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sábado, 26 de novembro de 2016

Presidente assume negociação política da PEC do Teto

Plenário durante discussão para votação de medidas anticorrupçãoO pedido de demissão do ministro Geddel Vieira Lima (Secretaria de Governo) foi a saída encontrada pelo Palácio do Planalto para tentar salvar o governo da crise política, que se agravou na última semana. O presidente Michel Temer deve escolher nas próximas horas o substituto de Geddel, seu amigo há quase 30 anos, e disse a aliados que ele próprio fará a coordenação política para a votação da PEC do Teto, considerada fundamental para o ajuste e a recuperação da economia.
Articulador político com o Congresso, o ministro sai do governo às vésperas da votação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que limita os gastos públicos, marcada para terça-feira no plenário do Senado.
Para tentar virar a página da crise, auxiliares de Temer têm minimizado o impacto nas votações no Congresso e dizem acreditar que a saída de Geddel ajudará a pacificar a crise. “Não é que acabe, mas acalma”, disse um interlocutor do presidente.
A operação para entregar a cabeça de Geddel foi articulada ainda na quinta-feira, após a divulgação do depoimento do ex-ministro da Cultura Marcelo Calero à Polícia Federal, no qual ele dizia ter sido “enquadrado” por Temer para atender aos interesses do chefe da Secretaria de Governo. A pressão seria para liberar a construção de um prédio nos arredores de área tombada, em Salvador.
Em reunião de emergência convocada por Temer com auxiliares, na noite de quinta-feira, a situação de Geddel – que já havia viajado para a Bahia – foi considerada insustentável. Houve, a partir daí, intensa troca de telefonemas com o ministro. “É tudo pior do que parece”, disse um dos auxiliares do presidente.
Durante a semana, Temer conversou diversas vezes com Geddel e, em pelo menos duas ocasiões, sugeriu que a ele que deixasse o cargo para se defender das denúncias, mas o então ministro recusou. Ontem, em sua carta de demissão, ele reconheceu que “avolumaram-se as críticas”, trazendo sofrimento a seus familiares.
“Quem me conhece sabe ser esse o limite da dor que suporto. É hora de sair”, escreveu ao presidente, a quem chamou de “fraterno amigo”. O agora ex-ministro pediu desculpas e disse que diante “da dimensão das interpretações dadas” fez uma “profunda reflexão” sobre o quadro.
‘Indignado’. Além de administrar a saída do ministro baiano, Temer também confidenciava aos interlocutores decepção com a atitude do ex-titular da Cultura. “O presidente estava muito indignado. Dizia sempre que este não é seu estilo, que ele não é uma pessoa de enquadrar ninguém”, afirmou um auxiliar.
O presidente teria dito, inclusive, que a atitude “do rapaz” foi de uma “monstruosa deslealdade”. Alguns auxiliares de Temer avaliam que o governo subestimou o grau de desconforto de Calero. “Acharam que era uma bobagem, mas virou uma crise grande para o governo”, avaliou um aliado.
O ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, foi um dos escalados para intermediar o conflito e, além de não conseguir arrefecer a crise, é agora um novo foco de preocupação, já que também foi gravado por Calero, que o acusa de pressioná-lo.
A queda de Geddel ocorre uma semana após a saída do titular da Cultura. Na avaliação de interlocutores do presidente, porém, esta foi a demissão que ele mais sentiu porque atinge o “núcleo duro” do Planalto.

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