GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer

GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer
Desde o início de suas atividades, em 1996, o GACC - então Grupo de Apoio à Criança com Câncer - existe para aumentar a expectativa de vida e garantir a oferta e a qualidade global do tratamento oferecido integral e indistintamente a crianças e jovens com câncer, diagnosticados com idades entre 0 e 19 anos incompletos, independente de sexo, cor, religião ou posição socioeconômica.

quinta-feira, 29 de maio de 2014

Crivella comemora aprovação do adicional de periculosidade para motociclistas profissionais‏

Crivella comemora aprovação do adicional de periculosidade para motociclistas profissionais

O senador Marcelo Crivella comemorou nesta terça-feira (27), a aprovação do projeto de sua autoria, que modifica a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT), para considerar perigosa a atividade dos trabalhadores em motocicleta.

O projeto 2865/11 inclui as atividades como de mototaxista, motoboy e carteiros, entre aquelas consideradas perigosas. Conforme prevê a CLT, os profissionais que exercem ocupações de risco têm direito ao adicional de 30% sobre o salário.

“A cada 20 minutos um motociclista morre no país, a cada um minuto e meio outro fica sequelado. É como se todo mês um Boeing 777-300 lotado (368 passageiros mais tripulação) caísse no Brasil. Com o dinheiro a mais do adicional, os motoboys poderão, entre outras coisas, comprar botas e casacos melhores, aumentando sua proteção no trânsito”, ressaltou Crivella.

Além dos acidentes, que causam lesões principalmente nos membros inferiores, na coluna e na cabeça, muitos motociclistas desenvolvem doenças crônicas por exposição permanente às variações térmicas, inalação de poeira, gases, vapores; lesão por esforço repetitivo; contato de nariz, boca e olhos a microrganismos presentes no ar e no solo.

 Como resultado, muitos ficam incapacitados e até mesmo morrem por conta do uso prolongado desses veículos. Estes não entram nas estatísticas, já elevadíssimas, de mortos e vítimas de “acidentes” atendidos no sistema de saúde.

O relator da matéria, senador Romero Jucá defendeu a importância do projeto destacando que a profissão de moto
 
boy tornou-se atividade de risco em todas as cidades brasileiras.
 

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