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Stella Massis Congelados

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segunda-feira, 13 de março de 2017

A presidente cassada Dilma Rousseff admitiu que cometeu um "grande erro" ao promover uma ampla desoneração fiscal no País. Em Genebra para participar de debates e seminários, a brasileira foi questionada se era capaz de assumir erros e se estava arrependida de alguma decisão que tomou enquanto foi presidente do Brasil. "Eu acreditava que, se diminuísse impostos, teria um aumento de investimentos", disse. "Eu diminuí. Eu me arrependo disso. No lugar de investir, eles aumentaram a margem de lucro". Ela voltou a fazer a mesma afirmação quando foi entrevistada neste domingo pela TV pública suíça, a RTS. "Sempre temos de reconhecer erros. Em certos momentos, você repassa a sua vida, o poderia ter feito diferente", disse. Segundo a petista, uma das acusações feitas a ela é de ter mantido uma política fiscal "mais frágil". "Fiz uma grande desoneração, brutalmente reduzimos os impostos", disse. "Ali fiz um grande erro". Parte das políticas de Dilma chegou a ser condenada na Organização Mundial do Comércio, como a redução de IPI para empresas automobilísticas e fabricantes de eletrodomésticos. Apesar de reconhecer o erro, Dilma afirma que as razões da crise econômica foram "subestimadas". "Todos sabem que, na metade de 2014, houve queda significativa dos preços das commodities. Isso afeta a arrecadação do Brasil e nossa balança comercial", disse. Sobre o aumento da inflação, citou até a ameaça de desabastecimento de água em São Paulo, mas negou a acusação de que sua gestão tenha promovido uma "gastança". "Numa crise, todos precisam pagar. Mas quem paga? Um pato de seis metros de altura foi colocado nas manifestações, dizendo: eu não pago o pato. Mas quem colocou o pato? O presidente da Fiesp. O que quer dizer isso? Eu não pago impostos. Eu só quero cortes e mais cortes", criticou Dilma. Segundo ela, o impeachment ainda estaria ligado a propostas que ela tinha de elevar a tributação. "Meu impeachment também foi por não pagar o pato e o pato eram os impostos", disse.

Moraes rebate polêmicas sobre seu nome em sabatina na CCJA juíza da 3ª Vara Cível do Foro Central de São Paulo, Cristina Inokuti, determinou que o PT apague de seu site, em em cinco dias, uma entrevista em que o ex-ministro da Justiça, Eugênio José Guilherme Aragão, faz críticas futuro ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Alexandre de Moraes, e o vincula à facção Primeiro Comando da Capital (PCC).
A informação foi publicada no site do jornal O Globo nesta sexta-feira (10). O texto em questão foi publicado no início deste ano. A decisão cita “abuso ao direito de liberdade de expressão” e prevê pagamento de multa diária de R$ 1 mil em caso de descumprimento da ordem,
Moraes foi responsável pelo pedido de retirada do texto do ar, alegando "mácula à honra e à reputação". Até a tarde desta sexta, a entrevista ainda podia ser lida no site do PT.
Na entrevista, cujo título é “Justiça é muita areia para a caçambinha de Moraes”, Aragão afirma que Moraes tem histórico "de arbitrariedades" à frente da Secretaria de Segurança Pública de São Paulo e que tem "conchavos" com o PCC.
Em nota, o PT afirma que a decisão da juíza é uma tentativa de censura à página do partido e “atentado à democracia perpetrado por integrante do ilegítimo governo golpista que hoje ocupa o poder no Brasil”. O partido também informou que vai recorrer da decisão. Moraes não quis comentar sobre o assunto com a reportagem.

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