógios e até celulares nos últimos meses. Seu cachê gira em torno de R$ 50 mil.
E não é só ele o procurado. Atores globais das novelas das 21h, mesmo os que pouco aparecem nas tramas, são considerados retorno certo nas vendas, com preços um pouquinho mais acessíveis.
Na lista dos que rendem bastante estão nomes como Reynaldo Gianecchini e Adriane Galisteu, mesmo quando eles não estão em projetos na televisão.
Casais também são sonhos de consumo das marcas e empresas. Grazi Massafera e Cauã Reymond estão no topo da lista nessa categoria. O preço para ter um deles sorrindo diante de um banner comercial é de R$ 80 mil.
Esse também era o preço para contratar Rodrigo Lombardi quando este vivia o mocinho da trama global “Salve Jorge”.
Além dos altos preços dos cachês, as empresas ainda arcam com custos como passagens aéreas e hospedagem para o artista contratado e sua equipe de empresário e assessores.
A escolha é feita com base na “cola” do artista, ou seja, se ele tem o perfil que vai atrair o público consumidor da marca. Um ídolo teen para vender maquiagens jovens ou uma mamãe famosa para vender lenços umedecidos.
Na cotação do artista outro fator é muito importante: evitar os “chatos de galocha”. Aqueles famosos que não aceitam tirar fotos com fãs, não atendem as demandas dos eventos e colocam empecilhos em tudo são evitados na hora da escolha.
Pessoas muito tímidas, como Jayme Matarazzo e Thiago Martins, também não se enquadram no perfil e raramente aceitam esses trabalhos.
Mas há quem seja o inverso desses perfis. É o caso do apresentador Rodrigo Faro. Com fama de super disponível, ele costuma até mesmo participar de reuniões pré-eventos, o que é incomum no meio. 

O consultor de negócios e politicas & Blogueiro Guilherme Araújo apoia esta campanha e pede aos seus seguidores para vestir rosa pelo menos um dia no mês de outubro.



Nos bastidores, Marina aprova ser vice de Campos

O governador de Pernambuco, Eduardo Campos (PSB), comemorou na madrugada de sábado, no Piantella, restaurante frequentado por políticos na capital, o fechamento do acordo com a ex-senadora Marina Silva que começou a ser costurado há mais de cinco meses. Pouco antes, no apartamento de uma assessora do deputado Walter Feldman, agora no PSB, no bairro do Sudoeste, Marina selou a aliança para a disputa presidencial de 2014, deixando claro sua disposição em ser a candidata a vice na chapa de Campos, relataram pessoas que participaram do encontro.
Campos e Marina iniciaram a aproximação em abril, quando o senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) entrou com mandado de segurança no Supremo Tribunal Federal (STF) para suspender a discussão no Congresso de um projeto que restringia a criação de partidos políticos, que atingiria a proposta da ex-senadora de formar a Rede Sustentabilidade. A ação do senador era um aceno de Campos a Marina, que já percebia a dificuldade de conseguir o registro de seu partido. Nas últimas semanas, diante da percepção de que a Justiça Eleitoral não permitiria a criação da Rede, Walter Feldman e um grupo de empresários paulistas simpáticos à candidatura de Marina avaliaram que a parceria com Campos era a mais sensata.
Na noite da última quinta-feira, logo após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) negar o registro da Rede, Rollemberg telefonou para Marina. A ex-senadora disse que Feldman iria procurá-lo. Rollemberg e Feldman almoçaram na sexta-feira para os últimos acertos do acordo. Rollemberg, então, avisou a Campos, por telefone, que ele poderia pegar um voo para Brasília e anunciar a aliança. "Eduardo, você é o candidato que pode acabar com essa polarização", disse Marina, já na casa da assessora de Feldman, numa referência à disputa entre PT e PSDB. Um parlamentar do PSB relatou que a senadora afirmou ainda para Campos que era a sua "vice".
Na entrevista deste sábado para formalizar a aliança, Marina e Campos tentaram passar a impressão que o acordo foi uma "surpresa" inclusive para eles. A ideia era mostrar que, num gesto de desprendimento, a ex-senadora abria mão de sua candidatura num partido nanico em prol de um projeto político que tivesse sintonia com a frustrada Rede Sustentabilidade.
Diferentemente do que disse no encontro reservado com Campos na noite de sexta-feira, Marina não assumiu, na entrevista, a posição de vice na chapa. Ao final da entrevista, um repórter perguntou a Marina se a aliança com o PSB era uma forma de se vingar do PT, partido que teria trabalhado contra a Rede, e do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. "Não fiz um gesto de vingança, mas de esperança", respondeu rindo.

Ultima tiragem da amostra tirada em 06.10.2013 as 16:46hs., 470 pessoas participaram da enquete realizada através do Blog do Guilherme Araújo e já tem surpresas que muitos não esperavam, mas vamos aguardar o fim da enquete.

Veja a pergunta da enquete: Quem esta em condições de administrar e poderá apresentar um novo jeito de governar á cidade de Caraguatatuba?


Votos
Possíveis candidatos
0237
Vereador Neto Bota
0115
Dr. Álvaro Alencar
0109
Sr. Celso Russomanno
0018
Ver. Baduca
0016
Sr. Aguilar
0015
Dr. Marcelo Ugatti
0005
Ver. Aurimar
0003
Vice-prefeito ACS Junior
0002
Dr. José Ernesto