GACC - Grupo de Assistência à Criança com Câncer

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terça-feira, 25 de maio de 2021

Bitcoin pode ‘ficar no chinelo’ diante do potencial de valorização de 3 criptos dos segmentos NFT e DeFi nos próximos anos; conheça

 

‘Só não ficará milionário na próxima década quem não quiser’: essa foi a fala do americano Erik Finman, que comprou bitcoin 10 anos atrás; embora nada seja garantido, ele pode estar certo diante da revolução que três criptos do mercado estão trazendo para a indústria do entretenimento e o sistema financeiro, entenda. 

bitcoin bateu sua máxima histórica de US$ 64,5 mil na última quarta-feira (14) e animou aqueles que apostaram na moeda lá atrás, em 2010. Afinal, quem colocou R$ 100 naquela época tem hoje mais de R$ 35 milhões na conta. O dinheiro de um café de padaria foi o suficiente para alguns chegarem no primeiro milhão.

Com os aportes milionários de investidores institucionais (bancos, redes de pagamento, grandes empresas, fundos de investimento e bilionários) nessa cripto, agregando valor ao ativo, analistas de mercado avaliam que ela pode chegar aos US$ 100 mil ainda neste ano, mas isso virou PECHINCHA perto do potencial de outros nichos do mercado de criptomoedas.

Há quem diga, aliás, que quem está olhando para essas transformações e investindo, que seja, R$ 100 hoje, tem potencial de acumular fortuna nos próximos 10 anos. Claro que nada é garantido, mas estamos no começo de uma nova década, com a chegada de novas tecnologias… e pode ter certeza: o mundo cripto, com mais de 8 mil ativos, está capturando essas transformações, assim como o fez dez anos atrás com o bitcoin. 

Nessa seara, três ativos que representam plataformas de empréstimos, derivativos e jogos se destacam. Eles foram selecionados pelo especialista em criptoativos André Franco, eleito um dos nomes mais importantes desse mercado pela Coin Telegraph Top50 e responsável pela carteira Crypto Legacy, que acumula 2.250,75% de valorização em criptomoedas nos últimos três anos, sendo mais de 160% só em 2021.

Você pode ler os relatórios sobre essas três criptos que vou falar logo abaixo, acessar plantões de dúvida e conhecer as 12 criptomoedas e fundos de criptoativos mais promissores para os próximos anos neste link. Mas, se preferir, pode continuar comigo abaixo para entender em detalhes o que está em jogo… 

É hora de olhar para o futuro: a ‘nova onda’ de mudança tecnológica está nos NFTs e DeFis

Assim como 10 anos atrás, quando o bitcoin surgiu como uma grande inovação com sua rede blockchain - hoje usada por grandes empresas de tecnologia -, agora temos projetos revolucionários nos subsegmentos NFT (tokens não-fungíveis) e DeFi (do inglês “finanças descentralizadas”), existentes há cerca de três anos. 

A sua atenção deve estar nesses nichos porque não param de “pipocar” oportunidades dentro deles. Para quem não sabe o que são NFTs e DeFi, eu já explico, mas antes quero que você tenha as dimensões dos números...

Para você ter ideia do que estou falando, um grupo de donos de empresas asiáticas de comércio eletrônico, por exemplo, resolveu criar um token DeFi para pagamentos e reserva de valor. A inovação levou o ativo a saltar cerca de 2.275% em dólares entre janeiro e abril de 2021 - meros R$ 1 mil viraram R$ 22 mil.

O mesmo vale para o segmento NFT. Um jogo que simula um universo paralelo e está na rede ethereum, permitindo que os jogadores criem ativos digitais na forma de NFTs para enviá-los ao mercado, já subiu 1.600% na moeda americana desde o começo do ano - R$ 1 mil viraram R$ 16 mil. 

E por que essas valorizações dos NFTs e DeFi estão acontecendo? O trio desses segmentos que pode multiplicar seu patrimônio 

O que você vai ler abaixo dificilmente vai encontrar por aí. Afinal, não se trata de notícias do momento ou achismos, mas, sim, alguns informações retiradas do relatório da série Crypto Legacy:

  • NFTs: o balde de ouro do entretenimento desta nova década… em especial um, que pode subir 200% nos próximos 9 meses

Os NFTs nada mais são que certificados digitais que dão exclusividade e originalidade a bens virtuais, como jogos, obras de arte, fotos, GIFs e até publicações nas redes sociais. 

Isso torna esses conteúdos escassos, elevando o valor deles. Assim, por meio dessa inovação, colecionadores, jogadores, artistas e outras figuras do entretenimento podem realizar leilões milionários, o que ajuda na valorização desse segmento e leva a altas expressivas de alguns criptoativos.

Para você ter uma ideia do efeito disso, enquanto ativos já consolidados no mundo cripto tiveram tímidos ganhos de 8% a 19% em abril, alguns tokens de plataformas NFT, indicados pelo analista André Franco, responsável pela Crypto Legacy, multiplicaram-se 64,92%, 89,94% e 309,1% no período – com potencial de subirem ainda mais com a capitalização cada vez maior de suas plataformas. 

Aliás, os números que vou mostrar abaixo deixam claro que essa pernada pode ser só o começo. 

Dados da ferramenta de análise de criptoativos DappRadar apontam que esse segmento vem caindo no gosto de usuários e investidores desde o fim do ano passado, com o aumento exponencial do volume de transações dos marketplaces de NFTs. Confira no gráfico abaixo:

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A banda King Of Leon, por exemplo, foi a primeira a oferecer um álbum inteiro em NFT, em março. No mesmo mês, o artista digital Beeple vendeu um token não-fungível por quase US$ 70 milhões numa plataforma NFT – um recorde desse mercado. 

“Os gamers, artistas e músicos vão cada vez mais se interessar pelo segmento como uma forma de ganhar dinheiro e se aproximarem dos seus fãs”, afirma Franco em relatório exclusivo da série Crypto Legacy.

Enquanto a indústria do entretenimento se beneficiava dessa revolução do mercado digital, investidores comuns que seguiram a recomendação de Franco multiplicavam o patrimônio em até quatro vezes com os tokens mais promissores para surfar esse ‘boom’. 

Um deles, por exemplo, tem potencial de subir 200% nos próximos 9 meses numa previsão conservadora. Desde que foi recomendada por André Franco na série Crypto Legacy, em janeiro de 2021, ela subiu mais de 1.000% (contra cerca de 100% do bitcoin).

Ou seja, R$ 1 mil nessa cripto viraram mais de R$ 10 mil em três meses. E, segundo o analista, este pode ser só o começo, visto que a plataforma deste token está para passar por melhorias estruturais que vão aumentar ainda mais seu potencial.

Além disso, ele é forte em países subdesenvolvidos, onde a população a usa para obter ganhos superiores ao salário mínimo, como é o caso das Filipinas.

“Essa situação é uma das responsáveis por ter feito desse token um dos mais populares da rede do ethereum, com mais de 23 mil usuários ativos mensais”, afirma André Franco. “A estimativa é que cerca de 80% dos usuários estejam em países em desenvolvimento como Filipinas, Indonésia e na região da América Latina”, completa (conheça aqui e saiba como capturar os possíveis lucros que esse cenário pode trazer).

Além disso, o Ethereum passou por atualizações e melhorias na última quarta-feira (14), o que pode levar os ativos que estão dentro dele a subirem exponencialmente daqui em diante...

  • DeFis: a transformação do sistema financeiro tradicional… e 2 criptoativos se destacam

Oriunda do inglês Decentralized Finance, a sigla se refere a serviços financeiros parecidos com o que estamos acostumados a ver no mercado tradicional, como empréstimos, seguros, transferências, pagamentos etc. 

A diferença é que tudo se dá 100% por criptoativos distribuídos em  plataformas de blockchain, como a ethereum, e sem vínculo com bancos, seguradoras ou outras instituições. Mas calma: assim como com ações você não precisa ser cliente da empresa listada em bolsa, com as DeFi você também não precisa movimentar dinheiro nas plataformas.

Em julho de 2020, duas delas foram indicadas por André Franco na série Crypto Legacy e se valorizaram, respectivamente, mais de 1.600% e 700% em reais, com potencial de subir mais. Meros R$ 1 mil se transformaram em até R$ 16,7 mil em questão de nove meses.

CONHEÇA AQUI OS DEFI NTFS QUE PODEM SE MULTIPLICAR EXPONENCIALMENTE DAQUI EM DIANTE

Dados mostram que as DeFi são uma tendência para o futuro. Segundo um estudo da Binance Research, o crescimento dessa tecnologia foi de 2.300% no ano passado, totalizando um milhão de usuários. Além disso, o valor investido nesta modalidade passou de US$ 697 milhões no fim de 2019 para US$ 16 bilhões em 2020. Hoje, esse número já passa dos US$ 40 bilhões.

Isso porque, como esses sistemas são descentralizados, eles não têm nenhum vínculo com bancos, seguradoras ou plataformas de crédito. Tudo funciona de indivíduo para indivíduo, tornando mais prático para as pessoas movimentarem dinheiro por essas plataformas, sem precisar de intermediários.

Muitas pessoas ao redor do mundo precisam transacionar dinheiro sem depender das grandes instituições. Um bom exemplo são os cidadãos de países que sofrem sanções econômicas dos Estados Unidos e têm acesso limitado a serviços bancários:

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