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sexta-feira, 15 de julho de 2011

Comércio de gênero alimentício está na mira da vigilância sanitária

Nesta semana alguns estabelecimentos já foram interditados

A Prefeitura de Ubatuba, por meio da Vigilância Sanitária vem intensificando as ações de fiscalização pela cidade. As ações têm tido como alvo principalmente os estabelecimentos que comercializam produtos alimentícios (bares, restaurantes, mercados, etc) e os que podem oferecer risco de proliferação de doenças infecto-contagiosas.
Um dos fatores que motivaram a administração a intensificar estas ações foi um comunicado do Ministério da Saúde, advertindo para a proliferação de doenças, como hepatite, em alguns tipos de estabelecimentos.
Desta forma, por determinação do prefeito Eduardo Cesar, a Vigilância Sanitária iniciou um forte trabalho de fiscalização, constatando inclusive a existência de um grande número de estabelecimentos funcionando sem alvará e sem aprovação dos órgãos competentes.
“A equipe da Vigilância está de parabéns pelo trabalho sério que vem realizando. Até hoje muito já foi feito neste sentido, primando inicialmente pela orientação e capacitação daqueles que atuam nestas funções no município. Mas agora é o momento de intensificarmos as ações de fiscalização e o cumprimento da lei, pelo bem estar de toda uma sociedade. Não se pode admitir que em uma cidade turística pessoas adquiram doenças ou até morram por negligência ou irresponsabilidade de alguns comerciantes. Até poraquê nossa economia depende basicamente do turismo”, explica o prefeito de Ubatuba.

Estabelecimentos interditados

Nesta semana a Vigilância Sanitária já interditou alguns locais que não estavam de acordo com as exigências. De acordo com a Secretaria de Saúde, foram encontrados estabelecimentos que prestam serviços de saúde e não possuem sequer os instrumentos para esterilização, o que demonstra que há um intenso trabalho pela frente. No ramo alimentício, a preocupação é com pessoas que frequentam estabelecimentos, pensando que o mesmo cumpre as normas da Vigilância Sanitária, sendo que em alguns casos não é o que ocorre.
“Acredito que a sociedade esteja amadurecida para entender que as ações de fiscalização da prefeitura buscam nada mais que o bem estar da população em geral. Este é um momento de mobilização, em que nem se pode cogitar outro fim que não seja a preservação da saúde pública. É inconcebível, por exemplo, que o cidadão busque por um tratamento onde o profissional ignore totalmente as normas básicas de saúde. Ou que uma pessoa se alimente em um restaurante tranquilamente, sem saber que este não cumpre as exigências de higiene. Esta ação está inclusive reconhecendo os profissionais que trabalham com respeito à saúde de nossos moradores e turistas, atendendo às normas exigidas”, completa Eduardo Cesar.

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