GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer

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Desde o início de suas atividades, em 1996, o GACC - então Grupo de Apoio à Criança com Câncer - existe para aumentar a expectativa de vida e garantir a oferta e a qualidade global do tratamento oferecido integral e indistintamente a crianças e jovens com câncer, diagnosticados com idades entre 0 e 19 anos incompletos, independente de sexo, cor, religião ou posição socioeconômica.

quinta-feira, 13 de março de 2014

E da seção "limpando a sujeira herdada das quadrilhas que lesaram o clube anteriormente"...

Fla quita dívida que se arrastava desde 2004 com ídolo Petkovic

Segundo diretor jurídico Bernardo Accioly, clube efetuou o pagamento da última parcela do acordo no dia 28 de fevereiro. Dívida inicial era de R$ 17 milhões


O departamento jurídico do Flamengo encerrou uma dívida que assombrava os cofres do clube desde 2004, com valor inicial de R$ 17.121.805,02. O litígio com Petkovic se arrastou por anos e, em 2009 e 2010, novos acordos foram feitos após o jogador acenar com a execução total do montante e o total a pagar ficou em R$ 10 milhões. De acordo com o atual diretor jurídico do clube, Bernardo Accioly, o Flamengo depositou desde o acerto em 2010 cerca de R$ 8,5 milhões na conta pessoal de jogador e o restante foi de honorários para os advogados, com pagamento também contemplado no documento. Desse total, R$ 2.913.000,00 sobraram para a gestão atual. 

- O acordo que tenho aqui foi de outubro de 2010. A última parcela foi quitada em fevereiro, a gestão cumpriu todos os pagamentos. Nessa gestão pagamos quase três milhões, mas acabou, menos um. Isso falando de acordos cíveis - disse Accioly.
Petkovic, técnico do sub-23 do Atlético-PR (Foto: Site oficial do Atlético-PR/Divulgação)Petkovic atualmente treina o time sub-23 do Atlético Paranaense (Foto: Site oficial do Atlético-PR/Divulgação)


O acordo de 2009 foi celebrado em meio a muita polêmica. Além do problema jurídico - o diretor Ércio Braga chegou a pedir demissão por considerar o trato lesivo ao clube e se recusar a assinar -, o jogador acertava também um contrato para voltar a defender o Flamengo. O clube pagaria uma parcela de R$ 600 mil e outras 47 de R$ 200 mil ao atleta.

- Botei o cargo à disposição na época porque considerei o acordo lesivo. O valor negociado ficou bem acima do de débito. O Flamengo ainda pagou os honorários do advogado dele. Um absurdo - disse Ércio Braga ao GloboEsporte.com em reportagem publicada em 2012.

Com respaldo do então presidente em exercício Delair Dumbrosk - Marcio Braga estava de licença -, Pet acertou o contrato e o acordo para a dívida. A chegada causou desconforto na Gávea, contribuindo para a saída do vice de futebol da época, Kléber Leite, que chegou a reconhecer o "erro" já no fim daquele ano quando Pet e Adriano lideraram o time que acabou hexacampeão brasileiro. 

No ano seguinte, Pet novamente alegou descumprimento e um novo trato foi firmado. Em junho de 2012, no programa "Tá na área", do Sportv, o sérvio reclamou dos atrasos de pagamento e explicou os dois acordos.

- Depois da dívida de 2009, fui realmente à Justiça, era uma cobrança da minha primeira passagem pelo Flamengo. Chegou realmente a esses valores. Na negociação, perdoei, abri mão de metade do dinheiro e fiz um acordo. Esse acordo foi descumprido em 2010. Fiz novo acordo, perdoando o Flamengo de novo. Agora estamos com essa pendência na Justiça ainda... O Flamengo paga, não paga, paga, não paga...


Em resumo:

"Obrigado, Klebe Leite, Marcio Braga, Helal, Edmundo, Velloso, Helinho, Gilbertinho, Patrícia (e "aspones, é claro"...) ... 

... se não fossem por vocês, o Flamengo não passaria por essa penúria financeira..."

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