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sexta-feira, 9 de março de 2012

Relatório sobre desocupação do Pinheirinho tem 1.800 denúncias de violações de direitos humanos

O Conselho Estadual dos Direitos da Pessoa Humana de São Paulo (Condepe) divulgou hoje (9) um relatório com mais de 1.800 denúncias de violações de direitos humanos que teriam ocorrido em janeiro, durante a ação de reintegração de posse da área conhecida como Pinheirinho, em São José dos Campos, interior paulista.
O relatório, que deverá ser publicado até o fim deste mês, inclui também denúncias sobre fatos ocorridos nos dias seguintes, quando os moradores foram levados para abrigos temporários. A assessoria de imprensa do governo do estado informou que o governador Geraldo Alckmin só vai se pronunciar quando receber oficialmente o relatório do Condepe.
 O documento diz que houve violência da Polícia Militar de São Paulo e da Guarda Municipal de São José dos Campos durante a reintegração, tanto na área da ocupação quanto nos bairros vizinhos. O major Marcel Soffner, da Comunicação Social da Polícia Militar, informou que a corporação só se manifestará após o recebimento oficial do relatório.
O conselho recebeu 1.876 denúncias de ameaças e humilhações aos moradores do Pinheirinho por policiais e guardas municipais, de demolição de casas antes da retirada dos bens, de agressão física e de morte de animais, entre outras. Foram ouvidas 634 pessoas que, após a desocupação do terreno, foram levadas a abrigos provisórios.
Conforme o relatório, a ocupação do Pinheirinho era “eminentemente familiar”, com forte presença de crianças e adolescentes --– 677 na faixa etária até 11 anos. Neste caso, diz o documento, um dos efeitos foi quebra do vínculo das crianças e adolescentes com a escola e a creche, o que gerou confusão nos primeiros dias nos alojamentos para onde foram levadas as famílias. Nos quatro abrigos temporários, o Condepe registrou a presença de 1.069 crianças e adolescentes e de 50 idosos.
O conselheiro Renato Simões, relator do caso no Condepe, disse que o objetivo do trabalho é “dar voz às vítimas e cobrar do Ministério Público, da Defensoria Pública e de outros órgãos do estado as providências”. O documento será entregue à Procuradoria-Geral de Justiça de São Paulo, à Defensoria Pública, a órgãos do governo do estado e do município de São José dos Campos e ao Congresso Nacional.
Em nota, a prefeitura de São José dos Campos diz que os ex-moradores do Pinheirinho foram acolhidos da melhor maneira possível, considerando-se o caráter emergencial e as dimensões do caso. “Todos foram abrigados em ginásios esportivos [cerca de 1.200 pessoas] e receberam colchões, kits de higiene, roupas íntimas, três refeições por dia, atendimento médico e assistência social.” De acordo com a prefeitura, o conselho tutelar fez diversas visitas aos abrigos e não encontrou irregularidades no acolhimento das crianças.
A prefeitura informou que cedeu vans para levar as crianças à escola das crianças e que providenciou acompanhamento médico para os idosos. “Hoje todas as famílias deixaram os abrigos e já receberam a segunda parcela do aluguel social”, diz a nota.

PM pune 51 homens do Bope que teriam apoiado greve de policiais no Rio

PM pune 51 homens do Bope que teriam apoiado greve de policiais no Rio. A Polícia Militar do Rio de Janeiro confirmou nesta sexta-feira (9) o afastamento de 51 policiais do Bope (Batalhão de Operações Especiais) que teriam aderido à greve das forças de segurança pública do Estado (policiais militares e civis, bombeiros e agentes penitenciários) iniciada no dia 10 de fevereiro e encerrada quatro dias depois.

Segundo a corporação, os agentes da divisão de elite da PM --18 sargentos, quatro subtenentes, 17 cabos e 12 soldados --teriam se negado a reprimir a paralisação dos colegas. As transferências já foram oficializadas por meio de boletim interno da corporação.
A maioria dos policiais militares punidos foi transferida para batalhões situados no interior do Rio de Janeiro. Em relação ao 28º BPM (Volta Redonda), quartel no qual estavam vários PMs apontados como líderes da mobilização grevista, o movimento foi inverso. Mais de cem policiais foram realocados para batalhões da Baixada Fluminense.

Durante uma reunião do Sindpol (Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio de Janeiro), realizada no dia anterior à assembleia conjunta que deflagrou a greve (9 de favereiro), na praça da Cinelândia, no centro do Rio, um policial da Coordenadoria de Recursos Especiais (Core) adiantara que os agentes do Bope ficariam aquartelados durante a paralisação.

"Os colegas do Core e do Bope já comunicaram ao comando que vão permanecer aquartelados. Ninguém sai do batalhão", afirmou o policial, que não se identificou ao pedir a palavra durante a assembleia.

Entre os homens do Bope, a atitude do comando-geral da PM é vista como uma represália que tem por objetivo "dar exemplo" para os demais, e também uma determinação tática a fim de impedir novas mobilizações grevistas. Na versão da Polícia Militar, porém, as transferências seriam uma medida administrativa de "rotina".

Atualmente, o efetivo do Batalhão de Operações Especiais é de 400 homens -- as transferências significam uma redução de cerca de 13%. O comando da Polícia Militar não esclareceu se as vagas abertas serão ou não repostas em breve. O treinamento da divisão de elite da PM dura de seis a 20 semanas.
A greve

Os bombeiros, a Polícia Militar, a Polícia Civil e os agentes penitenciários do Rio de Janeiro entraram em greve na noite de 9 de fevereiro após uma assembleia coletiva no centro da capital fluminense.

No dia 11, porém, o diretor jurídico do Sindicato da Polícia Civil do Rio, Francisco Chao, anunciou que a categoria suspendeu sua participação no movimento. No dia 13, foi a vez de todos os policiais suspenderem a greve; a paralisação deve voltar a ser analisada depois do Carnaval.

A ordem do comando da greve para os PMs era que todos os policiais que atuassem no policiamento ostensivo, além de inativos e aposentados, iniciassem um período de reclusão em seus respectivos batalhões –se possível, na companhia de parentes.

As prisões de líderes e a abertura de processos administrativos, entretanto, esvaziaram o movimento.

Rio de Janeiro terá primeira unidade brasileira da Cordon Bleu

Termo de cessão do prédio do Estado foi assinado nesta sexta-feira (9/03) pelo governador

A primeira unidade brasileira da Le Cordon Bleu, líder mundial de ensino em gastronomia, começará a funcionar no Rio de Janeiro em 2013. O termo de cessão do prédio da Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), onde funcionará a escola, foi assinado nesta sexta-feira (9/3) pelo governador Sérgio Cabral e o presidente da instituição, Andre Contreau.

O edifício de dois andares - onde funcionava a escola de enfermagem da Faetec, na Rua da Passagem, 175, em Botafogo - será totalmente reformado para receber as instalações. As obras, com orçamento estimado em R$ 4 milhões, estão previstas para terminar em seis meses. As matrículas serão abertas em dezembro e a previsão para o início das aulas é fevereiro de 2013.

Em contrapartida, a rede francesa disponibilizará, gratuitamente, 20% das vagas dos cursos profissionalizantes para alunos da Faetec, que ficará responsável pela certificação do ensino. A primeira turma disponibilizará 480 vagas, mas, futuramente, a escola poderá formar até 800 estudantes por ano. A grade de cursos será definida pela Le Cordon Bleu, líder mundial em ensino de gastronomia.

O governador Sérgio Cabral disse que era um sonho do governo trazer a escola para o Rio de Janeiro. Após uma tentativa frustrada de construir uma unidade em Brasília, a rede Le Cordon Bleu desistiu de se instalar no país. A proposta foi retomada a partir de articulação com o vice-governador e coordenador executivo de Infraestutura do Estado, Luiz Fernando Pezão. Para Cabral, a iniciativa ratifica a posição do Brasil como principal destino de investimentos da França, à exemplo de outras empresas radicadas no estado, como Michelin, L'Óreal e Peugeot Citröen.

- A Cordon Bleu é sinônimo de qualidade de ensino e vai valorizar nossos serviços no setor de gastronomia. O governo financiará parte dos investimentos, cedendo o prédio e fazendo a reforma, e a escola vai investir em equipamentos. Vale lembrar que são cursos muito caros, e muita gente que tem boas condições financeiras sai do Brasil para estudar nas filiais da Le Cordon Bleu lá fora. Este será um marco na qualificação da nossa gastronomia e vai agregar muito valor às marcas Brasil e Rio de Janeiro - afirmou Cabral.

O Peru foi o primeiro país latino americano a receber uma unidade da rede francesa, que tem 44 escolas distribuídas por 17 países. O objetivo da implementação da escola no Rio de Janeiro é transformar a cidade em um polo gastronômico na América Latina, em função dos grandes eventos programados, que vão atrair turistas de vários países.

O presidente da Le Cordon Bleu, André Contreau, ressaltou o compromisso da instituição em contribuir para o desenvolvimento humano da cidade e formar os melhores profissionais para os setores do turismo, hotelaria e gastronomia.

- Queremos ser vistos como uma instituição em que o aluno terá não somente um emprego, mas uma carreira. Desenhamos uma escola para atender os alunos, um local muito bom e um programa bem definido para transformar aprendizes em profissionais do setor, mestres da arte culinária. Possibilitamos que os alunos cheguem ao mercado completamente qualificados e desenvolvam um conjunto de elementos que os permita ser criativos e crescerem no futuro. É um desafio especialmente importante e queremos nos tornar a melhor escola de gastronomia do Brasil - comemorou Contreau.

A cessão do imóvel terá duração de 20 anos, renováveis por mais 20. O secretário de Ciência e Tecnologia, Alexandre Cardoso, adiantou que os cursos terão duração média de 300 horas, mas alunos mais experientes poderão concluí-los em 160 horas. Para os estudantes matriculados nas unidades da Faetec, será pré-requisito conhecimento prévio no setor.

- Todos os professores serão contratados pela rede francesa, assim como a parte pedagógica e administrativa. O que pretendemos é pegar cozinheiros que trabalham em pequenos estabelecimentos em Madureira, na Baixada Fluminense ou em outras regiões e desenvolver seu potencial, proporcionando melhor colocação no mercado de trabalho - avaliou Cardoso.

Negociações começaram em 2011


O protocolo de intenções para a instalação da escola foi assinado em agosto do ano passado pelo governador Sérgio Cabral, juntamente com André Cointreau, presidente da Cordon Bleu, e com o vice-presidente da escola francesa para a América Latina, o chef Patrick Martin. Desde então, o governo estadual vem negociando com a escola para atender a todos os critérios necessários para a instalação.

A Le Cordon Bleu (fita azul, em francês) é uma rede internacional de manejo de hospitalidade e de escolas de culinária que ensinam a cozinha francesa. Em 1933, foi aberta em Londres a primeira escola fora da França. Desde então, unidades foram fundadas em Adelaide e Sydney, na Austrália; Seul, na Coréia do Sul; Otawa, no Canadá; Tóquio, Kobe e Yokohama, no Japão; Lima, no Peru; em 17 cidades dos Estados Unidos; Bangcoc, na Tailândia; Martinborough, na Nova Zelândia; e, agora, no Rio.

Venha com a gente!!!!



A tarde de hoje será das mulheres em Caxias!

A tarde de hoje será das mulheres em Caxias! Reunidas às 16h, nós mulheres petistas vamos caminhar pela cidade, a partir da Praça Humaitá.

Depois, unidas e numa só voz, vamos seguir pela Avenida Brigadeiro Lima e Silva, passando pela Praça Roberto Silveira.

A caminhada tomará o rumo do Viaduto Paulo Lins, alcançará a Avenida Presidente Kennedy, a Praça do Pacificador e a Praça do Relógio. Na última praça, faremos uma manifestação em lembrança ao Dia Internacional da Mulher.

Nosso slogan: “Pão e rosas”. Em todo o percurso as militantes petistas estarão fazendo a distribuição de material didático que destaca a importância das lutas feministas.

Infelizmente, pouca gente sabe que o dia 8 de março foi consagrado como Dia Internacional da Mulher porque nesta data, em 1857, as operárias de uma fábrica de tecidos de Nova Iorque fizeram uma grande greve, reprimida com total violência.

Tristeza que nunca acaba: a fábrica foi incendiada com as operárias trancadas lá dentro, e cerca de 130 delas morreram queimadas. Assim, o

Dia Internacional da Mulher não é simplesmente de comemoração, mas de reflexão sobre o nosso papel na sociedade e apoio às reivindicações não atendidas.

Mas nem tudo são homenagens. O PT faz questão de lembrar também as principais reivindicações das mulheres de Duque de Caxias, como oportunidades iguais de educação e ensino profissionalizante, com equiparação salarial no mercado de trabalho.

Outra luta da mulher é para superar a discriminação, dando-lhe autonomia e garantindo condições para que se desenvolva com plenitude, com respeito à diversidade religiosa e foco em mudança de antigos hábitos culturais, para possibilitar maior harmonia da sociedade.

Defendemos também uma educação sem racismo e sem discriminação sexual de qualquer espécie, para implantar uma cultura de igualdade e solidariedade.

O fim da violência contra as mulheres, com instalação de delegacias e abrigos especializados, para atendimento mais eficaz às vítimas, é outra reivindicação, assim como a construção de novas creches, maternidades e postos de atendimento à mulher.

Duque de Caxias precisa ter a Secretaria Municipal da Mulher e o Conselho da Mulher. Devemos trabalhar mais as mulheres na política, seja em Caxias, seja nos demais municípios, para que possamos ter maior representatividade nas prefeituras e nas câmaras municipais elegendo mais vereadoras.

Atenção pré-candidatos de Caraguatatuba, aviso importante...



Você que foi candidato nas ultimas eleições, procure o cartório eleitoral de Caraguatatuba e pegue a sua certidão de quitação eleitoral.
Têm muitos que não prestarão contas e estão em situação irregular.