GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer

GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer
Desde o início de suas atividades, em 1996, o GACC - então Grupo de Apoio à Criança com Câncer - existe para aumentar a expectativa de vida e garantir a oferta e a qualidade global do tratamento oferecido integral e indistintamente a crianças e jovens com câncer, diagnosticados com idades entre 0 e 19 anos incompletos, independente de sexo, cor, religião ou posição socioeconômica.

domingo, 23 de dezembro de 2012

Médico diz que o "Brasil pode ser 1º país a derrotar a Aids".


Dr. Luiz Loures, médico especialista em cuidados intensivos (

Médico brasileiro espera ver o fim da epidemia da Aids em 15 anos. O Dr. Luiz Loures foi escolhido pelo secretário-geral da ONUBan Ki-Moon, para coordenar as políticas públicas da Unaids

A reportagem de Johanna Nublat informa que o médico vai assumir em janeiro a vice-diretoria executiva dos programas da entidade e também um cargo mais político, o de secretário-geral assistente da ONU

Luiz foi um dos pioneiros no cuidado a pacientes com Aids no Brasil. Loures está há 16 anos na Unaids, hoje em Genebra. 

O especialista diz que o Brasil tem condições de ser o primeiro país a declarar o fim da Aids. Mas, para isso, é preciso quase dobrar o número de pessoas em tratamento, investir em diagnóstico precoce e no fim do preconceito.

Dr Luiz Loures explica que "o teste de Aids tem de virar rotina. Não é bicho de sete cabeças, tem de haver mudança nesse sentido. Qualquer pessoa no mundo tem o direito e tem de saber se está ou não infectada. É aí que começa o fim da Aids, começa com cada indivíduo."

O médico também falou sobre dois desafios fundamentais. Segundo ele o primeiro é: "nos grupos mais vulneráveis, como o homossexual masculino. A discriminação ainda é o fator mais importante em muitos países, 78 países criminalizam a relação com o mesmo sexo. Não tem como pensar que o homossexual vai procurar o serviço de saúde se tem o risco de ser pego."

Já o segundo está relacionado ao usuário de droga"a epidemia na Europa Oriental é a que me preocupa mais no panorama mundial. A questão fundamental é o seguinte: o usuário de droga é um problema de saúde, não é um problema de polícia," disse o especialista.

"Quem se trata não só cuida da sua saúde como corta a transmissão", ressaltou o  Dr. Luiz Loures.

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