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quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Pai de uma nação, e de uma família

NOVA YORK – A lembrança mais antiga de Zindzi Mandela é a de estar sentada do lado de fora de uma delegacia de polícia de Pretória, África do Sul, em 1962, enquanto a mãe, Winnie, entregava o prato favorito do pai dela, Nelson Mandela, que estava preso lá dentro.

Pai de uma nação, e de uma família

 A lembrança mais antiga de Zindzi Mandela é a de estar sentada do lado de fora de uma delegacia de polícia de Pretória, África do Sul, em 1962, enquanto a mãe, Winnie, entregava o prato favorito do pai dela, Nelson Mandela, que estava preso lá dentro.
"Eu tinha 18 meses de idade, mas realmente consigo me lembrar daquele instante, sentada no carro, esperando minha mãe voltar. Eu devo ter percebido que havia algum tipo de trauma, e estava muito assustada. Ela estava demorando muito."
Entrevistada antes do falecimento do pai na semana passada, Zindzi Mandela relatava essa lembrança enquanto tomava refrigerante de oxicoco atrás das colunas imponentes do elegante bar principal do Pierre Hotel, em Manhattan, e lembrava-se de mais de meio século atrás. "Eu não imaginava quando era uma menina em Soweto, nem quando era uma moça envolvida na luta, que um dia iria sair daquele lugar e passar minha vida em quartos como este", ela contou.
A longa trajetória da vida de uma pessoa estava na cabeça de Zindzi Mandela porque, na noite anterior, outro filme sobre seu reverenciado pai, então com 95 anos, teve sua estreia no Alice Tully Hall, Nova York. E o filme – "Mandela: Long Walk to Freedom", baseado na autobiografia de Mandela – conta a história complicada e nem sempre edificante de sua vida, da infância em um vilarejo rural à lenta imersão na batalha contra o apartheid, a liderança do Congresso Nacional Africano (CNA), os 27 anos na prisão, sua ressurreição final e o triunfo.
Alguns dos filmes mais proeminentes sobre Nelson Mandela, como "Invictus", de Clint Eastwood, se concentraram em um episódio de sua vida, como Steven Spielberg fez com a aprovação da 13ª emenda à constituição norte-americana em "Lincoln". Porém, essa não foi a opção desta vez.
"Nós estávamos adaptando o livro dele e, portanto, era preciso ter a jornada inteira. Não dava para ficar escolhendo a dedo", contou o diretor, Justin Chadwick.

Senado paga R$ 230 mil por ano para a segurança de Collor

O senador Fernando Collor de Melo (PTB/AL) gasta todos os meses cerca de R$ 20 mil com segurança privada. Desde o início do ano, R$ 230,2 mil já foram desembolsados pelo Senado Federal para ressarcimento do valor pago pelo parlamentar por meio da verba indenizatória. Collor, no entanto, já utiliza os serviços de segurança prestados pela Presidência da República, por ser ex-presidente. O senador tem o direito de indicar até quatro servidores cedidos pelo Executivo Federal para exercer funções de segurança e apoio pessoal. De acordo com a Presidência, todos os ex-presidentes fazem uso de servidores para proteção. Há um mês o Contas Abertas tem tentado entrar em contato com a assessoria do parlamentar, sem sucesso. O assessor Joberto Sant’Anna não respondeu nenhum dos e-mails encaminhados ao gabinete e nunca atendeu ou retornou as ligações realizadas pela reportagem. Em 2009, Collor afirmou ao jornal Folha de S. Paulo que utiliza a verba indenizatória para arcar com a segurança de sua residência, desde que assumiu o cargo, em fevereiro de 2007. Conhecida como Casa da Dinda, no entanto, a casa localizada na beira do Lago Paranoá, área nobre de Brasília, é frequentada apenas nos fins de semana ou feriados. O parlamentar mora em um apartamento funcional do Senado. Na época, indagado se os serviços prestados pela Presidência não seriam suficientes para sua segurança, Collor desconversou: “Você está entrando em outra área”. Os serviços são prestados pela Cintel Service, empresa do Distrito Federal responsável por serviços na área de conservação, limpeza e segurança – o que inclui homens armados e uniformizados e alarmes. O senador José Sarney, também ex-presidente, faz uso dos serviços de segurança da Presidência a que tem direito, mas não gasta a verba indenizatória com proteção pessoal. Questionada se os ex-presidentes presidentes podem abrir mão de requisitarem os servidores, a Presidência afirmou que sim, mas não existe a possibilidade de reembolso de despesas com seguranças particulares. Protegidos Além de Collor, outros 11 senadores utilizaram a verba indenizatória para a contratação de serviços de segurança privada. O senador Lobão Filho (PMDB/MA) foi reembolsado em R$ 44 mil este ano. Os gastos do parlamentar foram de cerca de R$ 5 mil por mês em segurança armada para o escritório político dele. José Agripino (DEM/RN) pagou R$ 40 mil em 2013 para a contratação de agente de segurança para sua residência. Sodré Santoro (PTB-RR), suplente do senador Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) gastou R$ 16 mil com serviços de proteção. Kátia Abreu (PMDB/TO) e João Capiberibe (PSB/AP) foram ressarcidos em R$ 14,8 mil e R$ 13,5 mil respectivamente.

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