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Cabeça's Barbearia

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quinta-feira, 20 de agosto de 2015

Procuradoria vai denunciar Cunha e Collor por corrupção na Lava Jato

A Procuradoria-Geral da República (PGR) deve denunciar, entre esta quarta-feira, 19, e amanhã, o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), e o ex-presidente e senador Fernando Collor (PTB-AL) por envolvimento no esquema de corrupção da Petrobrás. A informação foi confirmada por fonte com acesso às investigações. 
As denúncias, por corrupção e lavagem de dinheiro, serão as primeiras envolvendo políticos com prerrogativa de foro. Elas são baseadas em depoimentos de delatores da Operação Lava Jato e em provas colhidas pelo Ministério Público Federal em diversas fases da investigação, entre elas as buscas em imóveis de Collor, na chamada Operação Politeia, em julho.
Eduardo Cunha: O presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ)
O senador do PTB é suspeito de receber R$ 26 milhões em propinas, entre 2010 e 2014, desviados da estatal petrolífera. Esses recursos teriam sido usados para a compra de carros de luxo, apreendidos no mês passado pela Polícia Federal.
Cunha foi citado por um dos delatores da Lava Jato, o empresário Júlio Camargo, como beneficiário de suborno de US$ 5 milhões. O valor teria sido pago para facilitar a assinatura de contratos de afretamento de navios-sonda entre a Samsung e a Diretoria Internacional da estatal, controlada pelo PMDB.
Collor acusa Janot de vazar parecer contra ele para a imprensa: O senador Fernando Collor de Mello

Tanto Cunha quanto Collor negam participação em desvios e se dizem vítimas de perseguição do procurador-geral da República, Rodrigo Janot.

Só computador não melhora educação, diz chefe do Plan Ceibal

"Atualmente, cerca de 95% das crianças de 6 a 13 anos têm um computador", disse Gonzalo Pérez

O uruguaio Gonzalo Pérez, responsável pelo maior programa de distribuição de laptops para estudantes da América Latina, admite que apenas equipamentos não melhoram educação.
Tecnologia na educação inspira cuidados. Há muito entusiasmo de políticos pela compra de equipamentos, mas frequentemente eles ficam pegando poeira enquanto os estudantes continuam aprendendo do mesmo jeito de sempre.
O foco no hardware inspirou ceticismo em relação ao programa de distribuição de laptops do governo uruguaio, o Plan Ceibal.

O diretor do órgão que cuida desse programa faz uma defesa das suas conquistas, mas diz que elas estão mais no campo da inclusão digital do que no do ensino.
Ele participará do evento Transformar 2015, que discute inovação na educação e acontece em São Paulo no dia 25 de agosto. Abaixo, trechos da conversa.
Como surgiu a ideia do programa Plan Ceibal?
Quando começamos, em 2006, a tecnologia era muito diferente. Os tablets não existiam. As redes sociais não eram tão importantes. Era um outro mundo.
A inspiração foi dar um laptop a cada criança, seguindo uma ideia do cientista do Massachussets Institute of Technology Nicholas Negroponte. Mas o foco não era apenas melhorar a educação e sim promover a inclusão digital. 
O que o programa alcançou?
A diferença de tecnologia entre ricos e pobres era muito grande. O objetivo primordial era reduzir esse abismo.
Em 2006, só 5% dos mais pobres tinham acesso a computador em casa. Entre os mais ricos, a taxa era 55%. Hoje, 72% dos mais pobres e 88% dos mais ricos têm computadores.
A diferença diminuiu consideravelmente. Claro que parte disso é o desenvolvimento natural do acesso à tecnologia, mas parte se deve a essa política.
Atualmente, cerca de 95% das crianças de 6 a 13 anos têm um computador. Mais de 80% das escolas urbanas estão conectadas com fibra ótica, na velocidade de internet de 40 megabytes.
Mas os resultados do Uruguai em matemática e ciências não melhoraram em exames nacionais e internacionais.
Descobrimos que ter acesso a um computador não faz o aluno saber mais matemática instantaneamente. Desde 2012 estamos focando em oferecer plataformas adaptativas que esperamos que terá impacto sobre a aprendizagem.
Como funcionam?
A plataforma de matemática tem algoritmos que identificam áreas de força e de debilidade no conhecimento do estudante. Você sabe rapidamente, por exemplo, se ele entende bem as frações.
Se o estudante tem dificuldades, o sistema sugere livros e exercícios. O aluno pode revisar o conteúdo ali mesmo.
Quantos alunos adotam o sistema?
A tecnologia está aberta a todos, mas os professores têm liberdade de escolher se e como usam. Cerca de 20% da rede usa regularmente. De 2014 para 2015 o número de acessos dobrou.
Os professores não se inibem com a tecnologia e tendem a evita-la?
Sim, mas estamos tentando conscientizá-los com capacitações. É o único jeito.
Qual é o custo do Plan Ceibal?
São 730 000 beneficiários e cada um custa 100 dólares anuais. Isso inclui a internet, o laptop com manutenção e troca a cada quatro anos, capacitação dos professores etc. No fim das contas, o gasto equivale a 5% do que o Uruguai dispende com educação.
Vale a pena?
Sim. Estamos aprendendo como usar a tecnologia no ensino para obter o maior impacto. Isso por si só é valioso.

Crise hídrica (só agora) tornou-se "oficial" em São Paulo

O drama a conta-gotas de São Paulo já se estende há quase um ano e meio, mas só  agora o governo paulista reconheceu, oficialmente, o problema.
Em portaria publicada ontem (18) no Diário Oficial, o Departamento de Águas e Energia Elétrica do Estado (Daee) declarou "estado de criticidade hídrica" na bacia hidrográfica do Alto Tietê, onde ficam cinco dos seis sistemas que abastecem a Grande São Paulo. 
Sem chuva e com vazão de rios 66% abaixo da média para agosto, o Alto Tietê atravessa o mês mais seco da sua história
No texto, o superintendente do órgão responsável pela gestão dos recursos hídricos em SP, Ricardo Borsari, declara que a gravidade da situação de armazenamento dos reservatórios apresenta risco para o abastecimento público, o que demanda esforços concentrados.  
Seca: declaração de "criticidade" dá respaldo jurídico para adoção de medidas mais restritivas no combate à crise
"Ações de caráter especial deverão ser adotadas visando a assegurar a disponibilidade hídrica de modo seguro e eficiente", diz, ressaltando que é "obrigação permanente do Estado minorar riscos ao abastecimento público de água".
O que isso muda na prática ?
A essa altura do campeonato, a declaração muda pouca coisa. Em teoria, o reconhecimento de "estado de criticidade" dá amparo jurídico para adoção de medidas mais severas de combate à crise, como redução de outorga de captação, a aplicação de multas para consumo exagerado e, até mesmo, para a adoção de racionamento.   
Muitas dessa medidas, porém, já foram colocadas em prática, à revelia da declaração oficial. É o caso das tarifas diferenciadas para quem aumentar o consumo (que as agências reguladoras já vêm aplicando) e, também, das obras emergenciais que o governo iniciou.
Na prática, o governo inverteu a ordem do processo. 
No mundo  ideal, reconhecer oficialmente o problema era a primeira coisa a ser feita, antes mesmo de recorrer à penalização dos consumidores e ao bate estaque a toque de caixa.

Hipótese de impeachment assusta imprensa estrangeira


Do The New York Times ao Financial Times : nos últimos dias, uma série de publicações estrangeiras se colocaram contra a abertura de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, que enfrenta uma severa crise de reputação e governabilidade no país.

Para as publicações, tirar a petista do poder - sem argumentos contundentes- poderia colocar em risco a democracia nacional. Veja como gringos encaram a crise política do país.

São Paulo – Do The New York Times ao Financial Times : nos últimos dias, uma série de publicações estrangeiras se colocaram contra a abertura de um processo de impeachment contra a presidente Dilma Rousseff, que enfrenta uma severa crise de reputação e governabilidade no país.Para as publicações, tirar a petista do poder - sem argumentos contundentes- poderia colocar em risco a democracia nacional. Veja como gringos encaram a crise política do país.

Acesso à internet pode ser garantido pela Constituição A proposta de emenda à Constituição com esse objetivo foi aprovada nesta quarta-feira (19) pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado

O direito de acesso à internet pode ser incluído entre os direitos sociais previstos na Constituição Federal. A proposta de emenda à Constituição com esse objetivo foi aprovada nesta quarta-feira (19) pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Para se tornar realidade, a proposta precisa passar por dois turnos de votação nos plenários do Senado e da Câmara dos Deputados.
Na justificativa da emenda, o ex-senador Rodrigo Rollemberg (PSB-DF) disse que muitos direitos previstos na Constituição, como o direito à informação, à educação, ao trabalho e à remuneração digna, dependem cada vez mais do acesso a novas tecnologias. “A inclusão desse novo direito em nossa Constituição Federal contribuirá decisivamente para a superação das desigualdades brasileiras e dará um amplo horizonte de oportunidades aos nossos cidadãos hoje inexoravelmente excluídos de um futuro melhor”, disse.
“A elevação do direito de acesso à internet ao patamar constitucional terá o condão de exigir o estabelecimento, pelo Estado brasileiro, de políticas públicas que minorem ou eliminem a exclusão digital, que marginaliza um contingente significativo da população”, disse a relatora da proposta da emenda, senadora Ângela Portela (PT-RR), que deu parecer favorável à proposta. Segundo Ângela Portela, relatório recente da União Internacional de Telecomunicações coloca o Brasil na 65º posição entre 166 avaliados no acesso a novas tecnologias de informação e comunicação.

Delegacia Virtual do Estado de São Paulo

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