ABI - Associação Brasileira de Imprensa

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Liberdade de Expressão e Ética

sábado, 5 de dezembro de 2015

Daniela Mercury conta que foi difícil reproduzir foto de John Lennon

Capa do novo álbum de Daniela Mercury e a icônica foto de John Lennon e Yoko Ono na capa da revista Rolling Stone em 1980

Daniela Mercury foi a convidada do "Programa do Jô" da noite desta sexta-feira (4), e falou sobre a ideia de reproduzir a famosa foto de John Lennon nu abraçado a Yoko Ono na capa de seu novo álbum ao lado da mulher Malu Verçosa.
"Vou confessar que foi bem difícil imitar John, acho que foi um acesso de coxa, a Yoko também é mais magrinha e eu sou menorzinha também para me encaixar na posição certa", explicou rindo.
A cantora explicou que além de fazer uma capa que fosse um manifesto, a repetição de uma foto falando de paz e amor, ela também teve outro motivo para aparecer nua na imagem.
"Sou bailarina, também quis fazer uma capa que também expressasse o meu corpo, assim como fiz aquela capa abraçada com um negro para mostrar as relações inter-raciais".

Termômetro nas Ruas
Daniela falou ainda sobre a relação de afetividade que tem com a sua empregada Maria, e disse que é ela quem faz o papel de termômetro de suas atitudes públicas com o pessoal da rua.
"Ela que traz a opinião do pessoal do ônibus e tudo, quando ela viu a capa deu um grito 'a rainha ficou louca'. Tentamos explicar a questão do manifesto, da foto emblemática, no dia seguinte ela voltou e falou que a turma tinha entendido o que eu queria falar, que eu queria mostrar o amor de todas as maneiras, achei maravilhoso".

Nasceu Maria Flor, filha de Deborah Secco com o modelo Hugo Moura

Deborah Secco mostra o quarto de Maria Flor

Deborah Secco deu à luz Maria Flor nesta sexta-feira (4). A menina é fruto do relacionamento da atriz com o modelo Hugo Moura. Deborah está internada no hospital Albert Einstein, em São Paulo. O casal está junto há pouco mais de um ano. A atriz anunciou a gravidez inesperada em abril.
O nascimento foi confirmado com a assessoria de imprensa da atriz. "Deborah Secco confirma o nascimento de Maria Flor. Mãe e filha passam bem. Gostaríamos de agradecer a compreensão, carinho e respeito nesse momento tão feliz da Deborah e família". A assessoria disse que não vai dar mais detalhes do nascimento da criança. 
O casal postou uma foto nas redes sociais com as iniciais da menina que estão penduradas na porta do quarto da maternidade em que Deborah está internada. "Seja bem vinda, filhota! Nós amamos você", escreveram.
Quando revelou que estava grávida, Deborah gravava a novela "Verdades Secretas", na qual iria interpretar Carolina, papel que ficou com Drica Moraes. "Eu queria segurar a notícia até os três meses, mas, como estava no início da novela, foi a chance que tinha de dar a Mauro e Walcyr [Carrasco] para que eles optassem por me trocar", justificou.
Dias depois a atriz divulgou nas redes sociais que teria uma menina e que se chamaria Maria Flor. Deborah tinha planos de se casar com Hugo Moura, mas foram adiados por conta da gravidez. O casal está noivo.
Walcyr Carrasco parabenizou Deborah e lembrou a ausência dela em "Verdades Secretas". "Parabéns, Deborah Secco, pelo nascimento de Maria Flor. Você ficou grávida no início da gravação de 'Verdades Secretas' e por isso não pôde permanecer na novela! Mas ainda trabalharemos juntos porque é ótima atriz! E sua filha será linda como você!", escreveu no Instagram.

Morre aos 72 anos a atriz carioca Marília Pêra

A atriz Marília Pêra morreu às 6h deste sábado (5), em sua casa no Rio de Janeiro, aos 72 anos. A atriz se tratou recentemente de um desgaste ósseo na região lombar, que a fez se afastar da TV e dos palcos por um ano. Segundo informações, Marília lutava havia dois anos contra um câncer. O velório começa às 13h no Teatro Leblon, na Sala Marília Pêra.
Ex-cunhado de Marília Pêra, o produtor e compositor Guto Graça Mello – irmão de Paulo Graça Mello, primeiro marido da atriz – recebeu a notícia da morte da atriz às 7h deste sábado pelo filho dela, Ricardo Graça Mello. "Ele mal conseguia falar, só disse: 'Tio, minha mãe morreu, eu não estou aguentando", contou Guto.
 
Ele lembrou que Marília já estava muito doente havia bastante tempo, e ele e a mulher, Sylvia Massari, acompanhavam a evolução do quadro de saúde dela. "Tentamos fazer alguma coisa, mas ela não estava querendo ver ninguém", afirmou.
Além de atuar, Marília era cantora, bailarina, diretora, produtora e coreógrafa. Ao longo de sua carreira, fez mais de 50 peças de teatro, 30 filmes e 40 novelas, programas de TV e minisséries, a última delas "Pé na Cova", de Miguel Falabella, na Rede Globo.
Recentemente, a jornalista Hildegard Angel noticiou em seu blog que Marília estava com câncer. De acordo com ela, a saúde da atriz inspirava "cuidados extremos" e estava respirando com ajuda de um balão de oxigênio. A informação foi negada por familiares, que admitiram apenas que Marília estaria se recuperando em casa de um desgaste no fêmur, doença que a afastou do seriado "Pé na Cova", em 2014.
Marília retornou ao seriado "Pé na Cova" este ano e atualmente dirigia um espetáculo teatral sobre a atriz americana Marilyn Monroe, interpretada por Danielle Winits.
Dama do teatro brasileiro
Filha dos atores Manuel Pêra e Dinorah Marzullo, Marília Pêra pisou no palco de um teatro pela primeira vez aos quatro anos de idade, ao lado dos pais. Dos 14 aos 21 anos atuou como bailarina e participou de musicais e revistas, entre eles, uma versão de "My Fair Lady" protagonizado por Bibi Ferreira em 1962. Fez 28 filmes, entre novelas e minissérie foram 38, mas foi no teatro sua maior produção na carreira: aproximadamente 56 espetáculos, entre dramas, comédias e musicais.

Famosa por suas interpretações de personalidades como a soprano Maria Callas, a cantora Dalva de Oliveira e a estilista Coco Chanel no teatro, Marília se especializou no papel de Carmem Miranda, a quem interpretou cinco vezes.
A primeira foi em "O Teu Cabelo Não Nega" (1963), uma biografia de Lamartine Babo. Depois no espetáculo "A Pequena Notável" (1966); "A Tribute to Carmen Miranda", no Lincoln Center, em Nova York (1975), dirigido por Nelson Motta (que também foi seu marido); "A Pêra da Carmem", em 1986 e em 1995; e o musical "Marília Pêra canta Carmen Miranda" (2005), dirigido por Maurício Sherman.
Sua interpretação de "Mademoiselle Chanel" também foi muito elogiada pela crítica, inclusive a francesa. A atriz se apresentou em Paris de 24 de junho a 2 de julho de 2005 e, segundo reportagem do jornal "O Estado de S.Paulo", foi aplaudida de pé pelos parisienses em todas suas apresentações, em português com legenda em francês.
Seus dotes de cantora também eram notáveis fora do teatro musical. Em 1964, Marília derrotou ninguém menos que Elis Regina em um teste para o musical "Como Vencer na Vida sem Fazer Força". "Minha voz não era melhor do que a da Elis, mas eu tinha experiência. No mundo, nunca vi ninguém cantando como ela."
TV e cinema
Marília Pêra estreou na TV em 1965, na novela "A Moreninha". No entanto, seu primeiro grande sucesso na teledramaturgia foi "Beto Rockefeller" (1968), em que contracenou com o ator Luís Gustavo. Seus papeis de maior destaque depois disso foram nas comédias do horário das 19h.

O primeiro deles foi Rafaela Alvaray, em "Brega & Chique", trama de Cassiano Gabus Mendes que foi ao ar em 1987. No folhetim, Marília interpretava uma perua que, após a morte do marido, tem de abdicar do luxo e viver em um subúrbio vendendo marmitas.
Três anos depois, de volta ao horário das 19h como protagonista de "Lua Cheia de Amor", no papel de Genu, uma feirante que batalha para dar aos filhos todas as oportunidades que não teve, mas que sofre com o desprezo deles, já que também é bastante simplória. Em 2006, volta em "Cobras & Lagartos", de João Emanoel Carneiro, no papel de Milu, uma trambiqueira.
O mais recente trabalho de Marília na TV foi como a perua Darlene, a ex-mulher de Ruço (Miguel Falabella) no seriado "Pé Na Cova". A parceria com o ator e diretor começou em 2010, com a série "A Vida Alheia", em que Marília interpretava Catarina Faissol, a implacável dona de uma revista de celebridades homônima. Um ano depois, ela interpretou a vilã Maruschka, na novela "Aquele Beijo", também escrita por Falabella. Em 2013, os dois contracenaram no musical "Alô, Dolly", que foi um grande sucesso de público.
Embora tenha tido uma carreira bastante prolífica no cinema nacional (fez cerca de 30 filmes), seus trabalhos mais marcantes foram "Tieta do Agreste", em que interpretava a amargurada Perpétua; "Central do Brasil", que foi indicado ao Oscar de melhor filme estrangeiro em 1998; e o aclamado "Pixote: a Lei do Mais Fraco", do diretor Hector Babenco, indicado ao Globo de Ouro de 1968.
Fora do palco Marília Pêra se casou pela primeira vez aos 17 anos, com o primeiro homem a beijá-la, o músico Paulo da Graça Mello, morto num acidente de carro em 1969. Da união, nasceu o também ator Ricardo Graça Mello, com quem Marília contracenou em "Pé na Cova". Mais tarde, foi casada com o ator Paulo Villaça, parceiro em "Fala Baixo Senão Eu Grito", e com Nelson Motta, com quem teve as filhas Esperança e Nina.
Nos anos 1960, chegou a ser presa durante a apresentação da peça "Roda Viva" (1968), de Chico Buarque, e obrigada a correr nua por um corredor polonês. Considerada comunista, foi presa uma segunda vez quando policias invadiram sua residência, assustando a todos, inclusive o filho de sete anos, que dormia. Em 1989, no entanto, declarou na TV seu apoio ao então candidato Fernando Collor de Melo.
Sobre a morte, em entrevista ao jornal "O Globo", em dezembro de 2012, falou sobre como a perda de seus amigos a deixava impressionada. "A morte... Uma coisa tem me abalado muitíssimo no último mês. Uma pessoa como Ney Latorraca, que me ligava duas ou três vezes por dia, e ficava uma hora e meia ao telefone. Enquanto ele esteve consciente no hospital, eu fui visitá-lo todos os dias, antes do teatro. Depois que ficou inconsciente, não me deixaram ir. Eu sinto muitíssimo. Essa coisa louca que foi morrer Marcos Paulo e Alcione Araújo. Vou para o cemitério, vejo meus amigos naqueles caixões, depois vou para "Pé na Cova", em que eu e Miguel somos donos de uma funerária. Havia cenas com caixões, os figurantes deitados, e a gente ali, com aquele texto iconoclasta falando dos mortos. É uma consciência da presença da morte, muita tristeza por causa dos amigos, mas com muito bom humor por causa do Miguel. Uma loucura. Mas é interessante."

Isso e para vocês meninas que gostam de vagabundo e que pensam que andando por ai namorando vagabundos esta ABAFANDO..

Todas essas garotas eram lindas e tinham sonhos, eram de Famílias estruturadas..elas tinham entre 16 e 19 anos ..´que ao invés de namorarem ou conhecerem caras decentes..andaram atrás de coisas erradas por vaidade, ta ai o resultado, todas 4 mortas com tiros de pistolas de uso restrito do EXERCITO ou da POLICIA FEDERAL.
ESSA e pra vocês que se iludem logo com motos, roupas de marca.. bonés e etc ...e depois olha ai no que da,viu como vocês tem que se dar valor? e não sair pegando qualquer um que aparece na frente..o que adiantou a beleza delas ?Isso aconteceu em Goiania.
Vocês podem mudar a historia de nosso país começando pela educação em casa..obedecendo e honrando vossos pais ..curtindo coisas boas..andando com pessoas boas.. ouvindo musicas boas, fazendo sempre coisas boas, amem o teu próximo, todos nós temos o lado ruim e o bom, usa só teu lado bom ..o ruim procure esquecer, contagie as pessoas com teu lado bom, e assim nós podemos mudar nosso Brasil, não com protestos quebrando tudo, isso não adianta de nada, e sim educadamente, começando por nós mesmos, pela nossa família, se teu irmão ou irmã ou parente faz coisas erradas corrija ele ou ela sendo assim esses os que gostam de fazer o mal..não terão espaço para isso ..Vamos mudar nossa historia !!

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Em alusão ao dia 03 de Dezembro que comemora internacionalmente o dia de luta da Pessoa com Deficiência, o Governo Municipal de Caraguatatuba lançou o Fórum Inclusivo da Pessoa com Deficiência com o objetivo de sensibilizar a sociedade para o convívio e o respeito às diferenças.
Na sua 6ª edição, neste ano o Fórum acontecerá entre os dias 03/12 à 06/12 com ações e atividades de entretenimento, esporte, cultura, lazer, informação e convivência.



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