"Evidentemente que vou usar mais segurança quando sair na rua, mas nunca tive medo de nada. Não tenho medo de ameaça e nem de cara feia. Acho que quem está fazendo isso, não sei qual é o objetivo. Mas não me faz medo. Não vou recuar de nada", declarou.
Gilvan Tavares deixou claro que Marcelo Oliveira só não será o técnico do Cruzeiro em 2013, se o próprio treinador desistir. "Ele é o nome. Não vou desistir pela rejeição. Se o Marcelo, por acaso, quiser desistir, ele tem total liberdade. Não vamos forçar nada. Mas acho que vai haver o acerto", disse.
Questionado sobre as ameaças que vem recebendo, Gilvan explicou que elas são feitas por telefone e por dois torcedores, que sempre marcam presença em frente ao carro do presidente e protestam usando, inclusive, de violência. O dirigente condenou as atitudes e afirmou que pretende mudar o número de telefone.
"Até ameaça de morte eu já sofri. Ignorância. E é por telefone. Vou ter que mudar meu número, pedir para sair da lista telefônica. Tem dois torcedores, e só dois, que até mesmo com vitórias eles vêm para cima. Param em frente ao meu carro, começam a bater nele, xingar", afirmou.
Com 46 pontos na 10ª colocação do Campeonato Brasileiro, o Cruzeiro não tem mais ambições na competição e já pensa no planejamento do ano que vem. Na próxima rodada, a equipe mineira enfrenta o campeão Fluminense no Engenhão, onde o time carioca fará a festa do título.
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