sexta-feira, 23 de agosto de 2013

E ai?

Daí você transou com o cara no primeiro encontro. Não interessa o motivo. Se a lua estava cheia e seu copo de caipirinha, vazio. Se o papo era bom e a pegada também. Se bancou a “bem-resolvida” e jurou nunca mais ver o fulano. Se leu algum livro de Marçal Aquino e acreditou que “o amor é sexualmente transmissível”. Nem importa se o sexo foi incrível ou perda de tempo (e de fluidos). O dia seguinte, querida, vai se resumir à espera desgraçada por um feedback: um email, uma mensagem, uma ligação. Ainda que seja apenas para afagar seu ego.

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