ABI - Associação Brasileira de Imprensa

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Liberdade de Expressão e Ética

quarta-feira, 31 de outubro de 2012

Ousada! Luana Piovani posa sem calcinha

Ensaio Sensual - 1 (© Montagem Famosidades)


Mãe de primeira viagem, Luana Piovani provou, ao posar para a revista "GQ" de novembro, que está mais do que em forma. Com um corpão para lá de esbelto, a gata fotografou com e sem lingerie.
Mas não foi só isso. A atriz, que recentemente retornou às telinhas com a novela "Guerra dos Sexos", falou sobre sua intimidade sexual e ainda sobre um possível ensaio nu.
Luana também revelou que chama seu órgão sexual de "Pepeca" e garantiu que só não posou nua ainda por conta do baixo cachê.
“Se tivessem começado a fazer uma poupança quando me chamaram pela primeira vez, aos 18 anos, já teriam conseguido me convencer”, provocou.
Separamos, nas próximas páginas, as fotos do ensaio e as polêmicas frases da atriz. Confira!

Ensaio Sensual - 1 (© Montagem Famosidades)

Ensaio Sensual - 1 (© Montagem Famosidades)

Ensaio Sensual - 1 (© Montagem Famosidades)

Ensaio Sensual - 1 (© Montagem Famosidades)




Eu te disse e vc não acreditou agora toma.....

Já começou o cho-ro-ro pôs campanha.... 

Não adianta chorar e nem ficar me enviando e-mails criticando o prefeito ou qualquer vereador de Caraguatatuba... 

Você teve a oportunidade de mudar e não fez, se isso aconteceu é porque vc esta satisfeito com tudo o tem em Caraguatatuba... 

D. Vera, na campanha eu encontrei com a senhora e a senhora de disse que ia trabalhar para um determinado candidato porque ele estava te pagando para trabalhar... 

O que a senhora recebeu é o valor que a senhora vai ter que pagar nas filas da santa casa de caraguá.... 

Agora o seu candidato foi reeleito, tem convenio e a senhora continua na mesma situação...

Condenado no julgamento do mensalão, Genoino pode voltar à Câmara


Mesmo condenado por corrupção ativa e formação de quadrilha no julgamento do processo do mensalão pelo Supremo Tribunal Federal (STF), o ex-presidente do PT José Genoino (SP) deverá ser chamado pela Câmara para ocupar uma vaga de deputado a partir de janeiro. Genoino é um dos suplentes a ser beneficiado com a dança das cadeiras conduzida pelas urnas. No primeiro e segundo turnos, 25 deputados foram eleitos prefeitos e deixarão a Câmara para assumir seus mandatos, abrindo vagas nas bancadas. Cem deputados, considerando suplentes e titulares, se candidataram nestas eleições.
No PT, além de Genoino, o ex-deputado e ex-ministro Nilmário Miranda (MG) e outros três suplentes poderão assumir os mandatos. No saldo geral, o PT elegeu dois deputados: Gilmar Machado, prefeito de Uberlândia; e Carlinhos Almeida, prefeito de São José dos Campos. Mas a bancada será beneficiada com cinco suplentes, que ocuparão vagas deixadas por deputados de outros partidos.
O preenchimento de vagas na Câmara segue a ordem da lista dos deputados eleitos e suplentes da coligação e não de um único partido. O PT assumirá mandatos que eram exercidos por deputados do PMDB e do PSB. O quadro geral ainda não é considerado oficial pela Câmara, porque está sujeito à movimentação dos parlamentares. Deputados que exercem cargos de ministros ou de secretários estaduais ou municipais, por exemplo, podem reassumir os mandatos e alterar o cenário.
Segundo suplente da coligação do PT em São Paulo, Genoino perderá a chance de assumir, por exemplo, na eventualidade de o ministro do Esporte, Aldo Rebelo (PCdoB), deixar a pasta e reassumir seu mandato de titular na Câmara. Atualmente, o PT tem 86 deputados, mas a bancada poderá somar 89 deputados, o saldo mais positivo desta mudança.
O PSB, um dos partidos que mais cresceu nesta eleição, será a legenda que mais perderá deputados. Seis deputados do partido foram eleitos, mas apenas um suplente da legenda assumirá. A bancada de 31 deputados poderá ser reduzida para 26. O PMDB perderá cinco deputados, mas terá quatro suplentes assumindo vagas pela legenda.
O único deputado do PTC, Edivaldo Holanda Júnior, foi eleito prefeito de São Luís (MA) e nenhum suplente do partido assumirá o mandato. A vaga deixada por ele deverá ser preenchida por um suplente do PDT. Também com um único deputado atualmente, a bancada do PMN receberá mais dois parlamentares, um do Rio de Janeiro e outro de Alagoas.
A bancada do PPS, com 19 deputados, será reforçada com mais dois que estavam na suplência de deputados eleitos por outros partidos coligados. O PDT, com 25 deputados, e o PSC, com 16, receberão mais um deputado cada, sem que tenham deputados eleitos para prefeituras. Em contrapartida, o PRB, com 10 deputados, e o PTB, com 20, perderão um deputado, sem nenhum suplente para assumir.
Outros partidos também elegeram seus deputados para as prefeituras, mas as bancadas ficarão do mesmo tamanho com a entrada do mesmo número de suplentes. PSDB, com quatro deputados, e o DEM, com dois. O PV, o PR e o PP elegeram um deputado prefeito, cada um, e terão um suplente do mesmo partido na bancada.

Com o outubro mais seco em 83 anos, reservatórios do Nordeste estão no limite


Os reservatórios da Região Nordeste estão em estado de alerta. Segundo dados do Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS), apresentados durante reunião do Programa Mensal de Operação, o volume de chuva que tem caído nas principais bacias da região é o pior dos últimos 83 anos - o que tem dificultado a recuperação dos reservatórios. Para complicar a situação, nem todas as termoelétricas definidas pelo ONS conseguiram entrar em operação.
Só em outubro, o nível de armazenamento do Nordeste despencou 8,2 pontos porcentuais, de 42,6% para 34,4%, o menor nível desde 2003. Os reservatórios estão apenas 5,8 pontos acima do limite de segurança para o abastecimento do mercado - um mecanismo de alerta criado pelo governo após o racionamento de 2001.
A esperança é que as chuvas de novembro e dezembro sejam mais consistentes e consigam recompor os lagos das hidrelétricas. "A formação do El Niño provocou uma seca muito forte no Nordeste e depreciou o nível dos reservatórios. Mas ele está perdendo força", avalia Paulo Toledo, sócio da comercializadora Ecom Energia. Para ele, é cedo para falar em desabastecimento.
O nível de armazenamento do Nordeste é o pior do País, seguido pelo sistema Sudeste/Centro-Oeste, que recuou quase dez pontos porcentuais em outubro. A maior preocupação é que, embora também esteja numa situação difícil, a região tem enviado energia para suprir a necessidade do Nordeste. Entre os dias 27 e 29, as usinas instaladas no Sudeste e Centro-Oeste contribuíram com 1.120 MW. O Norte mandou 1.048 MW.
Com o consumo em alta e reservatórios em baixa, o intercâmbio foi necessário para cobrir o vácuo deixado por algumas termoelétricas que não entraram em operação. Na semana passada, o ONS determinou que todas as térmicas, movidas a óleo combustível, óleo diesel e carvão, começassem a funcionar para poupar água nos reservatórios. Considerando as usinas a gás, que já estavam em operação, eram mais de 11 mil MW em todo o sistema nacional.
Algumas nem foram acionadas. Outras operaram de forma parcial, abaixo da capacidade. Nos relatórios do ONS, os motivos variam de falta de combustível, menor rendimento das unidades e problemas internos das usinas - possivelmente falta de manutenção. Ou seja, como em 2007, quando foram chamadas para incrementar a geração do sistema, algumas térmicas não estavam preparadas para a produção de energia.
A expectativa é que essas usinas representem um custo para o consumidor de cerca de R$ 500 milhões só em novembro, segundo cálculos da Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia e de Consumidores Livres. Com o nível dos reservatórios baixos, é possível que elas tenham de continuar gerando por mais tempo.

Houve falha humana no apagão no Nordeste e Tocantins, diz Aneel


O diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, afirmou há pouco que houve falha humana no incidente que gerou o apagão que atingiu Estados da Região Nordeste e o Tocantins na madrugada da última sexta-feira, 26. "Tem falha humana, sem dúvida nenhuma. No caso do último apagão, de programação de uma proteção de um equipamento que não foi devidamente programada", afirmou. Hubner descartou, porém, que a falha tenha sido intencional. "Não acredito nisso."
Hubner afirmou que o governo está buscando formas para coibir a ocorrência de novas falhas como essa. "O sistema brasileiro, sendo tão sofisticado, tem que ter um nível de cobertura em termos de procedimento. Não pode a ação de um elemento qualquer causar um defeito. Temos que ter proteções e é isso que vamos buscar."
Hubner destacou, porém, que as causas do incidente só devem ser conhecidas após a conclusão do Relatório de Análise de Proteção (Rap) pelo Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). "A gente entende que isso não pode acontecer no sistema brasileiro. Tivemos um conjunto de falhas, já bem detectadas, tanto de procedimentos, operacionais e falha humana, e isso vai ter que ser tudo corrigido. Estamos vendo ações para que isso não aconteça mais."

Haddad diz que há dois projetos urgentes para São Paulo


O prefeito eleito de São Paulo, Fernando Haddad (PT), afirmou nesta terça-feira, após encontro com o governador de São Paulo, o tucano Geraldo Alckmin, que assim que tomar posse, no dia 1º de janeiro, irá encaminhar para a Câmara Municipal dois projetos urgentes para a cidade de São Paulo que integram sua plataforma de governo: o fim da taxa da inspeção veicular e a criação do Bilhete Único Mensal. "Vou fazer isso na primeira hora (de sua administração) e assim que os vereadores tomarem posse irão receber essas minhas duas promessas de campanha. Pediremos urgência nessa votação", garantiu.
A afirmação de que pedirá ao legislativo municipal urgência na aprovação dessas duas promessas de campanha é um contraponto ao que Haddad afirmou na segunda-feira (29), em entrevista coletiva. Nessa entrevista, ele havia afirmado que promessas de campanha como a criação do Bilhete Único Mensal e o fim da taxa de inspeção veicular dependeriam de aprovação na Câmara Municipal e que isso provavelmente sairia do papel, caso não enfrentasse resistência dos vereadores, só a partir de 2014. "Quero crer que no segundo ano de governo isso esteja equacionado", disse na segunda-feira (29). Nesta terça-feira, contudo, disse que pretende ver as duas propostas aprovadas o mais rápido possível.
Haddad falou nesta terça-feira também sobre o aumento da onda de violência na cidade de São Paulo, com elevado número de mortes. "Pretendemos colaborar com o governo do Estado, agindo complementarmente para ajudar na segurança pública, como, por exemplo, por meio do sistema de vídeomonitoramento de imagens, que poderão ser colocadas à disposição, e de programas sociais para a juventude nos bairros mais vulneráveis", destacou. O prefeito eleito disse que pretende pedir um diagnóstico preciso da situação da violência na Capital ao secretário estadual de Segurança Pública para identificar as áreas onde a administração municipal poderá atuar. "Agiremos de forma complementar, ajudaremos no que puder o governador (Alckmin) a combater a violência na cidade de São Paulo."
Parceria
Após encontro de aproximadamente meia hora com o governador de São Paulo, Haddad informou que a nova gestão municipal formará, a partir de 1º de janeiro, junto com o governo estadual, um grupo de trabalho para estudar as parcerias vigentes entre as duas esferas de poder e a possibilidade de novos projetos em conjunto. "Recebi dele (governador Geraldo Alckmin) o sinal verde para, assim que tomar posse, constituir um grupo para estudar novas possibilidades de investimento do governo do Estado na cidade de São Paulo e também de apoio às iniciativas da prefeitura", disse Haddad.
Haddad chegou por volta das 11h20 no Palácio dos Bandeirantes e entrou pela garagem do prédio. Em tom amistoso, Alckmin disse estar feliz em oferecer um café ao novo prefeito e a discutir parcerias entre os dois a partir de 2013. "Reitero nossa disposição de trabalharmos juntos. Há uma importante sinergia entre Estado e município aqui em São Paulo", comentou o governador. Já o prefeito eleito ressaltou que, passado o período eleitoral, é chegado o momento de se discutir os projetos de interesse da população. "Depois da eleição é hora de somarmos esforços para realizarmos os desejos manifestos pela população durante o período eleitoral. E é o que faremos: colocando o interesse público sempre acima de qualquer outro interesse", afirmou Haddad.
Segundo o prefeito eleito, foram discutidos temas como a construção de creches para atender a um déficit de 145 mil vagas na Capital e parcerias nas obras de ampliação do sistema metroviário. "É um desafio muito grande. Não vamos dispensar ajuda nem do governo federal nem do estadual", disse Haddad, em uma referência à construção de creches. Já o governador se colocou à disposição para trabalhar em conjunto com o novo governo municipal nas áreas de saúde, educação, transporte, segurança e macrodrenagem. "Se Deus quiser, vamos estar juntos em benefício da população", complementou Alckmin.
Ambos destacaram, no encontro desta terça-feira o clima amistoso da reunião. Haddad lembrou que quando era ministro da Educação já tinha uma boa relação com Alckmin. "Eu conheço o trabalho do governador, respeito e tenho apreço pela condução política que ele dá ao Estado. Ele tem feito parceria com prefeitos de todos os partidos. Não será diferente comigo", comentou Haddad.
O prefeito eleito lembrou também as parcerias que sua gestão implementará com o governo federal, da correligionária Dilma Rousseff. "Vamos trazer qualidade de vida à população com as parcerias entre os três níveis de governo (municipal, estadual e federal)." Na área habitacional, por exemplo, o petista lembrou o projeto Minha Casa, Minha Vida. "Pretendo renovar a falta de esperança da população com minha eleição, dias melhores virão. O tema I(habitação) já foi negociado com a presidente Dilma e ela tem todo interesse que o projeto Minha Casa, Minha Vida atue com força total em São Paulo", reiterou.
Ao falar da expectativa de sua gestão, Haddad frisou: "Assumo o compromisso público de cumprir fielmente meu plano de governo, trabalharei quantas horas forem necessárias para melhorar a vida da população e não estou esperando a posse para começar a trabalhar, já estou fazendo isso porque não podemos perder um minuto em São Paulo, a população está ansiosa pelas mudanças". E emendou: "Sinto a população voltada para essas mudanças, não vamos dormir no ponto, temos medidas de curto, médio e longo prazos. E no começo do ano (com sua posse), vamos endereçar ao legislativo municipal as leis que irão mudar a cara de São Paulo."

Marta diz que poderia ter ganho eleição, mas elogia Lula


A ministra da Cultura, Marta Suplicy, reconheceu que, após a vitória de Fernando Haddad para a Prefeitura de São Paulo, vai ser ainda mais difícil contrariar o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva dentro do PT. Marta afirmou que Lula teve "tirocínio político" ao escolher Haddad como candidato em vez dela própria. A ministra participa de audiência no Senado Federal.
"Acho que sempre foi muito difícil contrariar o presidente Lula. Não lembro de muita gente ter contrariado e, depois disso, as pessoas vão pensar duas vezes. A capacidade e a visão política que ele tem são muito grandes. Nós temos sorte no PT de termos um quadro fora do normal, ele reconstruiu o partido com esse gesto que fez", disse a ministra.
Ela afirmou que poderia ter vencido a eleição em São Paulo com mais facilidade que Haddad, mas afirmou que Lula acertou ao apostar na renovação do partido. "Eu acredito que o presidente Lula teve um tirocínio político raro. Ele foi realmente extraordinário. A escolha mais fácil era a minha e poderia ter ganho, talvez em uma situação mais fácil, mas ele escolheu a forma mais difícil, mas era a mais certa, a renovação".
A ministra afirmou que Lula teve "ousadia e coragem" e destacou que o PSDB, principal adversário, também iniciou um debate sobre renovação e aposta em novos quadros políticos.

Álcool capaz de matar é achado em 37% das bebidas em SP


Em mais da metade de uma amostra de 65 bebidas coletadas com produtores, vendedores e consumidores das cidades de São Paulo e Diadema (SP) constatou-se a existência de substâncias nocivas à saúde humana. A presença de metanol - um álcool tóxico que pode até matar - foi detectada em 37% das cachaças, licores, vinhos, conhaques e uísques analisados. Em 11 bebidas, as concentrações de cobre estavam acima de 5 mg/l, limite estabelecido por lei.
O estudo, realizado pelo Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas da Universidade Federal de São Paulo (Cebrid-Unifesp), faz parte de um levantamento internacional que abrange o consumo de álcool clandestino. Ambos os estudos são financiados pela International Center for Alcohol Policies (Icap), ONG americana vinculada à indústria da bebida. Os resultados serão divulgados nesta terça-feira, pela primeira vez no Brasil, durante conferência em São Paulo.
"A pesquisa, inédita, que durou dois anos, envolve países como Brasil, China, Índia, México e até o Sri Lanka", afirma o médico e professor da Unifesp Elisaldo Carlini, um dos coordenadores do levantamento do Cebrid.
A maioria das amostras das bebidas foi coletada em São Paulo (69%), especialmente com vendedores. Porcentagem ainda maior (81%) declarou que sabia que as bebidas vendidas eram ilegais. O restante da amostra é procedente de Diadema, cidade onde o Cebrid possui um núcleo de pesquisas.
Depois de passarem por quatro análises químicas - entre as bebidas, 65% eram cachaças artesanais e 10%, licores -, constatou-se que apenas 8 das 65 amostras eram registradas no Ministério da Agricultura e muitas apresentavam grande concentração de água e alto teor de acidez (pH maior que 5).
Nas amostras de cachaça, o valor do etanol estava abaixo do adequado (40%). E em 24 amostras foi comprovada a existência de metanol. "Nenhuma concentração [DE METANOL]deveria estar presente. Dependendo da quantidade ingerida, pode levar até a morte por intoxicação", afirma Vânia Viana, pesquisadora da Unidade de Dependência de Drogas da Unifesp. Além disso, das 11 amostras de cachaça com alto teor de cobre, em 1 delas a concentração ultrapassa em 5 vezes o estabelecido por lei. [DE METANOL]"O excesso de cobre acaba fazendo dele um agente agressor do organismo", diz a nutricionista Camila Leonel.
Outro dado levantado por essa pesquisa é que em parte dos produtores foi constatado que o processo de engarrafamento é feito sem o uso de técnicas de assepsia.
Controle. De acordo com Luiz Alberto Chaves, coordenador da Coordenação de Políticas sobre Drogas (Coed) do governo de São Paulo, "a falta de estatísticas oficias sobre a produção e o consumo de álcool ilegal tem impacto na elaboração de políticas públicas da área". Em nota, o Ministério da Agricultura Pecuária e Abastecimento (Mapa) informa que apura periodicamente todas as denúncias de bebidas alcoólicas sem registro.

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