ABI - Associação Brasileira de Imprensa

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Liberdade de Expressão e Ética

segunda-feira, 5 de agosto de 2013

Defesa do consumidor - Sérgio Reis pede ajuda de Russomanno com entrega ...

No quadro defesa do consumidor, Celso ajuda Eloisa com problemas no toldo

Russomanno ajuda consumidora que caiu no golpe do consórcio

Celso Russomanno ajuda Juliana com problemas na sua carteira de habilitação

Será que Caraguatatuba merece ter pessoas na gestão municipal nesta situação?

Eu gostaria de fazer uma pergunta ao senhor prefeito Antonio Carlos da Silva, mas não consegui ser atendi pelos atendentes da radio Caraguá FM que promoveu a entrevista e disse ter aberto o microfone para que qualquer cidadão pudesse fazer a sua pergunta. A minha humilde pergunta é a seguinte:

“Porque o prefeito ACS nomeou a ex-prefeita de São Luis do Paraitinga a senhora Ana Lúcia Bilard Sicherle secretaria municipal de educação sabendo que esta senhora responde inúmeros processos? 

EMENDA CONSTITUCIONAL PAULISTA DEIXA OS FORA DA LEI DE FORA DE MANDATO




EMENDA CONSTITUCIONAL Nº 34, DE 21 DE MARÇO DE 2012

A MESA DA ASSEMBLEIA LEGISLATIVA DO ESTADO DE SÃO PAULO, nos termos do § 3º do artigo 22 da Constituição do Estado, promulga a seguinte Emenda ao texto constitucional:
Artigo 1° – O Título III – Da Organização do Estado fica acrescido do seguinte artigo 111-A:
“Artigo 111-A – É vedada a nomeação de pessoas que se enquadram nas condições de inelegibilidade nos termos da legislação federal para os cargos de Secretário de Estado, Secretário-Adjunto, Procurador Geral de Justiça, Procurador Geral do Estado, Defensor Público Geral, Superintendentes e Diretores de órgãos da administração pública indireta, fundacional, de agências reguladoras e autarquias, Delegado Geral de Polícia, Reitores das universidades públicas estaduais e ainda para todos os cargos de livre provimento dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário do Estado.” (NR)
Artigo 2° – Esta Emenda Constitucional entra em vigor na data de sua publicação.
Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, aos 21 de março de 2012.
a) BARROS MUNHOZ - Presidente
a) RUI FALCÃO - 1º Secretário
a) ALDO DEMARCHI - 2º Secretário

Caravana da Solidariedade com Marcelo Crivella promove noite de louvor em Magé‏

Segundo a Polícia Militar eram mais de 5 mil pessoas que se reuniram para louvar a Deus em mais um show da Caravana da Solidariedade com Marcelo Crivella, Marquinhos Gomes e outros cantores evangélicos, no último sábado (03), em Magé. A Caravana é realizada em prol da Fazenda Nova Canaã, no sertão da Bahia, iniciada em 1999 por Crivella.

Na Escola da Fazenda estudam cerca de 700 crianças. As que chegaram no início do projeto, ano que vem vão cursar o segundo grau. E para preparar a escola técnica profissional é que Crivella voltou a gravar e vender CDs. A escola oferece transporte escolar, educação, alimentação, uniforme, cultura e lazer. Tudo gratuitamente. 

A surpresa da noite ficou por conta da Rachel Crivella, que cantou a música "Faz Brilhar Sua Luz" . Ela é filha de Crivella e costumava acompanhar o pai cantando quando era criança.

Participaram também da Caravana da Solidariedade pastores de todas as denominações, o presidente do Conselho de Pastores de Magé, Pr. José Luiz dos Santos, vereadores, secretários, lideranças e evangélicos de todas as denominações. A Secretária de Governo Soninha representou o prefeito Nestor Vidal e foi recebida com carinho pelo público.  

Cartilha para Conselheiros do Programa Nacional de Alimentação Escolar

Encontramos um material muito interessante no site do FNDE, que é a Cartilha para Conselheiros do Programa Nacional de Alimentação Escolar. Este material faz parte da iniciativa do TCU (Tribunal de Contas da União) de aprimoramento e incentivo ao controle social voltado para os conselheiros de alimentação do escolar (CAE), já que o TCU é um ógão federal, fiscalizador, que deve garantir a utilização adequada dos recursos federais.
Na cartilha são apresentadas informações e orientações consideradas essenciais para a atuação do conselheiro. Ainda, este é um documento de fácil acesso, pode-se baixar na internet, por exemplo, e possui uma linguagem fácil, simples e direta, abordando temas básicos e de interesse geral dos membros do CAE.
Assim, ao longo da cartilha, pode-se encontrar diversas informações, como:
- a forma de repasse de verbas do FNDE para as prefeituras, municípios, escolas;
- a quantidade de parcelas repassadas (10 parcelas);
- para que fins os recursos devem ser utilizados (gêneros aimentícios);
- para quem os conselheiros devem comunicar irregularidades (para a prefeitura, FNDE, Câmara Municipal ou Assembléia Legislativa, Secretaria Federal da Controle, Ministério Público ou ao Tribunal de Contas da União);
- formas de funcionamento do programa: modelo centralizado (os alimentos da merenda são comprados pela prefeitura e distribuídos às escolas) e modelo escolarizado (o dinheiro é repassado para as creches e escolas comprarem os alimentos);
- quantidade de conselheiros do CAE (7);
- apontadas as falhas encontradas é uma das principais responsabilidades do CAE;
- ...
Essas e muitas outras informações podem ser encontradas na cartilha.
Vale a pena dar uma lida.
Faça o download da cartilha clicando aqui

Fatores condicionantes da adesão dos alunos ao Programa de Alimentação Escolar no Brasil

Olá pessoal,
Este post será voltado para expor uma publicação científica “Fatores condicionantes da adesão dos alunos ao Programa de Alimentação Escolar no Brasil” de Sturion et al., 2005, publicado na Revista de Nutrição. Tal artigo problematiza a questão do Programa Nacional de Alimentação do Escolar, que não tem sido alvo de avaliações contínuas em prol da melhoria dos recursos utilizados.
Na época em que o programa era descentralizado, havia a problemática em relação ao alvo do programa e quem este programa realmente está atingindo, havendo distorções quanto às regiões beneficiadas (região Sudeste mais que a região Nordeste, por exemplo) e distorções entre o beneficiamento de crianças desnutridas de áreas rurais (63,4%) e urbanas (82,8%).
Com a descentralização, a qualidade dos serviços melhorou, alterações na sistemática de compras, implantação de produção alternativa de alimentos e utilização de maior volume de alimentos básicos e in natura foram os procedimentos alternativos incorporados ao Programa. No entanto, são escassas as pesquisas quanto à avaliação do programa após a descentralização.
Assim, o artigo visou verificar o nível de adesão dos escolares ao Programa e identificar as  principais variáveis que a afetam, de modo a refletir mais adequadamente a realidade nacional.
Segue abaixo o resumo do artigo:

Objetivo
Verificar o nível de adesão dos alunos ao Programa de Alimentação Escolar e identificar as principais variáveis que a afetam.
Métodos
A pesquisa baseou-se em amostra composta por dez municípios brasileiros, sendo dois de cada região geográfica. As informações foram obtidas a partir de visitas às escolas (duas por município) e entrevistas junto a 2.678 escolares. Foram consideradas no modelo estatístico as variáveis: gênero, idade, práticas alimentares, estado nutricional e condições socioeconômicas dos alunos. Utilizaram-se os testes de qui-quadrado e o modelo de lógite para identificar a influência simultânea das variáveis acima consideradas.
Resultados
Verificou-se que 46% dos alunos consomem diariamente a alimentação oferecida na escola, enquanto 17% não participam do Programa. As variáveis renda familiar per capita, escolaridade dos pais, idade, estado nutricional dos alunos e a maior freqüência de consumo de alimentos nas “cantinas escolares”, ou seja, cantinas comerciais existentes nas escolas, são inversamente associadas à adesão diária ao Programa. Nas escolas que não dispõem de tais cantinas, o estado nutricional é a única variável inversamente associada à adesão diária ao Programa.
Conclusão
Pode-se inferir que a adesão ao Programa de Alimentação Escolar é baixa e que, embora concebido para ser universal, na prática, assume caráter focalizado, beneficiando principalmente os escolares comprometidos nutricionalmente, cujas famílias possuem menores rendimentos e escolaridade. Espera-se que o presente estudo possa contribuir para a reformulação do Programa, visando promover a adequação do seu atendimento às características dos beneficiários. E que possa, também, subsidiar pesquisas futuras para identificar os motivos da rejeição da alimentação escolar por expressiva parcela da população alvo.

O artigo pode ser conferido na íntegra no seguinte endereço eletrônico:http://www.scielo.br/scielo.php?pid=S1415-52732005000200001&script=sci_arttext&tlng=pt

A escola promovendo hábitos alimentares saudáveis

Esta postagem foi baseada no artigo: Projeto “a escola promovendo hábitos alimentares saudáveis”: comparação de duas estratégias de educação nutricional no Distrito Federal, Brasil.

O Projeto “A escola promovendo hábitos alimentares saudáveis” existe no Distrito Federal desde 2001, com o objetivo de promover a alimentação saudável no ambiente escolar, testando metodologias e estratégias que possibilitem sua reprodutibilidade em outros locais e contextos, envolvendo escolas públicas e privadas de Ensino Infantil e Fundamental. O Projeto é vinculado ao Observatório de Segurança Alimentar e Nutrição da Universidade de Brasília (UnB), o qual tem a promoção da alimentação saudável como uma de suas linhas de investigação.

A pesquisa que estamos abordando teve como objetivo analisar e comparar o conhecimento sobre nutrição de professores e alunos participantes do Projeto “A escola promovendo hábitos alimentares saudáveis”, submetidos a duas estratégias de educação nutricional.

Intervenção nutricional A: as ações educativas com a comunidade escolar foram desenvolvidas pela equipe do projeto, por meio de palestras educativas realizadas nas escolas. Assim, todas as turmas de Ensino Infantil e Fundamental das escolas participantes foram mobilizadas pelas atividades de educação nutricional.

Intervenção nutricional B: as ações educativas com a comunidade escolar foram desenvolvidas por professores que freqüentaram oficinas temáticas de capacitação. Uma vez que apenas os professores que se interessaram em se inscrever nas oficinas foram capacitados, o processo de educação nutricional tendeu a se concentrar apenas nas turmas dos professores participantes.

A intervenção A foi aplicada em 4 escolas (1 particular e 3 públicas) totalizando 180 alunos e 19 professores. A intervenção B também foi aplicada em 4 escolas, totalizando 129 alunos e 16 professores. Foram avaliados os alunos e professores de Ensino Infantil e Fundamental nos dois tipos de intervenção.

Foram elaborados dois instrumentos quantitativos para avaliação do conhecimento sobre nutrição das crianças, tendo sido os mesmo construídos em um formato preferencial de figuras e jogos, mais atrativo visualmente e de maior facilidade de compreensão para esta faixa etária. O primeiro foi sobre a pirâmide dos alimentos e o segundo sobre a higiene das mãos antes da realização das refeições.

Para avaliação dos conhecimentos dos professores foi elaborado um questionário do tipo verdadeiro ou falso sobre assuntos abordados nas palestras educativas realizadas pela equipe do projeto nas escolas (intervenção nutricional A) e nas oficinas de capacitação (intervenção nutricional B).

O elevado percentual de acertos observado no instrumento de avaliação dos professores reforça a importância da transmissão de conhecimentos sobre nutrição para os mesmos. Entende-se que o professor é considerado o elemento principal no processo de educação nutricional dos alunos, por se encontrar em posição estratégica e em contato diário com os mesmos.

Observou-se que tanto a realização de oficinas de capacitação sobre educação nutricional para professores, como a realização direta de palestras e outras atividades pedagógicas para a comunidade escolar pelo nutricionista, são processos igualmente úteis de intervenção nutricional no âmbito escolar.

Sugere-se que o nutricionista seja o responsável pela intermediação entre os saberes, na
medida em que assume a condição de multiplicador de conteúdos e temas em alimentação e nutrição e, por isso, possui um papel determinante no processo de implantação de hábitos alimentares saudáveis na escola.

Entende-se também que o setor público precisa assumir a responsabilidade de fomentar mudanças organizacionais, em termos de políticas públicas coletivas, de forma a favorecer escolhas saudáveis no campo individual. A construção de políticas públicas resultantes de diálogos equânimes entre o Estado, a sociedade, e o mercado parece ser o caminho para a construção de um modo de viver que permita melhores condições de saúde para a população. Assim, são pressupostos da promoção da alimentação saudável, a ampliação e o fomento de estratégias educativas capazes de permitir estas escolhas, como as apresentadas neste estudo.


YOKOTA, et al. Projeto “a escola promovendo hábitos alimentares saudáveis”: comparação de duas estratégias de educação nutricional no Distrito Federal, Brasil. Revista de Nutrição, Campinas, SP, 2010.

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