GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer

GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer
Desde o início de suas atividades, em 1996, o GACC - então Grupo de Apoio à Criança com Câncer - existe para aumentar a expectativa de vida e garantir a oferta e a qualidade global do tratamento oferecido integral e indistintamente a crianças e jovens com câncer, diagnosticados com idades entre 0 e 19 anos incompletos, independente de sexo, cor, religião ou posição socioeconômica.

quarta-feira, 12 de setembro de 2012

PSDB é o partido com mais candidatos a prefeito barrados pela Lei do Ficha Limpa


Mais de 50 tucanos tiveram sua candidatura barrada pelos TREs
Um levantamento divulgado nessa segunda-feira, pelo jornal Folha de S.Paulo revelou que 317 candidatos a prefeito no Brasil tiveram suas candidaturas barradas pelos Tribunais Regionais Eleitorais com base na lei da Ficha Limpa, de acordo com levantamento feito nos 26 Estados do país.
Na divisão por legenda, o PSDB é o que possui maior número de barrados, com 56 candidatos – o equivalente a 3,5% dos candidatos tucanos que disputam uma prefeitura. Com este número, o PSDB lidera o ranking dos candidatos ficha suja nas eleições municipais deste ano. O PMDB aparece em segundo lugar com 49 candidaturas barradas pela lei da ficha limpa. O PT, mesmo sendo o partido com mais candidatos próprios a prefeito, aparece apenas em oitavo lugar no ranking, com 18 candidatos barrados pela Lei da Ficha Limpa, 1% do total de candidatos petistas a prefeito este ano.

O estado com mais candidaturas a prefeito barradas é o Rio de Janeiro, com 54 casos. Em seguida aparece São Paulo, com 53 candidatos a prefeito barrados. Todavia, estes números ainda podem mudar até o final das eleições, já que ainda há casos sendo julgados por 16 TREs – Tribunal Regional Eleitoral.
Todos os candidatos barrados pelos tribunais regionais podem recorrer ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral). No entanto, a presidente do tribunal, Cármen Lúcia, adiantou que não será possível julgar todos os casos antes das eleições, mas sim até o fim do ano, antes da diplomação dos eleitos.
Os nomes barrados pelos TREs irão aparecer nas urnas eletrônicas, mas todos os seus votos serão considerados sub judice até uma eventual decisão no TSE. Assim, caso o candidato condenado tiver mais votos, mas seu recurso for rejeitado em Brasília, assume o segundo colocado na eleição.
A lei do Ficha Limpa foi sancionada em 2010, mas só passou a valer na eleição deste ano. A lei ampliou o número de casos em que um candidato fica inelegível – cassados, condenados criminalmente por colegiado ou que renunciaram ao cargo para evitar a cassação.

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