A Beira Mar

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segunda-feira, 9 de fevereiro de 2015

Eu, você e o PRB

Amigos e seguidores, a minha prioridade, é derrotar esta pratica de política viciada que circula em Caraguatatuba, cuja prática e projeto já comprometem o presente e ameaçam o futuro do Brasil. O PRB, partido que sou filiado e militante, é para mim a trincheira adequada para lutar por esse propósito. A partir dela me empenharei para agregar outras forças que pretendem dar um novo rumo ao país.

O Brasil não pode continuar vítima de uma falsa contradição entre justiça social e desenvolvimento. É preciso pôr fim a esse impasse, que, na verdade, acaba punindo os mais pobres, incentivando a incompetência e justificando erros grosseiros na aplicação de políticas públicas.

Temos de ser a voz e o instrumento de mais de 110 mil habitantes de Caiçaras que lutam todos os dias por um país melhor, mais justo, mais eficiente e mais decente.

Guilherme Araújo

Consultor de negócios e políticas


Eterno jogador de futebol e agora nosso senador... Valeu Romario

E agora ouvidoria de Caraguatatuba?

Será que vamos ver o art. 5º, § 2º de a Constituição Federal ser comprido conforme requer a Constituição Federal sem que haja intervenção de outras instancias? Fica aqui a minha duvida, tendo em vista diversos comentários que a prefeitura municipal de Caraguatatuba será parceira na construção do novo fórum de Caraguatatuba. Que imparcialidade seria esta? Esta na hora do CNJ entrar em ação.
 “todos têm direito a receber dos órgãos públicos informações de seu interesse particular, ou de interesse coletivo ou geral, que serão prestadas no prazo da lei, sob pena de responsabilidade, ressalvadas aquelas cujo sigilo seja imprescindível à segurança da sociedade e do Estado”.

A Constituição também tratou do acesso à informação pública no Art. 5º, inciso XIV, Art. 37, § 3º, inciso II e no Art. 216, § 2º. São estes os dispositivos que a Lei de Acesso a Informações regulamenta, estabelecendo requisitos mínimos para a divulgação de informações públicas e procedimentos para facilitar e agilizar o seu acesso por qualquer pessoa.

PRB e vc

Conheça as 10 metas para Superação que o PRB apresenta; Saúde, educação, emprego, desenvolvimento social, segurança, habitação, meio ambiente, saneamento básico, cultura e empreendedorismo.

E agora é esperar

Após avaliar o que houve no ano de 2014, eu cheguei a muitas conclusões, tirei inúmeras lições de vida e concluí que Caraguatatuba ganhou algumas batalhas, mas temos a convicção que ainda faltar muito para atingirmos os nossos objetivos. Toda a experiência com o MP-Estadual, MP-Federal, Policia Federal, CNJ, Corregedoria Geral de Justiça e outros órgãos vieram agregar e nos da base para continuar. Assim fizemos democracia e fiscalizamos os atos do poder publico municipal do executivo e legislativo de Caraguatatuba. Agora é dezembro e eu quero deixar a minha mensagem a todos os “Caiçaras” “Não seja omisso de seus direitos, Caraguatatuba é um município de pessoas do bem e de famílias honradas que não podem viver sob nenhum tipo de opressão”.  E em 2015 muitas outras ações e representações serão apresentados ao MP estadual e MP federal para que todos os direitos sejam todos preservados. Estamos juntos, e que 2015 seja de muitas realizações positivas. AVANTE.

Guilherme Araújo, consultor de negócios e políticas.

SOS ouvidoria da saúde de Caraguatatuba

Sinto informar, mas esta ouvidoria saúde não atende as necessidades do munícipe. Estamos a meses tentando encontrar uma solução para o caso do senhor Nelson - conhecido e chamado carinhosamente de “Bahia”, morador do bairro Olaria e até a presente data nada. Esta ouvidoria é pra inglês ver e tudo não passa só promessas. Ligue para o senhor Nelson e resolva o caso dele, já que eu já estive ai por varias vezes e tudo ficou nas promessas. (12) 997845418 - (12) 38822761.

Sensação no YouTube, presidente-mirim de 11 anos diz trabalhar por ‘um mundo melhor’

YouTube

Robby Novak teria razões para ser uma criança triste. Ele tem osteogênese imperfeita, condição também conhecida como "ossos de vidro", que faz com que seus ossos se quebrem facilmente. Aos 11 anos, o menino já teve mais de 70 fraturas, passou por várias cirurgias e tem próteses em ambas as pernas.
Mas Robby está longe de ser uma criança triste. No YouTube, ele é o Presidente-Mirim. Em seu escritório presidencial de papelão, o garoto dança, conta piadas, faz discursos inspiratórios e incentiva os espectadores a tornar o mundo um lugar "incrível".
Isso fez de Robby uma sensação no portal de vídeos. Ele foi contratado por um canal onde seus clipes já foram vistos mais de 76 milhões de vezes - 36 milhões vindo de seu maior hit, o vídeo "Conselhos do Presidente-mirim para você".
"Não paro nem quando estou com algum osso quebrado", diz Robby. "Sorrio, e quero que as pessoas sorriam mesmo quando estiverem sofrendo."

Todo dia é aniversário

Robby colocou no ar seu primeiro vídeo em 2012 com a ajuda do cunhado, Brad Montague, que teve a ideia de criar a série online.
Montague conta que está sempre em companhia de Robby fazendo atividades em família. Ele afirma que o Presidente-mirim surgiu da vontade de criar um projeto que mostrasse crianças como líderes.
A maior parte dos vídeos é gravada na casa de Montague em Henderson, uma pequena cidade do Estado do Tennessee, nos Estados Unidos.
O cunhado diz que orienta Robby, dirigindo-o com perguntas e articulando as ideias que ele repetir para a câmera. Robby ouve com atenção e adapta as falas.
"Uma coisa que você pode fazer para ser incrível é tratar uma pessoa como se ela fizesse aniversário todos os dias", diz Robby, que gosta de dançar nos intervalos da gravação.

Celebridades e livro

Com seu sucesso na internet, o menino já entrevistou celebridades, como a cantora Beyonce, e teve até mesmo um encontro com um presidente de verdade, Barack Obama.
Seu mais recente projeto é o livro Guia do Presidente-Mirim Para Ser Incrível. É uma mistura de histórias dos vídeos e aventuras de Robby, junto com desenhos, conversas entre Montague e o garoto e dicas sobre como as crianças podem tornar o mundo um lugar melhor.
"Robby me inspira e me dá coragem", afirma Montague.
"Nunca imaginei que seríamos capazes de atingir milhões de pessoas daqui de nossa cidadezinha, e somos muito gratos por isso."

Ponto de vista: Tecnologia faz pessoas se tocarem menos, diz Will Self

Thinkstock

Em seu romance de ficção científica Os Robôs, de 1957, Isaac Asimov inventou um mundo, Solaria, no qual uma população de humanos vive em enormes propriedades, atendida por dezenas de robôs. O ambiente social de Solaria é algo parecido com o de um romance russo do século 19.
Solarianos desenvolveram um grande tabu contra qualquer tipo de aproximação física. Assim, nunca chegaram a ocupar o mesmo quarto ou mesmo se tocaram. Qualquer relação sexual entre eles assumia a forma de "telepresença holográfica", uma espécie de conferência 3D. Então, ao invés de se visitarem, os solarianos participavam do que chamam de "visualização".
Como todas boas obras de ficção científica, a de Asimov refletia tanto a era dele quanto a de qualquer futuro remoto. Escrevendo no final dos anos 1950, ele assistiu às consequências da produção e distribuição automatizadas aliada às telecomunicações ─ em outras palavras, uma diminuição constante no número e duração dos contatos pessoais que uma pessoa teria que fazer durante qualquer dia.
Mas quanto o nosso próprio mundo se tornou como Solaria na segunda metade do século?
É verdade que dificilmente conseguimos nos livrar da necessidade de trabalhar de forma automática ─ embora muitos de nós suspeitem que o nosso trabalho, tal como é, esteja fundamentalmente separado da base real do nosso sustento.
Podemos não ter servos robóticos, mas dependemos de linhas de montagem de robôs e sistemas de controle de tráfego cibernéticos, por exemplo. E, no lugar da telepresença holográfica, gastamos grande parte do nosso tempo nos comunicando pela internet.
A tela sensível ao toque, a porta automática ou as compras online nos privam do exercício do nosso próprio sentido de toque, e, em particular, nos privam da necessidade de tocar outras pessoas ─ podemos não ser solarianos ainda, mas estamos chegando lá.
De maneira alguma desejo voltar ao tipo de sociedade hierárquica em que um senhor ou senhora começam o dia sendo vestidos por algum criado ou empregada. No entanto, com certeza não estou sozinho em sentir nostalgia de um mundo mais meloso.
Passamos nossos dias cercados por dedos que digitam freneticamente e por corações que batem acaloradamente ─ mas que, apesar disso, permanecem friamente inviolados.
Em parte, a rejeição da nossa cultura de toque pode ser vista como um legado do dualismo mente/corpo implícita na tradição judaico-cristã. Afinal, a nossa posse da consciência ─ esta "matéria mental" imaterial ─ nos eleva acima da mera criação bruta, e nos coloca aempé de igualdade com os anjos e o próprio Deus.
É claro que há uma forma de contato que nós privilegiamos acima de todas as outras. Desenvolvemos algo que é, por um lado, a concepção mais exaltada da forma de contato humano e, por outro, uma das mais degradadas.
Mas se nos afastarmos do que pensamos sobre a nossa sexualidade ─ sendo pela janela rosada do romantismo ou pela tela manchada da pornografia ─, o que descobrimos é que o sexo é apenas a forma mais abrangente que temos de perceber como alguém experimenta o seu próprio ser.
A visão clichê da plenitude sexual é que ela nos faz "sentirmos vivos". Mas, na verdade, ela nos faz sentir a vivacidade de outra pessoa ─ o sexo nos diz, de forma definitiva e incontestável, que não estamos sozinhos.
Não que o sexo seja a única forma de toque socialmente sancionada. Há outros, mas eles, em comum com o sexo, são feitos com todo tipo de regras e proibições.
Quando praticamos esportes de contato, estamos autorizados a tocar outras pessoas, mas apenas em determinadas maneiras. Apesar disso, o esporte de contato é extremamente importante para nós e, em particular, para o macho da espécie. Às vezes me pergunto se o que um atacante de rúgbi realmente busca ao empurrar sua cabeça contra seus companheiros de equipe não é uma noção abstrata de excelência ou realização, mas a experiência muito concreta do ser de outro homem.
Mulheres que dão à luz, com certeza, independente das outras crenças que têm sobre o mundo, se agarram em algum nível à ideia que a sua própria existência ─ e a de seu filho ─ é fundamentalmente corporal, e o modelo psicológico conhecido como teoria do apego valida isso pela afirmação de que todas as crianças precisam do toque de seu cuidador.
É na nossa relação tátil com os nossos próprios filhos ─ e outros que estamos autorizados a termos intimidade ─ que experimentamos este sentido primordial de apego.
Durante o furor perene sobre amamentar em público, o que sempre me chamou atenção é que o que perturba aqueles que se opõem a esta prática é que ela afronta a ideia que eles têm deles mesmos de serem fundamentalmente desencarnados e distintos do resto da criação bruta.
Na ficção de Asimov, o estilo de vida intocado dos solarianos é interrompido por uma forma de contato que a maioria (embora não todas) as sociedades professam abominar ─ o assassinato violento. Enviado da Terra para investigar o crime, o detetive de homicídios Elijah Baley descobre que, na verdade, não houve um toque humano.
Em vez disso, um dos ajudantes robô solarianos foi usado num trote, e seus circuitos de moralidade foram manipulados de maneira que ele fosse capaz de levar uma vida humana.
O conto de Asimov pode ser entendido como uma fábula frankensteiniana ─ cuidado com equipamentos que lhe prestam serviços, pois eles podem se tornar contra nós, seus criadores.
Mas, enquanto Asimov nunca pode ser acusado de grande sutileza em sua escrita, há uma história de fundo relevante, uma que revela outro nível de preocupação.
Elijah Baley chegou a Solaria de uma Terra cujos habitantes, três mil anos no futuro, recuaram e passaram a morar em enormes cavernas de ferro. O resultado é que o detetive é cronicamente "agorafóbico".



Para combater roubo a celular, polícia de SP vai facilitar bloqueio de IMEI

Caso seu celular seja roubado, você pode bloquear o IMEI - espécie de número de série no aparelho - para impedir que ele seja usado pelo ladrão. No entanto, o procedimento é meio inconveniente: você precisa ir até a delegacia, registrar um boletim de ocorrência, depois ligar na operadora e informar o IMEI a ser bloqueado.


Isso pode ficar mais fácil no estado de São Paulo:segundo o Estadão, a polícia civil vai encaminhar o pedido de bloqueio de IMEI diretamente à operadora, para coibir mais roubos.
Vai funcionar assim: você chega à delegacia para registrar o roubo ou furto, e preenche um formulário extra com as informações do celular, incluindo o IMEI. Depois, a própria polícia leva esses dados às operadoras. Normalmente - como explicam Claro e Oi - é preciso ligar para o atendimento ao cliente, ou ir a uma loja, a fim de bloquear o aparelho.
O número IMEI - uma sequência numérica de 15 algarismos - pode ser encontrado no próprio corpo do celular, ou na embalagem do aparelho. Se você não tiver nenhum deles, faça o seguinte: disque *#06# no seu celular, e ele vai exibir o código. Agora copie-o e envie-o para você mesmo via e-mail, ou guarde no Dropbox - assim você pode acessá-lo em qualquer lugar.
Ao bloquear o IMEI, o aparelho não consegue se registrar nas redes celulares, e por isso deixa de fazer e receber ligações. Infelizmente, é possível trocar o IMEI dos celulares. Como explica a Teleco, dá para trocar um código bloqueado por outro mapeado como legítimo, usando kits "que custam aproximadamente quinze dólares".
E me pergunto se a polícia será ágil na hora de repassar o pedido de bloqueio às operadoras, porque o número de assaltos a celular é grande. A Secretaria de Segurança Pública diz que os celulares respondem por 16,7% de todos os roubos de SP.
Vale notar que o bloqueio do IMEI só dificulta que ele seja ativado na rede das operadoras, mas não impede que o ladrão acesse as informações que estão no aparelho, como fotos e arquivos. Para isso, você precisa fazer o bloqueio remoto - ensinamos aqui o procedimento no iOS, Android e Windows Phone.
Smartphones com iOS e Android podem ser bloqueados à distância caso sejam roubados; no entanto, este recurso não é ativado por padrão. Isso pode mudar: na Califórnia, o governador sancionou uma lei que obriga todas as fabricantes – como Apple e Samsung –a venderem smartphones com medidas antirroubo pré-ativadas. No Windows Phone, isso já é ativado por padrão.
Só que os ladrões estão ficando espertos. Em dois casos separados - um em São Paulo,outro no Rio - a vítima foi obrigada a passar a senha do iCloud: com isso, o bandido desabilita o recurso "Find my iPhone".
Alexandre de Moraes, secretário da Segurança Pública, diz que os índices de roubos devem cair se forem criadas barreiras para impedir o uso de celulares roubados. Infelizmente, o combate a assaltos pode ser mais complicado do que parece. Segundo o Estadão, a secretaria e membros das operadoras vão se reunir nesta sexta-feira (6) para acertar os detalhes técnicos. 

Lance virtual por 'molho especial' do Big Mac atinge R$ 50 mil

Arrecadação irá para instituições de caridade que apoiam crianças com problemas de saúde
Um leilão virtual promovido pela rede de fast-food Mc Donald's por garrafas do molho especial usado para preparar seu mais famoso sanduíche, o Big Mac, atingiu lances de até US$ 18 mil (R$ 50 mil).
Toda a arrecadação irá para as instituições de caridade ligadas à Fundação Ronald McDonald, que apoia crianças com problemas de saúde.
O leilão, anunciado no site eBay, inclui 200 garrafas de 500 ml do molho especial e será realizado de 9 a 11 de fevereiro.
Restrito à Austrália, o anúncio virtual já atraiu 135 lances e a expectativa é de que o valor do molho aumente nos próximos dias.
De acordo com o Mc Donald's, as garrafas não "serão vendidas em nossos restaurantes. Isso as torna tão mais raras do que um lugar na praia de Bondi (em Sydney) no dia do Ano Novo".
"Por muito tempo o molho especial do Big Mac ficou restrito ao hambúrguer lindo e delicioso ─ agora, nós o libertamos".
Os clientes do McDonald's na Austrália poderão comprar sachês de 25 ml do molho nas lojas da rede neste mês.
Algumas pessoas já demonstraram intenção de vendê-los no eBay por valores entre oito a 50 dólares australianos (R$ 17 a R$ 106).
O produto é conhecido por conter ingredientes tais como gemas de ovos salgados, mostarda, cebola, alho e condimento. A receita está disponível online, mas a recriação da mistura exata é um desafio.
O McDonald's é a maior cadeia de restaurantes do mundo e possui 36 mil pontos de venda em mais de 100 países.

EUA: polícia investiga namorado da filha de Whitney Houston

Bobbi Kristina Brown e Nick Gordon chegam à estreia do filme "Sparkle - o brilho de uma estrela", no Teatro Chinês de Grauman, em Hollywood, em 16 de agosto de 2012

A polícia americana abriu uma investigação criminal sobre o namorado de Bobbi Kristina Brown, filha da falecida cantora Whitney Houston, há uma semana encontrada inconsciente em uma banheira - informou a imprensa local.
A rede CNN e o portal especializado em celebridades TMZ noticiaram, neste sábado, que a investigação foi aberta contra Nick Gordon, que disse ter encontrado a namorada, de 21 anos, inconsciente na banheira de casa, perto de Atlanta, na Geórgia (sudeste).
O incidente se assemelha muito às condições da morte de sua mãe, em 11 de fevereiro de 2012, no Hotel Beverly Hilton, em Los Angeles. Whitney Houston foi encontrada morta na banheira de seu quarto de hotel, após uma overdose de drogas, álcool e remédios. A perícia concluiu que a morte foi acidental, facilitada pelo uso de cocaína e por condições cardíacas.
Segundo a imprensa americana, Bobbi Brown, que está internada em coma induzido, exibia ferimentos sem explicação antes do incidente.

Vítima de abuso sexual critica declaração do papa sobre palmadas

Uma vítima de abuso sexual de um clérigo criticou o papa Francisco, neste sábado, por uma declaração que pareceu endossar pais que batem em seus filhos.


Uma vítima de abuso sexual de um clérigo criticou o papa Francisco, neste sábado, por uma declaração que pareceu endossar pais que batem em seus filhos.
"Crianças não precisam apanhar. Precisamos falar sobre uma criação positiva dos filhos. Violência física não tem vez nos dias modernos", disse Peter Saunders, que está aconselhando o Vaticano sobre como lidar com a crise de abusos sexuais na Igreja Católica.
"Eu apanhei durante a minha infância e isso me fez muito mal", disse Saunders, que foi vítima de abuso cometido por um padre quando era adolescente e é um dos 17 membros da comissão do Vaticano com a atribuição de recomendar reformas para a Igreja.
Durante uma conversa sobre paternidade em sua audiência geral, na última quarta-feira, Francisco saiu do texto preparado para lembrar uma conversa que teve com um pai certa vez.
Ele citou o homem dizendo: "Eu algumas vezes tenho que bater nas crianças um pouco, mas eu nunca lhes dou um tapa na cara para não desmoralizá-los".
O papa acrescentou, com suas próprias palavras: "Que bonito! Ele tem um senso de dignidade. Ele precisa punir. Ele faz isso da maneira correta e segue em frente".
O papa foi muito criticado nas redes sociais pelos comentários.
Falando em uma entrevista coletiva sobre a crise de abuso sexual da Igreja Católica, Saunders disse que ficou surpreso quando ouviu o que considerou ser um "endosso a pais que batem em seus filhos", e acrescentou que planeja conversar com o papa sobre isso na próxima vez que o encontrar.

Farc convidam miss universo a conhecer processo de paz

Os guerrilheiros das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (Farc) convidaram a atual miss universo, a colombiana Paulina Vega, a viajar até Cuba e acompanhar de perto os avanços nas negociações de paz que o grupo rebelde mantém com o governo em Bogotá.
O convite foi feito neste sábado (07/02) e ainda não foi respondido por Vega, eleita miss universo no dia 25 de janeiro. Em várias ocasiões, a moça de 22 anos expressou seu apoio às negociações de paz, que pretendem pôr fim aos confrontos que deixaram mais de 200 mil mortos e milhões de desabrigados em mais de meio século de conflito.
"Temos lido com interesse sobre seu desejo de contribuir com seus bons serviços pelo alcance da paz e da reconciliação entre os colombianos e as colombianas", afirmaram as Farc em uma carta endereçada à miss publicada na página da guerrilha na internet.
"Saudamos sua disposição em viajar a Havana, e a convidamos para que materialize sua visita a fim de que possamos mostrar o desenvolvimento das conversas, os avanços e a enorme contribuição que você e as grandes maiorias ansiosas pela paz podem dar", continuou a carta.


Em entrevista a uma revista colombiana no fim do mês passado, Vega, nascida na cidade caribenha de Barranquilla, disse que estava disposta a "ir a Havana para que se chegue a um acordo de paz".
As negociações entre o governo do presidente Juan Manuel Santos e os líderes das Farc estão em curso desde novembro de 2012, na capital cubana.

Nível de reservatórios do Cantareira aumenta pelo terceiro dia seguido

Os reservatórios do Sistema Cantareira registraram aumento nos níveis pelo terceiro dia consecutivo. O principal manancial de abastecimento da região metropolitana de São Paulo opera hoje (8) com 5,7% da sua capacidade. A Companhia de Saneamento do Estado de São Paulo (Sabesp) informou que o volume armazenado aumentou 0,1 ponto percentual.
O volume de chuvas neste mês chegou a 85,6 milímetros (mm) – a média histórica para fevereiro é 199,1 mm.
Nos outros mananciais administrados pela Sabesp, também houve aumento no volume. O Alto Tietê, que, além da zona leste da cidade, atende a nove cidades, registrou alta de 0,3 ponto percentual e está com 12,4% da sua capacidade. Neste mês, as precipitações por lá somam 81,7 mm, enquanto a média para fevereiro é 192 mm.
O Sistema Guarapiranga, que abastece a zona sul, teve aumento de 1,2 ponto percentual no nível armazenado e agora está com 52,3% da sua capacidade. No mês, o sistema acumulou 97,2mm de chuva. A média histórica para fevereiro no sistema é 192,5mm.
O Alto Cotia está com 32,6% da capacidade, uma alta de 0,4 ponto percentual em relação ao dia anterior. Para o mês, a pluviometria acumulada é de 98,2mm. Já a média histórica é 178,9mm. Essas represas fornecem água para as cidades de Cotia, Embu, Itapecerica da Serra, Embu-Guaçu e Vargem Grande.
O Sistema Rio Grande, que abastece os municípios de Diadema e São Bernardo do Campo e parte de Santo André, subiu de 78,2% para 78,9% no último dia. Neste mês, houve acúmulo de 91,2mm de chuva.
No Sistema Rio Claro, o nível das represas teve elevação de 0,1 ponto percentual de ontem (7) para hoje (8). A média de chuva para fevereiro é 237,8mm. Até o momento, foram registrados 65mm. O sistema atende parte da zona leste da capital e os municípios de Ribeirão Pires, Mauá e Santo André.
reserva técnica do Sistema Cantareira

Camisinhas são vendidas a R$ 2068 na Venezuela

Além das filas para compra de itens básicos, como açúcar, carne de frango e até papel higiênico, os venezuelanos enfrentam também a escassez de outro produto importante: está difícil encontrar camisinhas e, mais ainda, pagar por elas, segundo reportagem da Bloomberg Business.
"O país está tão bagunçado que agora nós temos que esperar em fila para transar", contou um venezuelano à reportagem.
Camisinha: "o país está tão bagunçado que agora nós temos que esperar em fila para transar", diz venezuelano
© Stock.xchng Camisinha: "o país está tão bagunçado que agora nós temos que esperar em fila para transar", diz venezuelano

O colapso dos preços do petróleo, que representa 95% das receitas em divisas do país, agravaram a falta de produtos como fraldas, desodorantes e o já citado preservativo, de acordo com o site. 
As camisinhas e outros contraceptivos sumiram das farmácias desde dezembro do ano passado. Mas ainda há como comprar: no site MercadoLibre, usado pelos venezuelanos para obter produtos escassos, um pacote com 36 unidades do preservativo Trojan pode ser adquirido por 4.760 bolívares, em torno de R$ 2068,70.
O valor corresponde a uma boa parte do salário-mínimo venezuelano, que é de 5.600 bolívares.
Saúde pública
A escassez de preservativos é, ainda de acordo com a Bloomberg, um efeito da falta de dólares entre importadores, e o problema vai muito além das relações sexuais. A Venezuela tem uma das taxas mais altas de infecção pelo vírus HIV e de gravidez na adolescência da América do Sul. Como o aborto é ilegal, a falta do preservativo piora o quadro de uma questão de saúde pública.
A falta desses produtos "ameaça todos os programas de prevenção" em todo o país, disse Jhonatan Rodriguez, da organização sem fins lucrativos StopHIV. "Sem camisinhas, não podemos fazer nada".
Outros especialistas alertam para o possível aumento nos casos de mortes de mulheres que vão para clínicas clandestinas abortar e, também, para o impacto econômico, já que mais jovens estariam longe das escolas e do mercado de trabalho devido à gravidez.
"Uma gravidez indesejada na adolescência é a marca do fracasso de um governo: fracasso na economia, na saúde pública e na política educacional", disse à Bloomberg Carlos Cabrera, vice-presidente da filial local da organização International Planned Parenthood Federation (IPPF).
Sem confiança
Algumas farmácias ainda têm preservativos e anticoncepcionais, mas os produtos não são da confiança dos consumidores. Feitos na Ásia, nem os farmacêuticos os recomendam.
"As pessoas me perguntam se eu os utilizo e se poderia recomendá-los, mas não posso", disse Katherine Munoz, gerente de farmácia na cidade de Los Teques, perto de Caracas.
Os grandes importadores de marcas conhecidas, como a Reckitt Benckiser, afirmam que as importações entraram em colapso por causa da situação política que a Venezuela atravessa.
Na capital venezuelana, ainda se pode obter contraceptivos em um dos três centros de planejamento familiar da IPPF, onde preservativos eram vendidos a US$ 3 cada um, e mesmo assim sem excessos. O farmacêutico Carlos Hernandez afirma que distribuiu as duas últimas camisinhas disponíveis no Hospital Universitário de Caracas em 29 de janeiro.
"Quem sabe quando vamos conseguir mais", disse.

Ponto de vista: Tecnologia faz pessoas se tocarem menos, diz Will Self

Will Self
Escritor e jornalista
Tecnologia estaria limitando nossos toques interpessoais?
Em seu romance de ficção científica Os Robôs, de 1957, Isaac Asimov inventou um mundo, Solaria, no qual uma população de humanos vive em enormes propriedades, atendida por dezenas de robôs. O ambiente social de Solaria é algo parecido com o de um romance russo do século 19.
Solarianos desenvolveram um grande tabu contra qualquer tipo de aproximação física. Assim, nunca chegaram a ocupar o mesmo quarto ou mesmo se tocaram. Qualquer relação sexual entre eles assumia a forma de "telepresença holográfica", uma espécie de conferência 3D. Então, ao invés de se visitarem, os solarianos participavam do que chamam de "visualização".
Como todas boas obras de ficção científica, a de Asimov refletia tanto a era dele quanto a de qualquer futuro remoto. Escrevendo no final dos anos 1950, ele assistiu às consequências da produção e distribuição automatizadas aliada às telecomunicações ─ em outras palavras, uma diminuição constante no número e duração dos contatos pessoais que uma pessoa teria que fazer durante qualquer dia.
Mas quanto o nosso próprio mundo se tornou como Solaria na segunda metade do século?
É verdade que dificilmente conseguimos nos livrar da necessidade de trabalhar de forma automática ─ embora muitos de nós suspeitem que o nosso trabalho, tal como é, esteja fundamentalmente separado da base real do nosso sustento.
Podemos não ter servos robóticos, mas dependemos de linhas de montagem de robôs e sistemas de controle de tráfego cibernéticos, por exemplo. E, no lugar da telepresença holográfica, gastamos grande parte do nosso tempo nos comunicando pela internet.
A tela sensível ao toque, a porta automática ou as compras online nos privam do exercício do nosso próprio sentido de toque, e, em particular, nos privam da necessidade de tocar outras pessoas ─ podemos não ser solarianos ainda, mas estamos chegando lá.
De maneira alguma desejo voltar ao tipo de sociedade hierárquica em que um senhor ou senhora começam o dia sendo vestidos por algum criado ou empregada. No entanto, com certeza não estou sozinho em sentir nostalgia de um mundo mais meloso.
Passamos nossos dias cercados por dedos que digitam freneticamente e por corações que batem acaloradamente ─ mas que, apesar disso, permanecem friamente inviolados.
Em parte, a rejeição da nossa cultura de toque pode ser vista como um legado do dualismo mente/corpo implícita na tradição judaico-cristã. Afinal, a nossa posse da consciência ─ esta "matéria mental" imaterial ─ nos eleva acima da mera criação bruta, e nos coloca aempé de igualdade com os anjos e o próprio Deus.
É claro que há uma forma de contato que nós privilegiamos acima de todas as outras. Desenvolvemos algo que é, por um lado, a concepção mais exaltada da forma de contato humano e, por outro, uma das mais degradadas.
Mas se nos afastarmos do que pensamos sobre a nossa sexualidade ─ sendo pela janela rosada do romantismo ou pela tela manchada da pornografia ─, o que descobrimos é que o sexo é apenas a forma mais abrangente que temos de perceber como alguém experimenta o seu próprio ser.
A visão clichê da plenitude sexual é que ela nos faz "sentirmos vivos". Mas, na verdade, ela nos faz sentir a vivacidade de outra pessoa ─ o sexo nos diz, de forma definitiva e incontestável, que não estamos sozinhos.
Não que o sexo seja a única forma de toque socialmente sancionada. Há outros, mas eles, em comum com o sexo, são feitos com todo tipo de regras e proibições.
Quando praticamos esportes de contato, estamos autorizados a tocar outras pessoas, mas apenas em determinadas maneiras. Apesar disso, o esporte de contato é extremamente importante para nós e, em particular, para o macho da espécie. Às vezes me pergunto se o que um atacante de rúgbi realmente busca ao empurrar sua cabeça contra seus companheiros de equipe não é uma noção abstrata de excelência ou realização, mas a experiência muito concreta do ser de outro homem.
Mulheres que dão à luz, com certeza, independente das outras crenças que têm sobre o mundo, se agarram em algum nível à ideia que a sua própria existência ─ e a de seu filho ─ é fundamentalmente corporal, e o modelo psicológico conhecido como teoria do apego valida isso pela afirmação de que todas as crianças precisam do toque de seu cuidador.
É na nossa relação tátil com os nossos próprios filhos ─ e outros que estamos autorizados a termos intimidade ─ que experimentamos este sentido primordial de apego.
Durante o furor perene sobre amamentar em público, o que sempre me chamou atenção é que o que perturba aqueles que se opõem a esta prática é que ela afronta a ideia que eles têm deles mesmos de serem fundamentalmente desencarnados e distintos do resto da criação bruta.
Na ficção de Asimov, o estilo de vida intocado dos solarianos é interrompido por uma forma de contato que a maioria (embora não todas) as sociedades professam abominar ─ o assassinato violento. Enviado da Terra para investigar o crime, o detetive de homicídios Elijah Baley descobre que, na verdade, não houve um toque humano.
Em vez disso, um dos ajudantes robô solarianos foi usado num trote, e seus circuitos de moralidade foram manipulados de maneira que ele fosse capaz de levar uma vida humana.
O conto de Asimov pode ser entendido como uma fábula frankensteiniana ─ cuidado com equipamentos que lhe prestam serviços, pois eles podem se tornar contra nós, seus criadores.
Mas, enquanto Asimov nunca pode ser acusado de grande sutileza em sua escrita, há uma história de fundo relevante, uma que revela outro nível de preocupação.
Elijah Baley chegou a Solaria de uma Terra cujos habitantes, três mil anos no futuro, recuaram e passaram a morar em enormes cavernas de ferro. O resultado é que o detetive é cronicamente "agorafóbico".

Horário de verão pode ser prorrogado por mais um mês

O horário de verão está previsto para acabar no dia 22 fevereiro, mas poderá ser prorrogado por mais um mês. O governo estuda essa alternativa para diminuir o consumo de energia. A decisão sairá na quinta-feira. Saiba mais detalhes na reportagem de Iara Farias Borges, da Rádio Senado.

 
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Adriano o Imperador esta de volta


Adriano e a sua assessora Renata battaglia.