GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer

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Desde o início de suas atividades, em 1996, o GACC - então Grupo de Apoio à Criança com Câncer - existe para aumentar a expectativa de vida e garantir a oferta e a qualidade global do tratamento oferecido integral e indistintamente a crianças e jovens com câncer, diagnosticados com idades entre 0 e 19 anos incompletos, independente de sexo, cor, religião ou posição socioeconômica.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

Quatro suspeitos de invadir embaixada dos EUA no Cairo são presos


Quatro suspeitos de invadir embaixada dos EUA no Cairo são presos
Quatro suspeitos de invadir embaixada dos EUA no Cairo são presos
Cairo, 12 set (EFE).- As forças de segurança egípcias prenderam quatro pessoas suspeitas de invadir a embaixada dos Estados Unidos no Cairo durante os protestos realizados na terça-feira contra um vídeo considerado ofensivo ao profeta Maomé pelos muçulmanos, informou hoje a agência estatal 'Mena'.
Os quatro detidos foram apresentados na Promotoria do bairro de Qars, no Cairo, para que as medidas legais sejam tomadas. Enquanto isso, a polícia intensificou seus esforços para prender o resto dos acusados de saltar o muro do complexo da embaixada e arrancar a bandeira americana do local.
Milhares de pessoas, a maioria islamitas, concentraram-se ontem em frente à representação diplomática para protestar contra o vídeo. Alguns manifestantes conseguiram escalar o muro de três metros de altura do imponente complexo e retiraram a bandeira americana, colocando em seu lugar uma nova, da cor negra, com a frase: 'Não há mais Deus que Alá e Maomé é seu profeta'.
Uma fonte do serviço de segurança do Egito disse à Agência Efe que dezenas de manifestantes estão acampados hoje em frente à representação diplomática para pedir a expulsão da embaixadora Anne W. Patterson e o fechamento da legação.
A embaixada dos EUA no Egito informou que não funcionará nesta terça-feira devido aos protestos. No vídeo que originou os distúrbios Maomé é apresentado como fruto de uma relação ilegítima e aparece praticando sexo com uma mulher.
A imprensa internacional atribuiu a autoria do vídeo a um judeu americano que vive na Califórnia, enquanto alguns meios de comunicação egípcios falam que o filme foi feito por coptas residentes nos EUA.

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