GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer

GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer
Desde o início de suas atividades, em 1996, o GACC - então Grupo de Apoio à Criança com Câncer - existe para aumentar a expectativa de vida e garantir a oferta e a qualidade global do tratamento oferecido integral e indistintamente a crianças e jovens com câncer, diagnosticados com idades entre 0 e 19 anos incompletos, independente de sexo, cor, religião ou posição socioeconômica.

sábado, 1 de junho de 2013

Divórcio iminente nos maiores colégios eleitorais

As rusgas do PT com o PMDB em São Paulo e Rio, primeiro e terceiro maiores colégios eleitorais do País, respectivamente, são emblemáticas sobre os problemas da aliança. Os peemedebistas vão deixar o PT de lado e lançar candidato próprio em São Paulo. No Rio, o partido ameaça fechar suas portas para a campanha de Dilma caso o PT lance a candidatura de um adversário ao sucessor do governador Sérgio Cabral, o vice-governador Luiz Fernando Pezão.
"Defendemos o apoio a Dilma, mas queremos reciprocidade no Rio. Não sendo possível, cada um toca sua vida", resume Jorge Picciani, presidente do PMDB fluminense.
Em São Paulo, o PMDB quer reeditar a estratégia de 2012, quando lançou para a Prefeitura o deputado Gabriel Chalita, que terminou em quarto lugar, mas ajudou a formar uma bancada de vereadores. Em 2014, o principal objetivo é fortalecer a bancada de deputados, lançando candidato o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf - Chalita se enfraqueceu após aparecerem denúncias de que a reforma de seu apartamento teria sido paga por empresário da área da educação.
Mas o lançamento de um candidato próprio em São Paulo também atende a setores do PT, para os quais uma disputa com mais candidaturas favorece ria um eventual o 2.º turnocom o governador Geraldo Alckmin (PSDB). "Dois palanques para Dilma serão importantes para o PT e para o PMDB", disse o presidente do PMDB, Baleia Rossi.
No PT, o principal cotado para disputar o Palácio dos Bandeirantes é o ministro Alexandre Padilha (Saúde). Há quem defenda aliança entre as duas legendas, tendo o PMDB na cabeça de chapa. O PT poderia apoiar o nome do PMDB em São Paulo desde que o partido abrisse mão de Michel Temer na vice de Dilma. O cargo seria ofertado a Eduardo Campos.

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