A Beira Mar

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sábado, 17 de agosto de 2013

Oi? Yudi revela que estrelou vídeo de sexo amador Sex tape foi gravada por amigos

Denise Rocha não é a única integrante de "A Fazenda 6" que estrelou uma sex tape. Ex-apresentador infantil, Yudi Tamashiro revelou que estrelou um vídeo pornô caseiro.
Em conversa com Beto Malfacini, Yani de Simone e Mateus Verdelho, ele contou que amigos gravaram uma transa sua com duas mulheres. 
Segundo o peão, a "brincadeira" rolou por acaso na festa na casa de um amigo. "Chegamos lá e eu vi que estava tendo uma festa na casa do lado. Fui para lá e conheci outras duas meninas e as convidei para virem comigo para a casa do lado. Então comecei a pegar as duas dentro do banheiro e meus amigos gravaram pela janela".
Após a revelação, Yudi criticou a hipocrisia das pessoas que se fazem de puritanas. Para ele, toda mulher tem um amante sexual: "Todo o mundo faz pu****, todas as mulheres tem mais de uma comidinha, mas poucas falam".

FAMOSIDADES

Alexandre Frota garante que Andressa Urach é garota de programa

Otávio Mesquita alfineta affair de Roberto Justus e publicitário rebate - 1 (© Reprodução Instagram)

Andressa Urach arrumou um rival à sua altura. A vice-Miss Bumbum, que se gaba por não ter papas na língua, vai ter que encarar Alexandre Frota quando for eliminada de 'A Fazenda 6'.
O ator comprou a briga de Bárbara Evans e detonou a modelo. O fortão garantiu que a loira se prostitui. 
“Um monte de amigo meu já pagou, comeu e ainda é ruim de cama. Já vi neguinho negociando para fazer programa com ela, vag*, p*. Ela estava chamando a garota (Barbara Evans) assim, mas ela é assim”, disparou ele em uma rede social.
Frota disse ainda que se fosse Mateus Verdelho teria agredido Andressa durante a discussão entre a dupla na madrugada da última quinta-feira (13).
'Saía do programa, mas levava a cabeça dessa pomba-gira nas minhas mãos. Safada, ordinária, quem é ela para falar qualquer coisa? Não assume nada que faz.'
O ator reproduziu ainda o anúncio de um jornal que oferece os 'serviços' da moça: 'Fiz filme pornô, um monte de filme e encarei a vida de frente. Não reclamo nem julgo ninguém. Essa vad*, vaca do car* pagar de certa, de dona da verdade... O anúncio do jornal é apenas um dos três mil espalhados”.
Frota avisou ainda que não tem medo do advogado de Andressa nem das ameaças de processo da loira: “Tomara que me processe mesmo, assim vou ficar cara a cara com ela. Mas meu cuspe tem veneno letal, se der um, cai dura. Nojenta'.

Algo parece mudado

O Banco Central parece mudado - desta vez, para melhor. Falta saber até que ponto está disposto a enfrentar o jogo contra de outros setores do governo. E até que ponto está disposto a atuar para devolver a inflação à meta, que não são os 6,5% aos quais se refere a presidente Dilma, mas os 4,5% no ano-calendário.
Ao contrário do que aconteceu ao longo de 2012, nas mensagens que vem passando pelos seus documentos e pelas declarações dos seus dirigentes, o Banco Central voltou a dizer coisa com coisa e passou a agir em consequência do que diz.
A partir de agosto de 2011, pode-se distinguir três fases distintas no comportamento da autoridade monetária. A primeira, que durou até janeiro de 2013, foi a de agir em sintonia com as diretrizes da presidente Dilma. Foi o tempo em que a prioridade não foi propriamente conduzir a inflação para dentro da meta, mas cumprir a meta (não declarada) de juros básicos (Selic), de 2% ao ano em termos reais, ou seja, descontada a inflação.
As indicações então passadas pelo Banco Central eram de que a inflação era predominantemente consequência do choque externo (alta das commodities) causado pela queda das safras de grãos nos Estados Unidos e que confluiria mais ou menos espontaneamente para a meta, "ainda que de forma não linear", sem necessidade de rever os juros.
Parecia então seguro de que a área da Fazenda cumpriria a meta combinada na administração das despesas públicas, que era a obtenção de um superávit primário (sobra de arrecadação para pagamento da dívida) equivalente a 3,1% do PIB, ou perto de R$ 159 bilhões.
Logo se viu que, além de não observar sua parte no trato, o Ministério da Fazenda permitiu que o secretário do Tesouro, Arno Augustin, submetesse as contas públicas à chamada contabilidade criativa, que deformou os resultados e os colocou sob suspeita.
A segunda fase, de perplexidade, durou quase três meses, de janeiro a abril deste ano. O presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, declarava-se então "pouco confortável" com a mudança de patamar dos preços e com os efeitos de uma política fiscal excessivamente permissiva, que chamou de "expansionista". Mas parou por aí. Seus relatórios ainda sugeriam que a taxa básica de juros permaneceria no nível em que estava, de 7,25% ao ano, "por um período de tempo suficientemente prolongado".
As projeções da inflação com que trabalhava vinham fortemente desalinhadas com as expectativas do mercado, para enorme prejuízo da credibilidade da autoridade monetária. O Relatório de Inflação editado em dezembro trabalhava com uma alta nos preços para o ano seguinte inteiramente irrealista, de 4,80%, quando o mercado financeiro apontava para 5,68%.
Em abril, o Banco Central mudou sua postura e, ainda com alguma oposição de dentro de sua diretoria (2 votos contra), deu início à retomada da elevação dos juros.
Foi também mais sincero no diagnóstico e no prognóstico. Já não atribuiu o avanço da inflação a fatores externos, mas a problemas da economia brasileira: uma política fiscal não suficientemente austera, demanda forte não inteiramente coberta pela produção interna e mercado de trabalho aquecido demais.
As projeções da inflação reveladas no último Relatório também já estão mais alinhadas com as do mercado financeiro e o Banco Central já não esconde que manterá a política no contra-ataque à escalada dos preços. Isso significa que continuará a apertar a política monetária para reconduzir a inflação à meta.
Ao longo do ano, a presidente Dilma havia dado indicações de que preferia deixar a inflação correr mais solta se com isso obtivesse um melhor desempenho do PIB. Se ela não foi inteiramente convencida do contrário pelos estudos dos especialistas e pela própria experiência brasileira, pelo menos parece ter entendido pela força das manifestações ocorridas em junho que não se brinca com a inflação, especialmente quando o objetivo é garantir a recondução à Presidência nas eleições de 2014.
Isso ainda não garante a eliminação da resistência de outros setores do governo que continuam pressionando para aumentar as despesas públicas. Mas sugere que a presidente Dilma tem agora razões especiais para deixar o Banco Central mais livre para defender o real e para voltar a conduzir as expectativas do mercado. A conferir.

Brasil deve crescer 2%, diz economista do Credit Suisse

O economista-chefe do banco Credit Suisse, Nilson Teixeira, que participa nesta terça-feira, 30, de palestra na Amcham Brasil, na capitral paulista, afirmou que o Brasil deve crescer 2% em 2013 e 3% no ano que vem. "Não se trata de uma situação ruim um crescimento de 2%", afirmou. Ele ressaltou que o potencial de expansão do PIB do País, "com devidos investimentos", está mais próximo de 4% do que de 2%.
De acordo com Teixeira, a taxa de desemprego está em leve expansão e deve atingir 5,7% neste ano, com uma velocidade menor do avanço da renda real dos trabalhadores. O economista ponderou que a inflação deve subir 5,8% neste ano e em 2014 e destacou que o IPCA não está fora do controle. Nesse contexto, ele pondera que o Banco Central deverá elevar a Selic para 9,25% em 2013.
DELFIM NETTO - O ex-ministro da Fazenda Delfim Netto, também presente na palestra da Amcham, afirmou nesta manhã ter a impressão de que o Banco Central "declarou sua independência". Segundo ele, o presidente do BC, Alexandre Tombini, sinaliza que "se as finanças públicas não ajudarem, vai cumprir o seu papel", que é elevar os juros básicos para conter a demanda agregada e diminuir as pressões do desequilíbrio fiscal sobre a inflação. "Seguramente as últimas decisões do BC tem sido tomadas nessa direção", afirmou, referindo-se ao movimento de alta da Selic iniciado em abril pelo Comitê de Política Monetária (Copom).
Delfim destacou que "a inflação de 6,5% é desconfortável", pois no mundo apenas quatro ou cinco países tem um nível de preços superior a 5% ao ano. "Mas no Brasil ela não está fora do controle. Não há nenhuma catástrofe", ressaltou.
Já sobre o lado fiscal, Delfim Netto afirma que o Brasil passa por "uma situação um pouco desconfortável", que inclusive leva o déficit nominal para um patamar ao redor de 2,5% do PIB. Para ele, "60% do PIB de dívida bruta é (uma fatia) elevada, mas não é nada trágico", ponderou.
O ex-ministro destacou, contudo, que "as manobras" contábeis feitas pelo governo nos últimos anos fez com que o indicador que mede a dívida líquida se torna-se praticamente inoperante.

Ataque ao pessimismo

O governo não esconde seu desconforto com o que chama de onda de pessimismo que toma conta da opinião pública.
Ontem, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, deu mais uma daquelas suas entrevistas com o objetivo de mudar a cabeça dos analistas e dos empresários. Enquanto se limitar a negar o que está aí e a fazer apelos do tipo "vamos lá, gente!", os resultados desse contra-ataque serão limitados.
Os índices que se dedicam a medir o nível de confiança de empresários e consumidores vêm deslizando tobogã abaixo. As cotações das moedas estrangeiras no câmbio interno não param de subir, o que é um inequívoco sinal de piora das condições de economia e da percepção sobre ela. Apenas em agosto, a alta do dólar já é de 5%. Ontem, enquanto o Banco Central tentava conter o dólar, o ministro Mantega se empenhou em empurrar as cotações. Admitiu que a alta é boa para a indústria e que, "a curto prazo, a tendência é, talvez, de desvalorização do real". Os especialistas que se dedicam a projetar os resultados da economia continuam remarcando para baixo a evolução do PIB e, para cima, o rombo nas contas externas e a inflação.
O pessimismo, por si só, tende a piorar as coisas, porque leva os consumidores a adiar suas compras e os empresários a pisar no breque dos investimentos. No entanto, o governo não ajuda. As reações às manifestações de junho foram amadoras e irrealistas, do tipo "vamos convocar uma Constituinte; vamos fazer um plebiscito; daqui pra a frente, teremos cinco pactos, o primeiro dos quais é o fiscal".
As distorções da economia estão se acumulando e o governo não se mostra nem um pouco disposto a enfrentá-las com realismo. Quando as autoridades se lançam às declarações para esguichar tinta cor-de-rosa sobre os fatos e sobre suas interpretações, ou então, para se reaproximar dos eleitores não passam credibilidade. Quando da divulgação da evolução do IPCA do mês passado, a presidente Dilma saiu dizendo que "a inflação de julho é uma maravilha", sem olhar para o que vem depois. E dia 8, surpreendeu quando confessou que "tem muito respeito pelo ET de Varginha".
Não é verdade que esses analistas só reclamam e não oferecem sugestões. O ex-ministro Delfim Netto, por exemplo, hoje assessor informal do governo, já apontou publicamente se não para a solução, pelo menos para um bom encaminhamento. Se o governo assumir o compromisso convincente, disse Delfim, de atingir um déficit nominal zero em três ou quatro anos, conseguirá mudar o clima geral. Dá para dizer mais: estará sendo editada a nova Carta ao Povo Brasileiro, da mesma natureza da que, em 2002, deu credibilidade e contribuiu para a vitória eleitoral do presidente Lula. (Déficit nominal zero é equilíbrio entre receitas e despesas públicas, incluídos aí os juros da dívida).
No entanto, o governo assiste perplexo à deterioração da economia e da pulsação aflita dos corações. Em vez de reagir com firmeza, vai empurrando com a barriga, aparentemente porque ainda se julga em condições de ganhar as eleições. Esse agachamento pode sair caro.

Sebrae-SP: Pequena e micro faturaram 3,6% mais até junho

O faturamento das micro e pequenas empresas (MPEs) paulistas subiu 3,6% no primeiro no primeiro semestre do ano, na comparação com o mesmo período de 2012, já descontada a inflação. Apesar de positivo, o resultado representa uma desaceleração no ritmo de crescimento da receita, pois nos primeiros seis meses de 2012 a alta foi de 7,6% ante 2011, mostra pesquisa divulgada hoje pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae-SP).
Neste ano, até junho, as micro e pequenas empresas faturaram R$ 268,6 bilhões. Só em junho a receita foi de R$ 43,5 bilhões, alta de 2,1% ante o mesmo mês do ano passado. Na comparação com maio, o resultado representa uma queda de 8,4%, ou R$ 4 bilhões.
"A desaceleração no primeiro semestre pode ser explicada pelo ritmo mais modesto de crescimento da atividade econômica em 2013 e pelas incertezas do setor, como a desvalorização cambial e o aumento da inflação, que afetam a situação dos pequenos negócios", disse, em nota, o diretor-superintendente do Sebrae-SP, Bruno Caetano.
A alta no faturamento foi maior no comércio (4,9%) no primeiro semestre. Na sequência vêm o setor de serviços (2,8%) e a indústria (1,4%).
O total de pessoal ocupado nas micro e pequenas empresas do Estado no primeiro semestre cresceu 0,8% ante o mesmo período de 2012. O rendimento real dos empregados cresceu 8,2% e o valor da folha de salários subiu 6,5%.
Expectativas
A expectativa de 55% dos proprietários de MPEs é de estabilidade no faturamento da empresa no segundo semestre. Quase metade (49%) espera manutenção do nível de atividade da economia, mas aqueles que esperam piora do cenário econômico eram 10% em julho de 2012 e agora somam 21% do total.
A pesquisa do Sebrae-SP é realizada mensalmente com a colaboração da Fundação Seade, com 2.716 entrevistas no Estado de São Paulo.

Afif: proibir trabalho a menor de 16 anos é um desastre

O ministro-chefe da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, disse, nesta quinta-feira, 8, que é um "desastre social" proibir o trabalho para menores de 16 anos. Ele defende que os jovens possam trabalhar em locais próximos às residências para não se envolverem em atividades ilegais. "Ele tem de ser empregado no mercadinho da esquina, perto da casa dele. Teremos uma vigilância melhor para esses garotos que ficam na rua fora do horário da escola", disse.
Afif contou que as pequenas empresas serão estimuladas a contratar aprendizes, a partir dos 14 anos. "Devemos fazer da micro e da pequena empresa a porta de entrada para o jovem entrar na escola do trabalho, complementando a sua escola regular", disse ao Broadcast, serviço de notícias em tempo real da Agência Estado. Ele estima que podem ser criadas 7 milhões de vagas se cada micro e pequena empresa contratar um jovem aprendiz. "Aqui é uma montanha de emprego."
O ministro assinou na manhã desta quinta-feira, 8, um termo de cooperação com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), em Brasília, para a promoção de ambiente favorável aos pequenos negócios. "A ação é fundamental porque, para chegar à sociedade, precisamos do Sebrae", disse. "Estamos numa ação cooperativa. Eu vou fazer a parte pior, que é o diálogo dentro do governo. A palavra de ordem é simplificar."
Segundo o ministro, a prioridade da secretaria é desburocratizar e simplificar os processos. "A campanha que vou lançar dentro do governo é: pense simples."
O presidente do Sebrae, Luiz Barretto, afirmou que a Secretaria da Micro e Pequena Empresa representa uma "porta de entrada única no governo federal". "Antes a gente se relacionava com vários ministérios. Hoje temos um aliado fundamental no embate com o parlamento e com o Executivo", concluiu.

Deputados querem médicos no Simples

Com o apoio da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, deputados preparam modificações na lei do Simples Nacional para incluir no regime de recolhimento unificado categorias como as de médicos, advogados e jornalistas. A iniciativa contraria o governo porque vai na contramão do que prega a Fazenda, em meio a um cenário de aperto fiscal.
Em outra frente, os parlamentares vão tentar tirar os pequenos negócios da chamada substituição tributária do ICMS, o que promete reabrir uma disputa com governadores. A atualização da lei do Simples, em debate numa comissão especial na Câmara, também tem por objetivo desburocratizar a abertura e o fechamento de pequenos negócios no País, processo que pode se arrastar por meses.
O projeto quer ampliar o leque de empresas beneficiadas pelo Simples Nacional, com a inclusão de ao menos 16 atividades. O objetivo é que o enquadramento no Simples Nacional seja cada vez menos discricionário por setor de atividade e passe a se basear mais no faturamento. Isso permitiria que esses setores recolhessem oito tributos em uma única guia e garantiria menor pagamento de imposto, sobretudo nas faixas mais baixas de enquadramento do Simples.
Os deputados preveem, no entanto, oposição da Fazenda. O secretário executivo interino da Pasta, Dyogo Oliveira, já indicou em audiência pública no mês passado que o governo deve resistir à ideia, já que ela representa menos impostos. "É de conhecimento de todos que estamos perseguindo meta de superávit apertada e ampliar desonerações poderia comprometer esse objetivo", disse à época. A Fazenda calcula que, em 2012, as empresas enquadradas no Simples Nacional representaram renúncia fiscal de tributos federais de R$ 49,5 bilhões.
Menos burocracia
O ministro da Secretaria da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, também articula com o relator do projeto, deputado Claudio Puty (PT-PA), a inclusão de um dispositivo no texto que permita que a abertura e a baixa de uma micro ou pequena empresa ocorra exclusivamente de forma online. "Isso vai diminuir enormemente o custo de transação para quem quer se formalizar", justifica o relator. Hoje, para abrir um negócio, o empreendedor precisa enviar documentos e se registrar em diversos órgãos, entre eles a Receita Federal e as secretarias de Fazenda do Estado e do município, em processo que demora meses.

Professor pede a alunos da 8ª série que calculem preço de vibrador

Um professor de matemática da cidade de Cascavel (PR) está sendo acusado de propor aos alunos da 8ª série um problema em que deve ser calculado o preço de um vibrador e uma camisola comprados em sex-shop.
O enunciado, transcrito do caderno de um aluno, diz:
"Vinícius está querendo comprar um vibrador de presente pro Mateus. Para isso, ele fez uma cotação num sex-shop. Um vibrador e duas camisolas estão custando R$ 55,00. Caso ele compre apenas o vibrador e uma camisola, R$ 40,00. Afinal, quanto está custando cada produto? Resolva pela metade de adição, pois o presente que será dado a Mateus ele irá repassar para Natália"  (sic).
O professor será ouvido em audiência pelo Núcleo Regional de Educação da Cidade e, enquanto isso, está suspenso de suas atividades. A identidade do professor não foi informada.

Anvisa confirma pelos de rato em ketchup da Heinz Denúncia foi feita há seis meses pela associação Proteste de defesa dos consumidores

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) confirmou a denúncia da presença de pelos de rato no produto Tomato Ketchup, da marca Heinz.
O caso foi denunciado há seis meses pela Associação de Consumidores Proteste. Após testes, um lote do produto foi retirado do mercado pela Vigilância Sanitária em São Paulo.
Um outro lote do produto 2K04, com vencimento em janeiro de 2014, adquirido no Carrefour Taboão, de São Bernardo do Campo, também estava contaminado.
Em fevereiro, a Anvisa considerou que as análises foram feitas por laboratório não oficial. Novos testes foram feitos pelo Instituto Adolfo Lutz, de Santo André.
A irregularidade foi detectada pela Proteste no lote 2C30 do produto por exame microscópico em amostras compradas em supermercado de São Bernardo do Campo, região metropolitana de São Paulo, no final de 2012.
O produto foi considerado pela Proteste como impróprio para consumo. Agora a entidade está pedindo inspeção na indústria Quero Alimentos, importadora e distribuidora do produto Heinz no Brasil.
Nota da empresa. Quando a denúncia surgiu, a Heinz Brasil informou que não teve a oportunidade de avaliar o produto ou de validar a precisão do teste do produto. "Com base em nossos rigorosos programas de qualidade e segurança temos razões para questionar o teste e não temos nenhuma evidência de problemas de segurança com o produto", informou a empresa.
Diante da confirmação da denúncia pela Anvisa, a empresa divulgou nova nota informando que todos os produtos trazidos para o país são produzidos de acordo com as normas sanitárias de seus países de origem, bem como normas internacionais. A empresa acrescentou que os lotes em questão não estão em circulação e que está analisando os aspectos levantados pelo caso.
O produto que apresentou problemas de contaminação é de origem mexicana, fabricado pela Delimex. Por isso a Proteste informou os resultados das análises à Associação de Consumidores do México.
Em 2005, a entidade já havia avaliado 16 marcas de ketchup e identificado cinco produtos impróprios para consumo. Mas somente após cinco anos obteve na Justiça autorização para divulgar o resultado dos testes. Quando saiu a autorização, em 2010, os lotes dos produtos cujas análises indicaram presença de pelos de roedores, pedaços de penas de ave e ácaros nas embalagens já não estavam mais no mercado.

Boa de voto, ruim de política Em segundo lugar nas pesquisas para a Presidência da República, Marina Silva tem dificuldades para legalizar seu partido para 2014. Saiba por que e quais são suas alternativas eleitorais

Com o legado de 20 milhões de votos e um folgado segundo lugar nas recentes pesquisas de intenção de voto, a ex-senadora Marina Silva patina no mesmo ponto que a tirou do Ministério do Meio Ambiente há cinco anos: a política. Votos ela tem, mas não demonstra capacidade de articulação para transformar um eleitorado que provoca inveja tanto no tucano Aécio Neves como no socialista Eduardo Campos em força organizada para disputar a Presidência em 2014. Em atividade desde fevereiro, quando reuniu militantes e seguidores em Brasília para lançar a Rede de Sustentabilidade, Marina até conseguiu coletar um bom número de assinaturas – mais de 800 mil – pelo País inteiro. A dificuldade é que, até agora, menos da metade das fichas de filiação foi certificada pela Justiça Eleitoral. Pelos números obtidos durante seis meses, só um milagre pode transformar o projeto da Rede numa legenda de verdade até o dia 30 de setembro, prazo máximo para a filiação.

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O advogado do partido, Rogério Paz Lima, reclama de problemas burocráticos no processamento das fichas em São Paulo, Estado que abriga o maior número de eleitores,  e no Distrito Federal – onde Marina venceu as eleições presidenciais. O advogado afirma que até mesmo fichas de fundadores da Rede, eleitores com endereço e histórico conhecidos, foram rejeitadas. “Uma pessoa que tem tantas intenções de voto não pode ficar alijada do processo. Se Marina não disputar, não tem segundo turno.”

A hipótese de Marina ficar fora da eleição de 2014 parece pouco provável. Se a Rede não conseguir se legalizar a tempo, não faltarão legendas abertas a abrigar a candidata e seus seguidores. O presidente do  PEN (Partido Ecológico Nacional), Adilson Barroso, afirma que no dia 10 de setembro fará, pessoalmente, convite para ela se filiar à sigla verde. “Ela tem que esgotar todas as forças para criar a Rede, mas vamos fazer o convite pessoalmente. O PEN é um partido novo e foi um partido novo que elegeu Fernando Collor, em 1989”, diz. Para Barroso, a única diferença entre a Rede e o PEN é o nome. As semelhanças, de fato, incluem as próprias contradições. Como a Rede, o PEN diz que sua principal causa é a sustentabilidade, bandeira que costuma atrair boa parte do eleitorado jovem. Ao mesmo tempo, é uma sigla conservadora no campo dos costumes – condena o aborto e o casamento entre pessoas do mesmo sexo – o que pode contribuir para afastá-los. A cúpula do PEN é também ligada à igreja evangélica, como Marina.

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No momento em que a Rede parecia um partido fácil de ser construído, passou a receber  migração de tucanos, convencidos de que uma candidata com  uma tradição ambientalista teria disposição de terceirizar a administração da economia em caso de vitória em 2014. Esse processo se reforçou   depois que a educadora Maria Alice Setubal, uma das herdeiras do grupo Itaú, anunciou que se tornaria uma das principais financiadoras de uma eventual candidatura presidencial de Marina Silva. Sérgio Werlang, Ilan Goldfajn e outros economistas que ocupam ou ocuparam posição de destaque no Itaú, onde fizeram parte de sua carreira, assumiram cargos importantes na equipe econômica do governo Fernando Henrique Cardoso. Um dos mais antigos aliados de José Serra, o deputado Walter Feldman, também deixou o PSDB para engajar-se na Rede, para onde transferiu uma máquina de afiliados. Outro deputado paulista, o tucano Ricardo Trípoli, com antigas preocupações ambientais, já anunciou a intenção de trocar de camisa. No entanto, o que poderia ser uma virtude, a filiação de políticos ligados aos tucanos, pode se tornar um problema futuro. A aproximação excessiva com estrelas de um partido que ocupou a Presidência da República por duas vezes e que no momento se encontra no centro das denúncias do propinoduto do Metrô de São Paulo parece pouco conveniente para Marina, pelo risco de contaminar sua imagem de não política, que tanto sucesso faz entre os jovens, com o estigma de um partido “velho”  e “tradicional” .

Caso a criação da Rede se mostre inviável, Marina ainda terá de enfrentar um desafio que faz parte de sua carreira política – a dificuldade para adaptar-se a ambientes estranhos. Sua passagem-relâmpago pelo Partido Verde deixou várias sequelas. No apogeu da crise, o ex-deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), conhecido pelo espírito conciliador, tentou afinar as relações entre Marina e o presidente do PV, deputado José Luiz Penna (PV-SP). Mas, depois que Marina deixou o partido sem avisar ninguém, a relação entre ambos tornou-se irreconciliável. Em vez de ajudar a Rede ou levar a candidatura de Marina para dentro de suas fileiras, os verdes comandados por Penna articulam candidatura própria à Presidência. A ideia é lançar Fernando Gabeira candidato. Justamente para tirar alguns votos de Marina.