GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer

GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer
Desde o início de suas atividades, em 1996, o GACC - então Grupo de Apoio à Criança com Câncer - existe para aumentar a expectativa de vida e garantir a oferta e a qualidade global do tratamento oferecido integral e indistintamente a crianças e jovens com câncer, diagnosticados com idades entre 0 e 19 anos incompletos, independente de sexo, cor, religião ou posição socioeconômica.

terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Jogo de cintura O verão está perto — mas nada de pânico. Combinando exercícios, dieta e tratamentos estéticos, dá para queimar pelo menos metade dos pneus até lá

A guerra contra a barriga começa hoje. Quem ainda deseja chegar bem ao verão deve atacar em quatro frentes: exercícios (veja treino na pág. 134), alimentação (veja o quadro Nutrição na pág. 135), aplicação de cremes específicos para o abdome e tratamentos estéticos. As duas primeiras vão deixar você mais forte e fininho; as últimas atacam aquelas gorduras que teimam em transbordar por cima do cinto. “Em dois meses, dá para perder metade da barriga”, diz a dermatologista Carla Bortoloto, do Instituto de Pesquisa e Tratamento do Cabelo e da Pele, em São Paulo. As armas mais poderosas são aparelhos capazes de destruir células de gordura sem cirurgia ou cortes. A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou duas técnicas: ultrassom de alta intensidade, que faz vibrar as células de gordura, e a criolipólise, que as destrói por congelamento. Não é necessário anestesia, e o paciente pode retomar a rotina logo após o procedimento.
O administrador de empresas carioca Fabio Vinicius Soares, 32 anos, sempre teve uma vida ativa. Ex-atleta de luta livre, Soares corre e frequenta a academia. Mas nem isso impediu o crescimento dos flancos — aqueles pneuzinhos nas costas, logo acima do quadril. Em julho, ele decidiu se tratar com o aparelho de ultrassom de alta intensidade Ultrashape. Ao final de três sessões, havia perdido 3 centímetros de cada lado. “Tive receio de o ambiente do consultório ser muito feminino, mas me surpreendi. Faria de novo se precisasse”, diz. “O sucesso do tratamento depende de a pessoa fazer ginástica e manter uma alimentação equilibrada para eliminar a gordura”, diz a dermatologista Paula Raso, da clínica Beaux, no Rio de Janeiro.
Entusiasta da tecnologia a favor da beleza, o relações públicas Oswaldo Pepe, 63 anos, de São Paulo, resolveu atacar a barriga usando o frio. Testou o aparelho Coolsculpting, que congela as células de gordura. Embora faça exercícios sete vezes por semana e tenha uma dieta saudável, as dobras seguiam impassíveis. Na primeira seção (duram uma hora), o aparelho atuou na área logo abaixo do umbigo; na segunda, em cima. Ele só sentiu dor quando a máquina foi colocada e retirada – o que levou cerca de um minuto. “Percebi que o pneu quase não cai mais para fora da calça, como antes”, comemora. Determinado, Pepe saiu do tratamento direto para a academia. “Para a técnica mostrar resultado, a pessoa deve estar com o peso normal ou, no máximo, 5 quilos acima”, diz o dermatologista Otávio Macedo, da clínica ORM, em São Paulo.
Se sua necessidade é se livrar de muito mais que de uma ou duas dobrinhas, vale considerar saídas radicais, como a lipoaspiração. O procedimento pode secar o excesso de gordura de pneus, costas e braços na mesma operação. Alguns consultórios têm trabalhado com uma técnica que prescinde de anestesia geral e promete recuperação mais rápida, chamada lipo a laser. São feitas duas incisões milimétricas no abdome, nas quais o médico insere um cabo de fibra ótica que derrete a gordura.
O empresário dinamarquês Niels Nielsen, 39 anos, radicado em Campinas (SP), testou. “Fiquei acordado o tempo todo e só senti um pouco de calor. Não teria coragem de fazer uma lipo tradicional”, diz. Ele estava com 102 quilos quando se submeteu ao procedimento, em outubro de 2010, e perdeu seis centímetros de barriga. Sedentário, aproveitou a experiência para entrar na linha e baixar o peso – hoje tem 85 quilos. Niels emagreceu tanto que recorreu a outro tratamento, com um aparelho de radiofrequência para reduzir a flacidez. “É normal pacientes que investem em tratamentos estéticos mudarem de vida para não perderem os resultados”, diz a dermatologista Sandra Tagliollato, da Dermoclínica, em Campinas (SP). Ter uma vida sem barriga nunca foi tão fácil.
Escolha suas armas
Ultrassom De alta intensidade
As ondas fazem vibrar as células de gordura, cujas paredes se rompem. O resíduo é absorvido e depois eliminado naturalmente pelo organismo. Aparelho: ultrashape. É necessário fazer de uma a três sessões, em intervalos quinzenais – cada uma custa a partir de 990 reais. Os resultados aparecem depois da primeira sessão.
Criolipólise
A máquina vem com um bocal, que suga o pneu e congela a gordura embaixo da pele. Aparelho: coolsculpting. Uma sessão, que custa 2,5 mil reais, promete acabar com 20% do acúmulo na região tratada. O resíduo é absorvido, e a gordura leva dois meses para ser eliminada. Resultados a partir da terceira semana.
Radiofrequência
O aparelho melhora a flacidez da pele porque estimula a produção de colágeno. Há também um aquecimento do tecido, o que aumenta o metabolismo celular e impede o acúmulo de gordura. Aparelhos: Apollo, reaction e Powershape. É necessário fazer de quatro a oito sessões, com intervalos semanais – cada uma custa a partir de 300 reais. Os resultados aparecem após a terceira sessão.
Lipo a laser
É uma técnica de lipoaspiração com anestesia local em que o paciente fica acordado. São feitas duas incisões milimétricas no abdome, e a luz liberada por um cabo de fibra ótica derrete a gordura. Em geral, o resíduo é aspirado. Aparelhos: slimlipo e smartlipo. Preço médio de 5,9 mil reais. O resultado esperado aparece após dois meses.
Lipo tradicional
É a técnica mais segura em relação a resultados. O médico faz incisões no abdome e passa uma cânula que solta e aspira a gordura da região. O paciente precisa de anestesia geral. Preço médio: 6 mil reais. Mostra o resultado esperado depois de dois meses

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