GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer

GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer
Desde o início de suas atividades, em 1996, o GACC - então Grupo de Apoio à Criança com Câncer - existe para aumentar a expectativa de vida e garantir a oferta e a qualidade global do tratamento oferecido integral e indistintamente a crianças e jovens com câncer, diagnosticados com idades entre 0 e 19 anos incompletos, independente de sexo, cor, religião ou posição socioeconômica.

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Canonização de papas já atrai peregrinos ao Vaticano

Os peregrinos estrangeiros começaram a movimentar a Praça de São Pedro e os arredores do Vaticano nesta véspera da canonização, domingo, dos papas João XXIII e João Paulo II. O tráfego já está proibido a veículos nas ruas laterais e diagonais, onde só podem entrar pedestres. Às 19 de amanhã, sábado, as restrições serão maiores, com bloqueios nos principais acessos.
Bares serão proibidos de abrir as portas na área e o comércio deixará de funcionar, por iniciativa própria, por causa das dificuldades de abastecimento para servir a uma demanda muito grande. Calcula-se que perto de 5 milhões de peregrinos - mais que a população de Roma - assistirão à cerimônia de canonização, às 10 horas de domingo. Os fiéis poderão entrar na Praça de São Pedro a partir das 6 horas.
A polícia está fazendo blitz nos pequenos hotéis bed&breakfast para verificar suas condições de conforto, segurança e higiene. Milhares de peregrinos ficarão hospedados em conventos e casas de movimentos religiosos, pagando uma diária de 30 a 40 euros, com direito a café da manhã. A Prefeitura de Roma estima em 11 milhões de euros os gastos com a canonização. O Estado do Vaticano entrará com "só" 500 mil euros para pagar as despesas.
Os católicos vindos de outros países e do interior da Itália chegam de trem e em ônibus de turismo, enfrentando dois a três dias de viagem. Hospedam-se em geral nos arredores da cidade. O alojamento é mais barato, mas, em compensação, há dificuldades de acesso ao Vaticano.
Nesta tarde de sexta-feira, o agricultor polonês Wlademir Oleksy, de 52 anos, foi cercado por curiosos ao chegar à Praça de São Pedro com um cajado nas mãos e uma mochila nas costas. Ele chegou da cidade de Powroznik a pé, na fronteira da Polônia com a Eslováquia. Percorreu 1.700 quilômetros em 42 dias, dormindo em hotéis baratos, paróquias e casas de família. Em Roma vai se hospedar na Casa dos Peregrinos Poloneses.
"Estive aqui em 1º de março de 1981, dois meses e meio antes do atentado a tiros aqui nesta praça", disse Wlademir. Ao lado dele, 60 concidadãos que vieram de ônibus de Cracóvia, em dois dias de viagem, ouviam o relato de sua aventura e posavam para fotos, com bandeiras vermelhas e brancas nas mãos.

Quanto as empresas de tecnologia lucram em um segundo? Infográfico mostra faturamento e lucro de gigantes de tecnologia de modo simples

A cada três meses, as grandes empresas de tecnologia -- pelo menos aquelas que têm capital aberto -- precisam revelar aos seus investidores um relatório com suas atividades financeiras: quanto tiveram de receita, quanto gastaram e quanto lucraram ou tiveram de prejuízo naquele período. Entretanto, no meio daquele monte de números, é difícil entender quanto de fato as empresas ganham ou gastam.
Pensando nisso, o site World Pay Zinc desenvolveu uma maneira fácil e simples de entender quanto Google, Facebook ou Samsung faturam por... segundo. A imagem é surpreendente: em apenas um segundo, o Google ganha US$ 658, enquanto a Apple lucra US$ 1997. Outra surpresa é o Twitter: que perde US$ 35 a cada segundo.
O gif abaixo mostra quanto as empresas faturam em OITO segundos. É por essas e por outras que todo mundo tem vontade de ser o próximo Mark Zuckerberg.  Em tempo: enquanto essa nota foi produzida, a Apple faturou mais de US$ 1,5 milhão.

Google deve pagar multa de até R$ 660 mil a políticos por vídeos na internet, defende procurador Empresa foi condenada em 2012 por vídeos que criticavam dois candidatos a vereador de São Paulo na época; companhia...

Empresa foi condenada em 2012 por vídeos que criticavam dois candidatos a vereador de São Paulo na época; companhia não retirou material do ar e vem acumulando multas diárias desde então
por Mateus Coutinho
Em parecer encaminhado à Justiça Eleitoral, a Procuradoria Regional Eleitoral no Estado de São Paulo defendeu que o Google pague multas que podem chegar à R$ 660 mil a dois políticos que alegam terem sido prejudicados por vídeos no Youtube durante as eleições de 2012.
Na época, os então candidatos à vereador de São Paulo, Francisco das Chagas Francilino (PT) e Paulo de Jesus Frange (PTB) acionaram a empresa na Justiça por conta de vídeos publicados no Youtube no qual cada um é chamado, dentre outros, de "enganador" e "vendido". O Google foi derrotado em ambas as ações, ainda em 2012.
O Google, contudo, não deletou os vídeos e recorreu na Justiça alegando que as multas deveriam ser reduzidas para se evitar o enriquecimento ilícito dos políticos que entraram com as ações. Com isso, segundo cálculos do MPF, as multas se acumularam em R$ 306,8 mil no caso de Frange e R$ 352 mil no caso de Chagas.
Na ação movida por Chagas, a empresa foi condenada a retirar os vídeos do ar e pagar uma multa diária de R$ 500 caso a decisão não fosse cumprida. Já na ação movida por Paulo Frange, a multa diária estabelecida caso os vídeos não fossem retirado do ar foi de R$ 5 mil. Como visam garantir o cumprimento das penas, a multas em ambos os processos são destinadas aos políticos que moveram as ações.
No caso de Chagas, devido a demora do Google em atender à determinação da Justiça, a multa inicial subiu para R$ 5 mil diários, o que levou o montante total a chegar a R$ 352 mi, segundo o MPF.
De acordo com o procurador regional eleitoral André de Carvalho Ramos, responsável pelo parecer, o valor da multa fixada foi "razoável e compatível com o poder econômico da empresa agravante" e não representa enriquecimento sem causa dos políticos, já que a multa é determinada pelo "descumprimento reiterado da determinação judicial" por parte da empresa.
O parecer do MPF não garante que a pena seja aplicada, mas serve como uma forma de embasar a decisão do Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo, onde os recursos do Google ainda serão julgados
A empresa não respondeu à reportagem até o fechamento desta matéria.

Padilha cancela agenda em Marília após suspeita de ligação com doleiro Pré-candidato do PT ao governo de São Paulo teria indicado ex-assessor para laboratório controlado por Alberto Youssef

O ex-ministro da Saúde e pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, Alexandre Padilha, cancelou parte da agenda política prevista para esta sexta-feira, 25, na região de Marília, no interior do Estado. O petista retornou para a capital paulista, onde integrantes de seu estafe político discutiam se ele deve ou não conceder entrevista coletiva nesta tarde para falar sobre a suspeita da Polícia Federal de que ele teria indicado um ex-assessor para trabalhar no Labogen, laboratório integrante do esquema de lavagem de dinheiro do doleiro Alberto Youssef, preso desde 17 de março pela Operação Lava Jato.
Segundo pessoas próximas a Padilha, o desempenho do pré-candidato na entrevista coletiva de hoje vai determinar o futuro da candidatura. Petistas influentes defendem que a linha seja de contestação ao relatório da Polícia Federal. Alguns já falam até na substituição do candidato. Parte dos dirigentes do PT soube do teor do documento da PF desde a manhã de quinta-feira, 24, mas a acusação contra o ex-ministro pegou de surpresa a maior parte do partido, inclusive o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Pessoas que conversaram com o pré-candidato nesta sexta-feira descreveram o estado emocional de Padilha como "descontrolado".
Pela manhã, o pré-candidato chegou a participar de encontros políticos na cidade de Vera Cruz. Depois, ainda esteve em Marília, onde conversou com lideranças da Igreja Católica na Cúria Diocesana da cidade. Foi neste momento que decidiu cancelar o restante da programação, seguindo imediatamente para o aeroporto e retornando para a capital.
Enquanto isso, diversas lideranças da cidade e região (políticos e empresários) o aguardaram por cerca de uma hora na sede da Associação Comercial e Industrial de Marília. Todos ficaram frustrados com a decisão.
Coube ao deputado federal José Mentor (PT-SP) explicar o cancelamento de parte da agenda. Segundo o parlamentar, a mudança de planos ocorreu porque "a acusação foi muito forte de ontem para hoje". "A campanha eleitoral já começou", afirmou Mentor.
Além de Marília, Alexandre Padilha também deveria percorrer as cidades de Paraguaçu Paulista, Assis e Ourinhos.

Alvo de investigação, José Aníbal diz que procurador-geral 'cometeu ato leviano' Rodrigo Janot pediu ao Supremo autorização para abrir inquérito contra deputado tucano em caso do cartel de trens e metrô em São Paulo

O deputado federal José Aníbal (PSDB-SP) rebateu nesta sexta-feira, 25, as denúncias apresentadas pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para pedir ao Supremo Tribunal Federal (STF) que dê continuidade às investigações contra ele na ação sobre formação de cartel dos metrôs de São Paulo. Aníbal deixou o cargo de secretário estadual de Energia de São Paulo no início deste mês, quando reassumiu o mandato de deputado federal. Segundo ele, Janot foi leviano e cometeu erros graves no pedido de investigação.
No início de abril, o procurador-geral enviou um ofício ao ministro do STF Marco Aurélio Mello apresentando indícios contra o parlamentar. Segundo ele, ex-diretor da Siemens Everton Rheinrheimer, delator do cartel, apontou, em depoimento, "indícios de envolvimento do deputado federal José Aníbal, na medida em que relata ter sido avisado que, com a saída de Rodrigo Garcia da presidência da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo, deveria passar a tratar com o deputado José Aníbal, que passara a ser responsável pelos contatos políticos e pagamentos de propina".
Além de Aníbal, o procurador afirmou ter encontrado indícios de envolvimento de Rodrigo Garcia (DEM), também deputado federal licenciado e, até abril, secretário de Desenvolvimento de São Paulo. A saída de Garcia e Aníbal do governo paulista ocorreram durante a reforma do secretaria realizada por Alckmin.
De acordo com Aníbal, a denúncia foi fundamentada sobre uma falha básica, mas grave, que poderia ser corrigida com uma busca simples na internet. Ele afirma que nunca foi deputado estadual e, portanto, é impossível que tenha ocupado o cargo na comissão da Assembleia. "Eu nunca fui deputado estadual, nunca, nem candidato. No entanto, é inacreditável que, com base nisso, o procurador-geral da República encaminhe para o ministro Marco Aurélio, pedindo que prossiga a investigação sobre mim, porque existem indícios que possam me comprometer", protestou.
O nome de Aníbal surgiu nas denúncias no fim de 2013, quando um documento apócrifo que o citava foi entregue pelo deputado estadual petista Simão Pedro (SP) ao ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, e posteriormente repassado à Polícia Federal. À época, o deputado disse que o documento era falso e havia sido adulterado para que seu nome fosse incluído.
Em seu pronunciamento para um plenário vazio na manhã desta sexta, o deputado chamou Cardozo de prevaricador, Simão Pedro de falsário e Everton Rheinrheimer de bandido. Ele acusa o PT de plantar denúncias contra o PSDB. "Esse é um novo dossiê petista contra adversários políticos para difamar, jogar lama e tentar destruir a reputação de oposicionistas", disse o parlamentar, que vai esperar uma decisão do ministro Marco Aurélio Mello para avaliar quais procedimentos tomar.
Aníbal disse ainda que não tem nenhum problema em participar de acareações e depoimentos sobre o caso e ressaltou que estará à disposição de uma possível CPI sobre o cartel de trens proposta pelo PT. "Pra mim seria uma excelente tribuna", disse.

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse nesta sexta-feira, 25, que deve ser investigado o suposto envolvimento do ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, com o Laboratório Labogen - controlado pelo doleiro Alberto Youssef, o Primo. A afirmação foi feita durante coletiva de imprensa em Mogi das Cruzes, na região metropolitana de São Paulo, onde Alckmin anunciou investimentos na área da saúde. "Acho que tem que ser explicado e investigado. Esse é um assunto federal, e não do Estado, mas é óbvio que tem de ter investigação", disse Alckmin ao ser questionado sobre o que pensava sobre as informações apontadas pelo relatório da Operação Lava Jato da Polícia Federal. Depois, perguntado se a denúncia teria reflexos nas eleições estaduais de outubro, o governador afirmou: "Não misturo essas coisas com as eleições". O relatório da PF sugere que o ex-ministro teria indicado o executivo para o laboratório controlado pelo doleiro Alberto Youssef, preso pela PF. Em 2013, o a empresa tentou obter um contrato milionário com o Ministério da Saúde. Em nota, o ex-ministro negou ter qualquer relação com o doleiro. "A prova maior disso é que nunca existiu contrato com a Labogen e nunca houve desembolso por parte do Ministério da Saúde", diz o texto. Marcus Cezar Ferreira de Moura havia trabalhado no Ministério da Saúde entre 26 de maio e 1.º de agosto de 2011. Foi assessor da coordenação de eventos na gestão de Padilha. O documento mostra ainda que Youssef, preso desde 17 de março de 2014, mantinha contatos com outros deputados do PT, além de André Vargas (PT-PR). A PF suspeita que o doleiro se encontrou com Vargas no apartamento funcional do ex-líder do governo na Câmara Cândido Vaccarezza (PT-SP), em Brasília. O ex-ministro não caiu na malha de grampos da PF e nem é investigado. "As evidências indicam que Vargas tinha interesse no processo de contratação do Labogen junto ao Ministério da Saúde", sustenta a PF. No trecho relativo ao ex-ministro da Saúde, a PF captou diálogos entre Youssef e Vargas - este chama Padilha de "Pad". No dia 26 de novembro de 2013, Vargas pede ao doleiro que reserve a melhor suíte de um hotel - Blue Tree - que pertence a Youssef, segundo a PF. O deputado diz que falou com o "PAD". "Ele vai marcar uma agenda comigo", diz Vargas. O doleiro responde: "ótimo". E elogia a atitude do deputado. "Precisamos estar presentes." A PF diz que o Labogen - com folha de pessoal de apenas R$ 28 mil - planejava arrecadar R$ 150 milhões com o negócio na Saúde, fornecimento de remédio para hipertenso. O contrato não chegou a ser assinado e, segundo o ministério, nenhum pagamento foi feito.

A liderança do DEM na Câmara dos Deputados anunciou na manhã desta sexta-feira que apresentará na próxima semana quatro requerimentos para que o ex-ministro da Saúde, Alexandre Padilha, e Marcus Cezar Ferreira de Moura, executivo que teria sido indicado pelo petista para o laboratório Labogen, prestem esclarecimentos em quatro comissões permanentes da Casa. A oposição deve protocolar os convites nas Comissões de Fiscalização Financeira e Controle, Desenvolvimento Econômico, Seguridade Social e Família e Segurança Pública.
Relatório da Operação Lava Jato da Polícia Federal sugere que o ex-ministro, hoje pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, teria indicado o executivo para o laboratório controlado pelo doleiro Alberto Youssef. Em 2013, o laboratório tentava obter um contrato milionário com o Ministério da Saúde.

Alckmin defende investigação de ligação de Padilha com doleiro Relatório da PF sugere que ex-ministro e pré-candidato do PT ao governo de SP teria indicado executivo para empresa controlada por doleiro

O governador de São Paulo, Geraldo Alckmin (PSDB), disse nesta sexta-feira, 25, que deve ser investigado o suposto envolvimento do ex-ministro da Saúde Alexandre Padilha, pré-candidato do PT ao governo de São Paulo, com o Laboratório Labogen - controlado pelo doleiro Alberto Youssef, o Primo. A afirmação foi feita durante coletiva de imprensa em Mogi das Cruzes, na região metropolitana de São Paulo, onde Alckmin anunciou investimentos na área da saúde.
"Acho que tem que ser explicado e investigado. Esse é um assunto federal, e não do Estado, mas é óbvio que tem de ter investigação", disse Alckmin ao ser questionado sobre o que pensava sobre as informações apontadas pelo relatório da Operação Lava Jato da Polícia Federal. Depois, perguntado se a denúncia teria reflexos nas eleições estaduais de outubro, o governador afirmou: "Não misturo essas coisas com as eleições".
O relatório da PF sugere que o ex-ministro teria indicado o executivo para o laboratório controlado pelo doleiro Alberto Youssef, preso pela PF. Em 2013, o a empresa tentou obter um contrato milionário com o Ministério da Saúde.
Em nota, o ex-ministro negou ter qualquer relação com o doleiro. "A prova maior disso é que nunca existiu contrato com a Labogen e nunca houve desembolso por parte do Ministério da Saúde", diz o texto.
Marcus Cezar Ferreira de Moura havia trabalhado no Ministério da Saúde entre 26 de maio e 1.º de agosto de 2011. Foi assessor da coordenação de eventos na gestão de Padilha.
O documento mostra ainda que Youssef, preso desde 17 de março de 2014, mantinha contatos com outros deputados do PT, além de André Vargas (PT-PR).
A PF suspeita que o doleiro se encontrou com Vargas no apartamento funcional do ex-líder do governo na Câmara Cândido Vaccarezza (PT-SP), em Brasília. O ex-ministro não caiu na malha de grampos da PF e nem é investigado. "As evidências indicam que Vargas tinha interesse no processo de contratação do Labogen junto ao Ministério da Saúde", sustenta a PF.
No trecho relativo ao ex-ministro da Saúde, a PF captou diálogos entre Youssef e Vargas - este chama Padilha de "Pad". No dia 26 de novembro de 2013, Vargas pede ao doleiro que reserve a melhor suíte de um hotel - Blue Tree - que pertence a Youssef, segundo a PF. O deputado diz que falou com o "PAD". "Ele vai marcar uma agenda comigo", diz Vargas. O doleiro responde: "ótimo". E elogia a atitude do deputado. "Precisamos estar presentes."
A PF diz que o Labogen - com folha de pessoal de apenas R$ 28 mil - planejava arrecadar R$ 150 milhões com o negócio na Saúde, fornecimento de remédio para hipertenso. O contrato não chegou a ser assinado e, segundo o ministério, nenhum pagamento foi feito.

Coronel é encontrado morto no Rio Em março, Paulo Malhães prestou depoimento à Comissão Nacional da Verdade em que relatou participação em prisões e torturas durante a ditadura militar, entre elas a do deputado Rubens Paiva

O coronel reformado do Exército Paulo Malhães foi encontrado morto na manhã desta sexta-feira, 25, no sítio em que morava em Nova Iguaçu (cidade na Baixada Fluminense). O corpo apresentava marcas de asfixia, segundo a Polícia Civil.
Malhães prestou depoimento em março à Comissão Nacional da Verdade em que relatava ter participado de prisões e torturas durante a ditadura militar. Dias antes, à Comissão Estadual da Verdade do Rio, afirmou ter sido um dos chefes do grupo envolvido com a prisão do ex-deputado Rubens Paiva, morto sob tortura em dependências do Exército em 1971. Na ocasião, admitiu ter participado da operação de sumiço do corpo do parlamentar, mas ao falar à Comissão Nacional voltou atrás nas declarações e negou envolvimento no caso.
De acordo com o relato da viúva do coronoel Cristina Batista Malhães, três homens invadiram o sítio de Malhães na noite desta quinta-feira, 24, à procura de armas. O coronel seria colecionador de armamentos, disse a mulher aos policiais da Divisão de Homicídios da Baixada que estiveram na propriedade.
Cristina disse que ela e o caseiro foram amarrados e trancados em um cômodo, das 13h às 22h desta quinta-feira pelos invasores.
Em seu blog, o coronel reformado do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra, afirmou que Malhães foi assassinado e, no mesmo texto, lembrou a morte de outro coronel, também ex-agente da ditadura, Júlio Miguel Molina Dias, ocorrida em 2012. Ustra comandou o DOI-CODI, em São Paulo, entre 1970 e 1974. No fim de março, durante atos que lembraram os 50 anos do golpe militar, Ustra foi alvo de manifestações de grupos de direitos humanos que pedem a punição de ex-agentes da ditadura.

Coronel é encontrado morto no Rio

Vamos que vamos....


Crivella no 'É Notícia': Se a popularidade de Dilma cair a 30%, Lula será o candidato

O senador Marcelo Crivella (PRB-RJ), pré-candidato ao governo do Rio de Janeiro, disse em entrevista ao programa "É Notícia", da RedeTV!, que se a popularidade da presidente Dilma Rousseff ficar abaixo dos 30%, o ex-presidente Lula pode se tornar o candidato do PT nas eleições. "Com 35%, a presidente ganha folgado. Mas se chegássemos abaixo dos 30%, 25% e se os candidatos que estão aí colocados crescessem - porque hoje quem está crescendo são os indecisos - eu acho que a própria presidente Dilma seria a primeira a dizer [para Lula ser o candidato]. Se o presidente Lula puder e tiver condições de disputar e ganhar, nós o apoiaremos."



Em entrevista a José Roberto de Toledo, o senador disse que a baixa popularidade do ex-governador Sérgio Cabral compromete a eleição de seu sucessor, Luiz Fernando Pezão. "O governador Cabral é muito mal avaliado. Eu diria que se espera no Rio o fim dessa administração com mais expectativa do que se espera a Copa do Mundo. Se Pezão se eleger, será um milagre tipo Moisés abrindo o Mar Vermelho."

http://www.redetv.uol.com.br/jornalismo/portaljornalismo/Noticia.aspx?118%2C4%2C601207%2C102%2CCrivella-no-E-Noticia-Se-a-popularidade-de-Dilma-cair-a-30-Lula-sera-o-candidato

Estão querendo trazer políticos de fora para pegar nossos votos, vamos ficar atentos...


Qual a emenda que este politico fez para Caraguatatuba?
Novamente a historia esta se repetindo.... 

Se quer os nossos votos tem que pelo menos vir na cidade conhecer e fazer algo pela nossa saúde, educação segurança e outros...

Serviço público municipal de Caraguatatuba é mal avaliado, diz enquete realizada pelo Blog do Guilherme Araújo

Enquete realizada entre os dias 04 de fevereiro a 20 de abril de 2014 através do Blog do Guilherme Araújo com 2,5 (duas mil e quinhentas) Caiçaras em diversos bairros do município de Caraguatatuba aponta que 81% dos Caiçaras preferem uma melhora nos serviços públicos e a redução dos gastos públicos com cargos comissionados. Mesmo assim, 78% concordam que os impostos municipais são mais altos do que deveriam como IPTU, Taxa de iluminação e calçamento de ruas.

Os entrevistados disseram ser favoráveis à oferta gratuita de serviços públicos - de hospitais (91%) até internet (54%), passando por educação, universidade, creche, remédios e transporte. Mas não basta gratuidade, é preciso também melhorar a qualidade. A nota dada pelos entrevistados para a segurança é a mais baixa: 3,64. A situação não melhora na avaliação de educação pública (4,56), saúde (3,73) e transporte (3,87).


Para 67%, a vida melhorou no último ano, e esse avanço foi fruto do esforço pessoal (52%) e de Deus (31%). Só 2% creditam a melhora ao governo Municipal e seus serviços. 

"Os Caiçaras estão chamando para si a responsabilidade pela melhora de vida e esperam um governo que seja plataforma para esse avanço", avalia o consultor de negócios e políticas e sócio-diretor do Blog do Guilherme Araújo e Radio Caraguá Mix, Guilherme Araújo.

I Noite do Caldinho dos Amig@s!!‏


Casal é pichado por moradores do Guarujá após escrever em pedra Os dois foram pintados com tinta preta; ninguém registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil, mas várias pessoas filmaram a cena

A comunidade da Prainha Branca, em Guarujá (SP), tem orgulho da sua paisagem exuberante, quase intacta em razão do difícil acesso, que só pode ser feito de barco. Talvez por esta razão não poupou o casal de jovens turistas, que tentou marcar presença no último domingo de Páscoa, 20, pintando uma rocha isolada no meio de uma ilhota, que só pode ser atingida quando a maré está baixa.
O rapaz e a moça tentavam pintar "ABC" na pedra, como indicativo de sua região de procedência, na Grande SP. Mas eles foram avistados por um grupo de rapazes que jogava futebol em um campinho próximo. O grupo então se reuniu e resolveu castigar os turistas, que foram pichados com tinta preta, sob as vaias dos moradores e banhistas.
A ocorrência não foi registrada na polícia: nem por parte do casal de turistas e nem pelos moradores. Mas os banhistas que costumam frequentar o local, assim como as pessoas que acampam na área, registraram a cena à beira-mar e postaram as imagens nas redes sociais.
Para a polícia, a ação não deve ser estimulada e o fato deveria ser denunciado de imediato.
"Com a distância da cidade e as dificuldades de acesso, dificilmente a polícia chegaria ao local, em tempo de reprimir a ação dos vândalos", avaliou um antigo morador da Prainha Branca, que criticou a ação de visitantes que 'depredam o local e deixam muito lixo na areia e nas trilhas a caminho do local'.

Os dois foram pintados com tinta preta; ninguém registrou boletim de ocorrência na Polícia Civil, mas várias pessoas filmaram a cena (© Reprodução Facebook)

Geisa Vitorino comemora três anos de Jungle Fight com ensaio sensual Geisa Vitorino comemora três anos de Jungle Fight com ensaio sensual

Geisa Vitorino comemora três anos de Jungle Fight com ensaio sensual - 1 (© Toddy Holland)

Geisa Vitorino completou três anos de Jungle Fight neste início de abril e, para comemorar, a loira deu vida a um ensaio sensual exclusivo para a Ag. Fight. Pelas lentes do fotógrafo Toddy Holland, a ring girl provou que beleza não falta...

Geisa Vitorino comemora três anos de Jungle Fight com ensaio sensual - 1 (© Toddy Holland)

Campeã de fisiculturismo, Geisa se firmou como ring girl oficial do Jungle Fight ainda em 2011, antes mesmo do UFC retornar ao Brasil. Muito sarada, a loita caiu no gosto do público nacional

Geisa Vitorino comemora três anos de Jungle Fight com ensaio sensual - 1 (© Toddy Holland)

No mês passado, Geisa esteve em Natal para ver a edição do UFC por lá e aproveitou para ser clicada por Toddy Holland neste ensaio especial

Geisa Vitorino comemora três anos de Jungle Fight com ensaio sensual - 1 (© Toddy Holland)

Acostumada a trabalhar com o corpo, Geisa mostrou desenvoltura ao posar apenas de biquíni para o fotógrafo

Geisa Vitorino comemora três anos de Jungle Fight com ensaio sensual - 1 (© Toddy Holland)

Atualmente, Geisa divide as atenções no Jungle Fight com a morena Syllvia Andrade, mas segue caindo nas graças da plateia

Geisa Vitorino comemora três anos de Jungle Fight com ensaio sensual - 1 (© Toddy Holland)