GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer

GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer
Desde o início de suas atividades, em 1996, o GACC - então Grupo de Apoio à Criança com Câncer - existe para aumentar a expectativa de vida e garantir a oferta e a qualidade global do tratamento oferecido integral e indistintamente a crianças e jovens com câncer, diagnosticados com idades entre 0 e 19 anos incompletos, independente de sexo, cor, religião ou posição socioeconômica.

sábado, 10 de março de 2012

Veja casos de quem está enquadrado na ficha limpa Na relação abaixo, exemplos de políticos que deverão ser considerados inelegíveis este ano com base no que está previsto na Lei da Ficha Limpa

Leonardo Prudente,o "deputado da meia" do Distrito Federal, é um dos políticos que deverão ficar inelegíveis com base na Lei da Ficha Limpa




Benício Tavares (PMDB-DF)
Teve o mandato de deputado distrital cassado pelo TRE-DF por abuso de poder econômico e captação ilícita de votos. A decisão do tribunal regional foi confirmada pelo TSE em novembro do ano passado. Segundo os ministros da corte, o caso dele se enquadra na Ficha Limpa porque as irregularidades ocorreram em agosto de 2010, ou seja, após a edição da lei. Com isso, Benício fica inelegível por oito anos a contar do início de seu mandato. De acordo com a denúncia, o peemedebista coagiu funcionários de sua empresa, condicionando a manutenção do emprego à votação em sua candidatura. O TSE negou, em janeiro, recurso dele para continuar no cargo até o julgamento de uma apelação dele ao plenário.
Bernardo Carli (PSDB-PR)
O deputado estadual de 25 anos foi condenado à perda do mandato, em outubro passado, pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE), por crime eleitoral. De acordo com a denúncia, o parlamentar não declarou em sua prestação de contas o pagamento a 36 cabos eleitorais em Guarapuava, cidade administrada por seu pai, o prefeito Fernando Carli. Segundo a acusação, o trabalho foi informado como “voluntário”. A defesa do tucano recorreu ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), onde conseguiu a suspensão da decisão graças a uma liminar do ministro Marco Aurélio. Com a liminar, ele segue no cargo. Mas falta a análise do mérito da decisão do TRE-PR. Caso o TSE mantenha a condenação, poderá ficar inelegível com base na Ficha Limpa, que prevê inelegibilidade por oito anos a contar do término do mandato, previsto, no caso, para janeiro de 2015. Bernardo é irmão do ex-deputado estadual Fernando Carli Filho, que renunciou ao mandato após causar um acidente que resultou na morte de dois jovens em Curitiba. Carli Filho será julgado em júri popular.
Carlão de Oliveira (RO)
O ex-presidente da Assembleia Legislativa de Rondônia é alvo de uma série de processos decorrentes da Operação Dominó, que desbaratou em 2006 uma quadrilha acusada de desviar R$ 70 milhões dos cofres públicos. O ex-deputado estadual já foi condenado em primeira instância por crimes de fraude em licitações, corrupção passiva, formação de quadrilha, peculato, advocacia administrativa e improbidade. Também tem condenação em órgão colegiado. Em abril de 2010, por exemplo, o Tribunal de Justiça manteve a condenação de Carlão a 10 anos e 8 meses de prisão pelos crimes de fraude à licitação e peculato (desvio de verba pública). O ex-deputado recorre em liberdade. Em tese, pela Ficha Limpa, fica inelegível por oito anos após o cumprimento da pena.
Cássio Cunha Lima (PSDB-PB)
Dono da maior votação ao Senado pela Paraíba, o tucano teve o registro de candidatura indeferido por conta de uma condenação sofrida no TSE por abuso de poder econômico e político. A denúncia feita pelo Ministério Público Eleitoral (MPE), que apontou, na época, que Cunha Lima teria distribuído cheques para cidadãos de seu estado, por meio de um programa assistencial mantido pela Fundação Ação Comunitária (FAC), instituição ligada ao governo do estado. No julgamento realizado na época, os advogados do tucano argumentaram que ele não poderia ser cassado por causa do programa social. Ele foi enquadrado na alínea D da lei, que prevê oito anos de inelegibilidade para quem for condenado pela Justiça Eleitoral em processos de abuso de poder. De acordo com a ficha limpa, ele está inelegível até 2014. Cunha Lima, no entanto, permanece no Senado, já que as regras de inelegibilidade não valeram para a eleição passada.
O primeiro barrado pela ficha limpa no Senado
Cássio Taniguchi (DEM-PR)
O ex-deputado federal e ex-prefeito de Curitiba foi condenado por crime de responsabilidade pelos ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) em julgamento realizado em maio. Apesar de não ter de cumprir os seis meses de prisão a que foi sentenciado por mau uso de dinheiro público, porque o STF considerou o caso prescrito, ele está na mira da Ficha Limpa por causa da condenação. Em tese, fica oito anos inelegível.
Coriolano Sales (PSDB-BA)
O ex-deputado renunciou ao mandato em 15 de agosto de 2006, para escapar da representação movida pelo PV com base no relatório da CPI dos Sanguessugas (veja a representação). Coriolano foi acusado de receber propina em troca de emenda ao orçamento para a compra de ambulâncias pela empresa Planam. O mandato dele iria até 31 de janeiro de 2007. Pela Lei da Ficha Limpa, está inelegível até 31 de janeiro de 2015.
Expedito Júnior (PSDB-RO)
O ex-senador teve o mandato cassado em 2006 por compra de voto e abuso de poder econômico pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Graças a liminares, Expedito permaneceu no cargo por mais três anos, mesmo período pelo qual foi condenado à perda dos direitos políticos. Pela Lei da Ficha Limpa, condenados por órgão colegiado por crimes eleitorais ficam inelegíveis por oito anos a contar da eleição, no caso, 2006. Em tese, está inelegível até 1º de outubro de 2014.
Joaquim Roriz (PSC-DF)
Então senador, Roriz renunciou em 2007 depois que foi acusado de negociar uma partilha irregular de R$ 2,2 milhões com o presidente do Banco Regional de Brasília (BRB). Por conta da denúncia, o Psol entrou à época com representação contra Roriz, e ele preferiu desistir do mandato a enfrentar o processo de cassação. Por conta dessa renúncia, Roriz fica inelegível até 203.
Turma da renúncia já enquadrada pela ficha limpa

João Pizzolatti (PP-SC)
O deputado só assumiu o mandato em julho de 2011 após o STF decidir que a Lei da Ficha Limpa não era válida para as eleições de 2010. Pizzolatti teve seu registro de candidatura negado pela Justiça Eleitoral, naquele ano, por ter sido condenado pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina, em 2007, por improbidade administrativa. A Justiça catarinense considerou irregulares contratos de licitação firmados entre a empresa em que ele e seu irmão eram sócios e a prefeitura de Pomerode (SC). Pizzolatti alega, em defesa apresentada no TSE, que era apenas sócio-cotista da empresa. Argumenta, ainda, que, além de não deixar clara a intenção de cometer um ato ilícito, a condenação não individualizou sua conduta. Os advogados dele argumentam ainda que o TJ-SC determinou que os efeitos da suspensão dos direitos políticos do deputado somente poderiam vigorar a partir do trânsito em julgado do processo (quando não há mais possibilidade de recurso). A decisão previa cassação dos direitos políticos por nove anos, ressarcimento dos danos aos cofres públicos e pagamento de multas. Pela Lei da Ficha Limpa, em tese, fica inelegível por oito anos a contar do término da pena (nove anos), em 2016. Ou seja, até 2025. Pizzolatti ainda recorre da condenação no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
José Borba (PP-PR)
Ex-líder do PMDB na Câmara, o atual prefeito de Jandaia do Sul, no Paraná, renunciou em 2005 ao mandato de deputado federal para evitar a cassação. Ele era acusado de ser um dos beneficiários do mensalão. Foi eleito prefeito em 2008, mas pode ficar impedido de disputar eleições até 2015.
José Carlos Gratz (PSL-ES)
O ex-presidente da Assembleia Legislativa do Espírito Santo foi o primeiro candidato a questionar no STF a validade da Lei da Ficha Limpa em 2010. Ele teve sua candidatura ao Senado barrada naquele ano por causa de uma condenação por improbidade administrativa. A Justiça viu irregularidades na contratação de um seguro predial pela Assembleia, na época presidida por ele. Pela decisão, transitada em julgado (ou seja, não cabe mais recurso), Gratz está inelegível por oito anos. Pela Lei da Ficha Limpa, pode ficar mais oito anos sem poder se candidatar. O ex-deputado ficou igual período sem direitos políticos por ter tido o mandato cassado pela Justiça eleitoral.
Júnior Brunelli (sem partido, ex-PSC-DF)
Ex-deputado distrital, foi acusado de participar do esquema de corrupção montado no governo de José Roberto Arruda. Pastor evangélico, Brunelli foi flagrado recebendo dinheiro e orando pela saúde do pivô e delator do esquema, Durval Barbosa. Conhecido como o “deputado da oração da propina”, renunciou para evitar um processo que poderia levar à cassação de seu mandato na Câmara Legislativa do Distrito Federal. Como havia uma representação da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) contra ele na Câmara Legislativa, pelas regras da Ficha Limpa, Brunelli pode ficar inelegível até o final de 2018.
Kaká Mendonça (PTB-RO)
Um dos acusados na Operação Dominó, o ex-deputado estadual foi condenado, em novembro de 2008, pelo Tribunal de Justiça de Rondônia a 8 anos e quatro meses de prisão por corrupção e formação de quadrilha. Em tese, pela Lei da Ficha Limpa, fica inelegível por oito anos após o cumprimento da pena. Ele assumiu como suplente o mandato em janeiro, no lugar de Valter Araújo, deputado foragido da Justiça, alvo da Operação Termópilas.
Leonardo Prudente (sem partido, ex-DEM-DF)
Então presidente da Câmara Legislativa do DF, Prudente renunciou ao mandato em fevereiro de 2010 após ser acusado de receber dinheiro do esquema do mensalão do ex-governador José Roberto Arruda. Flagrado em vídeo enfiando dinheiro nas meias, ganhou o apelido de “deputado da meia”. A renúncia ocorreu logo após a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) entrar com uma representação na Câmara Legislativa contra ele e outros dois distritais. Por isso, em tese, ele está inelegível por oito anos a contar de janeiro de 2011, quando terminaria seu mandato.
Luiz Estevão (PMDB-DF)
Primeiro senador cassado pelos próprios colegas em 2000, o empresário ficou inelegível por oito anos. Em outubro de 2010, o STJ confirmou decisão que o condenou a 31 anos de prisão pelos crimes de peculato, estelionato, corrupção ativa, uso de documentos falsos e formação de quadrilha ou bando. O ex-senador ainda recorre em liberdade. Estevão é acusado de participar de um esquema que desviou mais de R$ 160 milhões dos cofres públicos na construção do Fórum Trabalhista em São Paulo, entre 1992 e 1998. O caso também envolveu, entre outras pessoas, o ex-juiz Nicolau dos Santos Neto e resultou na cassação do mandato de Estevão. Pela Lei da Ficha Limpa, em tese, só poderá se candidatar oito anos após o término dessa pena. Em 2011, o STJ também condenou Estevão à três anos e meio de prisão por falsidade ideológica. Segundo a denúncia, ele fraudou documentos para liberar bens tornados indisponíveis pelo Poder Judiciário. Também cabe recurso.
Magda Mofatto (PTB-GO)
Suplente de deputada no exercício do mandato, Magda teve o mandato de prefeita de Caldas Novas (GO) cassado pela Justiça Eleitoral em 2007 por crimes eleitorais e abuso de poder econômico na eleição de 2004. A ex-prefeita recorreu da condenação, sem sucesso, ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que confirmou a decisão do TRE-GO. Pela Lei da Ficha Limpa, está inelegível até o próximo dia 3 de outubro, quando se completam oito anos de sua eleição à prefeitura. Em tese, a petebista não pode disputar as eleições municipais deste ano, mesmo estando apta a exercer o mandato na Câmara. Magda teve sua candidatura a deputada contestada pelo Ministério Público Eleitoral em 2010. Seus votos só foram validados após o Supremo Tribunal Federal (STF) determinar que a Ficha Limpa não valeu para as eleições de 2010. Ela assumiu o mandato na condição de suplente em 13 de julho de 2011.
Marcelino Fraga (PMDB-ES)
O ex-deputado renunciou ao mandato em 21 de agosto de 2006, para escapar da representação movida pelo PV com base no relatório da CPI dos Sanguessugas (veja a representação). Marcelino foi acusado de receber propina em troca de emenda ao orçamento para a compra de ambulâncias pela empresa Planam. O mandato dele iria até 31 de janeiro de 2007. Pela Lei da Ficha Limpa, está inelegível até 31 de janeiro de 2015. Com a candidatura contestada, Fraga obteve 10.417 votos na eleição para deputado estadual em 2010.
Marcelo Miranda (PMDB-TO)
Em 2009, o então governador do Tocantins foi cassado por abuso de poder político. Miranda foi acusado de criar cargos públicos de maneira irregular e de doar 14 mil cheques-moradia durante a campanha de 2006. Marcelo Miranda obteve a segunda maior votação para o Senado em 2010. Mas sua eleição foi barrada pelo TSE, que determinou a posse, no lugar do peemedebista, do terceiro colocado, Vicentinho Alves (PR-TO). Pela Lei da Ficha Limpa, em tese, fica inelegível até 2014.
Marcos Donadon (PMDB-RO)
Presidente da Assembleia Legislativa em 1995, foi condenado a 17 anos e 10 meses de reclusão e pagamento de multa pelo Tribunal de Justiça de Rondônia. O deputado estadual se mantém no cargo enquanto aguarda análise de seu recurso na Justiça, mas, pelas regras da Ficha Limpa, ficará inelegível por oito anos após o cumprimento da pena a que foi condenado. Ele é acusado de participar de um esquema que desviou R$ 8,4 milhões, em valores atualizados, da Assembleia Legislativa por meio de uma empresa de fachada.
Maria de Lourdes Abadia (PSDB-DF)
A ex-deputada federal e ex-governadora do DF foi condenada em definitivo por captação ilícita de sufrágio (compra de votos) nas eleições de 2006, quando tentou, sem sucesso, a reeleição para o governo local. Como não cabe mais recurso à condenação, pela Lei da Ficha Limpa, em tese, ela está inelegível até 2016. Abadia foi candidata ao Senado em 2010 e teve problemas com a Justiça eleitoral por causa dessa condenação.
Mário Calixto Filho (RO)
O ex-suplente de senador foi condenado a 11 anos e 8 meses de reclusão e pagamento de multa pelo Tribunal de Justiça de Rondônia, em 2011, por formação de quadrilha e outros crimes. Calixto, que chegou a exercer mandato no Senado, é acusado de participar de um esquema de desvio de dinheiro público da Assembleia Legislativa de Rondônia, mesmo caso que envolveu os irmãos Donadon. O ex-senador responde a mais de 100 processos na Justiça e chegou a ser preso em 2008. É considerado foragido da Justiça. Pela Lei da Ficha, fica inelegível por oito anos a contar da conclusão da pena a que foi condenado pelo TJ-RO.
Marlon Donadon (PRB-RO)
Condenado por abuso do poder político e econômico, em decisão transitada em julgado, pela Justiça Eleitoral de Rondônia por atos relacionados às eleições municipais de 2008. Como não cabe mais recurso, pela Lei da Ficha Limpa, o ex-prefeito de Vilhena (RO) fica inelegível por oito anos. Por causa da condenação transitada em julgado, ele teve sua candidatura a deputado estadual indeferida em 2010.
Moreira Mendes (PSD-RO)
O Tribunal de Justiça de Rondônia negou recurso ao deputado federal em dezembro do ano passado por uma condenação por improbidade administrativa. O deputado foi condenado à perda do mandato, acusado de participar de um esquema de desvio de verbas da Assembleia Legislativa entre 1993 e 1994. O caso ficou conhecido como “escândalo das passagens”. Ele se mantém no mandato porque ainda cabe recurso, mas, pelas regras da Ficha Limpa, pode ficar inelegível por oito anos. Entre os condenados no mesmo caso, está o então presidente da Assembleia Legislativa, Silvernani Santos.
Natan Donadon (PMDB-RO)
Foi condenado a 13 anos e quatro meses de prisão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), em 2010, acusado de desviar dinheiro da Assembleia Legislativa de Rondônia por meio de uma licitação fraudada em 1995. Aguarda recurso no STF, mas ficará inelegível para as próximas eleições. Diretor-financeiro da Assembleia Legislativa em 1995, ele assinou cheques em nome da instituição repassando cerca de R$ 8,4 milhões, em valores atualizados, para uma empresa de fachada. A empresa recebeu os pagamentos mesmo sem ter apresentado notas fiscais ou prestado qualquer serviço, de acordo com a acusação. A Assembleia era presidida, na ocasião, pelo ainda hoje deputado estadual Marcos Donadon (PMDB), irmão do de Natan e também condenado pelos mesmos crimes em instância inferior.
Paulo Octávio (sem partido, ex-DEM-DF)
Com a prisão do então governador do Distrito Federal José Roberto Arruda em fevereiro de 2010, Paulo Octávio assumiu interinamente a chefia do Executivo local. Logo depois, a seção brasiliense da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-DF) entrou com um processo por crime de responsabilidade na Câmara Legislativa. Após a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Casa aceitar o pedido de impeachment, Paulo Octávio renunciou ao cargo em 23 de fevereiro. Assim, Paulo Octávio está inelegível até 2018.
Pedro Passos (PMDB-DF)
O ex-deputado distrital renunciou ao mandato em agosto de 2007 para escapar de um processo de cassação. Ele é acusado de envolvimento em um esquema de fraudes em licitações desbaratado pela Operação Navalha, da Polícia Federal. Ele chegou a ser preso pela Polícia Federal, mas foi solto graças a habeas corpus concedido pelo STF. Em gravações telefônicas autorizadas pela Justiça, Passos foi flagrado conversando com um funcionário da construtora baiana Gautama, pivô do esquema.
Severino Cavalcanti (PP-PE)
Então presidente da Câmara, Severino Cavalcanti (PP-PE) renunciou ao mandato de deputado por conta da denúncia do empresário Sebastião Augusto Buani, dono do restaurante Fiorella. Buani disse que pagava um “mensalinho” de R$ 10 mil, para Severino em 2002 e 2003, quando ele ocupava a primeira-secretaria da Casa.  Na ocasião, um grupo de partidos entrou com representação contra ele, que então era presidente da Câmara, no Conselho de Ética.
Segundo a Lei da Ficha Limpa, quem renunciou para não ser cassado está inelegível por um período de oito anos após o final do mandato do qual abriu mão. O mandato de Severino ia até 31 de janeiro de 2007. Assim, ele está inelegível até 2015.
Silvernani Santos (RO)
O Tribunal de Justiça de Rondônia negou recurso ao ex-deputado estadual em dezembro do ano passado por uma condenação por improbidade administrativa. Silvernani foi condenado à perda do mandato, acusado de participar de um esquema de desvio de verbas da Assembleia Legislativa entre 1993 e 1994. O caso ficou conhecido como “escândalo das passagens”. Ele se mantém no mandato porque ainda cabe recurso, mas, pelas regras da Ficha Limpa, pode ficar inelegível por oito anos. Entre os condenados, está o deputado federal Moreira Mendes (PSD-RO).
Tatico (PTB-GO)
Em 27 de setembro de 2010, seis dias antes das eleições, Tatico ficou conhecido nacionalmente por ser o primeiro parlamentar condenado à prisão pelo Supremo. A pena foi de sete anos de prisão em regime semiaberto – quando o apenado pode sair da cadeia para trabalhar durante o dia. O ex-deputado foi condenado por apropriação indébita previdenciária e sonegação de contribuição previdenciária. Ele recorre da decisão em liberdade. Mas, em tese, está inelegível, pela Lei da Ficha Limpa, por oito anos após o cumprimento da sentença.
Zé Gerardo (PMDB-CE)
Em maio de 2010, Gerardo tornou-se o primeiro parlamentar condenado pelo STF após a Constituição de 1988. Acusado de ter cometido crime de responsabilidade quando era prefeito do município de Caucaia (CE), o peemedebista foi condenado a dois anos e dois meses de prisão em regime aberto, mais multa. Porém, os ministros resolveram alterar parte de pena para prestação de serviços. Os ministros entenderam que Gerardo não respeitou um convênio firmado com o Ministério do Meio Ambiente em 1997, quando era prefeito de Caucaia (CE). Zé Gerardo recebeu R$ 500 mil do órgão federal para a construção de um açude na cidade, mas utilizou os recursos em 16 passagens molhadas, uma espécie de ponte que, na época de cheia do rio, fica submersa pela água. Pela Lei da Ficha Limpa, em tese, fica inelegível por oito anos.

PTB quer exigir ficha limpa também do eleitor O partido quer tirar dos eleitores com condenação na justiça o direito de votar. Pode ser um tiro no pé: afinal, Roberto Jefferson é réu no mensalão. A informação é de Leandro Mazzini, na Coluna Esplanada



Tiro no pé? Réu no mensalão, Roberto Jefferson defende regra de ficha limpa que pode acabar se voltando contra ele - José Cruz/
PTB de Jefferson quer ficha limpa para eleitor
Partido presidido pelo ex-deputado Roberto Jefferson, réu no processo do mensalão no Supremo Tribunal Federal, o PTB deve discutir em breve a implantação da 'ficha limpa' para seus filiados, ideia dele, e também até para o eleitor, proposta do deputado Nelson Marquezelli (PTB-SP), procurador da Câmara. Pela ideia, ninguém que tivesse condenação na Justiça por órgão colegiado poderia filiar-se ao partido. E a proposta de Marquezelli iria mais além: não poderia nem votar. As propostas serão levadas à executiva nacional. Jefferson, porém, quer cautela. "Vamos fazer primeiro a ficha limpa interna, e depois discutir a outra, quando Marquezelli apresentar", diz o presidente do partido.
Cela & urna
Marquezelli justifica a proposta que cercaria o eleitor: ele acha injusto, por exemplo, que os detentos votem nas prisões, respaldados por lei, e cobrem ficha limpa dos políticos.
Telhado de vidro
Ainda na mira da Justiça, Jefferson não se mostra preocupado em dar um tiro no próprio pé: se vier a ser condenado no STF, ele terá, então, de abrir mão da presidência, e do próprio PTB.
Berger no GDF
Swedenberger Barbosa, o Berger, homem de confiança do ex-presidente Lula, entrará no governo do Distrito Federal pelas mãos do governador Agnelo Queiroz (PT). Assumirá o Gabinete Civil, criado para ele, e será homem forte de Agnelo na gestão.
MP no Inca
O MP Federal instaurou Inquérito Civil Público para investigar suspeitas de mau atendimento a pacientes de cuidados paliativos do Instituto Nacional do Câncer. Há denúncias de maus tratos, privação de alimentação e falta de cuidados necessários.
Outro lado
O INCA informa que a unidade de cuidados paliativos é referência nacional, treinando 100 profissionais por ano na área. "A unidade atende quase 12 mil pacientes por ano, de forma humanizada", e recebeu em 2008 Certificação Internacional de Acreditação.
Plateia feminina
As mulheres se interessam mais por arte. O Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, concluiu que elas respondem por 60% do público nos espetáculos.
Cena de cinema
O senador Magno Malta (PR-ES) discursava na quinta quando, ao citar o colega Randolfe Rodrigues (PSOL-AP), soltou: "Você até que parece o Harry Potter mesmo!".
Brasil no MIT
Marcos Troyjo, diretor do BRICLab da Columbia University (NY) e professor do Ibmec, faz palestra hoje no conceituado Massachusetts Institute of Technology, na XV MIT Latin America Conference. O MIT é berço das mais avançadas tecnologias.
Alô, Conar
A NET faz propaganda enganosa na TV sobre os 10 Mega de velocidade de sua internet. O máximo que se chega é 8 Mega, reclamam clientes de Brasília. Na maioria dos casos, fica em 5 Mega. E o pacote não tem o valor reduzido, apesar da prova.
Atrasadão
Depois de três adiamentos, deve ocorrer na quarta-feira o julgamento do deputado federal Natan Donadon (PMDB-RO) no STF. Ele é acusado de peculato pelo MP de Rondônia quando ocupou a direção financeira da Assembleia Legislativa.
Piada da Cozinha
De um deputado, ironizando o caso Demóstenes-Carlinhos Cachoeira, sobre a cozinha milionária dada pelo bicheiro ao senador, e o apoio maciço dos colegas ao demo no Senado: "Todo mundo tem um pé na cozinha".

Radar Esplanada
Anda sorridente o líder do PR na Câmara, Lincoln Portela (MG), principalmente depois que o ministro Paulo Passos, dos Transportes, saiu de reunião com a presidente Dilma.
Brasiilll
Ontem à tarde, em seu Twitter, Roberto Jefferson andou irônico: "Esse país tá igual aquele ditado: se cobrir vira circo, se cercar vira hospício".
Ponto Final
O Brasil tornou-se o país líder em adesão às redes sociais na internet.

10/03/2012 14h32 Professor do Cesmac é encontrado morto em motel na Santa Lúcia José da Silva Neiva teria sofrido ataque cardíaco, segundo a assessoria da instituição


Um corpo foi encontrado nas dependências do Motel Oásis, situado no bairro de Santa Lúcia, na manhã deste sábado (10). Segundo informações da assessoria do Centro de Estudos Superiores de Maceió (Cesmac), o corpo é do professor José da Silva Neiva, do curso de Administração da faculdade.

O educador teria deixado o Cesmac, situado no Farol, na noite dessa sexta (09), após dar aulas, quando desapareceu. Somente esta manhã, a família de Neiva recebeu informações de seu paradeiro. “A notícia foi de que o professor teria sofrido um ataque fulminante no motel”, afirmou a assessoria.

Ao chegar ao estabelecimento, funcionários explicaram à Gazetaweb que o corpo já havia sido liberado pelo Instituto de Criminalística (IC) e conduzido ao Instituto Médico Legal (IML), ao passo em que alegaram desconhecer a causa da morte. Todavia, a reportagem recebeu a informação de que o professor teria chegado ao motel juntamente com um homem de identidade não revelada, e, durante a madrugada, o rapaz deixou o local. Neiva, por sua vez, pediu a uma funcionária que o acordasse logo cedo, às 06h, horário em que foi encontrado morto.

As investigações do caso ficarão sob a responsabilidade do delegado Gilson Rêgo, do 5º Distrito Policial (5º DP). De acordo com informações passadas por um agente de polícia, o inquérito será instaurado nesta segunda (12), quando o delegado retomará as atividades.

Fifa define tatu como mascote para a Copa de 2014 no Brasil Copa do Mundo no Brasil será realizada entre 12 de junho e 13 de julho

A Fifa não confirma, mas já definiu que o mascote para a Copa do Mundo de 2014, no Brasil, será um tatu. Segundo informações, a entidade máxima do futebol anunciará o animal apenas em outubro, quando já serão conhecidos os seus traços.

Tudo indica que o tatu será apresentado ao público na cor azul, vestindo um shorts verde e uma camiseta branca. Além, disso, o tatu será desenhado com efeitos japoneses e durante os comerciais virará uma bola de futebol.

Sobre a escolha do tatu para ser mascote, é que ele mora na região do Cerrado e corre risco de extinção. Agora, passada a escolha, será aberta uma votação na internet e por SMS para saber o nome do bichinho que provavelmente cairá nas graças da torcida Mundial.

A Copa do Mundo no Brasil será realizada entre 12 de junho e 13 de julho. ocorrerá pela quinta vez na América do Sul, a primeira após 36 anos já que a Argentina acolheu o evento em 1978. Foi a última sede de Copa do Mundo escolhida através da política de rodízio de continentes implementada pela Fifa.

Renato recebe visita da presidente e diz que objetivo é voltar ao Maracanã Patrícia Amorim leva de presente produtos do clube para a mais nova filha do jogador, que nasceu nesta sexta-feira, em São Paulo



O meia Renato Abreu, que foi submetido a uma intervenção cirúrgica na manhã deste sábado, no hospital Pró-Cardíaco, em Botafogo, para corrigir a arritmia detectada semana passada, recebeu a visita de Patrícia Amorim, presidente do Flamengo, e disse para a mandatária rubro-negra que seu maior objetivo é voltar a jogar no estádio do Maracanã e conquistar muitos títulos pelo clube.

- Meu objetivo a partir de agora é voltar a atuar no Maracanã reformado e conquistar títulos com a camisa do Flamengo neste estádio que tanto amo.

Patrícia Amorim levou de presente produtos do clube para a mais nova filha do jogador, Renata Abreu, nascida na última sexta-feira, em São Paulo.

A previsão inicial para a volta de Renato aos campos é de 10 para 18 dias. Um catéter foi inserido pela virilha do jogador até o lado direito do coração, local da arritmia. O procedimento também teve que ser feito pelo lado esquerdo para o estudo eletrofisiológico, que mapeia a região e onde foi feita uma ablação, que vai cauterizar o foco da arritmia.

- Foi tudo tranquilo nas três horas de cirurgia, correu bem. Mas a previsão de retorno mudou um pouco. Tivemos que mapear pelo lado direito e esquerdo. Então, daqui a 15 dias ele será reavaliado e, estando tudo bem, em 18 dias volta a treinar – afirmou o médico do Flamengo Serafim Borges, que acrescentou que o jogador terá alta neste domingo.

Casal e amante são presos após buscar na web cão para ‘orgia sexual’ Caso ocorreu em Phoenix, no estado do Arizona.


Um casal e seu amante foram presos na segunda-feira em Phoenix, no estado do Arizona (EUA), acusados de usar o site de classificados Craigslist para encontrar um cão para que a mulher pudesse fazer sexo com o animal, segundo a emissora de TV "KPHO".

Sarah Dae Walker, de 33 anos, e seu marido, Shane, de 38, e o amante Robert Aucker, de 29, foram detidos na operação.

De acordo com a polícia do condado de Maricopa, os três admitiram o uso de Craigslist para encontrar um cão para que Sarah pudesse ter relações sexuais enquanto os dois homens ficariam assistindo.

Os investigadores dizem que o trio marcou um encontro em um local previamente combinado. No entanto os suspeitos não sabiam que estavam negociando com um policial disfarçado, que fingiu ser o dono do cachorro.

Ladrão rouba mulher e depois liga para convidá-la para sair Crime ocorreu em Pittsburgh, no estado da Pensilvânia. John Jardini roubou US$ 60

Um homem de 26 anos foi preso em Pittsburgh, no estado da Pensilvânia (EUA), após roubar uma mulher e depois ligar para convidá-la para sair, segundo reportagem da emissora de TV "KDKA".

De acordo com a polícia, John Jardini roubou US$ 60 da mulher depois que ela desceu de um ônibus.

Após o roubo, Jardini ligou duas vezes para o celular da vítima. Após perguntar se a garota tinha namorado, o ladrão a convidou para sair.

Motorista bêbado é flagrado usando brinquedinho sexual enquanto dirigia Kevin Brann foi detido no condado de Martin, na Flórida. Ele apresentava mais de cinco vezes o limite legal de álcool no sangue.


Um motorista foi preso na última sexta-feira no condado de Martin, no estado da Flórida (EUA), acusado de dirigir alcoolizado enquanto usava um brinquedinho sexual (plug anal), segundo reportagem da emissora de TV "NBC".

O condutor Kevin Brann, de 41 anos, apresentava mais de cinco vezes o limite legal de álcool no sangue.

Brann foi detido após bater na traseira de outro veículo.

De acordo com a polícia, o suspeito chegou a urinar na calça enquanto era levado para a cadeia.