GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer

GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer
Desde o início de suas atividades, em 1996, o GACC - então Grupo de Apoio à Criança com Câncer - existe para aumentar a expectativa de vida e garantir a oferta e a qualidade global do tratamento oferecido integral e indistintamente a crianças e jovens com câncer, diagnosticados com idades entre 0 e 19 anos incompletos, independente de sexo, cor, religião ou posição socioeconômica.

terça-feira, 26 de maio de 2015

Após denúncia de filhas, Justiça investiga se B.B. King morreu envenenado



Washington, 26 mai (EFE).- As autoridades do estado de Nevada, nos Estados Unidos, investigam se a morte de B.B. King foi um homicídio, após a denúncia apresentada por duas filhas do artista, que garantem que o "rei do blues" foi envenenado.
Embora tenha confirmado que haverá uma nova investigação, o legista do condado de Clark, John Fudenberg, explicou nesta terça-feira à rede "NBC" que os resultados iniciais da autópsia realizada em King, falecido em 14 de maio aos 89 anos, não apresentaram "evidência para sustentar" as acusações das filhas do cantor. Fudenberg disse que os resultados completos da autópsia serão conhecidos dentro de oito semanas.
"Apesar de ainda não haver provas do suposto envenenamento, realizaremos uma investigação a fundo e estamos coordenando nossos esforços com a Divisão de Homicídios do Departamento da Polícia Metropolitana de Las Vegas", afirmou.
Em princípio, as autoridades informaram que a morte de B.B. King aconteceu por complicações derivadas do diabetes que sofreu durante anos, mas no último fim de semana dois das filhas do cantor, Patty King e Karen Williams, apresentaram separadamente declarações juradas nas quais afirmam que acreditam que seu pai "foi assassinado".
As duas garantem que o artista foi "envenenado" para "induzir sua morte prematura" e acusam o representante de King, LaVerne Toney, e seu assistente pessoal, Myron Johnson.
Considerado um dos artistas mais influentes de todos os tempos, B.B. King ganhou 16 Grammys com seus mais de 50 discos em quase 60 anos de carreira e músicas que marcaram época, como "Three O'Clock Blues" e "The Thrill Is Gone".

Lula está por trás dos ataques ao Juiz Sérgio Moro.



Enquanto se esconde da imprensa e do povo, Lula tem agido nos bastidores da política para mais uma vez tentar desacreditar a justiça do Brasil.

 Na semana passada, Em jantar com o prefeito Eduardo Paes e o governador Luiz Fernando Pezão, ambos do PMDB, Lula pediu que um deles abra vaga no secretariado para um deputado federal petista do Rio, a fim de dar lugar na Câmara ao primeiro-suplente, Wadih Damous (PT-RJ).

Damous é o elemento que Lula escalou para atacar a reputação do Juiz Sérgio Moro. No último domingo, o suplente de deputado do PT deu uma pequena amostra de como tem se preparado para cumprir o desejo de Lula.

 “É muito preocupante faixas saudando o juiz Sérgio Moro. Nós não podemos deixar o combate à corrupção ser uma bandeira da direita, até porque é mentira. Aliás, estava lá uma grande maioria de sonegadores.”, afirmou Damous no encontro “Jornada pela Democracia”, promovido por setores da esquerda simpáticos ao governo.

O deputado escalado por Lula para atacar o Juiz Sérgio Moro prosseguiu questionando as iniciativas que todos os brasileiros admiram.

 “Está se formando uma República de Curitiba. Esse juiz está agindo em todo o território nacional, se tiver jurisdição para isso. Esses procuradores, a grande maioria não tem nem 30 anos de idade. Agora posam de intocáveis nas primeiras páginas de jornais. E resolveram governar o país. Esse esquema de elementos golpistas, ele é integrado pela mídia, pelo Congresso, mas é integrado também por elementos do Poder Judiciário, comandado pelo ministro Gilmar Mendes.

O caráter do escolhido por Lula para o jogo sujo pode ser avaliado por suas observações acima, quando acusa os manifestantes de sonegadores e questiona a competência dos juízes da operação Lava Jato por serem jovens.

Fonte: http://occalertabrasil.blogspot.com.br/2015/05/advinhem-quem-esta-por-tras-dos-ataques.html

Pernambuco: Lei estadual proíbe uso de celular na escola


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Medida restringe utilização de aparelhos a fins pedagógicos nas salas de aulas e bibliotecas das unidades públicas e particulares.


Celulares e equipamentos eletrônicos estão proibidos nas salas de aula e em bibliotecas das escolas públicas e particulares de Pernambuco. A lei 15.507, de 21 de maio, regulamenta o uso dos aparelhos no ambiente escolar e prevê punições caso as normas sejam desrespeitadas. Caberá aos diretores informar os alunos sobre a lei e aplicar as penalidades a partir do que diz o regimento da escola.
Também será responsabilidade dos estabelecimentos de ensino garantir que os alunos tenham conhecimento da proibição, afixando aviso nas salas e bibliotecas. “A lei só oficializa uma prática já adotada pelas escolas. A utilização para fins pedagógicos é autorizada, mas não permitimos o uso para troca de mensagens, acessar redes sociais ou tirar fotos. As escolas apoiam a lei, pois ela só ajuda o trabalho do professor”, destacou o diretor-executivo do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino no Estado de Pernambuco (Sinepe), Arnaldo Mendonça.
De acordo com o texto, de autoria do deputado estadual Professor Lupércio (SD), os celulares deverão ficar desligado nas salas de aula, exceto quando forem usados para atividades pedagógicas. Nos outros ambientes da unidade de ensino, os aparelhos devem ficar no modo silencioso e só deverão ser usados para fins pedagógicos. Também está proibido usar o telefone móvel em bibliotecas. A lei foi sancionada pelo governador Paulo Câmara e publicada no Diário Oficial do estado de sexta-feira.
A Secretaria de Educação do Estado tratou do assunto ontem, em nota oficial. “Como a sanção é recente, estes primeiros dias serão de comunicação e orientação para gestores, diretores, estudantes e pais de estudantes. Já existe, nas escolas da rede, orientação para uso de celular, que não é permitido durante as aulas, salvo em caráter pedagógico”, explicou o órgão por meio de nota.
O estado de São Paulo é pioneiro na probição do uso de celular nas escolas e tem uma lei que regulamenta a utilização de equipamentos eletrônicos desde 2007. Santa Catarina e Rio Grande do Sul aprovaram lei semelhantes em 2008. Ceará, Mato Grosso, Bahia, Rondônia, Goiás e Rio de Janeiro são estados onde o uso de celular em sala de aula também é proibido.

Plano de Mobilidade Urbana de Caraguá será apresentado em Audiência pública nesta quarta (27)


Nesta quarta (27/5/2015), o Plano de Mobilidade Urbana de Caraguatatuba será apresentado à comunidade em audiência pública, a partir das 18h, na Câmara Municipal. A proposta é incentivar e incrementar o uso da bicicleta (ciclovias), pedestres (rota acessível) e transporte coletivo.
 
O projeto adota princípios como a acessibilidade universal, o desenvolvimento sustentável, equidade no acesso e no uso do espaço, eficiência, eficácia e efetividade, gestão democrática, segurança nos deslocamentos. E tem como diretrizes a democratização do espaço viário, prioridade aos pedestres e aos modos não motorizados, prioridade para o transporte público coletivo, garantia do abastecimento e circulação de bens e serviços.
 
O plano atende à Lei Federal 12.587, de 3 de janeiro de 2012, que instituiu a Política Nacional de Mobilidade Urbana como instrumento da política nacional de desenvolvimento urbano, e tem por objetivo a integração entre os diferentes modos de transporte e a melhoria da acessibilidade e mobilidade das pessoas e cargas.
 
O Ministério das Cidades instituiu um prazo de três anos para que o programa de cada cidade fosse concluído. Apenas 28,2% dos municípios prepararam o plano, incluindo Caraguá. Os outros 71,8% ainda não concluíram o documento base.
 
O plano de Caraguá foi elaborado por um Grupo de Trabalho/Comissão formado por técnicos das secretarias municipais da Pessoa com Deficiência e do Idoso, de Assuntos Jurídicos, de Planejamento e Tecnologia da Informação, de Trânsito e Defesa Civil, de Urbanismo, de Habitação, de Obras Públicas e de Meio Ambiente, Agricultura e Pesca.
 
Apresentação – Na última sexta (22), o plano foi apresentado ao prefeito Antonio Carlos, ao vice-prefeito, Antonio Carlos Júnior e secretários municipais. A explanação ocorreu no salão Monteiro Lobato, na secretaria de Educação, no Indaiá.
 
O plano de Caraguá teve como embasamento principal a Lei Municipal 42/2011, que trata do Plano Diretor, no qual consta a política de transporte e mobilidade urbana integrada com a política de desenvolvimento urbano e uso do solo.
 
Grande parte das obras previstas no plano já está em andamento. As melhorias estão relacionadas ao fluxo viário dentro da cidade graças ao Contorno, a elaboração dos traçados das rotas acessíveis, da criação e aprovação da Lei Municipal de Calçadas nº 2074/13, implantação da zona azul para ordenamento e rotatividade de vagas para automóveis, reurbanização e revitalização da orla, melhorias nos sistemas viários existentes (rotatórias e anéis viários), que estarão contidos nos principais eixos de circulação, ampliação e reformas de ciclofaixas e ciclovias.
 
O prefeito Antonio Carlos afirmou que o documento é muito importante para a cidade. “O Plano prioriza o uso da bicicleta, pois estamos em um município plano, e promove uma atividade saudável e economicamente de baixo custo. O plano em sua estrutura também protagoniza a pessoa com deficiência e o idoso, ou seja, é essencial que esse segmento da sociedade tenha facilidades em seu deslocamento”.

TRT determina 100% do efetivo em horários de pico em greve dos metroviários em SP

Assembleia dos metroviários que decidiu pela greve na quarta-feira (20)


O TRT-2 (Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região) determinou que os metroviários respeitem o funcionamento de um contingente mínimo durante a greve programada para ocorrer a partir da próxima quarta-feira (27). A decisão da Justiça trabalhista atendeu a pedido cautelar feito pela Companhia do Metropolitano e prevê que 100% dos trabalhadores atuem nos horários de pico --das 6h às 9h e das 16h às 19h-- e 70% nos demais horários.
A ordem partiu do desembargador Mauro Vignotto, que apreciou o pedido do metrô nesta quinta-feira (21). O magistrado estipulou em R$ 100 mil a multa diária em caso de descumprimento da decisão. Na ação, o metrô alegou que os sindicatos decidiram pela greve antes do término das negociações e estariam participando de ações que descumprem normas de segurança da empresa.
Na decisão, o desembargador considerou o caráter essencial dos serviços, além de ter ponderado que a motivação da greve anunciada não envolveria mora salarial nem descumprimento de obrigação contratual pelo metrô. Caso ocorra interrupção nos serviços, a multa deverá ser revertida a alguma entidade a ser indicada pelo TRT-2.

Reajuste

Os metroviários decidiram pela greve na noite de quarta-feira (20), em assembleia da categoria. Os trabalhadores criticam a proposta de reajuste salarial apresentada pela companhia, que é de 7,21%. A categoria pede por mais de 17%, entre compensação de inflação e aumento real.
O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), afirmou nesta quinta que negocia para evitar uma paralisação dos funcionários do Metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos).
"A greve só prejudica a população e quem mais precisa para trabalhar. Faremos o possível para não ter greve", disse.
Segundo Alckmin, a categoria teve reajuste real nos últimos quatro anos e que a média salarial da categoria é de R$ 5.237. "O Metrô e a CPTM estão permanentemente negociando e já fizeram uma oferta em relação à reposição inflacionária", disse.
O TRT informou que a determinação de frota mínima circulando não atinge os ferroviários, que também optaram por greve na mesma data. Nova assembleias da categoria estão programadas para a véspera da paralisação, na terça-feira (26).

Funcionários do Metrô e de trens da CPTM prometem parar nesta quarta (27)


Funcionários do Metrô e da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos) em São Paulo devem parar nesta quarta-feira (27).  
O Metrô oferece reajuste salarial de 7,21% para metroviários e engenheiros. Os metroviários querem, porém, um aumento de 18,64%, reajustes na cesta básica e no vale-refeição, entre outras reivindicações. O Sindicato dos Engenheiros quer uma elevação de 17,01%.
Para tentar solucionar o impasse, o Núcleo de Conciliação do tribunal propôs um reajuste de 7,21% mais 1,5% de produtividade. A proposta será analisada pela direção do Metrô e pelos trabalhadores. Os metroviários realizarão uma assembleia às 18h30 desta terça-feira (26).
Ficou marcada para a próxima segunda-feira, dia 1º, uma nova reunião de conciliação no TRT.
A Justiça também propôs uma cláusula de paz a ser cumprida por empresa e sindicatos. A intenção é que, durante as negociações salariais, os trabalhadores mantenham o estado de greve sem promover qualquer paralisação efetiva dos serviços e que o Metrô respeite a atuação dos sindicatos sem praticar "retaliação, perseguição, despedida ou qualquer outro ato que importe em descumprimento ou impedimento da liberdade sindical e do exercício do direito de greve".
Por meio de nota, o Metrô afirmou que "mantém aberto o diálogo com a categoria para fechar acordo e que uma paralisação injustificada em meio ao processo de negociação causará prejuízo a toda a população de São Paulo". 

CPTM

A CPTM oferece reajuste salarial de 6,65%, mas os ferroviários querem 7,89% de correção mais 10% de aumento real.
Como solução, o desembargador Wilson Fernandes, vice-presidente judicial do Tribunal, propôs um reajuste 6,65% mais 1,5% de produtividade.
Uma nova audiência está agendada para as 10h desta terça-feira (26). "A audiência foi adiada para que possa haver uma discussão em cima de propostas reais. Vamos fazer o possível para evitar a greve", disse o desembargador.
Na última sexta-feira (22), a Justiça ordenou que, durante a greve, os ferroviários devem manter 90% do efetivo de maquinistas e 70% dos demais funcionários nos horários de pico -- entre 4h e 10h e entre 16h e 21h – e um contingente de 60% nos demais horários.
A decisão judicial também impede que os trabalhadores liberem as catracas para os usuários. Os sindicatos que representam os funcionários da empresa estão sujeitos a pagar multa diária de R$ 100 mil caso não cumpram as determinações.

"Não adianta apontar culpados para a dengue", afirma David Uip


O secretário de Saúde do governo do Estado de São Paulo, David Uip
O secretário de Saúde do governo do Estado de São Paulo, David Uip, contemporizou os números de casos e mortes por dengue, em entrevista ao Roda Viva, da TV Cultura, nesta segunda-feira (25). O Estado registrou 170 mil casos e 169 mortes, além de epidemia em diversas cidades do interior e bairros da capital paulista. Mais de 70% das mortes por dengue neste ano aconteceram no Estado. Ao ser questionado sobre o alto número de mortes, Uip afirmou que a maior parte foi registrada entre a população idosa e que a taxa percentual ainda é considerada baixa perto do número de casos que o Estado registrou. 
"A morte é individual, e ficamos pesarosos, mas o percentual ainda foi baixo", afirmou.
Segundo ele, a epidemia deste ano pode ser explicada pela presença do mosquito no Estado. "Antigamente não tinha esse mosquito. O mosquito invadiu São Paulo por condições climáticas há uns cinco anos e a população não estava protegida por anticorpos", afirmou Uip em resposta sobre o número de casos no Estado, bem maior que o de outros Estados brasileiros. Segundo o secretário, 80% dos criadouros estão em domicílios, o que torna o combate ao mosquito uma operação complexa. 
"Sou sempre a favor de vacina"
Segundo o secretário, o problema da dengue ainda atinge o Brasil porque é um problema difícil. "Temos um grande inventário do que foi feito e o que pode melhorar, mas é uma situação difícil de ser resolvida. Muitas vezes o melhor não é o suficiente", afirmou. "Não tem prevenção nem tratamento para a dengue, precisamos mais do que nunca contar com a população".
Ao ser questionado sobre as vacinas, o secretário explicou que a vacina mais avançada, que deve ser aprovada pela Anvisa até o final do ano, representa um avanço, porém não é a solução para o problema por ter uma proteção de cerca de 60% e por ter três doses. "Sou sempre a favor da vacina, mas sei que mais de uma dose acaba tendo pouco apoio da população". "Precisamos usar a mídia para falar de dengue todos os dias, durante o ano todo. Nem tudo se resolve com dinheiro, há problemas que se resolvem com comunicação", afirmou. 
O secretário evitou fazer críticas ao ministério da Saúde. "O ministro Arthur Chioro é muito competente e tem uma difícil decisão sobre a adoção dessa vacina no SUS, acredito que ele vá tomar a melhor decisão", disse.
"Não tem dinheiro que vá bastar"
Ao ser questionado sobre o orçamento da secretaria estadual, o secretário afirmou que são cerca de R$ 20 bilhões anuais, sendo 70% já comprometidos com folha de pagamento. "Não há dinheiro que vá bastar pois temos um sistema 'hospitalocêntrico', ou seja, não temos prevenção, saneamento, nem vacinação suficientes para evitar que o paciente vá para o hospital. Enquanto perseguirmos a cura, e não a prevenção, não vai adiantar", afirmou. "Hoje, mais de 80% dos pacientes na fila de um pronto-socorro não precisa estar ali. Os casos que não são graves são os que geram filas", disse.
Segundo David Uip, 49% dos paulistas têm convênio médico ou pagam pelo atendimento privado.
Sobre o atendimento ao SUS (Sistema Único de Saúde), o secretário se afirmou um "defensor" do sistema, mas foi contra o que ele chama de "judicialização", ou seja, a garantia de direitos de atendimento de saúde específicos, conseguidos pela Justiça. "Chega ao caso de termos de oferecer 69 tipos de fralda. Hoje mesmo tive de responder a uma ação judicial de R$ 20 milhões para comprar remédios que vão atender 37 pessoas. Entendo o lado do juiz, mas ninguém pergunta se o Estado tem essa verba para cobrir todas as ações judiciais concedidas", afirmou Uip.  
"Vivemos uma epidemia de sífilis"
"Hoje estamos vivendo uma microepidemia de Aids e sífilis porque as pessoas não estão se prevenindo. São quase sete novos casos de sífilis em São Paulo por dia", afirmou o secretário de saúde do Estado. 
"Estamos longe de resolver o problema do crack"
Ao ser questionado sobre o problema do crack, Uip afirmou que o programa do Estado é de redução de danos. "Estamos longe de dizer que controlamos o problema do crack. Não sei nem se eu vou conseguir ver isso", afirmou.
"Estamos tentando unir esforços, temos uma relação muito boa com a prefeitura. O viciado precisa ser tratado, desintoxicado e ficar em unidades terapêuticas para depois ser reinserido na sociedade. O programa do Estado de São Paulo me parece consistente do ponto de vista do que é possivel", disse. 
Foram realizadas nove mil internações em 2014, sendo que 90% são espontâneas, por vontade do próprio usuário. Segundo ele, a volta para as ruas fica em torno de 15% dos usuários. "O período de acompanhamento é curto, não podemos dar como vitória. Esse tipo de trabalho não tem fim", disse Uip. 

Alckmin descarta rodízio e diz que não há meta de redução de consumo


O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), voltou a descartar na manhã desta segunda-feira (25) a possibilidade de rodízio de água e disse que não há meta para redução de consumo. "Não existe uma meta específica. O que existe é o que se deseja. O que se deseja é a redução do desperdício e o uso racional da água. E até agora foi muito bem sucedido esse trabalho", afirmou, durante entrega de dois reservatórios em Itapecerica da Serra, na região metropolitana de São Paulo.
O Blog do Guilherme Araújo revelou nesta segunda que, após quatro meses de vigência, a multa da água lançada pela Sabesp (Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo) teve até agora um impacto sobre a redução "espontânea" do consumo na Grande São Paulo 44% menor do que a meta anunciada pelo governo Alckmin.
A multa entrou em vigor no dia 8 de janeiro, após a aprovação da agência reguladora do setor e em meio a críticas de entidades de defesa do consumidor. Passados quatro meses, a economia de água em abril subiu 1,4 mil l/s, chegando a 6,2 mil l/s, ou seja, ainda 1,1 mil l/s abaixo da meta.

Xiiiiiiiiiiiiiiiii, o que será que vem por ai???????


UMA BOMMMMMMMBA NO COLO DA MARINA

A senhora Marina secretária de saúde co município de Caraguatatuba deve estar sentindo muita saudade de São José dos Campos, cidade de onde veio.
A quantidade de "pepinos" que caem diariamente à sua mesa, é uma enormidade e a obriga a dar trombadas em funciona´rios e usuários a toda hora, por conta da desordem que é a secretaria de saúde local. Está peitando o conselho municipal de saúde, o corpo de profissionais da Corpore empresa que administra o pronto atendimento e pronto socorro, e os usuários que a todos os momentos estão em atrito com o péssimo atendimento do setor. Não que a atual secretária seja responsável pela desajuste da área que já vem ocorrendo há tempos.
Não dá pra explicar o que leva uma pessoa a aceitar tanto sofrimento se há no mercado de trabalho muitas coisas menos desalentadores para um profissional do seu nível.
Ser secreta´rio em um governo tão desordenado que já trocou secretários mais de 70 vezes em seis anos, é uma temeridade.
Melhor seria que ela pegasse dengue e isso fosse uma boa desculpa para voltar a dormir em paz.
Saúde é Caraguá pode significar doença.

Fonte: http://blogdojoaolucio.blogspot.com.br/2015/05/uma-bommmmmmmba-no-colo-da-marina.html

Suspeito de participar de morte de cinegrafista da Band é preso no Rio

Rodrigo Feliciano Raimundo, 27, conhecido como RD, é acusado de roubar o entregador de um bar


Um homem foi preso em flagrante na noite desta quinta-feira (21), logo após tentar assaltar um entregador nos arredores da Praça Tiradentes, no centro do Rio de Janeiro. Ao ser levado para a 5ª DP (Mem de Sá), os policiais o identificaram como um dos suspeitos de participar do tiroteio que resultou na morte do cinegrafista da TV Bandeirantes Gelson Domingos, em 2011.
Segundo a polícia, Rodrigo Feliciano Raimundo, 27, tentou intimidar o entregador com uma faca. Além de Raimundo, os policiais também aprenderam sua namorada, de 15 anos, que está grávida. Ele foi autuado em flagrante por roubo qualificado e corrupção de menor.
Em nota, a assessoria da Polícia Civil informou que Raimundo participou do confronto com policiais militares que resultou na morte de Gelson. Na época, o suspeito foi preso por tráfico e associação ao crime.
O cinegrafista foi atingido por um tiro de fuzil no peito enquanto fazia a cobertura de uma operação do Bope (Batalhão de Operações Especiais) na Favela dos Antares, na zona oeste da cidade.

A violência no RJ cria jogo de empurra entre Pezão, Paes e Justiça

Jaime Gold, 56, foi esfaqueado na ciclovia da lagoa Rodrigo de Freitas, um dos cartões-postais do Rio. Após o crime, no dia 19 de maio, o policiamento foi reforçado na região

  • Jaime Gold, 56, foi esfaqueado na ciclovia da lagoa Rodrigo de Freitas, um dos cartões-postais do Rio. Após o crime, no dia 19 de maio, o policiamento foi reforçado na região
A onda de esfaqueamentos no Rio de Janeiro, incluindo o caso de maior repercussão, o da morte do ciclista Jaime Gold, 56, na última terça-feira (19), deu início a um jogo de empurra entre o prefeito Eduardo Paes (PMDB), o governador Luiz Fernando Pezão (PMDB) e o presidente do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro), Luiz Fernando Ribeiro de Carvalho.
Nenhum deles se vê responsável pela onda de violência na cidade. Em uma semana, nove pessoas foram feridas por assaltantes armados com facas. A maioria desses crimes têm adolescentes como suspeitos.
A polêmica começou com uma entrevista de Pezão, no dia 20 de maio, quando ele criticou a ação do Judiciário. Em sua versão, a polícia "bateu recorde de prisões em abril, sendo que cerca de 60% eram menores". Porém, afirmou Pezão, "o policial entra por uma porta e a pessoa [o criminoso] sai pela outra".
"(...) E, quando fica preso, infelizmente, o desembargador dá uma liminar soltando todos. Se for para cumprir essa lei que está aí, a gente tem que discutir isso com toda a sociedade", disse ele, em entrevista ao jornal "Blog do Guilherme Araújo".
A declaração provocou a revolta do presidente do TJ-RJ. Para Carvalho, "não há relação de causalidade entre a morte trágica do ciclista" e a "ação da Justiça". Ele disse ainda que o Judiciário "não se exime de suas responsabilidades em relação à segurança pública" e classificou a entrevista de Pezão como uma "generalização que pode levar a raciocínios e compreensões equivocadas".
"Compreendo o desabafo do governador, mas não posso aceitar essa generalização perigosa (...) O que faltou, e isso é evidente pelo exame dos fatos, foi um policiamento ostensivo eficiente, que fosse preventivo e impedisse a barbárie", afirmou o desembargador, em nota enviada à imprensa no dia seguinte ao assassinato de Jaime Gold.
Já Paes foi duro ao falar, no dia 21 de maio, sobre a suposta participação de menores no assalto que terminou com a morte do ciclista. Na visão do prefeito, se confirmada a conduta criminosa dos adolescentes, eles precisam ser tratados como "delinquentes". Paes foi mais longe e afirmou que "isso não é um problema social".
"O que a gente vê nesses casos é uma pessoa que sai armada de uma faca, agride, a ponto de levar essa pessoa à morte. Esse não é um criminoso que tem que ser tratado. É um delinquente que tem que ser tratado com a dureza da força policial. Não tem jeito. Isso não é um problema social", sustentou o prefeito.
A reportagem do Blog do Guilherme Araújo conversou com o antropólogo Lenin Pires (Universidade Federal Fluminense) e com o antropólogo e ex-capitão do Bope (Batalhão de Operações Especiais) Paulo Storani sobre o confronto de versões entre autoridades públicas do Rio. Ambos afirmaram que, em geral, o impasse mostra a falência das políticas públicas de segurança, prevenção e enfrentamento da criminalidade. "É engraçado que esse disse-me-disse não existe quando os Poderes dialogam sobre arrecadação de impostos", ironizou Pires.
"Todos eles atuam em uma representação de que a segurança pública é apenas a punição. Não há qualquer responsabilidade quanto às políticas de prevenção. Além disso, falta uma integração entre as forças de segurança para que todos falem a mesma língua. Enquanto não existir essa integração, a sociedade continuará refém dos interesses individuais de cada um", completou o antropólogo da UFF.
Storani também argumentou sobre a carência de uma regulamentação específica, em nível nacional, para a área de segurança pública, que deveria incluir, de acordo com a opinião do especialista, a Guarda Municipal. "Embora a corporação não tenha essa função constitucional, o que a gente observa, na prática, é que a Guarda Municipal também é reconhecida pela população como um instrumento de segurança pública. A presença de guardas municipais nas ruas é importante porque ajuda a coibir o cometimento de delitos", explicou.
Na visão do ex-capitão do Bope, Paes, Pezão e o presidente do TJ têm uma "percepção limitada" do que é a segurança pública. "O policiamento precisa ser acompanhado de políticas sociais de prevenção, inclusão e educação. Além disso, existe uma necessidade urgente de revisão da norma jurídica. Erra o prefeito, erra o governador, erra, em parte, o desembargador do Tribunal de Justiça. Se o Judiciário solta, isso ocorre em razão da flexibilidade da lei", afirmou Storani.

Juristas e professores protocolam pedido de impeachment de Richa no PR



Juristas e professores universitários protocolaram na tarde desta segunda-feira (25) um pedido de impeachment contra o governador do Paraná, Beto Richa (PSDB). O documento, entregue à Assembleia Legislativa, contou com quase 6.000 assinaturas.
A iniciativa partiu do advogado Tarso Cabral Violin, membro da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) do Paraná. Ele esteve presente no embate entre professores e a Polícia Militar, no dia último 29 de abril, no Centro Cívico de Curitiba, e que deixou mais de 200 feridos, segundo a prefeitura.
"O impeachment do governador cabe porque ele cometeu crime de responsabilidade. O mais grave de tudo é que por duas horas ele não mandou seu corpo de policiais parar de jogar bombas nos professores", conta Violin, que também foi atingido com estilhaços de bomba.
O crime de responsabilidade, instituto pela lei nº 1.079 de 1950, corresponde às infrações cometidas por políticos -- presidente da República, ministro de Estado ou governador, por exemplo – no exercício de suas funções. As sanções são apenas políticas.
O governador que comete um crime de responsabilidade, segundo a legislação, é suspenso e não pode ocupar cargos pelos próximos anos. Caso perca o mandato, assume a vice-governadora do Estado  no caso do Paraná, seria Cida Borghetti (Pros).
Não há casos no Brasil de chefes do Executivo estadual que tenham sofrido impeachment, segundo o professor e advogado Guilherme de Salles Gonçalves.  "Impeachment de governador é raríssimo. Não me lembro de ter tido nenhum caso. Só sei que tem que ter um desgaste político muito grande para que ocorra. Mas olha, eu nunca vi na minha vida, desde que me lembro por gente, um governo do Paraná estar tão desgastado quanto esse do Beto Richa", relata.
Beto Richa, governador do Paraná, durante entrevista ao UOL

Trâmite

O pedido de impeachment é entregue ao presidente da Assembleia no Paraná, o cargo é ocupado pelo deputado estadual Ademar Traiano (PSDB). Ele pode arquivá-lo ou colocá-lo em votação no plenário. Caso opte pela segunda opção, pelo menos 2/3 dos 54 deputados devem aceitar o pedido.
Se a quantidade exigida de votos for alcançada, é criado um "tribunal especial de impeachment", composto por cinco deputados e cinco desembargadores do Tribunal de Justiça, sorteados.
A presidência do tribunal especial fica com o presidente do TJ. Caso dê empate, é ele quem dará o voto de minerva. Se durante a votação a maioria decretar a procedência da acusação, o governador perde o cargo. "Só não há prazo que isso ocorra", conta Violin.
Em nota enviada pela assessoria de imprensa, o governo estadual disse que o pedido de impeachment não tem fundamento e que o governo irá aguardar os trâmites legais na Assembleia Legislativa para se posicionar. 

segunda-feira, 25 de maio de 2015

Exclusivo: Apesar de boletim médico tranquilizador, parente revela: "Angélica está muito mal"

<p>Embora não tenha nenhuma lesão grave comprovada, de acordo com o boletim médico divulgado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, nesta segunda-feira (25), Angélica está visivelmente abalada com o acidente aéreo ocorrido no último domingo (24), no Mato Grosso do Sul. Tanto física quanto psicologicamente.</p><p>“Ela está muito mal”, revelou um integrante da família ao <strong>Famosidades</strong>.</p><p>A fonte também deixou claro que os integrantes do voo viveram momentos de horror no ar. “O avião ficou muito tempo voando de lado”, disse.</p><p>De acordo com a nota divulgada pelo hospital paulista - para onde os famosos foram transferidos com a família pouco tempo depois do ocorrido - os apresentadores passam bem, apesar das lesões sofridas.</p><p>O comandante do "Caldeirão" teve uma "pequena fratura do corpo da décima primeira vértebra torácica", enquanto a loira apresentou uma "discreta lesão na musculatura da parede abdominal e pélvica, além de estiramento muscular na região cervical".</p><p>A dupla ainda não tem previsão de alta. Angélica, inclusive, deve ser submetida a novos exames. Contudo, danos neurológicos foram descartados. O estado de saúde de ambos é estável.</p><p><strong>O acidente</strong></p><p>Luciano Huck, Angélica e os três filhos da dupla - Joaquim, Benício e Eva -, além de suas babas, voavam para Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, quando o avião sofreu uma pane e precisou aterrissar.</p><p>Com a manobra do piloto para tentar preservar a vida de todos a bordo, os apresentadores da TV Globo sofreram escoriações. Depois dos primeiros atendimentos, os famosos foram transferidos para o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde permanecem hospitalizados.</p><p>Os herdeiros dos artistas e suas babás já foram liberados e passam bem.</p><p><strong><a href="http://www.facebook.com/pages/Famosidades/129946850420592">Opine no Facebook do Famosidades!</a></strong></p>
Embora não tenha nenhuma lesão grave comprovada, de acordo com o boletim médico divulgado pelo Hospital Israelita Albert Einstein, nesta segunda-feira (25), Angélica está visivelmente abalada com o acidente aéreo ocorrido no último domingo (24), no Mato Grosso do Sul. Tanto física quanto psicologicamente.
“Ela está muito mal”, revelou um integrante da família.  A fonte também deixou claro que os integrantes do voo viveram momentos de horror no ar. “O avião ficou muito tempo voando de lado”, disse.
De acordo com a nota divulgada pelo hospital paulista - para onde os famosos foram transferidos com a família pouco tempo depois do ocorrido - os apresentadores passam bem, apesar das lesões sofridas.
O comandante do "Caldeirão" teve uma "pequena fratura do corpo da décima primeira vértebra torácica", enquanto a loira apresentou uma "discreta lesão na musculatura da parede abdominal e pélvica, além de estiramento muscular na região cervical".
A dupla ainda não tem previsão de alta. Angélica, inclusive, deve ser submetida a novos exames. Contudo, danos neurológicos foram descartados. O estado de saúde de ambos é estável.
O acidente
Luciano Huck, Angélica e os três filhos da dupla - Joaquim, Benício e Eva -, além de suas babas, voavam para Campo Grande, no Mato Grosso do Sul, quando o avião sofreu uma pane e precisou aterrissar.
Com a manobra do piloto para tentar preservar a vida de todos a bordo, os apresentadores da TV Globo sofreram escoriações. Depois dos primeiros atendimentos, os famosos foram transferidos para o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo, onde permanecem hospitalizados.
Os herdeiros dos artistas e suas babás já foram liberados e passam bem.

Fla e Guerrero acertam contrato. Clube espera atacante após Copa América

O atacante Guerrero está próximo de ser confirmado como reforço do Flamengo

Flamengo e Paolo Guerrero chegaram a um acordo para o atacante vestir a camisa rubro-negra após a Copa América, no Chile. Com a confirmação de que o peruano não seguirá no Corinthians, clube com o qual tem compromisso até 15 de julho, os dirigentes cariocas intensificaram as conversas e apresentaram possibilidades de contrato, aprovadas pelo jogador e empresários.
Para chegar ao acordo, inicialmente de três anos, o Rubro-negro ofereceu garantia de vencimentos em dia e o máximo de R$ 12 milhões em luvas, além do salário de R$ 500 mil mensais. Guerrero pediu o mesmo valor ao Alvinegro Paulista, mas exigiu R$ 18 milhões em luvas, o que o Corinthians não aceitou pagar.
Uma alternativa apresentada pelo Flamengo para o pagamento das luvas envolve R$ 4 milhões à vista e R$ 8 milhões divididos em 36 meses. Guerrero poderia embolsar R$ 500 mil em salário e mais de R$ 200 mil mensais de luvas.
A diretoria rubro-negra reforçou ao atleta a importância que terá na Gávea. Guerrero é apaixonado pelo Rio de Janeiro e já tem até residência na cidade. Se tudo correr como o esperado pelos dirigentes, o peruano desembarca na Gávea após a disputa da Copa América.
O anúncio só não foi feito de forma oficial em razão do temor de que uma boa participação do atacante na competição sul-americana desperte o interesse de clubes com maior poder financeiro, sobretudo da Europa.
A Copa América acontece no Chile entre 11 de junho e 4 de julho. Em caso de eliminação antecipada da seleção peruana, o jogador poderia ser anunciado antes mesmo do fim de vínculo com o Corinthians.
Com a situação de Guerrero encaminhada, o Flamengo se concentra agora na aquisição de um camisa 10. A questão é tratada como prioridade e a expectativa é a de que um nome seja anunciado para a função o mais breve possível.
Negociação por Petros estaciona: Se a negociação com Guerrero está praticamente concluída, o mesmo não pode ser dito sobre o meia Petros. O Corinthians deve R$ 6 milhões ao empresário Fernando Garcia e as partes trabalham com o mesmo valor para a venda de 50% dos direitos econômicos.
O Flamengo sinalizou com a possibilidade de arcar com R$ 4 milhões divididos em quatro anos de contrato. No entanto, as conversas esfriaram nos últimos dias a partir do momento em que o Rubro-negro cogitou reduzir ainda mais o valor. O clube ainda não desistiu de Petros, mas dificilmente a negociação será consumada.


Sheik se reúne com empresário para discutir onde vai jogar depois de julho

Emerson Sheik vai se reunir na noite desta segunda-feira com o empresário Reinaldo Pita. Os dois vão traçar os próximos passos da carreira do atacante que não terá o contrato renovado pelo Corinthians. “Uma coisa é certa: não temos pressa. Ele vai cumprir o contrato dele até o final de julho. Temos tempo'', disse o representante do jogador.
Reinaldo garantiu do Blog do Boleiro, “com toda sinceridade'', que não está falando com interessados: “Não conversamos com nenhum clube. Vamos passar a falar a partir de agora. Uma coisa eu garanto: todo bom clube interessa''.
Quanto à decisão do Corinthians de não cumprir o que falou há cerca de três meses ao próprio empresário, Pita falou que os dirigentes corintianos foram corretos. “Futebol não é matemática. Não é uma ciência exata. Nada é definitivo'', afirmou.
Quanto a um possível interesse do Vasco da Gama, ventilado no final de semana, o empresário de Emerson Sheik disse que não foi procurado.