É lamentável que a mais alta corte de justiça
do país, o STF, julgue que a entidade não deve se posicionar em defesa
do colega Gilmar Mendes ou contra Lula. Entre a corte predomina o
entendimento de que o assunto foi pessoal, mas a partir desta análise
põe-se em dúvida a coerência e isenção dos togados, analisando – eles
sim – o ocorrido sobre uma visão pessoal para proteger Lula e não dentro
dos rigores da lei, já que houve tentativa de “suborno” de um ministro,
portanto, uma atitude criminosa diante da visão legal e não pessoal.
Dentro deste raciocínio como confiar em seus integrantes, pois o
atingido não foi isoladamente o ministro Gilmar, mas o STF como um todo.
E, com tal posição, ignoram, mais uma vez, que – politicamente – Lula
já se transformou num marginal perante as leis, desprezando-as com todas
suas atitudes e o STF dando carta branca e força para ele continuar
agindo como bem quiser e como sempre agiu, isto é, como qualquer ditador
que sempre está acima da lei.
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