GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer

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Desde o início de suas atividades, em 1996, o GACC - então Grupo de Apoio à Criança com Câncer - existe para aumentar a expectativa de vida e garantir a oferta e a qualidade global do tratamento oferecido integral e indistintamente a crianças e jovens com câncer, diagnosticados com idades entre 0 e 19 anos incompletos, independente de sexo, cor, religião ou posição socioeconômica.

sábado, 30 de janeiro de 2016

Mais cinco viaturas reforçam policiamento em Caraguá e São Sebastião‏

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O Governo do Estado de São Paulo entregou cinco viaturas da Polícia Militar para reforçar o policiamento ostensivo nas cidades de São Sebastião e Caraguatatuba. A entrega dos veículos ocorreu na manhã desta sexta-feira (29), na Praça da Cultura, no Centro. A Prefeitura de Caraguatatuba também destinou quatro veículos para atuarem na Atividade Delegada.
A cerimônia contou com a participação do prefeito Antonio Carlos da Silva; da comandante do Comando de Policiamento do Interior (CPI-1), coronel PM Eliane Nikoluk Schachetti; do comandante interino do 20º Batalhão de Policia Militar do Interior (20º BPMI), Major PM Adalto Martins da Silva; do subcomandante do 20º BPMI, Major PM César Eduardo Ferreira; do secretário de Trânsito, Segurança e Defesa Civil, João Batista Amandes; do vereador Wenceslau de Souza Neto; e do diretor de Defesa Civil, Oduvaldo Romano, além de secretários municipais e policiais militares (praças e oficiais).
O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Segurança Pública, entregou dois modelos Chevrolet TrailBlazer (Força Tática) e três Chevrolet Spin. A Prefeitura de Caraguá adquiriu quatro automóveis Volkswagen Gol para os policiais que prestam serviço o Município nos dias de folga pela Atividade Delegada.  
Para a comandante de Policiamento do Interior (CPI-1), coronel PM Eliane Nikoluk Schachetti, a segurança pública exige uma visão holística. “Envolve um conjunto de valores de cidadania, educação, infraestrutura e saúde. O Estado reforça o policiamento para prevenir crimes.”
O prefeito Antonio Carlos reconheceu as dificuldades enfrentadas pela Polícia Militar no cotidiano. “A prefeitura está à disposição para parcerias com a PM. Que Deus ilumine vocês para terem êxito no trabalho”.
A cerimônia de entrega das viaturas também foi marcada por homenagens a policiais militares que se destacaram no desempenho da função.

Thábata Mendes é criticada na web por look usado em show da XCalypso

Thábata Mendes

Thábata Mendes desagradou alguns fãs da  XCaly pso  por causa de seu visual, no último fim de semana. Isso porque durante apresentação em Tibau, no Rio Grande do Norte, a cantora usou um look considerado impróprio pelos admiradores da banda: um maiô preto cavado.
Assim que publicou na web uma imagem da apresentação, a loira foi vítima de alfinetadas.  "Como você conseguiu ficar  à vontade usando essa roupa? Você é linda, canta muito, mas esse figurino...", avaliou uma internauta. Já outra disparou: "Mulher de Deus, bote uma sainha".
Contudo, houve também quem defendesse a artista: "Vocês querem que ela se vista igual a Joelma? Muito cafona!", destacou  uma seguidora, fazendo referência à ex-esposa de Ximbinha.

Caixa é obrigada a trocar agência de publicidade

Caixa Econômica Federal: Licitação da Caixa, em 2012, previa 4 agências

A Caixa Econômica Federal foi obrigada pela Justiça a colocar a agência de publicidade Propeg no lugar da Borghi-Lowe, descartada pelo envolvimento nas investigações da Operação Lava Jato. Dono de uma das três maiores contas de publicidade do País, o banco estatal gasta R$ 500 milhões por ano em publicidade. A verba é dividida entre quatro agências.
A licitação dessa conta de publicidade foi feita em 2012. Pelo edital, a Caixa selecionaria quatro empresas que manteriam a concorrência interna entre elas pelo período do contrato, com vigência de um ano e possibilidade de renovação por até cinco anos (até 2018). As quatro vencedoras da licitação apresentam propostas ao banco durante esse período e são remuneradas por cada trabalho.
No ano passado, a Caixa renovou com três agências: Heads Propaganda, Nova S/B Comunicação e Artplan Comunicação, deixando de fora a Borghi-Lowe, primeira colocada no processo de seleção.
O diretor da Borghi-Lowe em Brasília, Ricardo Hoffmann, que estava preso desde abril de 2015, foi solto neste mês. Ele foi condenado, em setembro, a 12 anos e 10 meses de prisão acusado de pagar propina ao ex-deputado federal André Vargas por propina de ao menos R$ 1,1 milhão em contratos de publicidade firmados com a Caixa e o Ministério da Saúde.
A Caixa repassou R$ 949 milhões por dois contratos a Borghi-Lowe. Além do firmado em 2013, a instituição tinha sido cliente da agência entre agosto de 2008 e abril de 2013, junto com as agências Fischer&Friends e a Nova S/B.
Quinta colocada na disputa, a Propeg entrou na Justiça solicitando ser colocada no lugar da Borghi-Lowe e obteve sucesso. Em nota, a Caixa disse que cumprirá a decisão judicial e continuará recorrendo às instâncias superiores.
O argumento aceito pela Justiça foi que o edital de seleção das agências previa a contratação de quatro empresas para ficar com a conta. “Buscamos manter o princípio da concorrência que estava no edital. Ao excluir uma das agências, houve um desequilíbrio na divisão da verba, como estava proposto na licitação”, diz Lula Costa Pinto, vice-presidente da Propeg, agência baiana que faz parte do Grupo PPG, terceiro maior do País.
Regra. A licitação da conta da Caixa foi feita com base na lei que regula especificamente a contratação de agências de publicidade no governo federal, cujo autor é hoje o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
A norma diz que é preciso contratar mais de uma empresa para a prestação do serviço para manter um clima de competição contínua entre as concorrentes, com o objetivo de oferecer preços mais baixos para a administração pública. “Esse foi o grande aprendizado do mensalão, deixar esse processo mais republicano”, diz Rodrigo Mudrovich, advogado da Propeg.
No mensalão, a agência de publicidade DNA Propaganda, de Marcos Valério, foi utilizada como o principal instrumento para o esquema de pagamento de propina a parlamentares.

Sítio em Atibaia recebeu entrega de barco em nome de mulher de Lula

O sítio em Atibaia (SP) frequentado pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva serviu como endereço de entrega de um barco comprado por sua mulher, Marisa Letícia, em 2013. Neste sábado. Novo alvo de investigação da Operação Lava-Jato, o imóvel está registrado em nome de Fernando Bittar e Jonas Suassuna, ambos sócios de Fábio Luis Lula da Silva, o Lulinha, filho de Lula, na empresa Gamecorp. Na sexta-feira, o ex-presidente admitiu que frequenta o local desde que deixou a Presidência, em 2010.
A embarcação, modelo Squalus 600, da marca Levefort, foi adquirida em 27 de setembro daquele ano, por R$ 4.126, e entregue no sítio. A nota fiscal da compra leva o nome de Marisa Letícia Lusa da Silva. Segunda a "Folha de S. Paulo", a venda foi concretizada pela loja Miami Náutica, que fica no bairro do Ipiranga, em São Paulo.
LULA E MARISA SÃO INTIMADOS A DEPOR
Suspeito do crime de ocultação de patrimônio, o ex-presidente Lula foi intimado na sexta-feira a depor sobre o caso do tríplex no Guarujá. É a primeira vez em que ele será ouvido como investigado desde o início do escândalo da Lava-Jato, que agora avança sobre o sítio em Atibaia.
Promotor de Justiça de São Paulo, Cássio Conserino marcou o interrogatório do ex-presidente e da ex-primeira-dama Marisa Letícia para o próximo dia 17. Também serão ouvidos o empreiteiro Léo Pinheiro, ex-presidente da OAS, e o engenheiro Igor Pontes, que acompanhou o casal numa vistoria ao apartamento durante a reforma. O tríplex, que pertenceu à família do ex-presidente, recebeu uma reforma de cerca de R$ 800 mil paga pela construtora OAS, em 2010.
DOCUMENTO CONTESTA DEFESA DE LULA
Quando assinou contrato com a Bancoop para obter o tríplex no Guarujá, a mulher do ex-presidente Lula, Marisa Letícia, sabia que unidade estava comprando. Dois termos de adesão ao empreendimento obtidos pelo GLOBO, assinados por outros compradores do mesmo edifício, mostram que o número de cada apartamento constava dos registros iniciais de comercialização.
Nos últimos dias, a defesa do ex-presidente tem sustentado que a família de Lula não teria adquirido um apartamento, mas cota do empreendimento, que somente “ao final da obra” passaria “a equivaler a uma unidade”. Os documentos mostram que no caso do edifício do ex-presidente, quem aderia ao empreendimento já sabia a que apartamento teria direito.

OAS gastou R$ 380 mil com mobília para cozinha e quarto de tríplex que Lula diz não ser dele

Fachada do condomínio Solaris, no Guarujá.

A construtora OAS pagou até mesmo eletrodomésticos da cozinha de um tríplex do Guarujá, no litoral de São Paulo, que pertenceria ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo investigadores, a empresa adquiriu geladeira, no valor de R$ 10 mil; microondas (R$ 5 mil); tampo de pia de resina americana que tem design moderno (R$ 50 mil), e forno elétrico (R$ 9 mil), do imóvel que está sob investigação da Operação Lato e do Ministério Público de São Paulo por suspeita de ter sido usado como pagamento de propina.
A cozinha e o quarto teriam custado à empreiteira R$ 380 mil.Oficialmente o imóvel está em nome da OAS, mas a Promotoria vê indícios de que pertence ao ex-presidente e sua mulher, Marisa Letícia. Os advogados de Lula afirmam que o ex-presidente não é dono do tríplex.
O promotor de Justiça Cássio Conserino, do Ministério Público de São Paulo, intimou o casal Lula para prestar depoimento 'como investigados' sobre o tríplex no próximo dia 17. O promotor já tomou depoimentos de testemunhas que revelaram a presença de Marisa supervisionando a obra. Todo o apartamento foi reformado pela construtora em obra que teria custado R$ 777 mil, segundo um sócio da Talento Engenharia, contratada pela OAS, empreiteira alvo da Operação Lava Jato sob a acusação de ter repassado propina a políticos e dirigentes da Petrobrás.
Os eletrodomésticos da cozinha do tríplex, segundo investigadores, foram adquiridos pela OAS na loja Kitchens na Avenida Faria Lima, em São Paulo. Um sítio em Atibaia, interior de São Paulo, que também pertenceria ao ex-presidente Lula, recebeu cozinha da mesma marca que custou R$ 180 mil.
A contratação da Kitchens pela OAS para mobiliar o apartamento 164-A foi revelada pelo site O Antagonista. O site também informa que a cozinha do sítio foi bancada pela mesma empreiteira e, nesse caso, paga em dinheiro vivo.
Lula e Marisa.
A reforma no tríplex foi realizada entre abril e setembro de 2014, quando Lula já havia deixado a presidência. Se comprovado que o petista omitiu o imóvel de sua declaração de bens, o próximo passo é saber a razão. Uma das hipóteses é a necessidade de encobrir suposto pagamento por tráfico de influência, uma vez que Lula teria renda para comprar o imóvel. O ex-presidente tem reiterado que após deixar o governo sua única atividade remunerada é a de palestrante. Ele também nega fazer lobby para empresas.
No total, as cozinhas do tríplex e do sítio custaram R$ 312 mil. Incluindo os armários do tríplex, a conta chega a R$ 560 mil. Segundo uma fonte com acesso aos dados relacionados à compra, a Kitchens vendeu ainda para o apartamento, armários do dormitório, lavanderia e banheiro. Com a entrada da OAS em recuperação judicial, a empresa Kitchens ficou no prejuízo e não recebeu a última parcela de R$ 33 mil referente à cozinha do tríplex. A loja vai tentar receber o valor na Justiça.
Documentos obtidos pelo Estado revelam que a OAS também financiou outros itens do apartamento comprados no mercado de luxo. Uma escada caracol custou R$ 23.817,85. Outra, que dá acesso à cobertura, R$ 19.352.O porcelanato para as salas de estar, jantar, TV e dormitórios foi estimado em R$ 28.204,65.
O rodapé em porcelanato, R$ 14.764,71. O deck para piscina, R$ 9.290,08. O elevador comprado oferece a possibilidade de ser personalizado, com acabamento à escolha do cliente, e custou R$ 62.500.
O ex-presidente Lula tem sustentado que não é dono do tríplex nem do sítio em Atibaia. Seus defensores são enfáticos. "Lula nunca escondeu que sua família comprou, a prestações, uma cota da Bancoop, para ter um apartamento onde hoje é o edifício Solaris. Isso foi declarado ao Fisco e é público desde 2006. Ou seja: pagou dinheiro, não recebeu dinheiro pelo imóvel. Para ter o apartamento, de fato e de direito, seria necessário pagar a diferença entre o valor da cota e o valor do imóvel, com as modificações e acréscimos ao projeto original. A família do ex-presidente não exerceu esse direito. Portanto, Lula não ocultou patrimônio, não recebeu favores, não fez nada ilegal. E continuará lutando em defesa do Brasil, do estado de direito e da democracia."

Lula move 15 ações contra jornalistas e personalidades



Nesta semana, o número de ações cíveis e criminais movidas pelo ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva contra jornalistas e personalidades por afirmações que considera injuriosas ou ofensivas chegará a 15. Os processos tramitam em tribunais de SP, do Rio e de Brasília.
De acordo com a colunista Mônica Bergamo, da Folha de S. Paulo, Lula anunciou, na sexta-feira, a recente iniciativa: ele interpelará João Doria Jr., pré-candidato tucano a prefeito de São Paulo.
No entanto, Doria destacou que não irá recuar das afirmações que fez em um debate em que disse que o ex-presidente é "um sem-vergonha, um cara de pau" e que pediria ao juiz Sergio Moro para "adiar" eventual prisão do petista.
A colunista refere que Lula disse recentemente que vai "processar todo mundo". O advogado do ex-presidente, Cristiano Martins, ressaltou que a decisão foi tomada há um ano. "Observamos que havia relação entre informações falsas que eram publicadas e a abertura de investigações contra o ex-presidente. Decidimos impugnar as próprias reportagens, além de buscar reparação à honra de Lula",

Irritado com governo, Delcídio pode aderir à delação premiada

<p>Senador teria ficado insatisfeito por não ter recebido qualquer apoio em favor de seu habeas corpus.</p>

Irritado com o governo, o PT e o ex-presidente Lula, que não teriam se movimentado em favor de seu habeas corpus, o senador Delcídio do Amaral pode aderir à delação premiada. Segundo a colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S. Paulo, a especulação é justificada pela contratação por parte do político do advogado Antonio Figueiredo Basto, especialista em acordos de colaboração com a Justiça.
Se efetivamente aderir à delação, Delcídio abrirá mão de defender seu mandato como senador, pois o acordo prevê a confissão de crimes.
Delcídio foi levado para a Polícia Federal de Brasília na manhã de 25 de novembro, na 21ª fase da operação Lava Jato, quando também foram presos seu chefe de gabinete Diogo Ferreira e o presidente do banco BTG Pactual, André Esteves.
Foto de Heuler Andrey.
O Complexo Médico-Penal, em Pinhais (região metropolitana de Curitiba) é onde estão detidos os políticos, ex-dirigentes da Petrobras e executivos de empreiteiras condenados na Operação Lava Jato.
A Folha destaca que entre os detentos estão o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, acusado de usar sua empresa de consultoria como fachada para intermediar propina da Petrobras, e Marcelo Bahia Odebrecht, herdeiro e principal executivo do quarto maior grupo privado do país até ser preso por ordem do juiz Sergio Moro em junho do ano passado.
As celas tem aproximadamente 12 metros quadrados e três presos – a proporção de 4 m² por prisioneiro é superior aos padrões da Corte Europeia de Direitos Humanos (3m² por pessoa).
A publicação explica que as cama são de cimento e há uma latrina rente ao chão, chamada pelos detentos de "boi", e um pequeno tanque. A luz natural entra por uma janela retangular pelo extremo oposto à porta do cubículo.
A sala de banho é coletiva, com há quatro duchas que saem da parede. O chão é de cimento queimado.
No Complexo, os presos acordam às 6h30 e se recolhem às 22h.