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domingo, 5 de fevereiro de 2017

Passaporte brasileiro: como tirar e renovar o seu documento


Veja o que deve ser feito para requerer o seu passaporte: o-passaporte-facebook.jpeg
Passo 1

O início do processo de requerimento do passaporte brasileiro começa no site da Polícia Federal. O interessado deve preencher o formulário eletrônico de solicitação. Em caso de dúvidas, ligue para o telefone 194.
No momento de preencher o formulário, você deverá escolher o posto do Departamento de Polícia Federal mais próximo de você para entregar os documentos pessoalmente e receber o passaporte em mãos.

Passo 2

Depois de completado o cadastro, será emitida a Guia de Recolhimento da União (GRU). É necessário imprimir o boleto e pagá-lo respeitando a data de vencimento.
A taxa de concessão de passaporte comum é de R$ 257,25.

Passo 3

Compareça ao posto do Departamento de Polícia Federal (DPF) escolhido no momento do requerimento com a documentação original exigida, o comprovante da GRU paga e o protocolo da solicitação do passaporte.
Em algumas unidades do DPF é preciso agendar uma data de apresentação. Mas você só conseguirá verificar se deve ou não agendar o atendimento no posto escolhido depois de ter feito a solicitação de passaporte.

Passo 4

Retire seu passaporte pessoalmente, apresentando o RG e o recibo (entregue no dia da apresentação) no horário e local indicados. É possível consultar o andamento do seu pedido online.

Documentação necessária para requerer passaporte:

  • Documento de Identidade
  • Passaporte antigo (quando houver)
  • Título de eleitor e comprovantes de votação da última eleição (dos dois turnos, se houve)
  • Documento que comprove quitação com o serviço militar (para homens)
  • Comprovante bancário de pagamento da Guia de Recolhimento da União – GRU
  • CPF
Mais informações no site da Polícia Federal.

BBB 17 | Gêmeo eliminado já apareceu em programa policial por crime inusitado


Slide 1 de 5: Antônio no “Cidade Alerta”
Antônio foi escolhido para deixar a casa do “Big Brother Brasil 17”, no último domingo, 29, deixando seu irmão gêmeo, Manoel, no reality show. No entanto, o que pouca gente sabe é que, antes de fazer sucesso na TV Globo, o rapaz apareceu em outra emissora em um programa bastante diferente.

Isso porque, em 2013, o gêmeo apareceu em uma extensa reportagem do policial “Cidade Alerta”, apresentado por Marcelo Rezende, na Record.
Na ocasião, Antônio, na época com 20 anos de idade, apareceu na atração após ter sido mordido nas costas pela promoter de uma casa noturna de Itapõa, em Vila Velha, Espírito Santo. O gêmeo afirmou, ao programa, que a mulher que o mordeu é ex-namorada de seu amigo e não soube a razão para sua inesperada ação. No momento do ataque, o amigo dele queria subir na boate e sua ex-namorada não deixava. Curioso!

Grazi Massafera participará de prova do Big Brother Brasil, entenda!


O Big Brother Brasil 17 já está com tudo e, após uma prova de resistência com duração de 19 horas, os participantes mostraram que não estão confinados apenas para participar de festas e brincar com os outros participantes. Agora, a Globo planeja uma prova bem especial envolvendo, pelo menos, 50 atores da emissora!

Isso mesmo! Segundo informações do colunista Flavio Ricco, artistas como Grazi Massafera ajudariam os brothers em uma prova envolvendo o universo da televisão, que ainda não tem data para ir ao ar. A ideia é que os atores deem dicas sobre personagens marcantes das novelas, programas e séries.
Lembrando que esta não é a primeira vez que Grazi, uma ex-BBB, volta à casa. A atriz já visitou os participantes em 2014, em um dia de beleza, e no ano seguinte, apareceu lá ao lado de Isabeli Fontana para ajudar a apresentar uma Prova do Líder.

Lula para Dona Marisa: 'céu ganha a estrela que iluminou minha vida'


Estado de saúde de Dona Marisaé irreversível, diz cardiologista: Estado de saúde de Dona Marisa é irreversível, diz cardiologista
"Minha galega, agora o céu ganha a estrela que iluminou minha vida". Essas foram as últimas palavras de Lula para dona Marisa Letícia, que morreu na última sexta-feira (3), aos 66 anos. A homenagem está grafada na coroa de flores que o ex-presidente deu à mulher.

O velório da ex-primeira-dama aconteceu neste sábado (4), no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, no terceiro andar, e deve se estender até 15h. O corpo saiu do Sírio Libanês, às 7h30, onde estava internada desde o dia 24 de janeiro, e chegou por volta das 9h no sindicato, onde dona Marisa conheceu Lula.
Os primeiros amigos e familiares, como marido e filhos, começaram a chegar 20 minutos antes do corpo. Após o velório, houve uma cerimônia de cremação reservada à família no cemitério

emer já recebeu listas com 50 sugestões de nomes para novo ministro

Não é por falta de sugestão que o presidente Michel Temer ainda não escolheu o novo ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), que ocupará o lugar de Teori Zavascki, morto em acidente aéreo, no último dia 19, em Paraty (RJ). A Corte é composta por 11 ministros, mas só conta com dez, atualmente.
Até a última sexta-feira (3), Temer já havia recebido dez listas, com um total de 50 nomes, entre as indicações formais e informais. Cabe somente a ele, de acordo com informações do portal G1, a nomeação do ministro da Corte, e não há prazo para apresentar o escolhido.
Nos bastidores, a informação é de que, embora os ministros Marco Aurélio Gastaldi Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), Ives Gandra Filho, presidente do Tribunal Superior do Trabalho (TST), o desembargador federal Fausto De Sanctis e o juiz Sérgio Moro terem sido muito sugeridos, apenas Gandra Filho está na lista dos mais cotados para assumir a cadeira deixada por Teori.
Além dele, os ministros do Superior Tribunal de Justiça (STJ) Isabel Gallotti, Luis Felipe Salomão e João Otávio Noronha são fortes candidatos.
A indicação deve sair no começo da semana que vem.

Cabral chegou a ‘empobrecer’ no País

Sérgio Cabral: Casal. Adriana Ancelmo e Sérgio Cabral em foto para coluna social em 2013Quando registrou sua candidatura a senador em 2002, Sérgio Cabral Filho (PMDB) declarou ter pouco menos de R$ 380 mil em ativos. Era uma redução em relação a 1998, quando dissera à Justiça Eleitoral ter patrimônio de R$ 827.872,03. A realidade, porém, era outra. Deputado desde 1991 e presidente da Assembleia Legislativa do Rio a partir de 1995, Cabral aumentara suas posses – e muito.
Acumulara ilegalmente US$ 2 milhões, equivalentes a R$ 5 milhões, na conta Eficiência, no Israel Discount Bank of New York, segundo as investigações da força-tarefa responsável pelas operações Calicute e Eficiência. Em 2006, na disputa pelo governo, Cabral reconheceu ter no Brasil posses de R$ 647.875,61. Em outros países, de acordo com os investigadores, guardava secretamente US$ 6 milhões (R$ 13,7 milhões).
O contraste entre os patrimônios declarado e real do ex-governador, preso em Bangu 8 na Operação Calicute, chamou a atenção dos investigadores da Polícia Federal e do Ministério Público Federal (MPF). Eles souberam da existência da fortuna em outros países – em dólares, euros, barras de ouro, ações e até diamantes – pela delação de Marcelo e Renato Chebar.
Operadores do mercado financeiro, os irmãos contaram que foram procurados por Cabral quando estourou o escândalo do Propinoduto, em 2003. O deputado temia as investigações de contas abertas no exterior. Acertou a transferência do valor para contas dos irmãos.
Em 1994, ao concorrer pela segunda vez a uma vaga de deputado estadual, o político, então no PSDB, apresentara patrimônio que, convertido para valores atuais, seria de menos de R$ 370 mil. Um apartamento comprado a prestações, um terreno em Grumari, duas linhas telefônicas e um Voyage 1993 eram seus bens.
Um alerta sobre os sinais exteriores de riqueza foi dado pelo governador tucano Marcello Alencar (1925-2014) em 1998. O motivo foi uma tentativa de privatizar a Companhia Estadual de Águas e Esgoto (Cedae). Já aliado de Anthony Garotinho, recém-eleito governador, Cabral denunciou suposta tentativa de compra de votos na Alerj, a favor da venda. Alencar respondeu com um dossiê, no qual acusava o deputado de não ter renda para ter uma casa em condomínio de luxo em Mangaratiba. O MPE investigou a denúncia e arquivou o processo.
Patrimônio de Sérgio Cabral 
Patrimônio de Sérgio CabralBens. A “melhoria de vida” de Cabral era evidente, mesmo para quem só conhecesse seus bens no Brasil. Ao apresentar sua candidatura a governador pela primeira vez, em 2006, tinha em sua lista de bens uma lancha, a Tinhosa, fabricada em 1997 e avaliada em R$ 100 mil. E, além do imóvel em Mangaratiba, figuram na declaração R$ 90 mil relativos à participação societária na SCF Comunicação e Participações Ltda. Ao se apresentar para a reeleição, em 2010, o patrimônio chegara a R$ 843 mil.
Preso desde 17 de novembro, ele alegou inocência. Recentemente, porém, começou a cogitar uma colaboração premiada.

A babá que se tornou primeira-dama no Brasil

A ex-primeira dama Marisa Letícia Lula da Silva.Marisa Letícia Lula da Silva (7 de abril de 1950), companheira de Lula por 43 anos, poderia ser superficialmente percebida como a sombra de um marido poderoso. Mas no lar dos Lula da Silva quem mandava, de fato, era ela, como costumava afirmar o próprio ex-presidente. Controlava as contas, o salário do marido e, inclusive, decidia quem podia ou não visitar um dos políticos mais poderosos do país, nos momentos em que a saúde dele se mostrava frágil.
Nascida em uma família de imigrantes italianos em São Bernardo do Campo, ela teve uma origem humilde, como o marido. Seu pai era agricultor e teve 15 filhos. Ainda criança, já trabalhava como babá das sobrinhas do pintor Cândido Portinari. Aos 13 anos, virou embaladora de bombons numa fábrica de doces e, com isso, teve de deixar a escola. Seis anos depois, estava casada com Marcos Cláudio, um taxista, que morreu em uma tentativa de assalto quando Marisa estava grávida.

Aos 24 anos, em 1974, ela foi ao sindicato dos Metalúrgicos de São Bernardo do Campo e Diadema para buscar um carimbo para liberar a pensão do marido, o que naquela época podia ser feito em qualquer sindicato. Foi atendida por um barbudo, de língua meio presa. Era Lula. Dirigente do Serviço de Assistência Social do sindicato, ele orientara seus funcionários a avisá-lo quando chegasse uma viúva jovem para ser atendida. Ele, também viúvo em uma história trágica (a primeira mulher dele, Lourdes, morreu no parto junto ao filho), se interessou. Para convencê-la de que também era viúvo, deixou, de propósito, cair um documento pessoal, que comprovava a informação. Ele ainda insistiu num encontro por algum tempo e até botou um namoradinho que ela tinha na época para correr. Sete meses depois, estavam casados. Ela virou sua "galega".

Lula e Marisa Letícia em outubro de 2008, em Roma. MARIO DE RENZISEFE
Juntos tiveram três filhos: Fabio Luís, Sandro Luís e Luís Cláudio. Do primeiro casamento de dona Marisa nasceu Marcos Cláudio, nomeado em homenagem ao pai, que acabou adotado pelo ex-presidente.
Lula e Marisa Letícia em outubro de 2008, em Roma.Ao lado de Lula, a ex-primeira dama passou por todos os altos e baixos vividos pelo ex-presidente. No final da década de 70, durante as greves do ABC, o movimento sindical liderado por Lula que foi o mais importante do país nos últimos anos, ela abria sua casa para reuniões políticas. Chegou a liderar uma marcha de mulheres após a prisão do marido pela polícia da ditadura militar. Também teve participação ativa quando o Partido dos Trabalhadores foi criado, em 1980. Quem fez a primeira bandeira do PT foi ela: recortou um tecido vermelho que tinha em casa e costurou a estrela branca no centro. Fazia o mesmo com camisetas, para tentar arrecadar algum dinheiro para o embrionário partido, conta o Partido dos Trabalhadores.
Discreta, dona Marisa desempenhou um papel de bastidores nas duas gestões presidenciais de seu marido. Diferenciou-se de sua antecessora, Ruth Cardoso, na função de primeira-dama, ao preferir não exercer qualquer cargo filantrópico do Governo. Esteve ao lado de Lula também durante todo o tratamento de câncer a que ele foi submetido, em 2011. Dizia-se, na época, que ela controlava quem podia e quem não podia visitá-lo, para evitar que ele se cansasse.
Nos últimos anos, viu-se envolvida no turbilhão da Operação Lava Jato. Há quatro meses, tornou-se ré em duas investigações, ao lado do marido. Era acusada de, ao lado dele, ocultar um tríplex no Guarujá, que teria sido reformado pela construtora OAS, e também de ter sido beneficiada pela compra de um apartamento em São Bernardo do Campo, pela Odebrecht, mas que não estão, oficialmente, em nome deles. Ela ainda é citada em investigações relacionadas a um sítio em Atibaia, para o qual teria comprado dois pedalinhos, de 5.600 reais no total. As acusações a abalaram e causaram indignação no ex-presidente Lula. “Se eu pudesse, dava um iate para ela”, dizia ele, que frequentemente chorava ao falar sobre o assunto. Em março do ano passado, ela teve vazada uma conversa telefônica tida com seu filho, Fábio, em que se mostrava indignada com os protestos contra o Partido dos Trabalhadores, meses antes do impeachment de Dilma Rousseff.
Nesta sexta-feira, perdeu a vida aos 66 anos, após ficar internada por dez dias no hospital Sírio-Libanês, no centro de São Paulo. Foi vítima de um Acidente Vascular Cerebral (AVC) em sua casa, em São Bernardo do Campo. Seus órgãos serão doados.

Hospital pede desculpas por vazamento de diagnóstico de dona Marisa

A direção do hospital Sírio-Libanês pediu desculpas à família da ex-primeira dama dona Marisa Letícia pelo vazamento de dados sigilosos de seu diagnóstico por uma médica que estava no pronto-socorro, no dia de sua internação. Os dados circularam por grupos de Whatsapp e motivaram mensagens agressivas de médicos sobre o atendimento à mulher do ex-presidente Lula.
Durante o período de internação no Sírio-Libanês, amigos e familiares de Marisa tentaram evitar que os filhos da paciente e o próprio presidente Lula tomassem conhecimento das mensagens, mas não obtiveram sucesso.
Segundo pessoas que visitaram a família no período em que Marisa esteve internada, o episódio gerou revolta, principalmente as mensagens de médicos do grupo Whatsapp por onde circularam os dados.
"O Hospital Sírio-Libanês conversou com a família e prefere não comentar mais o assunto", informou o hospital em nota oficial divulgada neste sábado. Cardiologista da família e um dos responsáveis pelo atendimento à família, Roberto Kalil também não quis comentar o episódio.
A médica Gabriela Munhoz, responsável pelo vazamento dos dados, foi demitida pelo Sírio-Libanês por causa do compartilhamento de informações de Marisa. O neurocirurgião Richam Faissal Ellakkis, autor de comentários agressivos contra Dona Marisa no grupo, teve o contrato rescindido pela Unimed São Roque.
Na sexta-feira, a bancada do PT na Assembleia Legislativa de São Paulo protocolou uma representação no Conselho Regional de Medicina de São Paulo (CRM-SP) contra os médicos que compartilharam informações sobre o estado de saúde de Marisa Letícia. "Diante desses fatos, a bancada do PT pede que se apure as responsabilidades e aplique sanções aos médicos. As ações são totalmente incompatíveis com o Código de Ética Médica", escreveu a assessoria da bancada em nota oficial.

“Perseguição” foi fatal para Marisa Letícia, diz Lula em velório

®Vía ReutersO ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva se despediu neste sábado (4) de sua esposa e companheira de luta Marisa Letícia, terminando com um duro discurso contra as acusações de corrupção que rondaram o casal no último ano.
"Marisa morreu triste porque a canalhice que fizeram com ela e a imbecilidade e a maldade que fizeram com ela, eu vou dedicar...", desabafou Lula sem terminar a frase, em frente ao caixão da ex-primeira-dama, coberto pela bandeira do Brasil e outra do Partido dos Trabalhadores (PT).
“Eu tenho 71 anos e não sei quando Deus me levará, acho que vou viver muito, porque quero provar que os facínoras que levantaram leviandade com a Marisa tenham, um dia, a humildade de pedir desculpas a ela”, disse Lula, comovido e aplaudido pela multidão de admiradores que se reuniram na sede do Sindicato dos Metalúrgicos.
Marisa Letícia Rocco - com quem Lula se casou em 1974 e teve três filhos- faleceu na sexta-feira, aos 66 anos, no Hospital Sírio-Libanês, em São Paulo, após sofrer um AVC no dia 24 de janeiro. O líder petista recebeu os pêsames e abraçou centenas de desconhecidos e figuras destacadas do PT, como a ex-presidente Dilma Rousseff, o presidente do partido, Rui Falcão e vários membros do Congresso e ex-ministros.
“Mataram dona Marisa"
Vários aliados políticos de Lula vincularam a morte de Marisa Letícia ao ano de turbulências e sobressaltos judiciais do ex-presidente, que enfrenta cinco acusações ligadas ao escândalo de corrupção na Petrobras, algumas delas envolvendo sua esposa. "Não é exagero dizer que mataram a dona Marisa, ela foi vítima de uma perseguição gigantesca e não aguentou", disse a jornalistas o senador do PT, Lindbergh Farias.
Essa teoria da perseguição judicial cujo intuito, segundo o próprio Lula, seria o de impedir sua candidatura em 2018, foi levantada também por Dilma e defendida por vários membros do PT. "Há um ano dona Marisa não tinha nenhuma alegria, vivia sob ameaças de prisão, de prisão dos filhos. Tenho convicção de que sua partida prematura está muito ligada a esse clima de ódio", disse Gilberto Carvalho, ex-chefe de gabinete de Lula e ex-ministro de Dilma.
Neste sábado, a Corregedoria do Ministério Público de Minas Gerais informou que investigará o procurador Romulo Paiva Filho, que publicou a foto da ex-primeira-dama em uma rede social e escreveu a frase, "Morre logo, peste! Quero abrir logo o meu champagne!". O corpo da ex-primeira-dama foi cremado na tarde deste sábado, ao final do velório, em uma cerimônia reservada para a família.

Médico de Marisa Letícia pede punição de colegas zombeteiros


Roberto Kalil Filho
O cardiologista Roberto Kalil Filho, médico do ex-presidente Lula e de Marisa Letícia, criticou o comportamento dos colegas que vazaram e comentaram, com escárnio, informações sigilosas sobre o estado de saúde da ex-primeira-dama durante o período em que ficou internada no Hospital Sírio-Libanês. O caso revelado pelo jornal carioca O Globo, foi tema de artigo publicado pelo médico no jornal Folha de S. Paulo deste domingo. No texto, Kalil afirmou que a atitude dos profissionais foi uma afronta à dignidade humana e pede a punição dos envolvidos.

“As direções de hospitais e unidades de saúde precisam ser firmes e punir esse tipo de comportamento antiético de forma exemplar, eliminando das instituições elementos que profanam o princípio do sigilo e do respeito devido a qualquer ser humano”, escreveu.
Roberto Kalil Filho questionou o comportamento ético dos médicos envolvidos no caso e afirmou que eles violaram um dos princípios mais sagrados da profissão, o sigilo.
“O caso revela um dos lados perversos do comportamento humano, reprovável e absolutamente inadmissível para quem se apresenta como médico”, escreveu.