domingo, 13 de abril de 2014

Eduardo Lopes lança edital para novas áreas de cultivo de pescado no Paraná‏

O Estado do Paraná contará com mais cinco áreas de cultivo de pescados totalmente legalizadas, em três reservatórios de hidrelétricas e duas comunidades costeiras. O ministro da Pesca e da Aquicultura, Eduardo Lopes, lançou hoje (8) os editais de concorrência para a concessão de áreas aquícolas de domínio da União em Canoas 1, Capivara e Taquaruçu, no interior e em Laranjeiras e Guaraqueçaba, no Litoral. Os projetos nas hidrelétricas vão produzir 1800 toneladas ao ano de tilápia, enquanto as áreas na costa podem render até 1600 toneladas de ostras ao ano.
Foto: Eduardo Lopes lança edital para novas áreas de cultivo de pescado no Paraná     O Estado do Paraná contará com mais cinco áreas de cultivo de pescados totalmente legalizadas, em três reservatórios de hidrelétricas e duas comunidades costeiras. O ministro da Pesca e da Aquicultura, Eduardo Lopes, lançou hoje (8) os editais de concorrência para a concessão de áreas aquícolas de domínio da União em Canoas 1, Capivara e Taquaruçu, no interior e em Laranjeiras e Guaraqueçaba, no Litoral. Os projetos nas hidrelétricas vão produzir 1800 toneladas ao ano de tilápia, enquanto as áreas na costa podem render até 1600 toneladas de ostras ao ano.     Segundo o ministro, a cessão dessas águas faz parte do esforço do governo federal para elevar a produção nacional de pescados. Só no ano passado, outros 1 mil hectares foram concedidos e a produção da área da aquicultura atingiu a casa de 900 mil toneladas. “O Brasil tem capacidade para passar de 20 milhões de toneladas e o governo está criando as condições para que isso aconteça”, complementou Eduardo Lopes.    Uma vez de posse dos títulos de cessão de água pública, os produtores podem obter, junto ao Plano Safra da Pesca e da Aquicultura os recursos necessários para o custeio da produção. Na manhã de hoje, durante visita à Expo Londrina, no interior do Paraná, o ministro também entregou duas cartas de crédito do programa,  no valor de mais de R$ 300 mil, para dois aquicultores da região. Ele lembrou que os R$ 61 milhões repassados pelo programa no Estado ainda representam muito pouco se comparados ao imenso potencial do Estado, que produz 90 mil toneladas de peixe por meio da aquicultura por ano. “É meta da minha gestão ampliar o repasse de recursos do Plano Safra, que é principal ferramenta que dispomos para custear o desenvolvimento do setor”, complementou.    A licitação das novas áreas aquícolas deve estar concluída em no máximo 45 dias. Vencendo o certame, o produtor tem até seis meses para iniciar a produção e poderá trabalhar no lote de água pelo menos por 20 anos.    ASCOM/MPA
Segundo o ministro, a cessão dessas águas faz parte do esforço do governo federal para elevar a produção nacional de pescados. Só no ano passado, outros 1 mil hectares foram concedidos e a produção da área da aquicultura atingiu a casa de 900 mil toneladas. “O Brasil tem capacidade para passar de 20 milhões de toneladas e o governo está criando as condições para que isso aconteça”, complementou Eduardo Lopes.
Uma vez de posse dos títulos de cessão de água pública, os produtores podem obter, junto ao Plano Safra da Pesca e da Aquicultura os recursos necessários para o custeio da produção. Na manhã de hoje, durante visita à Expo Londrina, no interior do Paraná, o ministro também entregou duas cartas de crédito do programa,  no valor de mais de R$ 300 mil, para dois aquicultores da região. Ele lembrou que os R$ 61 milhões repassados pelo programa no Estado ainda representam muito pouco se comparados ao imenso potencial do Estado, que produz 90 mil toneladas de peixe por meio da aquicultura por ano. “É meta da minha gestão ampliar o repasse de recursos do Plano Safra, que é principal ferramenta que dispomos para custear o desenvolvimento do setor”, complementou.
A licitação das novas áreas aquícolas deve estar concluída em no máximo 45 dias. Vencendo o certame, o produtor tem até seis meses para iniciar a produção e poderá trabalhar no lote de água pelo menos por 20 anos.

Candidatos a governador do Rio - ESCÂNDALOS!‏


Por favor leiam com atenção o tabloide em anexo.

Câmara concede a "Manu" título de cidadão caraguatatubense‏




Em sessão solene realizada na noite da última sexta-feira, 11 de abril, no Plenário Benedito Zacarias Arouca, na Câmara Municipal, foi concedido o título de cidadão caraguatatubense ao Senhor Manoel Vicente da Silva, conhecido como “Manu”, pelos relevantes serviços prestados ao município de Caraguatatuba.
A honraria foi entregue pelo vereador Elizeu Onofre da Silva (Ceará), autor do decreto legislativo 241, de 26 de novembro de 2013. Em seu discurso, o parlamentar agradeceu o homenageado pelo trabalho que realiza como responsável pela merenda escolar em unidades de ensino municipal e estadual em Caraguatatuba.
“O ‘Manu’ é uma pessoa que tem uma responsabilidade muito grande no município. Ele tem uma imensa influência em muitos lares de Caraguá. São milhares de crianças que são alimentadas sobre sua supervisão. Fico muito feliz em conceder esse título a esse grande homem. Peço que ele siga com o lindo trabalho que realiza, sempre com muito carinho e comprometimento”, discursou Ceará.
O plenário esteve lotado de familiares, amigos e colegas de trabalho. O vereador Oswaldo Pimenta de Melo Neto (China) parabenizou “Manu”. “Fiz questão de estar presente nessa solenidade. É com muita alegria que a Câmara concede o título de cidadão caraguatatubense a você, ‘Manu’. Parabéns”, disse China.
Um vídeo com depoimentos e imagens foi passado durante a sessão solene e emocionou os convidados e o novo cidadão de Caraguá, que chegou a cidade em 1983, com 25 anos.
Natural de Timbaúba, em Pernambuco, “Manu” é filho de João Vicente da Silva e Maria Henrique Silva. Casado com Terezinha Teixeira da Costa Silva, é pai de Ranieri, Rafael, Naiana, Renato, Renan, Tamires e Gabriel.
Sua história em Caraguá começou como comerciante, quando foi proprietário de um Buffet. Logo foi convidado a trabalhar na prefeitura, onde mostrou ser um exímio colaborador e hoje é um dos responsáveis pela alimentação de cerca de 17 mil alunos da rede municipal de ensino e nove mil da rede Estadual.
Técnico em nutrição e dietética pelo SENAC, formou-se cozinheiro pela Escola de Hotelaria, Gastronomia e Turismo "João Dória Jr." Tendo se especializado em alimentação escolar pelo grupo educacional CBES.
 “Manu” possui vários cursos de capacitação em alimentação escolar promovidos pelos Sindicatos dos Nutricionistas do Estado e pelo Fórum Nacional de Alimentação Escolar. Foi um dos palestrantes do encontro de Gestores da Alimentação Escolar, que reuniu 25 municípios do Litoral Norte e Vale do Paraíba.
 Idealizador do projeto "Acertando os Ponteiros: alimentação certa na hora certa", ele tem ministrado palestras por todo o Estado tendo atuação destacada no 10º Encontro de Gestores da Alimentação Escolar nos municípios de Avaré, Ourinhos, Adamantina e Atibaia.
 Em razão do desempenho e brilhante atuação na área de nutrição escolar, se tornou um servidor público exemplar tendo recebido diversas premiações das quais se destacam o prêmio "Gestor Eficiente da Merenda Escolar" conferido pela Presidência da República e o prêmio de "Boas práticas em Alimentação Escolar" do Governo do Estado.
A presente propositura é apresentada como forma de reconhecimento a este servidor público pelo muito que fez a Caraguatatuba e especialmente as crianças.

Precisava ser assim? Desocupação de prédio da Oi é feita com

Sem dialogar com moradores, o governador Luis Fernando Pezão (PMDB/RJ) mandou a Polícia Militar iniciar nesta sexta-feira (11) a operação de reintegração de posse do terreno pertencente a uma companhia telefônica, no Engenho Novo, zona norte do Rio de Janeiro.

Aproximadamente 1.500 agentes participam da ação. O local, que foi ocupado no fim do mês passado por pelo menos 5.000 pessoas, já vinha sendo chamado de favela da Telerj e o crescimento do número de barracos era acelerado.
O Batalhão de Choque da Polícia Militar está concluindo o processo de desocupação do prédio da OI, no Engenho Novo, na zona norte da cidade. Poucas pessoas ainda permanecem no prédio. Muitos dos que conseguiram sair do local  se mantêm na calçada em frente ao edifício, com os pertences que conseguiram levar. É o caso do desempregado Reginaldo Pereira, de 31 anos, que resolveu participar da  ocupação com a mulher e o filho de  1 ano, porque não conseguia pagar o aluguel  no Jacarezinho. “Chegaram às 4h e jogaram gás de pimenta nos olhos de todo mundo sem termos oferecido nemhuma resistência”.
Lúcia Helena Santana, 61 anos, também recorreu à ocupação para fugir do aluguel. “Eu não tinha onde morar, porque não tinha mais dinheiro para pagar aluguel”. Humalira Ribeiro, de 25 anos, veio de Jardim Gramacho, em Duque de Caxias, onde morava em uma casa com quatro irmãs. “Todas elas têm filhos, imagina como era difícil viver lá”.
No momento, dezenas de moradores que deixaram o prédio da Oi estão fazendo um ato pacífico, gritando: “Queremos residência”. Mais cedo, houve tumulto na entrada da Favela do Jacarezinho, onde manifestantes jogaram pedras nos militares e atearam fogo a entulho deixado no meio da rua. Os policiais militares, lotados na Unidade de Polícia Pacificadora do Jacarezinho, recorreram a bombas de gás lacrimogêneo, além de disparar tiros de pistola para o alto a fim de dispersar os manifestantes.
O tráfego continua  congestionado em vários pontos da zona norte, devido ao processo de desocupação  do prédio da Oi. O Viaduto Noel Rosa permanece fechado nos dois sentidos; a Avenida Lepoldo Bulhões, em Manguinhos, também está interditada. O mesmo ocorre nas ruas 2 de Maio, Baronesa de Pirassununga, Álvares de Azevedo e no viaduto do Jacaré, interditados ao tráfego por medida de segurança.
A RioÔnibus, que representa o sindicato patronal, confirma que um ônibus da Linha 629 (Saenz Peña/Irajá) foi totalmente destruído. Outro foi incendiado há pouco na Rua Vigilante Serafim, no Engenho Novo, a poucos metros do prédio da Oi.
Vinícius Lisboa – Repórter da Agência Brasil
O Corpo de Bombeiros socorreu sete pessoas durante a desocupação do prédio da antiga Telerj, feita hoje (11) por 1,6 mil homens da Polícia Militar, no cumprimento de uma decisão judicial em favor da Oi, dona do terreno. Entre os atendidos, três eram menores: um adolescente de 13 anos, uma criança de 9, e um bebê de 6 meses.
Três adultos foram encaminhados para a a Unidade de Pronto-Atendimento do Engenho Novo, bairro onde fica o prédio descupado. A criança foi levada para o Hospital Salgado Filho, no Méier, bairro vizinho. Cinco policiais também se feriram no confronto e três foram levados para o mesmo hospital. Os outros dois foram para o Hospital Central da Polícia Militar, no Estácio.
Cerca de 80 homens de 16 quartéis do Corpo de Bombeiros atuaram combatendo focos de incêndio durante o confronto. Além de conter as chamas no próprio prédio, que foi incendiado no momento da reintegração, os militares também tiveram que apagar as chamas ateadas a quatro ônibus, um carro e dois caminhões nos arredores do terreno.
O prédio, que estava abandonado, foi ocupado e loteado por moradores de diversas comunidades há pouco mais de uma semana. Mais de 2 mil pessoas estavam no local, de acordo com a Polícia Militar.


TCE: ODEBRECHT E AG SUPERFATURARAM MARACANÃ‏

Rio 247 - Um relatório do Tribunal de Contas do Estado de Rio de Janeiro exige que o governador Luiz Fernando Pezão, do PMDB, cancele o pagamento de R$ 67 milhões às empreiteiras Odebrecht, de Marcelo Odebrecht, e Andrade Gutierrez, de Sergio Andrade, que, ao lado da Delta, de Fernando Cavendish, foram responsáveis pela reforma do Maracanã.
O motivo: o TCE encontrou indícios sérios de superfaturamento na obra, inicialmente orçada em R$ 705 milhões, que custou R$ 1,2 bilhão.
Os sobrepreços foram apontados em diversos itens, como o reforço das arquibancadas e das rampas de acesso.
A informação foi publicada neste fim de semana na coluna Radar.

Prescrição é entrave para punir cartel Falta de jurisprudência sobre contagem de prazos pode evitar condenações de acusados

Embates jurídicos que já começaram a ser travados nos tribunais colocam em xeque a punição de executivos e ex-executivos das multinacionais do cartel que atuou em licitações públicas de trens e metrô no Estado de São Paulo. A depender do entendimento do Judiciário sobre os temas em questão, mesmo que eventualmente tenham praticado conluio, os altos executivos podem se livrar das penas, que incluem até a possibilidade de prisão – pelo menos nos casos tipificados especificamente como crimes de cartel.
Em disputa estão, por exemplo, a natureza do crime de cartel – se permanente ou não – e a possibilidade de tipificar os ajustes anticompetitivos praticados pelos dirigentes das multinacionais como dois crimes distintos – os executivos foram denunciados por formação de cartel e fraude a licitação. As decisões são fundamentais para a determinação do prazo de prescrição das penas.
Ainda não pacificados pela Justiça brasileira, não muito habituada com os temas relativos a cartel, os temas geram forte controvérsia.
Nas últimas duas semanas, a Justiça decidiu sobre quatro das cinco denúncias criminais oferecidas pelo Ministério Público paulista contra 30 executivos de 12 empresas do cartel.
Duas das denúncias, referentes a licitações do Metrô feitas em 2000 (linha 5 - Lilás) e 2005 (linha 2 - Verde) foram rejeitadas integralmente. Uma terceira, de 2001 e 2002 (reforma de trens da CPTM) foi recebida parcialmente. A quarta, de 2008 e 2009 (compra de 384 carros pela CPTM), foi recebida integralmente.
As duas denúncias rejeitadas o foram sob o argumento da prescrição dos crimes. No caso da linha 5, a juíza entendeu que, como a prescrição do crime de cartel se dá em 12 anos, e a licitação ocorreu no ano 2000, prescreveu em 2012.
Na análise do caso da linha 2, o juiz entendeu que a mesma conduta anticompetitiva não poderia tipificar dois crimes distintos, e rechaçou a imputação de cartel, por considerar que este estava inserido na fraude a licitação. Sobre esta, avaliou que a prescrição, de oito anos, se deu em 2013, já que a licitação ocorreu em 2005.
Prazos. O promotor Marcelo Mendroni, autor das denúncias, recorreu à segunda instância, usando o argumento em torno do qual se começará a construir uma jurisprudência, e sob o qual há divergências no mundo inteiro: o de que o cartel é um crime permanente, que não se encerra na data da licitação.
Mendroni avalia que o crime se estende para a duração do contrato, "pois todos os inúmeros atos decorrentes do contrato só se realizaram pelos agentes das empresas consorciadas porque formaram cartel".
Para o juiz Benedito Roberto Garcia Pozzer, da 7.ª Vara Criminal, que decidira pela rejeição, embora os efeitos da formação de cartel possam ser permanentes, os crimes são de natureza instantânea.
Na quarta feira, em caráter liminar, a segunda instância, justamente por admitir o risco da prescrição, determinou ao juiz Pozzer que revertesse a decisão. "Consubstancia-se na possível impunidade dos agentes (denunciados) pela iminente prescrição da pretensão punitiva, o que frustraria os fins do processo."
O TJ ainda não decidiu sobre o caso da linha 2 do Metrô. Contudo, terá de se debruçar também sobre a decisão do juiz André Carvalho e Silva de Almeida, da 30ª Vara Criminal, segundo a qual "a mesma conduta não pode tipificar dois crimes distintos (formação de cartel e fraude a licitação)".
"Ocorre, no caso, o que a doutrina chama por 'conflito aparente de normas'", sustentou Almeida. "Percebe-se que eventual 'cartel' formado com vistas a fraudar processo licitatório está inserido na ilícita conduta de fraudar a licitação, de modo que, pelo princípio da especialidade, somente este último deve prevalecer".
Os advogados dos executivos do cartel deverão argumentar à Justiça as mesmas teses que os próprios juízes da primeira instância já defenderam.
O promotor Mendroni defende a criação de varas especializadas em crimes de cartel. "São casos que envolvem muita complexidade. As investigações levam meses ou anos. Há intensa correlação de pessoas direta e indiretamente envolvidas, testas de ferro, empresas lícitas e de fachada, movimentações financeiras e de bens, acordos, reuniões, fraudes, divisão de tarefas, leniências e colaboração premiada. Essa complexidade escapa das rotineiras funções exercidas pelos magistrados na análise dos crimes comuns."

A convocação de Ciro para minar Campos Campanha de Dilma vê ex-ministro que ficou 10 anos no PSB como arma contra governador

O convite feito na semana passada pelo ministro da Casa Civil, Aloizio Mercadante, para que o ex-ministro Ciro Gomes (PROS) integre o grupo que coordenará a campanha da reeleição da presidente Dilma Rousseff tem como principal objetivo servir de contraponto ao governador de Pernambuco e pré-candidato ao Planalto, Eduardo Campos (PSB).
A ideia é que essa função seja desempenhada de duas maneiras. Internamente, Ciro terá o papel de ajudar a apontar os pontos fracos do candidato, levantados a partir dos dez anos de relação partidária mantida entre 2003 e 2013 n o PSB. Fora do comitê, o ex-ministro será responsável pelas respostas mais fortes contra Campos. Usará, assim, seu conhecido estilo agressivo para defender Dilma. A orientação é que os ataques sejam feitos também à ex-ministra Marina Silva, que deve ser a vice na chapa do PSB.
Interlocutores de Ciro afirmam que neste ano será possível ele finalmente dar o troco em Campos que, a pedido do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva, articulou o partido a se posicionar contrário ao seu interesse em se candidatar a presidente da República em 2010.
Desde então, ao longo do governo Dilma, Ciro e seu irmão, o governador do Ceará, Cid Gomes (PROS), passaram a ser as vozes dissonantes dentro do PSB contrários à candidatura Campos em 2014.
Tanto que a situação ficou insustentável. Em setembro de 2013, o PSB deixou o governo, os irmãos Gomes saíram do partido presidido pelo pernambucano e migraram para o recém-criado PROS - sexta legenda de Ciro na vida pública.
Memória. O ex-ministro já deve participar da próxima reunião da coordenação da campanha de Dilma. Terá de esquecer comentários feitos por ele em 23 de julho passado, em entrevista à Rádio Verdes Mares, de Fortaleza, quando criticou Dilma e usou palavras de baixo calão para se referir à aliança do governo.
"A Dilma não é má pessoa. É uma pessoa decente, uma pessoa trabalhadora. É meio arrogante, muito inexperiente, muito muito muito inexperiente, isso já estava dito lá atrás, eu cansei de falar muitas vezes e cercada de gente de quinta categoria, esse é o grande problema, pilotando uma aliança que é assentada na p..., com licença aqui da má expressão, na fisiologia, na roubalheira, no clientelismo. É isso aí", disse Ciro, na entrevista à rádio cearense.
A assessoria do ex-ministro não confirma a existência do convite para a coordenação, que teria sido feito na quarta-feira por Mercadante, durante almoço com a direção do PROS no Palácio do Planalto. A assessoria de Ciro não fez comentários sobre a entrevista, esclarecendo apenas que "a candidatura da presidente Dilma é a melhor para o Brasil entre as que estão colocadas".

Mensagem inequívoca

O evento de amanhã que lançará a chapa Eduardo Campos (PSB) e Marina Silva (Rede) tem uma única importância: divulgar nacionalmente que a ex-senadora será mesmo vice do ex-governador de Pernambuco na disputa presidencial, por mais óbvio que isso possa parecer. O resto, como o tom do discurso, a adesão de globais e etc, é perfumaria. "Esse é o fator mais importante. Por enquanto, só os entendidos sabem disso", afirmou um integrante do núcleo de comunicação do PSB-Rede, sobre a apresentação de Marina como vice, o que já é aguardado há meses - a formalização da chapa só ocorrerá em junho, mês das convenções.
Para Eduardo Campos subir nas pesquisas (por enquanto ele aparece em terceiro lugar, no cenário contra a petista Dilma Rousseff e o tucano Aécio Neves), Marina atuará como guindaste - e para isso funcionar, acreditam os integrantes da pré-campanha, as pessoas precisam saber, o quanto antes, que ela topou formalmente compor a chapa com o ex-governador. Levantamento em mãos do PSB-Rede, feito na semana passada, com eleitores do Distrito Federal, mostra que o porcentual de votos em Campos mais do que dobra quando Marina é apresentada como a vice - a ex-senadora e ex-ministra do Meio Ambiente do governo Lula é conhecida do eleitor e teve quase 20 milhões de votos na eleição de 2010.
O programa nacional do PSB, que foi ao ar em cadeia nacional de rádio e TV há quinze dias, foi o primeiro passo na tentativa de colar os dois pré-candidatos. Na ocasião, o principal desafio era mostrar que existia uma relação política e pontos de convergência entre os dois. Campos e Marina apareceram juntos num bate-papo informal falando sobre visões parecidas a respeito do Brasil. Mas em nenhum momento Marina foi apresentada como pré-candidata a vice. O segundo passo se dará no encontro de amanhã, quando os dois adotarão para a imprensa de todo País um discurso inequívoco sobre a composição da chapa. "O PT é quem tem dúvidas sobre a cabeça de chapa", ironizou o membro da pré-campanha numa referência a setores do PT que querem Lula, e não Dilma Rousseff, como candidato a presidente pelo partido.
Campos e Marina tentarão mostrar para as câmeras intimidade, naturalidade e entrosamento. Isso é fácil. Difícil será convencer o eleitor de que a chapa não passa de um projeto pessoal do ex-governador. Se há tanto entrosamento entre os dois e se a relação segue às mil maravilhas, como dizem, por que não deixar a cabeça de chapa com Marina, mais bem colocada nas pesquisas de intenção de voto que Campos - e por enquanto a única candidata que força o segundo turno com Dilma? Isso Eduardo Campos e o PSB não conseguiram, ou melhor, não podem responder.

Homens armados invadem casa de Heloísa Helena

Homens armados invadem casa de Heloísa Helena

A casa da vereadora Heloísa Helena (PSOL) em Maceió (AL) foi invadida neste domingo, 13, por quatro homens, dois deles armados, segundo informações divulgadas por ela em seu perfil no Twitter. O filho da vereadora foi ferido com arma branca e levou uma coronhada, mas se encontra "fisicamente bem", informou a vereadora.
A polícia militar e a polícia civil estiveram na casa de Heloísa Helena após o ocorrido. "Como não temos arma em casa, nem jamais defenderemos justiça com as próprias mãos, esperamos que as providências para o total esclarecimento do maldito episódio (e dos muitos outros mais que acontecem com muitas outras pessoas) sejam devidamente tomadas", desabafou a vereadora na rede social. "Estamos razoavelmente bem fisicamente, profundamente indignados e tristes (como sempre estivemos quando acontece com muitas outras pessoas), mas agradecidos por Deus e nossas vidas", acrescentou.

Parece que a nova iluminação é para enganar quem?



Basta circular nos bairros do Sumaré, Ipiranga, e outros para ver a diferença do tipo de iluminação que esta a disposição dos munícipes... 

Enganação pura.
Assim esta a avenida da praia do centro.

Promessa + Promessa e + promessa - Esta matéria foi publicada no dia sexta-feira, 31 de maio de 2013 e até agora nada. Bota comemora conquista do Hospital Regional em Caraguá que até agora nada.


Será construído em Caraguatatuba o Hospital Regional. A decisão foi informada de forma oficial na última terça-feira pelo governador de São Paulo, Geraldo Alckmin. O vereador e Presidente da Câmara, José Mendes de Souza Neto (Neto Bota), comemorou essa vitória não só de Caraguá, mas de todo o Litoral Norte. 
Desde o início do seu primeiro mandato em 2009, com o apoio do prefeito Antonio Carlos da Silva, o parlamentar lutou pela vinda de uma unidade para o município. “Essa conquista é de todo o povo caiçara e de toda população do Litoral Norte. A nossa região merecia há anos o Hospital Regional para atender nossa população. Para muitos, como eu, é um sonho realizado. Estou muito contente”, disse. 
Nesses cinco anos, Neto Bota esteve reunido em diversas oportunidades com lideranças do Governo do Estado pleiteando a unidade em Caraguá. Alckmin, quando era secretário de desenvolvimento e agora como governador, recebeu em seu gabinete o parlamentar caraguatatubense, junto com a Frente Parlamentar. Nomes como Ortiz Jr., Senador Aloísio Nunes, Deputados Samuel Moreira, Hélio Nishimoto, Carlos Sampaio, Vaz de Lima, entre outros, também receberam as reivindicações do vereador. 
“Parabéns a todos que contribuíram de alguma forma. Agradeço imensamente o prefeito Antonio Carlos que não sossegou enquanto não trouxesse esse ganho para nossa cidade e para nossa região. Todos os vereadores que se manifestaram e aprovaram a doação da área. A Câmara foi mais uma vez importante, se a gente não tivesse feito isso, quem sabe Caraguá não teria essa conquista hoje. Obrigado a todos que confiaram no nosso trabalho árduo”. 
No início de abril, durante a 6ª sessão ordinária do ano, foi aprovado o projeto de lei que autoriza o Poder Executivo a doar terreno na proximidade da Fazenda Serramar para a construção do Hospital Regional. 
Neto Bota diz que ainda há muito o que fazer na área da saúde. “Temos muito o que conquistar ainda, mas sem dúvida conseguimos dar um passo fundamental rumo a uma saúde digna para as crianças e adultos, enfim, para nós todos. Vamos continuar trabalhando sem medir esforços para um futuro melhor para nossa população. “Como homem, como pai de família, como vereador, como Presidente, posso afirmar com muita felicidade: Eu participei dessa conquista”.

E assim caminha a politica entre os seus interesses


O vereador Júlio Alves do PSB eleito através dos votos dos católicos foi quem elaborou um documento e colheu assinaturas dos vereadores solicitando ao prefeito que NÃO RENUNCIASSE, mas não conseguiu unanimidade das assinaturas. São 15 (quinze) vereadores e nesta guerra política e de interesses somente 10 (dez) vereadores assinaram o documento. Não assinar, o Pedro Ivo, Tato Aguilar que nem foram procurado, Nezão, Lelau e Neto Bota. Os demais assinaram o documento que foi encaminhado ao Alcaide.
O Blog do Guilherme Araújo e a Radio Caraguá Mix, tem a sua missão de informar e levar aos seguidores o que a de verdade em suas matérias.

Esta informação pode carecer de algum reparo ou detalhe porque não se consegue transparência nesses casos. Recebemos dados em forma de vazamento. O certo seria o prefeito ACS convocar a imprensa e dizer essas coisas diretamente ao povo e a imprensa anunciar sem distorções, infelizmente o poder não é transparente em Caraguá.

Fomos enganados mas uma vez.... mas em outubro estes pilantras vão querer os nossos votos....

Toda aquela promessa de construir um hospital regional era mas uma das mentiras de campanha para enganar o nosso povo Caiçara.

Mas agora as mascaras estão caindo e o governador que é um tratante liberou 200 milhões para o litoral SUL.

Cadê o dinheiro que o governador prometeu que ia mandar para a construção do hospital regional do LITORAL NORTE (Caraguatatuba)?

Kkkkkkkk

Só rindo mesmo Rsrsrsrsrsr. Parece que todos nos viramos palhaços de um grupinho que diz serem políticos e formadores de opinião da cidade de Caraguá e estão espalhando que agora eles são COMUNISTAS SOCIALISTA. Só pode ser piada Kkkkkkk... 
Cada dia que passa mas uma graçinha surge para dá mas ênfase a este cenário... 
Eu quero deixar um recado a vcs... 
Política é coisa seria... Isso só pode ser falta do que fazer....
Vão procurar uma louça para lavar ou uma boa picareta para cavar um buraco....

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