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segunda-feira, 1 de fevereiro de 2016

Guilherme Araújo - Praia da Martin de Sá 100 Fiscalização - 31012016

Guilherme Araújo - 31/01/2016 Rolé na martin de sá

Programação de Carnaval 2016 Caraguatatuba


Lula admite visita a tríplex com Léo Pinheiro; promotor vê incoerência

O Instituto Lula publicou ontem em seu site reproduções de documentos para voltar a negar que o apartamento no condomínio Solaris, no Guarujá, pertença a Luiz Inácio Lula da Silva e sua família. A entidade, presidida por Paulo Okamotto, confirmou que o ex-presidente esteve na unidade 164-A, um tríplex de 215 m2, em uma “única ocasião”, em 2014, acompanhado da mulher, Marisa Letícia, e de José Adelmário Pinheiro, o Léo Pinheiro, sócio da OAS.
Lula e Marisa foram intimados na semana passada a depor no próximo dia 17 como investigados em inquérito do Ministério Público Estadual que apura oito empreendimentos da Cooperativa Habitacional dos Bancários do Estado de São Paulo (Bancoop) assumidos pela OAS, alvo da Lava Jato por formação de cartel na Petrobrás entre 2004 e 2014. Um desses empreendimentos é o condomínio Solaris – também alvo da Operação Triplo X, 22.ª fase da Lava Jato. 
ctv-zno-lulaemarisatiagoqueirozestadao: Ex-presidente Lula comparece ao Sindicato dos Metalúrgicos para receber Prêmio João Ferrador ao lado da esposa Marisa
O comunicado divulgado ontem pelo Instituto Lula faz um histórico da negociação envolvendo o empreendimento e acusa a imprensa e “agentes públicos partidarizados” de promover uma “farsa” para incriminar o ex-presidente da República. No Ministério Público paulista, contudo, a avaliação inicial é de que as informações corroboram os indícios de tentativa de ocultação de patrimônio. O promotor Cássio Conserino afirmou que viu incoerência nas informações apresentadas. 
Desde que surgiram suspeitas na relação do tríplex 164-A com a família Lula, o instituto do ex-presidente vinha divulgando notas afirmando que o petista e sua família nunca adquiriram o apartamento em si, mas uma cota-parte da Bancoop para aquisição de um imóvel no edifício, e que, posteriormente, desistiram da compra.
Na nota de ontem, o instituto afirma que a cota adquirida por Marisa Letícia se referia à unidade 141, de 82,5 m2. Em setembro de 2009, quando o empreendimento foi incorporado pela OAS, diz a nota que Marisa interrompeu os pagamentos porque deixou de receber os boletos da Bancoop e não aderiu ao contrato com a OAS. Até então, a família havia pago R$ 179.650,80 (em valores de hoje a R$ 286 mil) pela cota.
De acordo com o comunicado, em 2014, quando o edifício estava concluído, Lula e Marisa, acompanhados de Léo Pinheiro, visitaram o tríplex 164-A, que estava à venda, mas não aprovaram o imóvel como estava. Em novembro de 2015 Marisa teria, enfim, assinado o termo da Bancoop requerendo sua “demissão” do empreendimento. No documento, diz a nota, consta o ano de 2009.
“O que eu posso falar é que é incoerente com as próprias notas do instituto. Antes eles tinham uma cota e agora eles têm uma unidade habitacional específica. Nem eles sabem o que eles têm”, disse Conserino ao Estado. O promotor já afirmou que via indícios para denunciar Lula por lavagem de dinheiro. O inquérito do MP-SP investiga a suspeita de que as operações envolvendo a Bancoop e a OAS provocaram prejuízos de aproximadamente R$ 250 milhões aos cooperados.
‘Boatos’: Ontem o Instituto Lula afirmou que o ex-presidente e Marisa Letícia avaliaram que o tríplex no condomínio Solaris “não se adequava às necessidades e características da família, nas condições em que se encontrava”. O instituto afirma que a ex-primeira-dama e Fábio Luís Lula da Silva voltaram ao apartamento quando este estava em obras. O apartamento está em nome da OAS.A nota diz que a família desistiu do negócio “mesmo tendo sido realizadas reformas e modificações no imóvel (que naturalmente seriam incorporadas ao valor final da compra)” por causa de “notícias infundadas, boatos e ilações que romperam a privacidade necessária ao uso familiar do apartamento”.
O instituto voltou a criticar a decisão do promotor de intimar Lula e sua mulher a depor como investigados. “Além de infundada, a acusação leviana do promotor desrespeitou todos os procedimentos do Ministério Público, pois Lula e Marisa sequer tinham sido ouvidos no processo.”
A Polícia Federal incluiu o tríplex 164-A no rol de imóveis com “alto grau de suspeita quanto à sua real titularidade”.

Silvio Santos revela que já tentou contratar Fausto Silva para comercial: "Muito caro"

<p>Silvio Santos voltou a virar assunto, na noite do último domingo (31), durante uma brincadeira em seu programa no SBT. O apresentador fazia uma gincana com slogans quando revelou que já tentou contratar Fausto Silva para um comercial. </p><p>O dono da emissora da Anhanguera contou às 'colegas de trabalho' que cogitou ter seu concorrente em uma das propagandas da Jequiti, empresa de cosméticos do Grupo Silvio Santos. No entanto, desistiu por causa do dinheiro. </p><p>"Eu quis fazer anúncio com o Faustão para a Jequiti e ele cobrou R$ 350 mil. É muito caro", disparou o 'Homem do Baú', em tom de brincadeira. </p><p>De acordo com a coluna do jornalista Ricardo Feltrin, a marca de produtos de beleza é a segunda empresa mais rentável de Silvio, perdendo apenas para o SBT, com faturamento de aproximadamente R$ 500 milhões em 2014. </p>

Silvio Santos voltou a virar assunto, na noite do último domingo (31), durante uma brincadeira em seu programa no SBT. O apresentador fazia uma gincana com slogans quando revelou que já tentou contratar Fausto Silva para um comercial.
O dono da emissora da Anhanguera contou às 'colegas de trabalho' que cogitou ter seu concorrente em uma das propagandas da Jequiti, empresa de cosméticos do Grupo Silvio Santos. No entanto, desistiu por causa do dinheiro.
"Eu quis fazer anúncio com o Faustão para a Jequiti e ele cobrou R$ 350 mil. É muito caro", disparou o 'Homem do Baú', em tom de brincadeira.
De acordo com a coluna do jornalista Ricardo Feltrin, a marca de produtos de beleza é a segunda empresa mais rentável de Silvio, perdendo apenas para o SBT, com faturamento de aproximadamente R$ 500 milhões em 2014.

Esta na hora de esclarecer o que foi feito?

Vou pedir ao MPE que fiscaliza o verba que a Câmara Municipal da Estância Balneária de Caraguatatuba devolveu para a Prefeitura Estância Balneária de Caraguatatuba na gestão do ex-presidente vereador José Mendes de Souza Neto - PSDB e do atual presidente vereador Oswaldo Pimenta de Mello Neto - PSB.

1. O que será que foi feito com esta verba que a Câmara Municipal da Estância Balneária de Caraguatatuba devolveu?

2. Qual o valor exato da devolução destas verbas por cada ano?

3. O que o legislativo fez para fiscalizar a verba devolvida?



Esse poder vai acabar....

A Câmara Municipal da Estância Balneária de Caraguatatuba nega resposta e desrespeita a lei federal nº 12.527 de 18 de novembro de 2011 de acesso a informação...
Conforme ofícios de respostas assinada pelo presidente da Câmara Municipal da Estância Balneária de Caraguatatuba vereador senhor Oswaldo Pimenta de Mello Neto - PSB.




Não vamos parar até que as duvidas seja esclarecido, mesmo o presidente da Câmara Municipal da Estância Balneária de Caraguatatuba vereador senhor Oswaldo Pimenta de Mello Neto - PSB venha com suas alegações arbitrarias respondendo que "INDEFIRO POR FALTA DE AMPARO LEGAL." Isso mostra a falta de respeito ao eleitor e aos munícipes que ao tentar fiscalizar e buscar informações de (em tese) de possíveis irregularidades que vem acontecendo no legislativo municipal


Guilherme Araújo, jornalista MTB nº 79157

É isso ai Romário




'Graciele Lacerda não irá desfilar mais na Imperatriz', avisa Zezé Di Camargo

Zezé Di Camargo avisou que a namorada, Graciele Lacerda, não vai mais desfilar pela Imperatriz no Carnaval: 'Os motivos não vêm ao caso'

Graciele Lacerda está fora do desfile da Imperatriz na próxima segunda-feira (8) de Carnaval, segundo publicou Zezé Di Camargo, seu namorado, no Instagram, nesta madrugada (1º). Os dois viriam em carros alegóricos separados no enredo da escola em homenagem ao cantor e seu irmão Luciano.
"Venho através desse comunicado, informar que apesar de estar tudo já ensaiado e combinado, a Graciele não irá desfilar mais na Imperatriz. Os motivos não vêm ao caso. Desculpa, eu disse que não vem ao caso. Mas já estão criando motivos para as coisas acontecerem! O motivo é que quando a pessoa acha que ficar em rede social, e esquece que o mais importante é a vida pessoal do que o que as pessoas querem que ela seja, fica difícil conviver. Já passei por isso e não quero viver isso outra vez", desabafou o sertanejo,dono de um camarote para 300 pessoas na Sapucaí.
Ex-mulher será o maior destaque da escola: Praticamente ao mesmo tempo, Zilu, ex-mulher de Zezé, se empolgava durante ensaio na quadra da verde e branca em Ramos, Zona Norte do Rio, ao lado da filha Camilla Camargo, que assumiu, recentemente, namoro com o diretor de TV Leonardo Lessa. No desfile, a mãe de Wanessa Camargo será o destaque mais alto da agremiação.
Dias atrás, o compositor garantiu que a relação dos filhos com sua namorada melhorou. "Meu filho (Igor) já viaja comigo e com a Graciele, minhas filhas não se dirigem à ela do jeito que se dirigiam", garantiu. No ano passado, o cantor negou que a primogênita tenha barrado a namorada durante um leilão. Em seguida, Camilla teria impedido a capixaba de participar de um evento na quadra da Imperatriz.
(Por Guilherme Guidorizzi)

Perícia da PF revela que Collor gastou R$ 16,4 mi em quatro anos com despesas de consumo

O senador Fernando Collor de Mello (PTB-AL) gastou R$ 16,4 milhões entre 2011 a 2014 com despesas de consumo, como pagamento de contas de energia elétrica, água, telefone, TV por assinatura, passagens aéreas, segurança privada, medicamentos, funcionários, tributos, entre outros. As informações constam de laudo da Polícia Federal, finalizado em 14 de janeiro, para a Operação Politeia que investiga suposto envolvimento do senador com esquema de corrupção na BR Distribuidora.

Collor é suspeito de receber propina em troca de contratos com a subsidiária da Petrobrás que era controlada politicamente por ele até o ano passado. Suas empresas seriam usadas para lavar o dinheiro por meio de empréstimos fictícios. Os gastos milionários com consumo são bem inferiores a renda declarada pelo senador em todo o período, de R$ 700 mil.

Ao analisar documentos apreendidos na sede da TV Gazeta, os investigadores descobriram que Collor fez 6.762 empréstimos entre 2011 e 2014 com sua empresa que totalizaram R$ 31,1 milhões. Desse montante, 49,5% foram destinados a cobrir gastos correntes do senador. Há registros de pagamento de horas de voo (R$ 140.250), viagens de turismo internacional (R$ 30.874), conta de energia elétrica em Campos do Jordão (R$ 1.782), três despesas registradas como “Foto campanha FC 2010”, ano em que ele disputou e perdeu a eleição para o governo de Alagoas. O último valor não foi registrado.

Os investigadores destacaram que o fato de Collor ter usado parte do dinheiro que tomou “emprestado” da TV Gazeta com despesas pessoais é relevante porque são valores que não podem ser recuperados, ao contrário do que ocorre com bens adquiridos cujos valores poderiam ser readquiridos por meio de venda. “A TV Gazeta, além de conceder empréstimos a Collor sem observar sua capacidade de pagamento, não se preocupou com o fato de que ele despendeu pelo menos metade dos recursos recebidos em consumo – e o fez com o conhecimento da empresa, pois ela registrava isso na sua contabilidade”, diz a perícia.

“Os rendimentos declarados por ele de 2011 a 2013 foram ínfimos em relação ao montante da dívida perante a TV Gazeta (R$ 31,14 mi). Essa dívida era de 110 vezes o valor dos rendimentos anuais do senador em 2011 e 118 vezes em 2013”, escreveram os peritos. Para concluir que as supostas dívidas de Collor com a TV Gazeta “foram constituídas em circunstâncias que caracterizam transferências de recursos e não empréstimos, ainda que tenham sido contabilizados como tal.”

Os documentos apreendidos na TV Gazeta e outras duas empresas que tem Collor como sócio revelaram aos investigadores que a empresa recebeu ao menos R$ 9,6 milhões em dinheiro vivo, além de outros repassem sem qualquer relação com sua atividade. Do montante, R$ 523 mil foram depositados pelo doleiro Alberto Youssef, um dos delatores da Operação Lava Jato, e Rafael Ângulo, que distribuía propina a mando do doleiro. Os dois fizeram 17 depósitos entre outubro de 2012 e janeiro de 2014.

A perícia comprovou o que foi dito em depoimentos na Lava Jato de que Ângulo viajava para Maceió para fazer as entregas de dinheiro em espécie destinadas a Collor. As datas das viagens coincidem com as dos depósitos, realizados um ou dois dias depois.

Dos R$ 9,6 milhões, R$ 5,6 milhões foram para Collor ou sua mulher, Caroline. Do montante, R$ 3,3 milhões foram contabilizados pelas empresas como sendo para abater a suposta dívida do casal, mas os investigadores descobriram que até isso era uma operação simulada. “Em alguns casos, os depósitos foram transferidos imediatamente (de volta) para Collor.”

Collor tem negado irregularidades nos empréstimos tomados com suas empresas. Em nota ao Estado em novembro passado, sua assessoria informou que “todos os gastos e despesas realizados pelo senador Fernando Collor são categoricamente compatíveis com os recursos por ele recebidos nos anos de 2011 a 2013, considerados os rendimentos recebidos e os empréstimos tomados no período, notadamente junto à TV Gazeta de Alagoas, empresa familiar da qual é acionista.”